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31 jan
6 desculpas que deve parar de dar a si mesmo

Sabe aquelas mentirinhas que contamos para nós mesmos, só para procrastinar mais um pouco? Pois é, está na hora de deixá-las para trás! Vamos te mostrar algumas desculpas para identificá-las deixá-las de lado agora mesmo!

1 – “Estou confortável aqui, não há motivos para tentar outra coisa”

O conforto e a estabilidade podem ser seu pior inimigo, te impedem de correr atrás de novos desafios.

Se sente que está fazendo apenas coisas que já conhece, não está aprendendo nada de novo ou não está se arriscando o suficiente para conquistar o que quer, você está na sua zona de conforto.

Procure novos desafios, faça algo fora dessa zona e sinta-se vivo.

2 – “Estou com medo de não dar certo”

Ter medo e cautela é importante, mas deixar que isso te paralise pode atrapalhar no descobrimento do seu potencial.

É aquela coisa, você nunca sabe vai ter sucesso se não tentar. Esse medo é geralmente o receio de sair da zona de conforto

Embora existam obstáculos, você é capaz de superar as adversidades e aprender com elas.

3 – “Alguém deve fazer isso melhor”

Não deixe algo para alguém fazer, se você pode fazer do seu jeito e ainda tirar o máximo proveito e aprendizado disso. Pensando que pode sempre deixar para outra pessoa fazer, você perde a oportunidade de mostrar do que é capaz e, consequentemente, outra pessoa irá se destacar.

Se você puder tomar a frente de uma situação, enxergar algo que precisa ser feito ou criado, não espere que outro tome a sua frente.

4 – “Eu faço isso depois”

A procrastinação é um problema terrível que muitas pessoas acabam se envolvendo. Ao executar suas atividades somente no último minuto, você se força a fazer as coisas tomado pela pressa, executa sem a mesma precisão, peca pela falta de planejamento e tende a cometer muitos mais erros. Jogando as suas tarefas para depois, você está empurrando suas responsabilidades para o último instante e, talvez, pode ser tarde demais para executá-lo.

5 – “É muito difícil”

Você pode se surpreender com a sua capacidade, não se subestime! Se for muito difícil, você tenta! Com toda certeza haverá muito aprendizado mesmo se não der certo.

6 – “Não tenho o que fazer, não foi culpa minha”

É muito importante perceber que você precisa assumir a responsabilidade por si mesmo, isso demonstra maturidade. Além disso, não ficar

29 jan
Afinal, o que são deepfakes?

Entenda como eles funcionam e por que podem ser perigosos

(Pinscreen/Reprodução)

Os deepfakes nada mais são do que vídeos criados a partir de inteligência artificial e que reproduzem a aparência, as expressões e até a voz de alguém do mundo real. O nome vem da junção de duas expressões em inglês: “deep learning” (“aprendizado profundo”) e “fake” (“falso”). Aprendizado o quê?

O “deep learning” é uma evolução das metodologias de aperfeiçoamento de inteligência artificial. Ela deriva do “machine learning”. O conceito, que veio junto com os primeiros avanços em inteligência artificial, nos anos 1950, quer dizer, literalmente, colocar um computador para aprender. A ideia é fazer o cérebro eletrônico estudar algoritmos até que entenda como ler dados e tomar decisões acertadas. É como se, vendo um mesmo filme várias vezes, ele pudesse reproduzir o que aprendeu fazendo uma história totalmente nova. A técnica possui várias aplicações, de um programa de recomendação de filmes e séries (alô, Netflix) aos vídeos manipulados.

“Os deepfakes surgiram nos anos 1990, ganharam fama por volta de 2014 e atingiram um pico de popularidade em 2017″, explica Hao Li, professor de Ciência da Computação na Universidade do Sul da Califórnia. Em dezembro do ano passado, ele participou da VFXRio, evento brasileiro sobre tecnologia e efeitos visuais.

Como eles são feitos?

Hao é um dos precursores da área, e trabalha há 15 anos no desenvolvimento de tecnologias que aumentem o realismo das projeções virtuais. Ele já atuou em empresas de efeitos visuais como a Weta Digital (de filmes como O Senhor dos Anéis) e a Industrial Light & Magic (Star Wars), além de comandar uma startup especializada em criar avatares do tipo.

No geral, os deepfakes são criados em duas etapas. Na primeira, o software capta imagens de referência da pessoa que será usada no vídeo (o presidente Donald Trump, por exemplo). Quanto mais imagens, maior será a precisão. “O ideal é criar um banco de dados com várias formas e ângulos do rosto”, diz Hao.

Depois, é a vez de gravar os movimentos de uma segunda pessoa, que será a base (ou o molde) para o deepfake. Por fim, a inteligência artificial tem a missão de unir as duas coisas para criar o vídeo falso. No exemplo abaixo (cujo vídeo você pode conferir clicando na imagem), as imagens captadas de Trump foram inseridas no molde, feito a partir do vídeo de imitação:

(Pinscreen/Reprodução)

No passado, a manipulação de rostos digitais era uma técnica restrita a profissionais de efeitos visuais. A ideia do deepfake é que, com inteligência artificial, todo o trabalho seja feito por meio de softwares. Um programa da Samsung, por exemplo, consegue criar vídeos falsos com apenas uma imagem de referência. Já o Zao é um app chinês que faz com que o seu rosto seja transportado para uma cena de filme ou série – basta tirar uma selfie.

Quais as suas aplicações?

A aplicação mais famosa para este tipo de manipulação são os efeitos cinematográficos. Em 2019, filmes como Projeto Gemini e O Irlandês usaram técnicas similares para rejuvenescer os atores. Gemini, em especial, criou uma versão mais jovem do ator Will Smith, que contracenou com sua versão mais velha, de carne e osso.

“Os deepfakes podem ser usados também em dispositivos de realidade virtual, ou para criar sistemas de chats com interações mais realistas”, lembra Hao. A Fundação Carnegie, em um vídeo sobre o tema, diz que a tecnologia também pode ser usada para dar acessibilidade a pessoas com esclerose lateral amiotrófica, permitindo que pacientes criem cópias digitais da sua voz para ajudá-los quando não conseguirem mais falar.

Quais são os perigos envolvendo deepfakes?

A alta na popularidade dos deepfakes em 2017 apontada por Hao tem motivo. Naquele ano, um usuário do fórum Reddit criou um software de deep learing que permitia ao usuário trocar o rosto de uma atriz de filme pornô pelo de celebridades. O programa analisava milhares de imagens de atrizes, modelos e cantoras para criar um padrão de rosto para cada uma. Depois, era só jogar no video desejado e ter um filme protagonizado por quem quer que fosse.

A partir daí, diversas campanhas surgiram para alertar sobre os perigos da tecnologia, que se tornou uma espécie de versão turbinada das já conhecidas fake news (“notícias falsas”, em inglês). Esta aqui, por exemplo, foi feita pelo BuzzFeed, e é “estrelada” por uma versão falsa do ex-presidente dos EUA Barack Obama.

Os vídeos falsos, então, possuem uma série de maus usos: eles podem humilhar, chantagear ou difamar alguém, atacar organizações, incitar violência política, cancelar acordos diplomáticos e até fraudar eleições.

Deepfakes devem ser proibidos?

Apesar do desenvolvimento até aqui, vamos que combinar que, olhando com atenção, mesmo os vídeos falsos falsos mais convincentes conseguem ser desmascarados. Em setembro de 2019, Hao deu uma entrevista ao canal norte-americano CNBC, em que afirmava que deepfakes “perfeitamente reais” começariam a surgir dali a seis meses. “Eu mantenho essa previsão e digo mais: isso já está acontecendo.”

Para o professor, o grande entrave dos deepfakes é a resolução: em baixa qualidade, eles podem confundir, mas quando a resolução aumenta, as imperfeições ficam expostas. “No entanto, já existem pesquisas em desenvolvimento para criar deepfakes em alta definição”, disse Hao. Ele cita um teste feito pelo sua própria empresa, a Pinscreen – também com Donald Trump, feita a partir de uma imitação do ator Alec Baldwin. Veja abaixo:

Em meio a isso, surge o debate: se os deepfakes podem ser tão perigosos, eles não deveriam ser proibidos?

“Eu sou contra a generalização, e acho que nem tudo deve ser proibido”, defende Hao, que traz como exemplo o seu trabalho no filme Velozes e Furiosos 7, no qual ele foi um dos responsáveis pela reencenação digital do ator Paul Walker, que morreu durante as gravações. “A família de Paul estava de acordo e ajudou durante o processo. Tudo foi feito como uma forma de homenageá-lo – e funcionou”.

A tecnologia dos vídeos falsos evolui em uma velocidade muito maior que a lei – o que impede a criação de uma única norma que os regule. Dessa forma, Hao, assim como boa parte dos especialistas, defende que mais de uma medida deve ser tomada em relação os deepfakes. “O ideal seria que os países criassem organizações que digam o que é aceitável e o que deve ser proibido.” Deepfakes em vídeos pornôs, nem pensar.

Além disso, é preciso aprimorar os algoritmos e técnicas de reconhecimento de vídeos falsos, o que facilitaria o combate a conteúdos nocivos. Projetos de lei que determinem os parâmetros para o compartilhamento também poderão ajudar plataformas de mídias sociais a atualizar suas políticas internas. Se organizar direito, ninguém cai em mentira.

Facebook vai começar a banir Deepfakes de sua plataforma

O Facebook anunciou que vai começar a banir vídeos com deepfake da sua plataforma. O anúncio, divulgado em um blog da empresa, afirma que conteúdos do tipo manipulam a realidade, e são um grande desafio para a indústria tecnológica.

Os vídeos serão excluídos caso as edições não estejam óbvias para o usuário ou se levarem o espectador a acreditar que uma pessoa tenha dito coisas que, na verdade, nunca disseram. 55 checadores, que falam 45 idiomas diferentes, serão os responsáveis por analisar e sinalizar os vídeos falsos – a medida não inclui sátiras e outros produções humorísticas.

Não é a primeira vez que o Facebook se envolve no combate aos deepfakes. Em setembro de 2019, a empresa doou US$ 10 milhões para um fundo voltado a aprimorar as tecnologias de detecção desse tipo de material. Mas a companhia já também recebeu críticas por se recusar a retirar um vídeo falso da presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, que viralizou no país no ano passado.

Deepfakes podem ser inofensivos. Neste vídeo, por exemplo, o rosto do ator Harrison Ford foi rejuvenescido e colocado em algumas cenas de Solo: Uma História Star Wars, do qual ele não participou. Mas, em muitos casos, podem ser perigosos e aumentar a desinformação, como manipular discursos de personalidades e chefes de Estado.

Até o próprio Mark Zuckerberg já foi vítima dos softwares de deepfake. No vídeo, o presidente do Facebook, em uma versão criada em computador, afirmava que o sucesso de sua plataforma era devido a uma parceria feita com uma organização secreta.

Fonte: Super Interessante

28 jan
Mais que Soft Skills: o que é necessário para uma carreira de sucesso?

Quem está em busca de um emprego ou crescer na carreira precisa ter muito mais do que as mais famosas soft skills, como visão sistêmica e liderança, por exemplo.

Existem outras habilidades que também trarão bons resultados para a evolução profissional, vamos te dizer quais são para que você possa desenvolvê-las ou aprimorá-las.
Confira quais são:

1- Extrair o máximo da diversidade de gerações

Não adianta apenas saber lidar com diferentes gerações é preciso colocá-las juntas e fazê-las produzir ideias combinadas e inovadoras

2- Relativizar problemas

Ao invés de fazer alarde com problemas pequenos, saiba dimensioná-los para evitar que a empresa fique ansiosa sem necessidade

3- Objetividade

Não floreie suas comunicações, cada segundo perdido com informações que não interessam o negócio perde dinheiro

4- Checagem de dados e fatos

Não tome decisões baseadas em achismos, sempre use dados e fatos que mostrem a verdade

5- Timing da tomada de decisão

Não basta tomar a melhor decisão, é preciso usá-la no tempo correto, nem muito cedo para não “queimar” boas ideias nem tão tarde que o negócio fique prejudicado

6- Aprender com os erros dos outros

Além de aprender com seus próprios erros, ter a perspicácia de enxergar erros alheios e moldar sua atuação e evitar cair nas mesmas armadilhas de seus colegas!

 

 

22 jan
Linkedin divulga as 15 profissões em alta no Brasil em 2020

O LinkedIn divulgou hoje a lista “profissões emergentes”, com as 15 posições em ascensão para o ano de 2020 no Brasil. O levantamento reúne as profissões que vivem um momento de alta com base em dados de usuários do LinkedIn com perfil público que tenham ocupado uma ou mais posições em tempo integral no Brasil nos últimos cinco anos. Além da lista, a rede social inclui quais são as habilidades mais requisitadas e os setores que mais contratam.

O destaque na edição deste ano o motorista. Ao observar os três setores da economia que mais devem demandá-los neste no, constata-se que, entre eles, estão as empresas ligadas a internet e a serviços e facilidades ao cliente, como os aplicativos de transporte de passageiros e os de compras e entregas. “Esperamos que essa lista seja um norte para as pessoas que estejam nessa transição ou ainda, no início da carreira”, diz Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para a América Latina.

Confira abaixo a lista completa:

1. Gestor de mídias sociais

Cinco conhecimentos primordiais: marketing digital; redes sociais; Adobe Photoshop; Adobe Illustrator; e marketing. Três segmentos que mais buscam a profissão: Publicidade e marketing; mídia online; e internet.

2. Engenheiro de cibersegurança

Cinco conhecimentos primordiais: Docker Products; Ansible; DevOps; Amazon Web Services, AWS; e Kubernetes. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; software de computadores; serviços financeiros.

3. Representante de vendas

Cinco conhecimentos primordiais: Outbound Marketing; inbound marketing; pré-venda; vendas internas; e prospecção. Três segmentos que mais buscam a profissão: Softwares de computadores; tecnologia da Informação e serviços; e internet.

4. Especialista em sucesso do cliente

Cinco conhecimentos primordiais: Inbound marketing; auxiliar no sucesso do cliente; relações com o cliente; marketing digital; e experiência do cliente. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; software de computadores; e internet.

5. Cientista de dados

Cinco conhecimentos primordiais: Machine Learning; ciência de dados; linguagem Python; linguagem R; e ciência de dados. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; bancos; e softwares de computadores.

6. Engenheiro de dados

Cinco conhecimentos primordiais: Apache Spark; Apache Hadoop; grandes bancos de dados; Apache Hive; e a linguagem de programação Python. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; bancos; e serviços financeiros.

7. Especialista em Inteligência Artificial

Cinco conhecimentos primordiais: Machine learning; deep learning; linguagem de programação Python; ciência de dados; Inteligência Artificial (IA). Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e instituições de ensino superior.

8. Desenvolvedor em JavaScript

Cinco conhecimentos primordiais: React.js; Node.js; AngularJS; Git; e MongoDB. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e internet.

9. Investidor Day Trader

Cinco conhecimentos primordiais: Bolsa de valores; Technical Analysis; investimentos; mercado de capitais; e o investimento de curto prazo Trading. Três segmentos que mais buscam a profissão: Serviços financeiros; mercado de capitais; e gestoras de fundos de investimentos.

10. Motorista

Cinco conhecimentos primordiais: Serviço ao cliente; Microsoft Word; liderança; Microsoft Excel; e vendas. Três segmentos que mais buscam a profissão: Internet; transportes terrestres e ferroviários; e serviços e facilidades ao cliente.

11. Consultor de investimentos

Cinco conhecimentos primordiais: Investimentos; mercado de capitais; mercado financeiro; renda fixa; e análise financeira. Três segmentos que mais buscam a profissão: Serviços financeiros; mercado de capitais; e bancos.

12. Assistente de mídias sociais

Cinco conhecimentos primordiais: Redes sociais; marketing digital; Adobe Photoshop; Instagram; e publicidade. Três segmentos que mais buscam a profissão: Publicidade e marketing; internet; Tecnologia da Informação e serviços.

13. Desenvolvedor de plataforma Salesforce

Cinco conhecimentos primordiais: Desenvolvimento de Salesforce.com; linguagem de programação Apex; recursos do Salesforce.com; administração de Salesforce.com; e Visualforce. Três segmentos que mais buscam a profissão: Softwares de computadores; Tecnologia da Informação e serviços; e consultoria em gestão.

14. Recrutador especialista em Tecnologia da Informação

Cinco conhecimentos primordiais: Recrutamento em TI; recrutamento; entrevista; pesquisa de executivos; e técnicas de recrutamento. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; recrutamento e seleção; e Recursos Humanos.

15. Coach de metodologia Agile

Cinco conhecimentos primordiais: Kanban; metodologia Agile; Scrum; gestão de projetos em Agile; e agilidade para os negócios. Três segmentos que mais buscam a profissão: Tecnologia da Informação e serviços; softwares de computadores; e internet.

 

Publicado por: UOL 

17 jan
Como tirar suas metas do papel?

Pode parecer uma tarefa difícil, mas vamos te dizer como tirá-las do papel e alcançar seus objetivos

 

Você aprendeu como definir metas alcançáveis, mas e agora? Como tirá-las do papel e partir para a ação?
Tudo o que fazemos tem um início, um trabalho e um resultado. A lacuna entre o início e o resultado final precisa ser preenchida para completar as metas. Por isso, nós do iCEV, vamos te dar dicas para tornar isso possível.

A importância de definir suas metas

Por que a definição de metas é tão importante? Significa que você sabe para onde está indo e trabalha diariamente, até chegar ao destino desejado.

Faça planos para criar mentalidade, habilidades e ferramentas para atingir seus objetivos. Crie as condições e o contexto para desenvolver e responsabilidade para trazer a criatividade e o comprometimento para atingir qualquer objetivo.

Mantenha seus objetivos visíveis o tempo todo

É muito importante ter um plano escrito para as metas que você definiu e como pretende chegar lá.

É ainda mais importante olhar para esse planejamento com frequência, porque durante sua jornada, você terá muitas distrações que te colocarão para fora da rota estabelecida pelas suas metas.

Você precisa se manter conectado aos seus objetivos e analisá-los com frequência, portanto, mantenha-os em algum lugar onde possa visualizá-los, em vez de definir metas em um caderno que vai ficar guardado.

Revise suas metas frequentemente e acompanhe seu progresso. Veja onde você está falhando e por quê. Ajuste sua meta com base no seu desempenho, mude o que precisar ser mudado, se não está funcionando para você, não é problema nenhum fazer uma alteração.

Comece a fazer

Você não precisa de um plano mirabolante para suas metas, mas sim um compromisso!

Você precisa entender que ficar parado, não vai te fazer alcançar nada. Esta é a parte difícil para a maioria das pessoas: dar o primeiro passo para chegar ao seu objetivo.

O problema é que a maioria das pessoas terminam todo o planejamento, se preparam para botar a mão na massa, então a hesitação se torna o maior inimigo da situação. O primeiro passo é o mais crítico de todos.

Evite a procrastinação

Um dos maiores inimigos para tirar suas metas do papel é empurrar suas metas com a barriga, não vai te fazer bem. Para evitar a procrastinação:

– Defina claramente datas e prazos.

– Comente o seu objetivo para os outros para que sua promessa o force a começar a trabalhar.

– Trabalhar suas metas em conjunto com outras pessoas, seus familiares por exemplo, é um inventivo a mais.

Às vezes é difícil seguir um cronograma porque coisas inesperadas surgem em nossas vidas, forçando você a empurrar suas datas de vencimento.
Por isso, seja realista e estabeleça uma quantidade máxima para adiar seus objetivos, assim você não vai se acomodar em sempre jogá-los mais para frente. Saiba como crescer na vida e alcançar o sucesso que você sempre sonhou

Antecipe as possíveis dificuldades

Você precisa estar preparado para todas as possíveis dificuldades que podem vir para atrasar suas metas. Prepare-se mentalmente para enfrentar os obstáculos e encontrar os meios e recursos para superá-los.

Faça uma lista de todos os possíveis obstáculos que você acha que poderá encontrar. Em seguida, faça um plano de contingência para superá-los. É claro que existem quedas que você nunca planejou ou esperou, e terá que lidar com esses problemas à medida que eles surgirem.

O mais importante é estar mentalmente preparado para enfrentar qualquer dificuldade ou desafio que surja em seu caminho e estar comprometido em encontrar uma solução.

Mantenha os pés no chão

Seja realista sobre seu objetivo; é realmente possível atingir essa meta? No tempo que você estabeleceu? Você tem a habilidade para fazer essas coisas? Qual é o propósito? É útil ou sem sentido? Faça a si mesmo estas perguntas antes de prosseguir.

Preocupe-se com a produção e não com a vontade de produzir. Visualizar seu resultado significa que você está pensando em um resultado imaginário, além de não fazer nada, tire a cabeça das nuvens e comece a trabalhar em suas metas.

Separe seu dia em blocos

Existe uma técnica chamada Pomodoro, que é um método de produtividade, cuja ideia é dividir o seu tempo em blocos de 25 minutos. Então, se você tem dificuldade em se manter focado em uma atividade, dedique-se 25 minutos a ela, e depois, descanse por 10 minutos. Repita esse procedimento ao longo do dia. É uma técnica eficiente para ajudar a tirar suas metas do papel.

A habilidade que você precisa aqui é autoconsciência, não do que você é, mas do que você está fazendo. Lembre-se de estar constantemente alerta de suas ações ou a falta delas.

Nem todo minuto da sua vida precisa ser planejado

Estabeleça um tempo durante a semana para você relaxar e, realmente, não fazer nada. A pausa é aliada da produtividade.

Fracasso e Sucesso

Nem tudo depende somente de nós, por isso, principalmente, atividades que dependam de outras pessoas, relaxe! Estresse é uma arma contra produtividade.

O fracasso é uma parte da escada que você sobe a caminho para o sucesso. Se você cometer erros, tudo bem. Entenda que cada erro que você encontra lhe dá experiência, e uma vez que uma determinada quantidade de experiências se acumule, você terá sucesso.

03 jan
As 20 Grandes Ideias que mudarão o mundo em 2020

Em 2019, vivenciamos inovações tecnológicas surpreendentes, decisões políticas tumultuadas e um ambiente de trabalho exaustivo. O final do ano, no entanto, é a época perfeita para desacelerar e refletir.

Todo mês de dezembro, os Editores do LinkedIn olham atentamente para seus feeds e procuram dezenas de colaboradores para identificar as grandes ideias que moldarão o ano seguinte. Que conversas serão importantes para a comunidade profissional? Em 2020, um tema está prestes a surgir: após uma década de profundas mudanças, os profissionais estão avaliando e questionando o mundo que construíram e os seus valores. São questões como: o capitalismo está funcionando como deveria? Como nos comportaremos como habitantes do planeta? Por que transformamos em heróis os fundadores de empresas de tecnologia? Será que colocamos o trabalho em uma posição muito alta?

Não podemos prometer que acertaremos em tudo, mas nos mantemos transparentes: no ano passado tivemos um acerto de 58% em nossas previsões de 2019 — como mostra o colega George Anders. Esse foi o melhor índice que já obtivemos, algo que, portanto, nos habilita a tentar outra vez.

Também o convidamos a se juntar a nós nesta tentativa destemida de espiar o futuro. Que grande ideia você acha que surgirá no próximo ano? Compartilhe nos comentários ou publique um post, artigo ou vídeo no LinkedIn com a hashtag #BigIdeas2020. Agora, conheça as nossas 20 grandes ideias para 2020.

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1. O benefício mais desejado no trabalho será o tempo. 

O trabalho flexível não é mais um subsídio concedido a alguns funcionários; é uma demanda de todos. A geração Z e os millennials estão liderando o caminho ao estabelecer uma nova relação com o escritório, de acordo com reportagem  de Claire Cain Miller e Sanam Yar, do New York Times. Experimentos com uma semana de trabalho de quatro dias estão se espalhando pelo mundo: A Microsoft tentou no Japão, enquanto o Partido Trabalhista britânico prometeu isso em seu manifesto eleitoral. Empregadores do setor privado em experimentos de pequena escala contam que um expediente mais curto não prejudica os resultados — pelo contrário. “A boa vontade pode compensar para os empregadores”, diz John Pencavel, professor de economia em Stanford que estudou a relação entre a duração da jornada de trabalho e a produtividade. “Menos horas de trabalho talvez não comprometa a produtividade. Menos horas de trabalho pode envolver menos custo de mão de obra. Empregadores e funcionários se beneficiam com isso.”

Quem pode ser beneficiar com isso são as mães, que historicamente sofreram com remuneração mais baixa e menos chances de promoção em decorrência da opção por um trabalho flexível. Entre mulheres com formação acadêmica avançada que deixaram seus empregos, 69% teriam permanecido na empresa se os empregadores tivessem oferecido opções de trabalho mais flexíveis, de acordo com a pesquisa do Boston Consulting Group. O fundamental é envolver os funcionários na busca de maneiras de trabalhar com mais eficiência, diz Charlotte Lockhart, CEO da organização de advocacia The 4 Day Week. Sua empresa de serviços financeiros, a Perpetual Guardian, reduziu a semana de trabalho de seus 240 funcionários na Nova Zelândia de cinco para apenas quatro dias. “Todos querem se sentir valorizados no trabalho, mas isso não deve prejudicar os outros aspectos da nossa vida”, pondera Lockhart. “Nossas vidas pessoais estão sendo prejudicadas, e estamos começando a reconhecer isso.”

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2. A guerra entre as plataformas de streaming ficará ainda mais sangrenta.

“Em 2020, mais dinheiro será gasto em programas com roteiros originais do que em toda a década dos anos 90”, conta o professor de marketing da NYU Scott Galloway. “Em 100 anos, olharemos para esta era e concluiremos que a forma de arte que a define será a televisão”. Este ano, a Apple e a Disney lançaram serviços para competir com os players já estabelecidos: Netflix, Amazon e Hulu; HBO Max, Peacock (da NBC) e Quibi seguirão seus passos em 2020. “A (Netflix) corria sozinha na frente e, de repente, o que vemos é uma Olimpíada”, diz Galloway. “As empresas mais criativas e com os melhores recursos do mundo estão todas investindo neste negócio.”

Os consumidores podem precisar assinar mais serviços à medida que o catálogo cresce, mas a concorrência vai forçar a redução dos preços. “Os 12,99 dólares (da Netflix) pareciam o negócio mais vantajoso do mundo”, ressalta Galloway. O Apple TV+ foi lançado por apenas 5 dólares por mês. Os serviços de streaming são sedutores para a Apple, Amazon ou Disney, ele explica. Eles promovem a fidelidade do consumidor e oferecem oportunidades de monetização em parques de diversões, bonecos de ação, iPhones ou entregas da Amazon Prime. A Netflix ainda tem a vantagem de ser pioneira, mas para players muito semelhantes ou para o Hulu — que não têm negócios auxiliares e precisam pagar uma taxa para Apple, Amazon ou Google para chegarem aos nossos dispositivos — a guerra do streaming está prestes a ficar sangrenta.

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3. Uma nova contagem regressiva da mudança climática já começou.

De greves escolares até a “Extinction Rebellion”, de Greta Thunberg ao ”New Deal” Verde, a pressão pública envolvendo a crise climática aumentou em 2019 de uma forma que, francamente, não prevíamos. Agora, a contagem regressiva final para 2030 começa.

Na próxima década, 184 países precisam cumprir os compromissos de redução de emissões, que assumiram em Paris cinco anos atrás, a fim de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2 °C. Mas essas promessas não estão sendo cumpridas. Em primeiro lugar,os cientistas agora alertam que uma meta de 1,5 °C é mais factível. Ativistas esperam que a cúpula da COP26 das Nações Unidas em Glasgow em novembro próximo ajude a corrigir os rumos.

“Glasgow será o grande marco no aumento das expectativas”, explica Oli Brown, cientista ambiental e membro associado da Chatham House. Manter a pressão será fundamental, acrescenta sua colega Laura Wellesley: “Se observarmos um aumento contínuo da preocupação pública pelo clima e pelo consumo, estaremos preparando o terreno, potencialmente, para alguns compromissos bastante ambiciosos”.

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4. Os governos podem ter que tratar a recapacitação profissional como um novo ensino básico.

Passamos anos estimando quantas vagas de nossos empregos seriam roubadas pelos robôs. Agora é hora de pensarmos em como as pessoas vão viver nessa nova realidade e entender os detalhes da recapacitação constante da força de trabalho. Existem três opções, explica Jason Wingard, Reitor da Escola de Estudos Profissionais da Universidade de Columbia: Os trabalhadores estarão entregues à própria sorte em um modelo de prestação de serviço, as empresas investirão para manter seus talentos atualizados e na folha de pagamentos… ou os governos assumem essa responsabilidade.

“Temos que fazer algumas perguntas importantes: é nossa responsabilidade garantir que nossa sociedade esteja preparada?”, pergunta Wingard. Para prepararem os trabalhadores para a Era Industrial, as nações construíram uma infraestrutura de Ensino Fundamental e Médio. Agora, os governos podem precisar fazer algo semelhante para a educação de adultos. E Wingard estuda essa opção. “Precisamos ter o que costumava ser chamado de faculdade comunitária, mas de uma forma que prepare as pessoas continuamente”, ela opina. “Se você, como cidadão, está pagando seus impostos e disposto a se desenvolver e a adquirir novas competências, reciclagens profissionais devem ser disponibilizadas gratuitamente para você e com o objetivo de torná-lo um profissional mais qualificado para o mercado de trabalho”. É uma questão de soberania e competitividade, ele ressalta. Pessoas e empresas podem atravessar fronteiras para encontrar talento ou oportunidades; os países, no entanto, ficam para trás.

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5. Falaremos mais abertamente sobre saúde mental no local de trabalho.

A depressão e a ansiedade custam à economia global 1 trilhão de dólares a cada ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Para os empregadores, esse é um problema real de retenção de talentos e, para os funcionários, uma necessidade crescente. Iniciada por uma nova geração, essa conversa é urgente, mas ainda tímida. “Grandes empresas temem não estar preparadas para lidar com o impacto dessa conversa de forma segura para os negócios e para os funcionários”, relata Aaron Harvey, fundador da Made of Millions Foundation. Harvey publicou um guia sobre saúde mental no local de trabalho depois de, como funcionário, decepcionar-se com o que via, e iniciou a campanha #CaroGerente (#DearManager, no original em inglês) nas redes sociais, para motivar as pessoas a falarem sobre o assunto.

A promoção da saúde mental no local de trabalho, no entanto, gera questões de privacidade, exposição legal e discriminação. A psicóloga clínica Ellen Hendriksen recomenda que, por razões legais, apenas funcionários iniciem a conversa. E devido ao estigma que ainda existe, os funcionários devem primeiro avaliar a cultura da empresa em que trabalham para decidir se há riscos em revelarem seus problemas de saúde mental. “A abordagem deve contar com uma política de divulgação e um plano” com acomodações razoáveis, argumenta Hendriksen. “É importante não apresentar os problemas de saúde mental como um quebra-cabeça que seu chefe precisa consertar.” Os gerentes podem dar o exemplo, sendo francos sobre as suas próprias dificuldades. Para construir uma cultura de apoio, com confidencialidade, é fundamental ter um plano que permita acomodações e benefícios iguais aos da cobertura para questões de saúde física. “Em vez de atuarem como protetores ou juízes, aconselho os empregadores a agirem como defensores do tema”, ela conta.

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6. O século asiático começará sob nuvens escuras.

Em 2020, as economias asiáticas serão mais fortes do que todo o resto do mundo somado pela primeira vez desde o século XIX. A Ásia também abrigará mais da metade da classe média do mundo. O centro de gravidade do mundo está, sem dúvida, mudando para o Oriente. Mas este século asiático pode começar instável: o Fundo Monetário Internacional alertou que o crescimento na Ásia pode desacelerar, com a China perdendo força, tensões entre o Japão e a Coreia e Hong Kong paralisado por protestos. No último trimestre, o crescimento da Índia caiu ao seu ritmo mais lento desde 2013.

A desaceleração do crescimento na Ásia testará o sistema capitalista, alerta Esther Duflo, economista do MIT e ganhadora do Prêmio Nobel de 2019. “China e Índia têm liderado a retirada de muitas pessoas da pobreza nos últimos 30 anos”, explica ela. “Em um mundo em que as desigualdades explodem e os ricos estão ficando mais ricos, uma verdade é que os muito pobres também estão ficando mais ricos. Se a China e a Índia desacelerarem e deixarem de fazer isso, essa será uma grande questão para a legitimidade de todo o projeto do capitalismo.”

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7. Dissecaremos o que significa comer carne.  

Alternativas à carne já estão ganhando adeptos entre os consumidores e fazendo inimigos no setor — diversos estados agrícolas nos EUA, por exemplo, aprovaram leis que limitam apenas aos produtos de origem animal o uso de palavras como “carne”, “hambúrguer” ou “leite”. O setor de pecuária tem feito propostas semelhantes ao Congresso americano e à Comissão Europeia. O assunto não é trivial: o mercado de alternativas à carne poderá chegar a US$ 140 bilhões no final da década, segundo estimativas do banco de investimento Barclays.

E qual será o fator realmente revolucionário nos próximos 10 anos? A chegada da carne cultivada em laboratório, como carne de gado, suína ou de frango produzida a partir de células animais e sem abate. “A chegada da carne cultivada é uma ameaça muito maior para o setor de pecuária, que agora tenta organizar-se para enfrentá-la”, diz Laura Wellesley, pesquisadora de alimentos na organização Chatham House. Enquanto isso, ela acrescenta, “as empresas de carne de laboratório têm como alvo aqueles que consomem carne, assim como os freezeres e os balcões frigoríficos de carne nos supermercados. Elas não querem que seu acesso a essas áreas ou bases de clientes seja prejudicado.”

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8. O capitalismo estará no banco dos réus.  

“O sistema que faz o capitalismo funcionar bem para a maioria das pessoas está quebrado.” Não, essa citação não vem da pré-candidata democrata Elizabeth Warren; é de um artigo viral do LinkedIn de Ray Dalio, gestor de fundos de hedge e bilionário americano. “O mundo está se aproximando de uma grande mudança de paradigma”, alerta Dalio.

  • Uma primeira saída: O capitalismo reformará a si mesmo, como prometido na declaração de agosto, assinada por 181 CEOs proeminentes. As empresas devem atender às necessidades de todas as partes interessadas, abandonar o curto prazo e trabalhar para melhorar a sociedade, não apenas lucrar com ela, escreveram os membros da Business Roundtable, uma organização sem fins lucrativos baseada em Washington. A ganância não serve mais a ninguém. As empresas adotarão essa mentalidade por conta de um crescente corpo de evidências de que o bom comportamento corporativo contribui para o resultado final, diz Alex Edmans, professor de finanças na London Business School. “A responsabilidade corporativa não é um extra opcional”.
  • Uma segunda solução: Os eleitores —e os governos que eles elegem — assumirão o controle dessa questão. Em 2020, nem mesmo uma plataforma profissional pode evitar falar sobre política. Na campanha presidencial dos EUA, a questão dos ricos e pobres voltou a ser o centro das atenções. Warren e seu colega pré-candidato Bernie Sanders não ficaram impressionados com a declaração da Business Roundtable, considerando-a uma retórica vazia. “Precisamos ver alguma substância para compensar o cinismo” aconselha Jim O’Neill, economista e ex-ministro conservador do governo britânico. A reforma “não precisa acontecer por meio dos governos, mas eu suspeito fortemente que é a única maneira de acontecer”, acrescenta ele. “Negócios vivem de acordo com regras, e as regras não são suficientemente rígidas.”
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9. O reconhecimento facial se tornará mais onipresente e mais controverso.

A tecnologia de reconhecimento facial parece estar em toda parte nos dias de hoje. Ela é utilizada para determinar a intenção do comprador em uma casa de espetáculos na Austrália, para registrar a presença de trabalhadores em um escritório na Indonésia e até para supervisionar a atenção das crianças em idade escolar na China. Um algoritmo de reconhecimento facial tornou-se o recrutador  em algumas das maiores empresas dos Estados Unidos. A tecnologia está em uso em pelo menos 17 aeroportos nos EUA, enquanto o governo francês está preparando um aplicativo para smartphone que exige que os cidadãos façam login facial para acessar uma variedade de serviços públicos. A China requer escaneamento facial para a aquisição de uma linha telefônica, e a Huawei comercializa com entusiasmo a sua tecnologia de reconhecimento facial para cidades africanas.

Essa transformação ocorria com pouco debate público, até que manifestantes de Hong Kong deram destaque a essa questão. “Se não traçarmos um limite, essa tecnologia invasiva se tornará uma parte onipresente de nossas vidas, com efeitos devastadores para a liberdade humana”, diz Evan Greer, vice-diretora da ONG que advoga por direitos digitais Fight for the Future Luta. Críticas como a de Greer apontam para questões de segurança de dados, ameaça às liberdades civis e perda de privacidade. Os defensores dessa tecnologia, por outro lado, apontam para conveniência e maior segurança. Se e como usar o reconhecimento facial estará em debate público em 2020. “Estamos em uma encruzilhada onde as decisões políticas que tomamos como sociedade determinarão se a tecnologia será usada em prol da liberdade ou da opressão”, diz Greer.

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10. A era do empreendedor absoluto irá acabar…

O colapso da WeWork lembrou a todos que uma empresa precisa ter mais do que uma boa história para contar. O professor de marketing da NYU Scott Galloway prevê um declínio de 50% no valor de “empresas unicórnio” de capital fechado em 2020. “As empresas de consumo que se apresentam como empresas de tecnologia SAAS (software como serviço) substituíram lucros e margens por visão e crescimento”, diz ele. Ele as apelidou de incineradoras, empresas que queimam dinheiro para comprar crescimento sem nenhuma perspectiva de obter margens operacionais positivas. O fraco IPO da Uber foi o alerta — e o caso do WeWork foi a confirmação — de que o mercado financeiro não será seduzido por fundadores carismáticos e pela narrativa esperta que conquistou os investidores, explica Galloway. Segundo ele, o capital retomará o controle da situação.

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11. Mas os investidores não deixarão de amar os unicórnios totalmente.

A narrativa de estouro da bolha é sedutora, mas não tem respaldo em dados, argumenta Anand Sanwal, CEO da plataforma de inteligência financeira CB Insights. Claro, haverá um escrutínio mais minucioso para avaliações bilionárias, que irão além de manchetes lisonjeiras, especialmente vindo de funcionários de tecnologia que não querem ficar de mãos vazias como os do WeWork ficaram, ele explica. No entanto, há simplesmente um excesso de capital em busca de uma oportunidade. Há muitos setores em busca de transformação para que o fenômeno dos unicórnios termine. “Sim, algumas empresas ruins serão financiadas. Essa é a natureza do jogo”, explica ele. “São as poucas empresas que sobrevivem que realmente transformam as coisas.” Quanto a qualquer esperança de que a cultura mude, ele aponta para Travis Kalanick. O controverso fundador da Uber levantou US$ 400 milhões com um investidor também controverso para uma empresa que apresenta exatamente as mesmas questões éticas e legais da Uber. “Se você for um fundador que já fez dinheiro para seus investidores no passado, ainda será financiado”.

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12. Um novo tipo de fundador de startup irá emergir.

O cansaço geral com negócios construídos por avaliações bombásticas e fantasiosas se espalhou pelo mercado. Isso abre espaço para uma nova raça de equídeos na cena das startups: as zebras. A fundadora e CEO da consultoria Hearken Jennifer Brandel, co-autora de “The Zebra manifesto” (“O manifesto da zebra”), explica: as zebras são startups dedicadas a resolver problemas do mundo real, construindo negócios sustentáveis e lucrativos que crescem em um ritmo gerenciável, recusando os ciclos habituais de rodadas de financiamento. “Elas se baseiam em valores, que vão além do ‘crescer rápido e sair de cena’”, diz ela. Fundadores de empresas zebra são basicamente mulheres e empreendedores de minorias que ficaram de fora do modelo de capital de risco por anos. Agora, eles simplesmente não estão interessados em entrar no jogo dos unicórnios. Eles não são empreendedores em série buscando a primeira chance de vender suas empresas e lucrar com opções de ações. “Os unicórnios são as maiores organizações sem fins lucrativos já vistas”, diz Brandel. “Acho que as pessoas estão começando a enxergar mais claramente.”

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13. A transformação social passará pelo empreendedorismo.

No segundo país mais desigual do mundo, a busca de soluções para nossos problemas sociais é urgente. Melhorar a qualidade de vida das comunidades mais pobres do Brasil será feito cada vez mais, segundo explica Edu Lyra, fundador da rede Gerando Falcões, por meio da “transformação de dentro pra fora; construindo impacto a partir da escassez”. O sucesso do produtor Konrad Dantas, da KondZilla, tanto em seu canal no YouTube como na série Sintonia, feita em parceira com o Netflix, já mostrava que as comunidades brasileiras estão conseguindo contar as suas histórias e mostrar a sua arte. “As favelas passaram a ser produtora de conteúdo e não apenas espectadora de shows”, diz Lyra. O ponto de inflexão agora é apoiar mais inovações, desde novidades tecnológicas como novos modelos de negócio que começam a emergir. “Tem empreendedor no morro criando impressora 3D com sucata. Estamos também criando soluções inovadoras e não apenas recebendo ajuda. O mundo precisa olhar pra isso e entender um lugar de acelerador desta transformação que vem do empreendedorismo que está na periferia.”

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14. Sua capacidade de foco será a sua competência mais importante.

Se você já se pegou percorrendo seu feed do Instagram sem pensar, sem nem mesmo se lembrar de como chegou lá, não está sozinho. Em um estudo da plataforma de aprendizado Udemy, dois terços dos trabalhadores admitiram olhar para seus telefones por pelo menos uma hora durante o dia de trabalho. O custo disso é alto para empresas e funcionários.

“Cada vez que os funcionários pegam seu telefone ou tendem a se distrair, o trabalho deixa de ser feito”, alerta Brian Solis, autor de ‘Lifescale: How to Live a More Creative, Productive, and Happy Life’ (Equilíbrio de vida: como ter uma vida mais criativa, produtiva e feliz). “Isso está tendo um impacto incrível e pouco estudado na produtividade, criatividade e felicidade dos funcionários.” Surpreendentemente, existem poucas pesquisas sólidas sobre o assunto, mas alguns estudos estimam que o custo para a produtividade chegue a muitas centenas de bilhões de dólares somente nos EUA. “Embora as distrações não sejam necessariamente sua culpa, elas são sua responsabilidade”, escreve Nir Eyal, autor de “Indistractable: How to Control Your Attention and Choose Your Life” (Indistraível: como controlar sua atenção e escolher sua vida”). Eyal oferece estratégias que podem ajudar você a recuperar seu foco: domine seus gatilhos internos, planeje seu dia, faça pactos consigo mesmo ou com seus amigos. Ah, e controle seus gadgets.

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15. A mudança climática será o principal tema para proprietários, investidores e seguradoras de imóveis.

Em novembro, um cliente da gigante imobiliária americana Redfin desistiu de comprar uma casa em um bairro nobre de Houston, conta o CEO Glenn Kelman. A franquia do seguro contra inundações para a propriedade era alto demais. Essa é uma das formas bastante reais pelas quais as mudanças climáticas estão remodelando a nossa geografia urbana. “Essa tornou-se uma questão muito pessoal para as pessoas que tentam vender suas casas, e definitivamente se transformou em uma ansiedade generalizada para quem compra esses imóveis”, diz Kelman. “Mesmo que os políticos não tenham precificado esse risco, os mercados já o fizeram”.

Investidores institucionais estão pressionando os gestores de ativos a precificar o risco climático de seus ativos, explica Emilie Mazzacurati, CEO da empresa de inteligência de mercado Four Twenty Seven. A propriedade corre risco de inundação ou incêndio? As franquias dos seguros vão aumentar? E quanto aos impostos locais? A região perderá população e empregos? A exposição do setor de seguros é um grande ‘elefante na sala’, acrescenta ela. Nas regiões onde as seguradoras não se arriscam mais, os governos podem intervir com programas de seguros substitutos. “O problema, quando você faz isso, é que está enviando o sinal errado”, ressalta Mazzacurati. “Você está transferindo o risco para o governo, o que é bom para proteger indivíduos, mas não é sustentável se houver risco de todas essas casas serem queimadas repetidamente”.

A alternativa é abandonar algumas áreas e deixar a natureza tomar conta: nações insulares do Pacífico se mudaram, os governos estaduais de Nova York e Flórida estão comprando imóveis de proprietários em áreas propensas a inundações e o País de Gales está desapropriando uma vila inteira.

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16. Previsões sobre uma nova recessão global irão diminuir — mas não desaparecerão totalmente.

Embora a década seguinte à Grande Recessão tenha sido boa para as economias desenvolvidas, em termos estatísticos já passou da hora de outra contração global. Isso aumenta a ansiedade entre economistas, legisladores e empresários. O momento exato da próxima recessão é uma incógnita; na lista de Big Ideas do ano passado, achamos que ela viria no fim de 2019 ou em 2020 (ainda não podemos dizer que erramos). Personalidades influentes, como o Presidente do Federal Reserve dos EUA Jerome Powell e a sua ex-presidente Janet Yellen veem um crescimento moderado contínuo na maior economia do mundo até 2020. Christine Lagarde, a nova presidente do Banco Central Europeu, também disse em setembro que sua perspectiva básica não inclui uma recessão global, embora o crescimento seja “medíocre” e haja uma “grande ameaça” no atual conflito comercial entre os EUA e a China. Simon Thorp, diretor de investimentos da Aperture Investors, está preocupado que instrumentos tradicionais de estímulo, como cortes nas taxas de juros e programas de compra de títulos, sejam menos capazes de estimular os investimentos na próxima crise. E para aqueles que planejam com antecedência, aqui está um gráfico útil do que poderia desencadear a próxima recessão global quando ela chegar com tudo.

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17. Os reguladores irão atrás das Big Tech sob novos ângulos.

Deveríamos estar vivendo uma era de inovação, com setores de rápido crescimento atraindo centenas de novos empreendimentos. Entretanto, isso não acontece, diz o professor de marketing da NYU Scott Galloway. “Duas vezes mais startups estavam sendo criadas durante o governo Carter do que hoje”, ressalta. “E a razão é que os setores que mais crescem em nossa economia — equipamentos de tecnologia, redes sociais, pesquisa e comércio eletrônico — estão sob o controle de uma ou duas empresas.” Uma ação antitruste poderia resolver isso, diz Galloway. Esse processo começará na Europa, acrescenta ele. Enquanto as grandes empresas de tecnologia mantêm seus amigos em Washington, observamos a tentativa da França de impor um imposto sobre as receitas das empresas de tecnologia — a ideia já é recebida com ameaças de tarifas retaliatórias pelos EUA. De Londres, Azeem Azhar também vê a regulamentação chegando, mas de maneira desordenada: “Não acho que será coerente, será algo mais precipitado — o que é um bom começo”.

Nos EUA, cidades e estados estão liderando o movimento antitruste. Em 2020, o foco mudará para o impacto da tecnologia nas pequenas empresas. As empresas locais têm sido cada vez mais forçadas a usar Google, Amazon e Facebook para alcançar clientes. Mas essas mesmas plataformas foram acusadas de minar concorrentes menores, alterando algoritmos de pesquisa e reduzindo o tráfego na web. “O gigantismo dessas empresas, juntamente com a integração generalizada dessas plataformas […] levantam questões que devem interessar a quem se preocupa com acesso a mercados, privacidade de dados, desenvolvimento de pequenas empresas, empreendedorismo e inovação”, explica Nydia Velázquez, presidente do Comitê de Pequenas Empresas da Câmara dos Deputados dos EUA, em uma declaração em novembro.

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18. O mundo enfrentará uma escassez global na enfermagem. 

Países no mundo inteiro estão enfrentando uma escassez de profissionais de saúde. Essa necessidade é particularmente elevada nos países de baixa e média renda (como o Brasil), onde a estimativa de déficit é de 18 milhões para os próximos 10 anos. No entanto, há sinais de que 2020 — o ano em que fundadora da enfermagem Florence Nightingale comemoraria seu 200º aniversário — será o ano que a Organização Mundial de Saúde está chamando de O Ano dos Enfermeiros e Parteiros.

Enfermeiros e parteiros serão responsáveis por cerca da metade do déficit projetado para profissionais de saúde na próxima década. A OMS está planejando um grande esforço para promover formação, treinamento e apoio no trabalho para enfermeiros, algo muito maior do que apenas preencher uma lacuna crítica na força de trabalho. “Como 70% da força de trabalho global em saúde é feminina, empregos para profissionais de saúde são empregos para mulheres”, explica o Diretor Geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Portanto, em outras palavras, investir em profissionais da saúde paga um dividendo triplo: para a saúde, para o crescimento econômico e para a igualdade de gênero.”

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19. A neurociência será a aliada de empresas de tamanhos variados.

Há uma série de gatilhos mentais utilizados com a intenção de aumentar as vendas. São desde o uso inteligente da aversão à perda até o apelo ao sentimento de nostalgia. Segundo Camila Farani, presidente da G2Capital e jurada do Shark Tank Brasil, “em um mundo cada vez mais digital e movido por dados, a ciência e as empresas ainda têm muito a evoluir no entendimento sobre como o cérebro humano se comporta em relação ao consumo”. Grandes companhias já são mestres em criar situações que estimulam o inconsciente e provocam a tomada de decisão. A Amazon, por exemplo, fez isso com sua loja física Amazon Go ao oferecer uma experiência de compra sem atrito; Apple e Samsung apelam à narrativa da novidade para conseguir uma legião de fãs antes mesmo do início das vendas de seus produtos. A mudança é que agora técnicas desse tipo ficarão mais sofisticadas e estarão ao alcance de negócios médios e pequenos. “Vejo o uso da neurociência pelos negócios como uma possível próxima grande onda, que certamente tem tudo para decolar em 2020. E não apenas por parte das grandes corporações: qualquer tipo e tamanho de empresa pode se beneficiar dessa nova ciência. Basta ter a capacidade de enxergar quais são os gatilhos que melhor impactam seus clientes”.

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20. Vamos questionar o valor do trabalho em si.

Uma ideia central conecta a maior atenção que estamos dando ao trabalho flexível, à semana de trabalho de quatro dias, à saúde mental no trabalho e também a outras tendências crescentes no local de trabalho: talvez o trabalho tenha sido um falso ídolo desde o príncipio. A Europa sempre teve suas dúvidas, mas mesmo as nações mais obcecadas pelo trabalho estão questionando uma cultura sempre ativa e centrada em realizações. Membros da classe rica dos Estados Unidos começaram a fazer planos para se aposentar mais cedo, enquanto os trabalhadores chineses estão começando a se rebelar contra o modelo 9-9-6 (trabalho das 9h00 às 21h00, seis dias por semana). “Essa geração está realmente atenta à energia que dedicam ao trabalho e à que dedicam a qualquer outro aspecto de suas vidas”, observa o CEO da Redfin Glenn Kelman. Os líderes precisam se adaptar se esperam atrair e manter os melhores talentos.

Kelman tem sentimentos dúbios em relação a essa mudança. Ele cresceu na cultura de “saco de dormir debaixo da sua mesa” do Vale do Silício. “Essa obsessão por produtividade, crescimento e competitividade apenas estimulou todas as novas gerações a provar seu valor trabalhando o tempo todo”, diz ele. Poderia ser destrutivo, mas também produziu resultados para os indivíduos e para os países. Essa ânsia toda diminuiu. “Parte disso são apenas os frutos da abundância, e outra parte é um ceticismo mais profundo sobre o capitalismo”, afirma. “Apenas precisamos fazer com que o capitalismo funcione melhor, para que as pessoas se dediquem mais”. Ou talvez nossos valores estejam evoluindo, e isso não é problema. “Estamos menos consumistas; como isso pode ser ruim?”

 

Fonte: LinkedIn

01 jan
Passo a passo de como definir metas alcançáveis ainda hoje

Aprenda aqui como definir metas alcançáveis a partir do modelos SMART. Te damos 5 dicas de como atingir todos os seus objetivos!

Segundo uma frase clássica do filme “Alice no País das Maravilhas”, se você não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar serve.

Para não correr o risco de se chegar a um lugar desagradável, é preciso estabelecer metas e objetivos e, depois, batalhar para alcançá-los. Mas, antes disso, é importante deixar claras as diferenças entre esses conceitos.

Objetivo é o propósito de se realizar alguma coisa, ou seja, é o guia que determina aonde se quer chegar. Meta, por sua vez, é o objetivo quantificado. Ela é temporal e necessariamente ligada a prazos.
Observe o exemplo:

  • Objetivo: crescer o meu blog;
  • Meta: aumentar o tráfego orgânico em 150% até o final do segundo quarter do ano.

Neste texto, mostramos por que a definição de metas é tão importante para atingir os objetivos e como isso deve ser feito. Além disso, destacamos um guia passo a passo para você começar hoje ainda. Vamos lá?

Por que as metas são tão importantes para alcançar os objetivos

Na hora de definir um objetivo, as possibilidades são inúmeras. Por exemplo, o famoso empreendedor Elon Musk, CEO da Tesla, tem a meta de colonizar Marte em um determinado momento. Ninguém o impediu de ter estabelecido planos para isso. No entanto, não sabemos ainda se isso acontecerá de fato.

Ter uma definição de metas, portanto, não assegura de que ela será atingida e isso pode gerar muita frustração. Por outro lado, sem nenhuma meta, é pior ainda. Afinal, você pode ir para qualquer lugar, mas isso certamente não condiz a necessidade do seu negócio. Acertei, não é verdade?

Para que a sua meta esteja alinhada com o propósito de atingir seus objetivos, utilize o método SMART.

Método SMART

Para ajudar na tarefa de definição de metas, nada melhor do que o método SMART, um acrônimo para as palavras em inglês Specific, Menssurable, Achievable, Realistc e Time-based.

Para definir as metas por meio dessa técnica, vamos ver o significado de cada letra do acrônimo:

S: Specifc (seja específico)

Quando definir suas metas, você precisa ser necessariamente específico. Os objetivos precisam estar claros na sua mente. Não diga apenas “quero mais sucesso para a minha empresa”.

Determine algo como “dentro de três anos, quero aumentar o alcance online do meu negócio e conquistar o número de mais de “x”% das aquisições provenientes do meio digital. Para isso, investirei o montante “y” em estratégias de Marketing Digital.

Dessa maneira, seu objetivo se torna muito mais tangível.

M: Measurable (defina objetivos mensuráveis)

Para alcançar uma meta, será necessário que você a acompanhe de perto. Então, será preciso que você meça seus resultados constantemente, para ver se está indo no caminho certo.

Por exemplo, se você quer produzir conteúdo para o seu blog corporativo, deve se atentar a algumas questões: em qual estágio sua empresa está hoje e como pretende estar no futuro? Como pretende medir sua evolução?

A: Achievable (defina objetivos atingíveis)

É essencial que você seja realista. Pensar em conquistar as primeiras posições no Google, com poucos dias da sua estratégia ativa, é algo que, convenhamos, está um pouco distante daquilo que pode alcançar. Ser realista é crucial para não ter frustração.

R: Realistic (seja relevante)

Sua meta faz muito sentido para o seu negócio? Está ligada aos valores e ao propósito dele? Essa relevância é primordial para você, principalmente nos dias difíceis, em que terá vontade de “chutar o balde” por ser incapaz de ver os resultados.

T: Time-based (defina um prazo)

Qual prazo você definiu para bater essa meta? Sem um prazo, é muito mais fácil você, ou sua equipe, procrastinar e “empurrar com a barriga”.

Objetivos sem prazo acabam se tornando desgastantes. Mas fique atento: se você não atingiu o que esperava, não fique prorrogando. Talvez seja o momento de avaliar o que deu errado e refazer os planos, com novas estratégias e objetivos.

5 passos para estabelecer metas

Agora que você tem uma ideia melhor em relação à definição de metas alcançáveis, é o momento de partir para a prática. Por isso:

1. Estabeleça o objetivo

Você precisa definir seu objetivo. Isso ajudará a ficar comprometido com eles. Para que isso traga resultados, você precisa anotá-los e revisá-los de forma constante.

Essa anotação deve estar sempre em um lugar de destaque e que o restante da sua equipe também tenha acesso fácil. Você pode usar post-its, cartolinas ou ter um quadro dos sonhos.

2. Planeje as metas

O planejamento de metas tem de ser muito alinhado com as coisas que você realmente deseja para a sua empresa. Ou seja, é preciso que você realmente se preocupe e se importe com as coisas que quer buscar para ela.

Quando você realmente valoriza a meta, estará dando um grande passo para conquistá-la. Além disso, quando você se organiza, se torna mais produtivo.

3. Crie um indicador

Ter um controle dos seus avanços e resultados é primordial para a sua motivação e organização. Sempre que perceber que está perdendo o controle, pare e volte em direção aos seus objetivos.

Você pode a acompanhar o progresso em planilhas ou por meio ferramentas de Business Intelligence..

4. Execute

É muito bom pensar naquilo que poderá ser conquistado, mas o objetivo principal é ser prático. Por isso, já comece a trabalhar desde já. Aqui, o alerta é para que não se comprometa com muitas tarefas. O ideal é se prender somente às ideias nas quais você e o seu time verdadeiramente poderão se empenhar.

5. Avalie e revise

Talvez isso não esteja claro, mas é muito provável que tenha alcançado inúmeras metas. Por um momento, esqueça tudo aquilo que não deu certo e avalie as coisas nas quais você acertou.

Sempre fique atento a todos esses detalhes, pois isso vai te dar mais força e confiança para continuar seguindo rumo às suas conquistas.

Além disso, revise periodicamente todas as suas metas. Pode ser que alguma deixe de fazer sentido e, assim, você precise estabelecer novos desafios.

Agora que você já sabe muitos detalhes para a definição de metas, é a hora de colocar a mão na massa para fazer acontecer.

Em linha gerais, você precisa ter equilíbrio para determinar sonhos grandes, mas sem tirar os pés no chão. As metas devem ser sempre ousadas e, ao mesmo tempo, realistas.

 

Fonte: Rock Content

30 dez
O poder da Gratidão

A gratidão é o sentimento de felicidade e prazer que pode ser sentido ao agradecer por algo ou a alguém, levando a liberação de hormônios responsáveis pela sensação imediata de bem-estar.

Quando agradecemos por algo ou valorizamos pequenas coisas do dia a dia, há a ativação de uma região do cérebro conhecida conhecida como sistema de recompensas, havendo a liberação de dopamina e ocitocina, que é um hormônio responsável pela sensação de bem-estar e felicidade. Assim, quando nos sentimos gratos por algo, temos imediatamente aumento da sensação de prazer e, por consequência, diminuição dos pensamentos negativos. Saiba mais sobre os efeitos da ocitocina no corpo.

A gratidão deve ser praticada diariamente, tornando-a um hábito, pois assim pode-se ter uma vida mais leve e feliz.

O poder da gratidão

A gratidão possui vários benefícios para saúde, como por exemplo:

  • Melhora a sensação de bem-estar e prazer;
  • Aumenta a auto-estima;
  • Diminui o estresse e os sentimentos negativos, como raiva, angústia e medo, por exemplo;
  • Melhora o sistema imunológico;
  • Diminui a pressão sanguínea;
  • Aumenta o sentimento de generosidade e compaixão.

A gratidão pode ser interpretada como um estado de espírito, em que a pessoa reconhece as pequenas conquistas do dia a dia e passa a valorizá-las.

Como aumentar a gratidão

O sentimento de gratidão pode ser estimulado a partir de pequenas atitudes do dia a dia, como acordar com pensamentos positivos, por exemplo, e ao final do dia refletir sobre as conquistas.

É importante focar também o pensamento no agora e condicionar a felicidade a pensamentos específicos, o que faz com que haja pensamentos positivos sobre a vida de um modo geral.

Agradecer por pequenas coisas e fazer algo por outras pessoas também estimula o sentimento de gratidão, bem-estar e prazer.

Fonte: Tua Saúde 

25 dez
Produtividade: 25 dicas de como ser mais produtivo no trabalho

Quer aprender como ser mais produtivo para otimizar seu trabalho? Confira essas 25 dicas sobre produtividade para você colocar em prática agora!

Produtividade

Em uma escala de 1 a 10, como você avaliaria a sua própria produtividade no trabalho?

Lembre-se que não importa o quão produtivo você possa ser, haverá sempre oportunidades para melhorar e aumentar o seu nível de produção.

O primeiro passo é ser uma pessoa orientada para os resultados. O restante se baseia em pensamentos, atitudes e estratégias que ajudarão a manter o foco e alcançar resultados mais elevados.

O experimento faz parte da vida de quem deseja aumentar a produtividade. Diferentes métodos e sistemas são testados para verificar se devem ser adotados ou descartados, dependendo da eficácia que eles proporcionam.

Para a sua sorte, já utilizamos muitas técnicas eficientes e compartilharemos com você nesse post como poderá colocá-las em prática para produzir mais em menos tempo e com melhor qualidade. Confira!

1. Planeje o seu dia na noite anterior

Antes de dormir, gaste apenas cinco minutos para planejar o dia seguinte.

** Liste todas as coisas que você deseja e o que precisará fazer.** Coloque as tarefas em ordem de prioridade.

Dessa forma, você poderá dormir mais tranquilo, sem se preocupar em lembrar o que terá que fazer no dia seguinte. Além disso, terá maior foco ao acordar desperdiçando menos tempo do seu dia.

2. Liste as tarefas mais difíceis em primeiro lugar

Além de ordenar as tarefas por prioridade, procure posicionar as mais difíceis de serem realizadas no topo da sua lista.

À medida que o dia vai passando e as atividades mais desafiadoras vão sendo eliminadas, o dia vai melhorando com uma agenda mais leve.

3. Identifique seus períodos de produtividade

Todos nós temos um período do dia em que somos mais produtivos.

Algumas pessoas produzem mais pela manhã, outros a tarde e outros ainda durante a noite e madrugada.

Identifique estes períodos e programe as tarefas mais difíceis para serem realizadas neles.

Assim, no restante do dia, poderá executar atividades mais leves.

4. Faça uma coisa de cada vez

Se você possui tarefas que exijam um alto nível de concentração, mantenha o foco em realizá-las uma de cada vez.

Não tente ser multitarefas nesses casos, pois o trabalho pode até ser rapidamente concluído, mas poderá perder a qualidade e ter ocorrências de falhas no processo.

Na verdade, se você fizer uma coisa de cada vez, o foco em cada tarefa poderá ser maior aumentando a qualidade dos resultados e reduzindo o tempo necessário para realizá-las.

5. Priorize o que deve ser feito

Tarefas que não possuem urgência em serem realizadas e estão na lista somente por serem agradáveis ou por desejo de fazer precisam ser removidas por completo.

Por que desperdiçar o seu tempo fazendo algo que não é importante? Avalie constantemente as coisas que você faz refletindo sobre a sua real importância naquele momento.

Muitas vezes, descobrirá um monte de atividades que, além de tomar o seu tempo, não estão levando a lugar algum.

Corte ou adie essas tarefas da lista e dos seus hábitos diários para focar no que realmente importa.

Existe uma regra chamada 80/20 que se refere ao fenômeno em que 20% das ações levam a 80% dos resultados. Então, identifique quais são esses 20% e concentre-se nas tarefas que geram os 80% dos resultados.

6. Faça da sua lista um hábito de controle

Uma lista de coisas a fazer permite identificar rapidamente todas as tarefas que precisam ser feitas no seu dia reduzindo o esforço mental para se lembrar delas.

Porém, algumas atividades urgentes acabam aparecendo. Adicione-as na lista do lado ou abaixo da tarefa que está realizando para não esquecer.

Caso não seja tão urgente ou importante pode ser adicionada na lista do dia seguinte.

Quando tiver o hábito de usar a lista, poderá melhorar a sua organização e eficiência. Sendo assim, faça uma lista adaptável para adicionar as tarefas que surgirem e tiverem menor importância para serem realizadas mais tarde.

Durante todo o dia, haverá muitas coisas que exijam a sua atenção e, para não perder o foco, vá adicionando essas atividades menos urgentes.

Geralmente são pequenos trabalhos que não levam muito tempo, mas podem ser muito importantes.

7. Não adie as suas tarefas

O pensamento de deixar para depois o que precisa ou pode ser feito agora representa um grande gastador de tempo e leva a grandes acúmulos de tarefas.

Para ajudar a mudar esse pensamento, sempre que pensar em adiar uma tarefa por indisposição, preguiça ou dificuldade, lembre-se de quantas coisas que poderia ter realizado se nunca deixasse nada para depois.

Essa prática com o tempo se tornará hábito e a sua produtividade pessoal aumentará espantosamente.

8. Use ferramentas de produtividade

Existem ferramentas, softwares e hardwares, que nos ajudam a ser mais produtivos e você deve utilizá-las.

O Google Now, por exemplo, é um aplicativo que poder ser utilizado em smartphones, tablets e notebooks e serve como um assistente pessoal.

Com ele você pode criar listas de tarefas, fazer pesquisas na internet, mandar mensagens, realizar chamadas, fazer anotações e muito mais apenas utilizando o comando de voz.

Ou seja, você não precisa mais parar o que está fazendo para realizar essas tarefas. Basta dizer o comando e o aplicativo faz o trabalho para você.

O Google Now é apenas um exemplo. Faça uma pesquisa na internet e descobrirá uma infinidade de recursos, gratuitos ou não, que podem tornar-se aliados da sua produtividade.

9. Pratique a meditação

A meditação ajuda a limpar a mente, acalma a ansiedade, faz a sua consciência despertar para as prioridades e ajuda você a se concentrar no trabalho.

Quanto maior for a sua clareza mental, mais poderá se concentrar nas tarefas, e a produtividade será elevada com qualidade.

Reserve trinta minutos do seu dia em um local silencioso e com boa vista, ouça os sons da natureza ou escute músicas tranquilas. Sente-se ou deite-se para ficar confortável.

Feche os olhos e reflita sobre o mundo a sua volta e como você interage como ele. Os resultados podem ser fantásticos.

10. Durma bem

Um bom sono pode aumentar consideravelmente os níveis de produtividade.

Lembre-se que não é só a quantidade de horas dormidas que importa, mas a qualidade do sono.

A lista de tarefas já elimina boa parte das preocupações em lembrar o que será feito no dia seguinte. Então, antes de dormir, tente relaxar.

Afaste-se da televisão, computadores, telefones e qualquer outro dispositivo que tome a sua atenção.

Você pode utilizar esse momento para praticar a meditação e limpar a desordem mental. Verá como consegue dormir melhor.

11. Acorde mais cedo

A vida profissional é uma verdadeira competição. Por isso, comece o seu dia à frente dos outros.

Acordar cinco ou dez minutos antes pode ser o suficiente para adiantar muitas coisas e deixar você ainda mais motivado para se manter na liderança.

O dia ficará um pouco mais longo dando tempo para realizar mais tarefas do que o habitual.

12. Seja organizado

Manter tudo de forma organizada faz com que as tarefas sejam mais fáceis de serem identificadas e realizadas.

Tenha um bom sistema de arquivamento para os seus documentos (tanto para as cópias digitais quanto para as impressas) para que você possa acessar o que quiser com facilidade e rapidez. Essa é apenas uma dica.

Você deve analisar o nível de organização física e digital que possui e tentar melhorá-lo da forma como puder.

Ser produtivo não é apenas fazer mais coisas em menos tempo. Mas fazê-las de uma forma que realmente trarão resultados e retornos positivos. Pensando nisso, montamos e disponibilizamos gratuitamente o Quadro de Produtividade. Com ele, você vai descobrir as atividades que valem seu tempo de verdade e poderá focar apenas nos projetos mais promissores!

13. Elimine suas distrações

Durante o dia, muitas distrações podem afetar o nosso desempenho no trabalho.

Páginas de redes sociais, televisão, rádio, telefone, conversas paralelas e outros desperdiçadores de tempo devem ser removidos antes mesmo de começar a trabalhar.

Se você não precisa da internet para executar certas tarefas, corte o acesso por completo.

Você vai perceber que, naturalmente, começará a fazer o seu trabalho no devido tempo.

14. Divirta-se trabalhando

Encontre uma maneira mais agradável e divertida de se fazer as coisas e verá como o trabalho ficará mais empolgante.

Esse método é um dos melhores e mais utilizados para elevar os níveis de produtividade.

Dedique um tempo para pensar como pode fazer as tarefas mais complexas serem divertidas e motivadoras e surpreenda-se com os resultados.

Você pode brincar de desafiar a si mesmo cronometrando o tempo que leva para realizar certas tarefas e sempre buscar quebrar um novo recorde.

15. Aprenda com os melhores

Identifique os profissionais que são os melhores no que você faz. Siga-os, aprenda com eles, entenda as melhores práticas utilizadas, adote e molde-as aos seus comportamentos.

Isto influenciará na sua curva de aprendizagem, o tornará um profissional mais completo, atualizado e eficiente aumentando as chances de sucesso na carreira.

Materiais e videoaulas indicados para melhorar sua produtividade:
• Produtividade 4.0: como render mais utilizando a tecnologia a seu favor
• Quadro de Produtividade Comunidade Rock Content e Runrun.it
• Hacks de Produtividade por E-mail!
• Hackeando a Produtividade: GTD, Pomodoro e Inbox Zero simultaneamente usando o Trello
• Playlist de Produtividade Foca no Freela
• [Planilha] Ferramentas e aplicativos para produtores de conteúdo

16. Delegue tarefas

Muitas tarefas que você executa podem ser realizadas por outras pessoas. Talvez até melhor do que você mesmo.

Avalie o que você faz para descobrir se alguma atividade pode ser transferida para alguém com mais tempo disponível e/ou com maiores habilidades para realizá-las.

Tire o máximo proveito do tempo que você tem delegando essas tarefas.

17. Terceirize a produção

Se você paga alguém para realizar os trabalhos, pode utilizar a internet para contratar um profissional freelancer sem qualquer vínculo empregatício.

Devido à concorrência, é possível encontrar profissionais dispostos a realizarem um trabalho de ótima qualidade com preços bastante atraentes.

18. Recompense a si mesmo

Um incentivo pode animar as coisas. Estabeleça pequenas recompensas por suas metas alcançadas diariamente, mensalmente e anualmente.

As recompensas devem ter a importância do esforço dedicado e boa relevância para você.

Por exemplo: uma boa recompensa diária seria realizar uma atividade prazerosa com o tempo que sobra no fim do dia.

Na sexta-feira ou sábado, um happy hour com amigos pode servir como uma recompensa semanal.

Caso bata a meta anual, presenteie-se com uma viagem de férias. A final, você merece.

19. Aprenda a dizer não

Muita gente tem dificuldades em dizer não, mas às vezes é preciso.

Dizer sim para todas as pessoas e coisas que você não quer fazer, tarefas que não são importantes, e as atividades que não estão relacionadas com os seus objetivos, impedirá o progresso do que realmente importa ou do que você realmente deseja fazer.

Se você quer fazer tudo conforme o planejado, significa que terá de levantar e dizer não para outras pessoas e coisas que possam te desviar do objetivo traçado.

20. Crie um ambiente propício

Seu ambiente de trabalho tem um papel fundamental no quesito desempenho.

Certifique-se de que você está trabalhando em um espaço pessoal e que te motiva.

Prepare um ambiente organizado, limpo, confortável, silencioso ou com sons ambientes estimulantes da concentração e relaxamento.

Use odores agradáveis, iluminação na medida certa e incentivos visuais para motivá-lo a alcançar as metas pessoais e profissionais.

21. Melhore a sua postura

Talvez você não saiba, mas a postura pode afetar a sua produtividade.

Procure sentar de forma confortável, mas mantenha a postura correta.

Uma boa postura contribui para diminuir o cansaço gerado e impede o surgimento de dores na coluna vertebral e músculos.

Além disso, quanto mais confortável estiver, mais tempo terá a sua capacidade de atenção e produtividade focada no trabalho.

22. Limite os seus pensamentos

Não se preocupe com cenários hipotéticos e que ainda não ocorreram.

Muitos pensamentos e sentimentos negativos são gerados por essas preocupações desnecessariamente, uma vez que muitas dessas situações nunca ocorrerão.

Evite viver em uma bolha com esses pensamentos. Ao contrário, foque em soluções para cada situação, caso venham a acontecer no futuro.

Assim você se sentirá mais seguro e confiante.

23. Aproveite melhor o tempo no transporte

O transporte pode representar grande parte do seu dia. Por isso, tente reduzir o tempo do trajeto traçando rotas mais curtas, pegando um táxi, pegando uma carona do trabalho para casa, etc.

Se tudo isso não for possível, encontre maneiras de aproveitar melhor o tempo no ônibus, metrô ou táxi para ser produtivo.

Realize tarefas mais simples e que exijam menos concentração durante o trajeto.

Com ferramentas como o Google Now, citada anteriormente, até mesmo dirigindo você pode fazer do seu tempo de viagem mais produtivo.

Indicação de leitura:
🠆 13 podcasts sobre carreira e lifestyle para você acompanhar

24. Defina uma meta

Um alvo ou uma meta lhe dará algo para se apegar.

É a motivação que você precisa para melhorar a produtividade. Melhor ainda. É um desafio que deve ser superado por você.

As metas devem ser divididas por etapas de curto, médio e longo prazo para ajudar a manter o foco e serem alcançáveis para não gerar frustrações.

25. Tire férias

Depois de um ano colocando todas essas dicas em prática, é normal ficar cansado fisicamente e mentalmente.

Chega uma hora em que o desempenho fica seriamente comprometido. Por isso, tire férias.

Essa será uma boa recompensa por todo o esforço dedicado no trabalho. Quando voltar, comece tudo de novo e supere a si mesmo.

As dicas entregues nesse post somente trarão resultados reais se forem colocadas em prática.

Caso contrário, não passarão de teorias. Para aumentar a produtividade no trabalho e ter sucesso na carreira dependerá de sua própria vontade e dedicação.

Então, arregace as mangas e bom trabalho!

Fonte: Rock Content

24 dez
Qualidade de vida – 14 dicas de comportamento para você exercitar

01 – Planejamento

 Planeje a sua semana, o seu dia, e até as próximas oito horas, porém não abra mão de sua liberdade de ação, criatividade e improviso, e acima de tudo não seja dependente de nada e de ninguém e tão pouco faça com que as pessoas sejam dependentes de você.

(“Não acrescente dias à sua vida, mas vida aos seus dias” – Harry Benjamin- 1885-1986).

02 – Concentração

 Centralize o seu foco de corpo e alma em cada coisa que vá fazer, procurando fazê-la de forma certa e na primeira vez. Não se permita tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo. Pesquisas comprovam que quando se tenta fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, nada sai próximo do razoável, além da sua mente ficar em frangalhos.

(“Nossa mente nunca está bem a não ser quando está em paz consigo mesma.” – Sêneca – Corduba, Hispânia, 4 a.C. — Roma, 65 d.C. ).

 

03 – Se desligar

 A cada duas horas de trabalho concentrado, de uma pausa de dez a quinze minutos. Saia para se arejar, tomar uma água e aproveite para falar com pessoas sobre outros assuntos.

(“O trabalho mais produtivo é aquele que sai das mãos de uma pessoa alegre.” – Victor Pauchet – médico francês, 1869-1936).

04 – Ignore o ser insubstituível

Pense! O que vai acontecer seu eu der uma parada agora! Saiba que nada vai acontecer e no outro dia, as coisas vão estar como deixou. O mesmo ocorre em qualquer atividade humana seja na vida familiar, entre amigos ou profissional.

(“Você está sempre livre para mudar de idéias e escolher um futuro ou um passado diferente.” – Richard Bach – Escritor – E.U.A. – 1936).

05 – Não tente ser responsável por tudo e por todos

 Principalmente quando se trata de fazer com que as pessoas estejam felizes todo o tempo. Claro que dentro do possível, você pode até tentar, mas na grande maioria das vezes são as pessoas que não querem.

(“A felicidade não depende do que nos falta, mas do bom uso que fazemos do que temos.” – Thomas Hardy – novelista e poeta inglês – 1840-1928).

 

06 – Ser humilde

Quando precisar de ajuda deixe ao lado o orgulho e a vaidade, peça a aquelas pessoas que Você considera que são neutras, de bom senso e experientes.

(“Quando venço, não sou eu quem vence. De certa forma, termino o trabalho de um grupo de pessoas.” – Ayrton Senna – piloto brasileiro – 1960-1994).

 

07 – Diga não sem se magoar

Você não é obrigado a agradar todas as pessoas e tão pouco se sentir culpado achando que magoou uma ou outra pessoa. Saiba que um “não” bem colocado e no momento certo evita inúmeras e variadas situações.

(“É pior cometer uma injustiça do que sofrê-la, porque quem a comete transforma-se num injusto e quem a sofre não.” – Sócrates – filósofo ateniense – (470–399 a.C.).

 

08 – Identifique quando uma situação é real ou imaginária

Procure diferenciá-los identificando-os rapidamente. Uma das maiores perdas de tempo e ocupação de nossa capacidade mental são perdidos com situações imaginarias ou adivinhações. Utilize o seu tempo e sua mente somente com os fatos e situações reais.

(“A primeira regra é manter o espírito tranquilo. A segunda é enfrentar as coisas de frente e toma-las pelo que realmente são.” – Marcus Aurelius – Romano – 121, imperador romano de 161 a sua morte em 180).

 

09 – Ansiedade e tensões

Ao exercitar os itens acima, com certeza, você não deverá ter qualquer tipo de tensões e ansiedades, a não ser que se envolva com situações de outras pessoas. Neste caso é melhor observar os diálogos, comportamentos e ações, para se tomar uma posição.

(“A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância.” – Dalai Lama – monge budista Tibetano – Tenzin Gyatso – 1935 –).

10 – Valorize o seu dia a dia

Descubra a satisfação e o prazer das coisas simples que a vida oferece como alimentar-se, passear na praça, ouvir as pessoas mais experientes, dormir algumas horas a mais, tomar três banhos ao dia, ler um bom livro, curtir a família e os amigos, porém manter o que foi conquistado na vida pessoal e profissional e ficar atento para novos desafios.

(“Plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores” – William Shakespeare – dramaturgo e poeta inglês -1564-1616).

 

11 – Atualização

Num mundo globalizado são de vital importância ser atualizado, informado e usando todas as facilidades que os avanços tecnológicos proporcionam, porém não cometa com Você, a indelicadeza de se tornar um escravo das tecnologias.

(“Pessoas inteligentes acreditam em apenas metade do que ouvem. Os perspicazes sabem em que metade deve acreditar.” – Anônimo –).

 

12 –Harmonia no Lar

Nunca transporte qualquer situação ou dificuldades do seu dia a dia para o seu lar. Faça de sua casa uma espécie de refugio espiritual, de alegria, de confraternização e de satisfação em reencontrar todos os dias os seus entes queridos que adoram compartilhar com Você o seu jeito de Ser.

(“Um herói é uma pessoa comum que encontra força para perseverar e resistir aos mais esmagadores obstáculos.” – Christopher Reeve –ator de cinema estadunidense – 1952-2004 –).

 

13 – Aprecie o verde da natureza

 Visite a natureza, faça caminhadas e transpire com a umidade das arvores. Caminhe pela praia entre no mar e encha-se de energias que a Mãe natureza proporciona tanto emocional como fisicamente.
(“Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.” – Carl Young – político e advogado canadense – 1941 –).

14 – Flexibilidade

Toda a rigidez de uma rocha, fica bem numa rocha e jamais nos seres humanos. Para os homens cabe a flexibilidade com firmeza.
(“Apenas os sábios e os estúpidos nunca mudam.” – Confúcio –filósofo Chinês – 551 a.C. – 479 a.C.)

21 dez
Parte 2 – Vamos descomplicar! Como fixar com mais facilidade o conteúdo acadêmico?

Agora vamos aprofundar mais um pouco, na Parte 1 você viu que ler repetidas vezes pode não ser a melhor forma de absorção de conteúdo acadêmico. A metacognição pode ser ensinada e aprendida, então na parte 2 vamos mostrar de uma forma mais prática como colocar isso em prática.

Um exemplo guiado de uso de metacognição

Passe por ciclos de análise e identificação “do quê”Quais são os fatos importantes? Quais são os conceitos mais importantes? O que eu entendo? O que eu não entendo?

Depois, mergulhe mais fundo, identificando onde o conhecimento importante se encaixa em um conhecimento pré-existente. Responda as seguintes perguntas nesse processo:

-Como resumiria isso brevemente? Quais são os principais conceitos?

-Isso me lembra algo que eu já conheço nesse domínio do conhecimento?

-Isso me lembra alguma coisa em outro domínio não relacionado do conhecimento?

-Que outras coisas eu sei que apoiam a veracidade desse conceito?

-Posso pensar em outra coisa que conheça que contradiga esse conceito?

-Conheço exemplos concretos ou práticos que ilustram ou iluminam esse conceito?

-Quão desafiador é para mim compreender isso?

-Se este é o QUE, posso explicar o POR QUE? (ou vice-versa, conforme aplicável)

-Por que isso é tão importante saber?

-Eu acho isso interessante? Por que é esse o caso, ou por que não?

-Eu acho isso surpreendente? Por que é isso ou por que não é esse o caso?

-Como posso aplicar isso no mundo real?

Lembrando o que você aprende para sempre

Como você pode se lembrar do que aprendeu para sempre? Esquecer é o normal da mente humana. Isso foi comprovado pelos experimentos realizados por Ebbinghaus há mais de um século. A única maneira de manter deliberadamente sua capacidade de recuperar o conhecimento específico que você deseja lembrar é manter propositadamente suas memórias através da prática de recuperação.

Se esse termo é novo para você, estamos falando em testar sua memória para cada conceito e fato individual. A prática de recuperação pode ser realizada usando flashcards.

O conceito de flashcards é você vincular aos conceitos e fatos em seus materiais de aprendizagem. Então, na prática de recuperação, se tiver dificuldades com uma resposta, é só “clicar em um link” que abrirá o conteúdo de aprendizado de origem no local exato relevante para o cartão de memória flash. Utilizando a memória e voltar rapidamente à sessão de recuperação.

Isso é especialmente útil, pois você pode fazer isso sozinho, a qualquer momento que desejar. A prática também pode ser alcançada estudando-se com amigos ou na escola quando o professor o testar durante discussões em sala de aula, questionários ou exames. Estou muitos anos além da minha fase acadêmica formal da vida, mas, como aprendiz ao longo da vida, os cartões de memória são meu objetivo para as coisas que quero lembrar para sempre.

 

Aviso: Flashcards são uma ferramenta poderosa para fortalecer a capacidade de recall, mas não devem ser usados ​​para aprender algo em primeiro lugar! Consuma e compreenda ativamente o material primeiro. Registre os principais conceitos e fatos que você deseja lembrar, criando flashcards de repetição espaçada. Em seguida, teste e desenvolva sua capacidade de recordar o que aprendeu com cartões de memória flash!

Por que a prática de recuperação é tão poderosa e como você pode torná-la ainda mais eficaz?

Sabemos que toda vez que você recupera uma memória, você a altera e também fortalece sua capacidade de recuperá-la. Com base nas pesquisas atuais, sabemos que as memórias são armazenadas no nível de um agrupamento de sinapses pertencentes a uma coleção de neurônios.

Este grupo de neurônios é chamado de engrama . O neurônio típico tem milhares de sinapses e, sem dúvida, todo neurônio que participa de um engrama armazenando uma memória específica também participa de muitos outros engramas que armazenam outras memórias. Isso explica por que as memórias são tão associativas e por que, quando lembramos de uma memória, rapidamente temos outras memórias surgindo na consciência, o que parece ser uma cascata espontânea.

Se eu pedir para você pensar em pizza, sem dúvida surgirá um fio de pensamentos relacionados e, às vezes, aparentemente não relacionados. Por exemplo, seu primeiro pensamento em pizza pode provocar uma lembrança de seu primeiro encontro com seu cônjuge quando você foi a uma pizzaria. Esse pensamento pode levar a lembrar que hoje de manhã sua querida esposa pediu para você voltar para casa mais cedo hoje. Então você deve se lembrar de que está aborrecido por ter que cumprir a obrigação de jantar que está correndo para casa para participar. É assim que a Internet do nosso cérebro funciona.

Somos abençoados com uma capacidade de armazenamento quase ilimitada para memórias, mas o problema é recuperá-las quando precisamos delas. É disso que se trata o esquecimento e a experiência da ponta da língua.

Quando praticamos a recuperação, fortalecemos nossa capacidade de recordar essa memória. Isso ocorre porque fortalecemos as conexões sinápticas do engrama da memória. Mas também criamos novas associações cada vez que recuperamos uma memória, ao vinculá-la às circunstâncias e ao contexto em que estamos, toda vez que a recuperamos.

A ciência cognitiva e a neurociência maximizam os neurônios que disparam juntos, são um truísmo e estão incorporados no poder da prática de recuperação deliberada. Cada vez que você pratica a recuperação de um fato ou conceito, facilita a recuperação novamente no futuro.

 

Mas é escalável praticar a recuperação de todos os fatos e conceitos acadêmicos que você gostaria de manter ao seu alcance?

Imagine que você tenha uma coleção de 20.000 flashcards dos conceitos e fatos acadêmicos dos quais deseja se lembrar facilmente. O que você faz quando acorda todas as manhãs? Praticar a recuperação de todos os 20.000?

É aqui que entra a repetição espaçada, espaçamento AKA. O espaçamento permite que você pratique apenas o pequeno subconjunto de sua coleção que você provavelmente está próximo de esquecer. Com um bom algoritmo de espaçamento que seleciona e programa sua prática diária, provavelmente estamos falando em revisar menos de 100 cartões por dia dentre os 20.000 que estão em sua coleção há pelo menos um mês. (Os flashcards mais recentes geralmente precisam de prática mais frequente durante o primeiro mês.)

Os algoritmos de espaçamento geralmente levam em consideração a sua classificação de quão facilmente você conseguiu recuperar a resposta correta no tempo anterior em que praticou o flashcard e o período de tempo desde a última vez que praticou.

Além de tornar escalável o gerenciamento de uma grande coleção de cartões de memória flash, a outra grande vantagem do espaçamento é que você deve praticar a recuperação de maneira ideal quando estiver perto de esquecer uma resposta, mas não atravessar completamente para concluir o esquecimento. Quanto mais esforço for necessário para recuperar uma resposta, mais forte será o efeito de desenvolver sua capacidade de recordar esse conceito ou fato no futuro.

Principais Conclusões

Não há habilidade que você possa dominar que seja mais valiosa do que a capacidade de consumir conteúdo acadêmico com uma mente questionadora, utilizando a metacognição. Ao pensar em sua interação consciente com o conteúdo e ter um diálogo interno enquanto o processa, você pode identificar as partes importantes, controlar o seu nível de atenção e compreensão e considerar cuidadosamente onde esses novos aprendizados se encaixam no universo daquilo que você já conhece.

Ao criar sua base de conhecimento, crie o hábito e a prática de capturar seus aprendizados em flashcards de repetição espaçada enquanto consome seus materiais de aprendizagem. Então, todos os dias, pratique a recuperação desse pequeno subconjunto de cartas que você está quase esquecendo. Você descobrirá que pode manter, continuamente, todos os aprendizados que deseja lembrar. Para sempre.

 

 

20 dez
Vamos descomplicar! Como fixar com mais facilidade o conteúdo acadêmico?

Metacognição e recuperação espaçada: técnicas de aprendizagem apoiadas pela ciência que funcionam

Todo o seu conhecimento conceitual e memória autobiográfica é uma coleção de histórias. Eles estão todos conectados, como os muitos URLs que juntos formam a web mundial. Como a web, se uma “página” em seu conhecimento e memória “intranet” não tiver outras páginas vinculadas a ela, você não poderá mais recuperar esse órfão e deixará de ser conhecimento.

Seu conhecimento conceitual é parte de uma narrativa da sua voz interior. À medida que você encontra novas oportunidades de aprender, brinca com os novos conceitos e fatos e fala sobre eles usando a voz interior. Inconscientemente, você os vincula às coisas que você já conhece, às histórias que você já internalizou.

Quero ensiná-lo a manter deliberadamente esse diálogo interno consigo mesmo e fazê-lo de uma maneira que o torne um aprendiz poderoso ao vincular intencionalmente sua memória e conhecimento através da narrativa.

Essa habilidade, quando aplicada com consciência, é chamada metacognição, pensando sobre seu pensamento. E mais do que simplesmente pensar sobre pensamento, você deve exercitar o autocontrole e fazer escolhas em como você regula sua cognição e aprendizagem.

 

Uma Introdução à Aquisição e Manutenção de Conhecimento

Você deve empregar duas etapas distintas baseadas em ciência:

– O primeiro passo é a fase de aquisição de conhecimento, alimentada pela metacognição. Aqui você consumirá materiais de aprendizagem de uma nova maneira que permitirá não apenas armazená-los na memória, mas também recuperá-los à vontade, o que leva a…

– A segunda etapa, que é um plano permanente de manutenção do conhecimento,baseado na prática de acessar o que você aprendeu e no espaçamento dessas práticas ao longo do tempo.

Aproveite essas táticas, e você não apenas será um aluno estrela, mas também se lembrará do que aprendeu para sempre.

 

Seu principal objetivo ao abordar seus materiais de aprendizagem é extrair todos os conceitos e fatos importantes. Você precisará processar essas informações de maneiras muito específicas, a fim de criar uma infraestrutura de conhecimento que forneça a base para os processos de pensamento de ordem superior mais tarde.

Pense da seguinte maneira: o que você aprende e se compromete com a memória forma uma base sobre a qual se constrói um pensamento e uma análise mais complicados. Você poderá pegar o que aprendeu e brincar com ele, desenvolver, aplicar, avaliar e criar com ele. Você terá uma enorme satisfação ao usar tudo o que aprendeu, em vários domínios do conhecimento, para criar mashups que entregam novas invenções e ideias ao mundo.

Como processar e extrair as pérolas em seus materiais de aprendizagem

Uma das maiores ineficiências, endêmica entre os alunos enquanto estudam, é o consumo e o re-consumo de seus materiais de aprendizagem.

Os alunos destacam o que consideram conceitos importantes e, em seguida, releiam repetidamente os destaques. Eles ouvirão uma palestra e depois ouvirão novamente. Eles assistirão a um vídeo repetidamente, esperando que o conhecimento contido nele permaneça.

Como os alunos geralmente encaram a leitura como uma atividade passiva, apenas uma pequena quantidade do conteúdo é transferida da página para o cérebro. A releitura passiva realiza pouco mais do que foi alcançado durante a primeira passagem e leva o mesmo tempo. Destacar texto e reler passivamente os destaques acrescenta muito pouco ao conhecimento do aluno.

Se você está em uma missão séria para aprender, deve se tornar hábil em extrair conhecimento do conteúdo e enxertá-lo em sua mente. Este é um processo muito ativo e deliberado – não o consumo passivo e o re-consumo de materiais de aprendizagem.

O conhecimento contido em uma parte do conteúdo acadêmico inclui, invariavelmente, fatos relevantes para esse domínio da matéria. Esses fatos são os elementos mais granulares e atômicos de qualquer corpo de conhecimento – os blocos de construção que formam a base de uma bolsa de estudos maior e mais complexa. Para seus propósitos, nem todas as informações factuais podem valer a pena ser memorizadas.

Enquanto lê, você precisa fazer julgamentos educados sobre quais fatos precisam ser colhidos e retidos e quais apenas acrescentam comentários coloridos à história.

Quando você consome conteúdo acadêmico, sua missão é analisar, compreender e extrair. Até a escrita acadêmica mais densa contém alguma palha.

Quando você lê para aprender, precisa processar o material e destilá-lo até a substância principal. Você está procurando as informações relevantes que deseja levar consigo. Então você precisa instalar o novo conhecimento em seus processos de pensamento, para que você possa fazer uso real dele.

Este é um exercício quase militar. Às vezes, pode não ser um passeio. É preciso esforço. É muito mais rigoroso do que a maneira passiva e ineficaz que a maioria dos alunos lê. Você está estudando o material em busca de fatos importantes, temas centrais, conceitos e conhecimento de procedimentos que determinará serem dignos de seu foco, carga cognitiva, compreensão e comprometimento com a memória.

Geralmente, os conceitos em seus materiais de aprendizagem exigem que você gaste o maior esforço metacognitivo. Conceitos são abstrações que geralmente ajudam a organizar fatos e ideias em um sistema de entendimento. O conhecimento conceitual pode ser difícil de entender e “entender” em um primeiro passe.

Em uma circunstância ideal, você terminará de ler um conteúdo e nunca precisará retornar a ele. Mas você pode ler uma frase, parágrafo ou seção do conteúdo durante sua primeira e única leitura enquanto luta para analisá-la e entendê-la.

Às vezes, isso pode ser um exercício árduo. É também uma das muitas vezes em que você aplicará a metacognição ao desconstruir e reconstruir um conceito. Você precisará criar uma representação mental de algo que possa ser concreto e do mundo real ou talvez seja algo mais abstrato que seja apenas um conceito ou ideia. Essa representação interna ou modelo mental é como você vai pensar, manipular intelectualmente e brincar com o conceito.

Esse processo é “envolvente”, à medida que você digere mentalmente a nova idéia e a anexa deliberadamente a outro conhecimento que já possui. É aqui que você está aprendendo mais ativamente enquanto lê.

Metacognição pode ser ensinado e aprendido 

Ao analisar as palavras, frases, frases, parágrafos, seções e ilustrações do conteúdo do aprendizado, você deve identificar e registrar todos os fatos que deseja lembrar.

Você encontrará todos os conceitos apresentados na peça. Com cada conceito, é necessário executar uma avaliação interna da qualidade para determinar se você possui total compreensão. Essa é uma parte importante do processo metacognitivo. Esse pensamento sobre o seu pensamento é como você avalia ativamente o status de sua compreensão.

Pensar no material que você está lendo e refletir sobre como você está processando mentalmente o material requer alguma mudança de contexto.

Leia e pense sobre o conteúdo. Em seguida, pense em como você está processando o conteúdo. À medida que você aprende a executar essa alternância, você experimentará uma carga cognitiva potencialmente desgastante, especialmente até que a metacognição se torne um hábito. Não desanime – ficará mais fácil. Metacognição é algo que pode ser ensinado e aprendido .

Ao consumir suas fontes de aprendizado, você encontrará a apresentação de conceitos que às vezes são obtusos e não explicados de uma maneira que você possa entender. A melhor abordagem quando você tem essa experiência é encontrar outra fonte para aprender esse conceito.

Em vez de lutar com a abordagem de um autor para fornecer esse conhecimento específico, você deve procurar o ensino de outros especialistas. Isso é fácil de realizar, graças à Web e ao Google, leia rotineiramente várias fontes sobre o mesmo assunto.

 

Continue a ler na Parte 2

13 dez
Coloca os fones de ouvido, abre o livro e esquece do mundo

As músicas e os ritmos certos podem potencializar seu foco e desenvolver seu cérebro

Dependendo do estilo, a música pode relaxar, animar, concentrar e diversas outras sensações

Sabia que a música pode te ajudar a focar mais nos estudos? Na verdade, a música é capaz de gerar diversos efeitos na mente, não é à toa que serviços de streaming conquistam seus usuários com playlists personalizadas para cada mood. Dependendo do estilo, a música pode relaxar, animar, concentrar e diversas outras sensações. Então, as músicas e os ritmos certos podem potencializar seu foco e desenvolver seu cérebro.

Música clássica para focar

Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Caen, na França, financiada pelo serviço de música online Spotify, o estilo de música mais indicado para quem quer aumentar a concentração é a música clássica. Os estudantes que escutaram esse tipo durante seus estudos tiveram um desempenho, em média, 12% melhor em suas provas. Muito interessante, não é ?

Eles fizeram uma lista com as músicas com maior poder de aumentar o aprendizado e melhorar a memorização. Olha só:

• Beethoven, o Concerto para Violino e Orquestra em D Major, Op 61
• Tchaikovsky, o Concerto No. 1 em B bemol menor para Piano e Orquestra
• Mozart, Concerto para Violino e Orquestra, Concerto No. 7 in D major
• Haydn, Sinfonia Nº 67 em Fá Maior; Symphony No.69 em B. Maior
• Beethoven, Concerto No. 5 em Mi bemol maior para piano e orquestra, Op. 73 (“Imperador”).
• Corelli, Concerti Grossi, Op. 6, N ° 2, 8, 5, 9.
• Handel, The Water Music.
• JS Bach, Fantasia em Sol maior, Fantasia in C Minor e Trio in D minor; As variações canônicas e Toccata.
• Corelli, Concerti Grossi, Op. 4, N ° 10, 11, 12
• Vivaldi, Cinco Concertos para Flauta e Orquestra de Câmara.

 

Ouça músicas ou músicas cerebrais em repetir

Existe uma outra teoria que diz que ouvir a chamadas “brain music” repetidamente melhora o foco. No livro “On Repeat: How Music Plays the Mind”, a psicóloga Elizabeth Hellmuth Margulis explica esse ponto.

Quando você está ouvindo uma música repetidamente, tende a se dissolver na música, o que impede a mente divagar ou perder a concentração com coisas que não importam.

Existem sites que permitem ouvir os vídeos do YouTube repetidamente e outros que são verdadeiras sessões de concentração.

 

Escute o que te agrada

Mas não é só música instrumental que pode te ajudar não, viu?
De acordo com Aurilene Guerra, mestre em neuropsicologia e professora de Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a música tem a finalidade de ampliar e facilitar a aprendizagem e favorece muito o desenvolvimento cognitivo e sensitivo, então é muito importante que o estilo de música agrade, de tal forma que ele realmente cristalize na memória uma situação.

Ou seja, se quiser ouvir um rock, um metal pesado ou uma lambada, pode, desde que realmente te ajude a concentrar.

Nos streamings de música existe uma infinidade de playlists já prontas para concentração nos estudos, com música clássica, jazz, brain music, e vários outros estilos. É só colocar os fones, abrir o livro e esquecer do mundo.

04 dez
This Morning Routine will Save You 20+ Hours Per Week

The most productive countries in the world do not work 8 hours per day. Actually, the most productive countries have the shortest workdays.

Tempo de leitura: 15 minutos 

The traditional 9–5 workday is poorly structured for high productivity. Perhaps when most work was physical labor, but not in the knowledge working world we now live in.

Although this may be obvious based on people’s mediocre performance, addiction to stimulants, lack of engagement, and the fact that most people hate their jobs — now there’s loads of scientific evidence you can’t ignore.

The Myth of the 8 Hour Workday

People in countries like Luxembourg are working approximately 30 hours per week (approximately 6 hours per day, 5 days per week) and making more money on average than people working longer workweeks.

This is the average person in those countries. But what about the super-productive?

Although Gary Vaynerchuck claims to work 20 hours per day, many “highly successful” people I know work between 3–6 hours per day.

It also depends on what you’re really trying to accomplish in your life. Gary Vaynerchuck wants to own the New York Jets. He’s also fine, apparently, not spending much time with his family.

And that’s completely fine. He’s clear on his priorities.

However, you must also be clear on yours. If you’re like most people, you probably want to make a great income, doing work you love, that also provides lots of flexibility in your schedule.

If that’s your goal, this post is for you.

Quality Vs. Quantity

If you’re like most people, your workday is a blend of low-velocity work mixed with continual distraction (e.g., social media and email).

Most people’s “working time” is not done at peak performance levels. When most people are working, they do so in a relaxed fashion. Makes sense, they have plenty of time to get it done.

However, when you are results-orientedrather than “being busy,” you’re 100 percent on when you’re working and 100 percent off when you’re not. Why do anything half-way? If you’re going to work, you’re going to work.

To get the best results in your fitness, research has found that shorter but more intensive exercise is more effective than longer drawn-out exercise.

The concept is simple: Intensive activity followed by high quality rest and recovery.

Most of the growth actually comes during the recovery process. However, the only way to truly recover is by actually pushing yourself to exhaustion during the workout.

The same concept applies to work. The best work happens in short intensive spurts. By short, I’m talking 1–3 hours. But this must be “Deep Work,” with no distractions, just like an intensive workout is non-stop. Interestingly, your best work — which for most people is thinking — will actually happen while you’re away from your work, “recovering.”

For best results: Spend 20% of your energy on your work and 80% of your energy on recovery and self-improvement. When you’re getting high quality recovery, you’re growing. When you’re continually honing your mental model, the quality and impact of your work continually increases. This is what psychologists call, “Deliberate Practice.” It’s not about doing more, but better training. It’s about being strategic and results-focused, not busyness-focused.

In one study, only 16 percent of respondents reported getting creative insight while at work. Ideas generally came while the person was at home, in transportation, or during recreational activity. “The most creative ideas aren’t going to come while sitting in front of your monitor,” says Scott Birnbaum, a vice president of Samsung Semiconductor.

The reason for this is simple. When you’re working directly on a task, your mind is tightly focused on the problem at hand (i.e., direct reflection).Conversely, when you’re not working, your mind loosely wanders (i.e., indirect reflection).

While driving or doing some other form of recreation, the external stimuli in your environment (like the buildings or other landscapes around you) subconsciously prompt memories and other thoughts. Because your mind is wandering both contextually (on different subjects) and temporally between past, present, and future, your brain will make distant and distinct connections related to the problem you’re trying to solve (eureka!).

Creativity, after all, is making connections between different parts of the brain. Ideation and inspiration is a process you can perfect.

Case in point: when you’re working, be at work. When you’re not working, stop working. By taking your mind off work and actually recovering, you’ll get creative breakthroughs related to your work.

Take your time

Your First Three Hours Will Make or Break You

“Typically, we have a window of about three hours where we’re really, really focused. We’re able to have some strong contributions in terms of planning, in terms of thinking, in terms of speaking well,” Friedman told Harvard Business Review.

This makes sense on several levels. Let’s start with sleep. Research confirms the brain, specifically the prefrontal cortex, is most active and readily creative immediately following sleep. Your subconscious mind has been loosely mind-wandering while you slept, making contextual and temporal connections.

So, immediately following sleep, your mind is most readily active to do thoughtful work.

So, your brain is most attuned first thing in the morning, and so are your energy levels. Consequently, the best time to do your best work is during the first three hours of your day.

I used to exercise first thing in the morning. Not anymore. I’ve found that exercising first thing in the morning actually sucks my energy, leaving me with less than I started.

Lately, I’ve been waking up at 6AM, driving to my school and walking to the library I work in. While walking from my car to the library, I drink a 250 calorie plant-based protein shake (approximately 30 grams of protein).

Donald Layman, professor emeritus of nutrition at the University of Illinois, recommends consuming at least 30 grams of protein for breakfast. Similarly, Tim Ferriss, in his book, The 4-Hour Body, also recommends 30 grams of protein 30 minutes after awaking.

Protein-rich foods keep you full longer than other foods because they take longer to leave the stomach. Also, protein keeps blood-sugar levels steady, which prevent spikes in hunger.

I get to the library and all set-up by around 6:30AM. I spend a few minutes in prayer and meditation, followed by a 5–10 minute session in my journal. The purpose of this journal session is get clarity and focus for my day.

Journaling about your dreams is one of the fastest ways into a peak state.

So I write down my big picture goals and my objectives for that particular day. I then write down anything that comes to my mind. Often, it relates to people I need to contact, or ideas related to a project I’m working on. I purposefully keep this journal session short and focused.

By 6:45, I’m set to work on whatever project I’m working on, whether that’s writing a book or an article, working on a research paper for my doctoral research, creating an online course, etc.

Starting work this early may seem crazy to you, but I’ve been shocked by how easy it is to work for 2–5 hours straight without distractions. My mind is laser at this time of day. And I don’t rely on any stimulants at all.

Between 11AM–noon, my mind is ready for a break, so that’s when I do my workout. Research confirms that you workout better with food in your system. Consequently, my workouts are now a lot more productive and powerful than they were when I was exercising immediately following sleep.

After the workout, which is a great mental break, you should be fine to work a few more hours, if needed.

If your 3–5 hours before your workout were focused, you could probably be done for the day.

Protect Your Mornings

We all need to work within the constraints of our unique contexts. However, if you work best in the morning, you gotta find a way to make it happen.This may require waking up a few extra hours earlier than you’re used to and taking a nap during the afternoon.

Or, it may require you to simply focus hardcore the moment you get to work.A common strategy for this is known as the “90–90–1” rule, where you spend the first 90 minutes of your workday on your #1 priority. I’m certain this isn’t checking your email or social media.

Whatever your situation, protect your mornings!

I’m blown away by how many people schedule things like meetings in the mornings. Nothing could be worse for peak performance and creativity.

Schedule all of your meetings for the afternoon, after lunch.

Don’t check your social media or email until after your 3 hours of deep work. Your morning time should be spent on output, not input.

If you don’t protect your mornings, a million different things will take up your time. Other people will only respect you as much as you respect yourself.

Protecting your mornings means you are literally unreachable during certain hours. Only in case of serious emergency can you be summoned from your focus-cave.

Mind-Body Connection

A March 2016 study in the online issue of Neurology found that regular exercise can slow brain aging by as much as 10 years. Loads of other research has found that people who regularly exercise are more productive at work. Your brain is, after all, part of your body. If your body is healthier, it makes sense that your brain would operate better.

If you want to operate at your highest level, you need to take a holistic approach to life. You are a system. When you change a part of any system, you simultaneously change the whole. Improve one area of your life, all other areas improve in a virtuous cycle. This is the butterfly effect in action and the basis of the book, The Power of Habit, which shows that by integrating one “keystone habit,” like exercise or reading, that the positivity of that one habits ripples into all other areas of your life, eventually transforming your whole life.

Consequently, the types of foods you eat, and when you eat them, determine your ability to focus at work. Your ability to sleep well (by the way, it’s easy to sleep well when you get up early and work hard) is also essential to peak-performance. Rather than managing your time, then, you should really be focused on managing your energy. Your work schedule should be scheduled around when you work best, not around social norms and expectations.

Don’t Forget to Psychologically Detach and Play

“Recovery” is the process of reducing or eliminating physical and psychological strain/stress caused by work.

One particular recovery strategy that is getting lots of attention in recent research is called “psychological detachment from work.” True psychological detachment occurs when you completely refrain from work-related activities and thoughts during non-work time.

Proper detachment/recovery from work is essential for physical and psychological health, in addition to engaged and productive work. Yet, few people do it. Most people are always “available” to their email and work. Millennials are the worst, often wearing the openness to work “whenever” as a badge of honor. It’s not a badge of honor.

Research has found that people who psychologically detach from work experience:

When you’re at work, be fully absorbed. When it’s time to call it a day, completely detach yourself from work and become absorbed in the other areas of your life.

If you don’t detach, you’ll never fully be present or engaged at work or at home. You’ll be under constant strain, even if minimally. Your sleep will suffer. Your relationships will be shallow. Your life will not be happy.

Not only that, but lots of science has found play to be extremely important for productivity and creativity. Just like your body needs a reset, which you can get through fasting, you also need to reset from work in order to do your best work. Thus, you need to step away from work and dive into other beautiful areas of your life. For me, that’s goofing off with my kids.

Stuart Brown, founder of the National Institute for Play, has studied the “Play Histories” of over six thousand people and concludes playing can radically improve everything — from personal well-being to relationships to learning to an organization’s potential to innovate. As Greg McKeown explains“Very successful people see play as essential for creativity.”

In his TED talk, Brown said, “Play leads to brain plasticity, adaptability, and creativity… Nothing fires up the brain like play.” There is a burgeoning body of literature highlighting the extensive cognitive and social benefits of play, including:

Cognitive

  • Enhanced memory and focus
  • Improved language learning skills
  • Creative problem solving
  • Improved mathematics skills
  • Increased ability to self-regulate, an essential component of motivation and goal achievement

Social

  • Cooperation
  • Team work
  • Conflict resolution
  • Leadership skill development
  • Control of impulses and aggressive behavior

Having a balanced-life is key to peak performance. In the Tao Te Ching, it explains that being too much yin or too much yang leads to extremes and being wasteful with your resources (like time). The goal is to be in the center, balanced.

Listen to Brain Music or Songs on Repeat

WordPress founder, Matt Mullenweg, listens to one single song on repeat to get into flow. So do authors Ryan Holiday and Tim Ferriss, and many others.

Give it a try.

You can use this website to listen to YouTube video’s on repeat.

I generally listen to classical music or electronic music (like video game type music). Here’s a few that have worked for me:

Source: Medium 

11 fev
Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

As Nações Unidas estimam que menos de 30% dos pesquisadores em áreas científicas e tecnológicas sejam mulheres

Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado neste 11 de fevereiro, a UNESCO e a ONU Mulheres alertam para obstáculos à participação feminina nos setores de tecnologia, engenharia e programação — nichos da atividade produtiva que estão entre os que mais crescem no mundo. Sem inclusão, o futuro do mercado de trabalho poderá testemunhar desigualdades de gênero ainda mais sérias, segundo as agências internacionais.

 

Atualmente, as Nações Unidas estimam que menos de 30% dos pesquisadores em áreas científicas e tecnológicas sejam mulheres. Habilidades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, conhecidas pela sigla STEM em inglês, serão fundamentais em economias marcadas pelo avanço da automatização e pela criação de empregos em áreas que exigem alta qualificação. Pesquisas sugerem que 65% das crianças que entram no hoje ensino fundamental I terão profissões que ainda não existem.

 

“Estudos recentes estão mostrando que mudanças no mercado global de trabalho resultarão em 58 milhões de novos empregos líquidos, particularmente (envolvendo) analistas de dados e cientistas, especialistas em inteligência artificial e aprendizado das máquinas, desenvolvedores e analistas de softwares e aplicativos e especialistas em visualização de dados”, afirmaram as dirigentes da UNESCO, Audrey Azoulay, e ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka.

 

“Infelizmente, há evidência de problemas correntes para as mulheres em profissões importantes como engenharia, com baixa retenção, progressão (de carreira) e reintegração após a licença-maternidade. O Relatório de Lacunas de Gênero do Fórum Econômico Mundial de 2018, por exemplo, mostra que, globalmente, apenas 22% dos profissionais de inteligência artificial são mulheres: um verdadeiro abismo de gênero que reflete questões significativas como segregação profissional e condições de trabalho desfavoráveis.”

 

Estimativas apontam que, para cada 20 vagas de trabalho perdidas no futuro, as mulheres ganhariam em retorno um posto na área de STEM. Entre os homens, a proporção é alarmantemente diferente — eles ganhariam uma vaga em STEM para cada quatro postos eliminados. Processos seletivos aprimorados, estratégias de retenção e de promoção da participação feminina, assim como programas de educação continuada para mulheres, poderiam ajudar a fechar essa lacuna.

 

“Além de enfrentar essas barreiras, a melhoria da conectividade digital e a disponibilidade de tecnologia a preços acessíveis também podem garantir maior igualdade nos campos de STEM, permitindo que mulheres e meninas se beneficiem plenamente como cientistas, estudantes e cidadãs”, acrescentaram as chefes dos organismos internacionais.

 

“Lutar contra as desigualdades desde cedo dentro do sistema de educação é vital, e é por isso que a UNESCO trabalha para estimular o interesse das meninas em disciplinas (da área) de STEM, combater estereótipos no currículo escolar e aumentar o acesso a orientadoras mulheres.”

 

A UNESCO também celebra a participação das mulheres em pesquisa e desenvolvimento por meio do prêmio e programa L’Oréal-UNESCO para as Mulheres na Ciência. A agência da ONU promove ainda a Organização para as Mulheres na Ciência para o Mundo em Desenvolvimento. Ambas as iniciativas oferecem para pesquisadoras de todo o mundo bolsas, oportunidades de mentoria e de fazer contatos.

 

Outra iniciativa do organismo internacional é o Projeto de Avanço de STEM e Gênero, que apoia a inclusão da igualdade de gênero em políticas, planos e legislações nacionais sobre ciência, tecnologia e inovação. Um dos focos é a produção de dados desagregados por sexo.

 

Já a ONU Mulheres promove os Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEP, na sigla em inglês). Eles oferecem às empresas — incluindo nos setores digitais, de tecnologia da comunicação e informação, tecnologia da ciência e inovação, STEM, arte e design — uma orientação concreta sobre como empoderar as mulheres no local de trabalho, nos mercados e na comunidade. A agência chama todas as companhias a assinar e implementar essas diretrizes.

 

“Por meio de todas essas iniciativas, estamos determinadas em encorajar uma nova geração de mulheres e meninas cientistas a enfrentar os principais desafios do nosso tempo”, afirmaram as chefes das duas agências da ONU.

 

Phumzile e Audrey lembraram o ativismo da sueca Greta Thunberg, uma jovem de apenas 15 anos que organizou no ano passado uma greve em seu país de origem, com o intuito de cobrar ações do governo contra as mudanças climáticas. A estudante deixou de frequentar a escola para passar dias na frente do Parlamento e pressionar as autoridades. Greta tornou-se uma nova voz da juventude engajada com a ação climática, comparecendo à Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP24), na Polônia, e inspirando jovens de outras partes do mundo.

 

“Canalizando a criatividade e a inovação de todas as mulheres e meninas na ciência e investindo adequadamente em ecossistemas inclusivos de educação de STEM, de pesquisa e desenvolvimento e ciência, de tenologia e inovação, temos uma oportunidade sem precedentes de alavancar o potencial da Quarta Revolução Industrial para beneficiar a sociedade.”

 

Fonte: ONU BR (Nações Unidas no Brasil)

05 dez
Vai fazer o vestibular iCEV? Veja dicas especiais que preparamos!

No próximo sábado, 8, tem Vestibular iCEV! E, para ajudar quem tá na reta final de estudos, a gente preparou essas dicas sobre o que é cobrado na prova.

Confira o edital do Vestibular iCEV 2019.1

A boa notícia é que o exame do iCEV segue o modelo adotado pelo Enem – portanto, se você estudou para as provas do exame nacional, é provável que esteja preparado para o nosso certame.

5 diferenciais iCEV que você precisa conhecer

A instituição oferece vagas para os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito. Para participar da seleção é necessário que o candidato se inscreva através do site até o dia 7 de dezembro.

Curiosidade: Como o cérebro funciona durante o vestibular?

No iCEV a prova inicia às 14 horas – mas os portões abrem ao meio dia, não se atrase!

Ferramentas que vão te ajudar nos estudos para o vestibular

Olho nas dicas:

Prova objetiva

São 60 questões de múltipla escolha, divididas em áreas do conhecimento:
– Linguagens e suas tecnologias (incluindo língua estrangeira: Inglês)
– Matemática e suas tecnologias
– Ciências Humanas
– Ciências da Natureza

Redação
– Texto em Língua Portuguesa do tipo dissertativo-argumentativo, sobre o tema de ordem social, científica, cultural ou política
– Atenção para o raciocínio, a objetividade, a coesão, a coerência, a clareza e a correção de linguagem!

 

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