21 maio
Como parar com a autossabotagem

De fora, a autossabotagem pode parecer um problema com uma solução fácil: se você percebe que continua estragando oportunidades de melhorar sua vida, simplesmente canalize seu Terry Crews interior e diga a si mesmo para parar agora. Mas o problema é mais complicado que isso. É preciso muita autorreflexão para entender por que você continua dando tiros no próprio pé.

Autossabotagem acontece quando sua mente consciente (aquela lógica que faz lista de compras e te lembra de escovar os dentes) está em desacordo com sua mente subconsciente (aquela que come um monte de chocolate quando você está estressado e liga bêbado pro seu ex). Esse desacordo — esse choque de necessidades e vontades — se manifesta em comportamentos de autossabotagem. Apostar com o dinheiro do aluguel, acidentalmente de propósito deixar passar o prazo de inscrição para um curso, encher a cara um dia antes de uma grande apresentação no trabalho: é seu jeito subconsciente de evitar dor e lidar com o medo.

Perguntamos a terapeutas, especialistas em finanças e life coaches como as pessoas podem reconciliar conflitos internos e partir para seus objetivos positivos de uma vez por todas. As respostas foram editadas para maior clareza.

Não seja tão duro consigo mesmo e busque se responsabilizar

Vergonha sobre autossabotagem pode ser um obstáculo enorme para tomar novas atitutes. Tente ver suas ações (ou inações) com amor e compaixão, como se estivesse testemunhando uma criança que você quer ajudar a superar um bloqueio. Você consegue pensar claramente no que realmente quer; qual é o benefício para você, a razão para fazer o que você quer fazer em primeiro lugar? Quando você entende isso, qual seria o menor comprometimento que você poderia fazer representando um passo na direção certa? Veja se você pode contar com um amigo de confiança (ou seu parceiro, se você está num relacionamento) para te ajudar a se responsabilizar por esse pequeno passo, aí vá construindo de acordo com seus sucessos. — Neil Sattin, coach de relacionamentos e apresentador do podcast Relationship Alive

Enfrente os maus pensamentos

Sente e imagine como seria ter o que você quer ou alcançar seu objetivo. Imagine cada passo. Enquanto estiver fazendo isso, escreva qualquer sentimento negativo, medo estranho e pensamento aleatório que surgir. Se você se imagina entrando em forma, o que surge para você? Uma imagem sua fazendo séries chatas de exercício para o resto da vida? Você tem medo de conseguir atenção indesejada dos homens? Você imagina seu parceiro ou amigos rindo de você por frequentar academia e ser vaidoso? A chave para sua autossabotagem está nesses medos e pensamentos. Encarar o que está te impedindo de seguir em frente e te fazendo se sabotar não será fácil. Mas é melhor que o arrependimento que você vai sentir se não fizer isso. A vida é muito curta para não ir atrás do que você realmente quer. – Dra. Christie Hartman, especialista em namoro e relacionamentos

Identifique as raízes 

Algumas pessoas se sentem confortáveis no caos. É uma coisa difícil de reconhecer sobre si mesmo, mas uma lição importante a se aprender. Se caos é conforto, então é fácil entender o apelo, conscientemente ou não, de se sabotar. A síndrome de impostor é outra razão para nos sabotarmos. Ficamos nervosos achando que não somos qualificados, ou que não deveríamos estava fazendo alguma coisa e então desistimos ou nos colocamos numa posição onde nos pedem para sair. Nem sempre é fácil reconhecer essas coisas sobre nós mesmos, ou ouvir outra pessoa apontar isso para você. Nunca é ruim falar com um profissional, seja um terapeuta, um coach de negócios ou alguém do tipo, para conseguir uma perspectiva de fora. Tire um tempo para desenterrar o porquê. Entender que você está se sabotando é importante, mas compreender as raízes vai evitar que você faça isso de novo. – Erin Lowry, autora de Broke Millennial: Stop Scraping by and Get Your Financial Life Together

Encare seus medos

Se você procrastina o tempo todo, causa conflito desnecessário no seu relacionamento ou bebe demais durante a semana, se olhe no espelho e decida se é isso que você quer realmente continuar fazendo. Se pergunte: Quero realmente sabotar minha chance de realmente ser feliz na vida? O que tenho a temer se viver em toda a minha capacidade? Fazendo esse exercício, você percebe que não vale a pena gastar energia sabotando suas chances de sucesso só porque tem medo de nunca conseguir. É muito mais fácil encarar seus medos e “fracassos” do que sempre desistir antes de tentar. Não desperdice seu talento e suas chances de ser feliz. – Justin Stenstrom, life coach e fundador da Elite Man Magazine e Elite Man Podcast

Algumas palavras de encorajamento

Autossabotagem é um medo de que seu melhor não é bom suficiente. Mas lembre-se, não importa o que aconteça, você é bom o suficiente. Mudar comportamentos de autossabotagem geralmente te faz sentir ansioso, porque significa que você está desafiando atitudes familiares a que se agarrou por muito tempo. – Raquel Jones, assistente social clínica.

Fonte: VICE Brasil

10 maio
Danny Barradas é entrevistada Revestrés e atração confirmada do Salipi

Danny Barradas está em todas! A condutora da nossa oficina “Expedições pelo mundo da cultura” é a entrevistada principal da Revista Revestrés número #35, que acaba de chegar às bancas. Em 13 páginas, Danny fala da vida pessoa, do trabalho, da sua condição de mulher trans e de como descobriu, na leitura um refúgio.

LEIA PRÉVIA DA ENTREVISTA

O bate-papo aconteceu em abril deste ano, no apartamento da professora, onde mora com a família. Danny recebeu a equipe da revista cultural para uma conversa franca que levou horas de duração e resultou na entrevista publicada.

Esta semana, ainda, Danny também foi revelada como uma das principais atrações confirmadas na 16ª edição do Salipi – Salão do Livro do Piauí – que este ano acontece de 1 a 10 de junho. A professora vai comandar um curso de quatro dias sobre literatura clássica.

A metamorfose: preconceito e empatia são debatidos em oficina de literatura

“A literatura serve para irrigar o Direito”, Danny Barradas comanda oficina de argumentação no iCEV

Consciência da morte e busca por status guiam oficina com Danny Barradas

23 abr
5 negócios inusitados criados por brasileiros para inspirar você

O povo brasileiro é bastante criativo. E essa inventividade toda reflete nos negócios.

O país tem negócios que, em um primeiro momento, parecem estranhos. Mas que, no fim, tornaram-se um sucesso.

Conheça, abaixo, alguns deles. E se inspire – quem sabe a sua “ideia maluca” não se transforma em uma oportunidade milionária?

Confira:

1. Vending machine de feijoada
As vending machines de alimentos industrializados e refrigerantes são comuns nas grandes cidades. Mas você já viu feijoadas congeladas nessas máquinas? Essa é a proposta da Mistura Saudável, uma empresa criada pelo casal Ricardo Comino França e Priscila Zagordo Comino. A empresa vende ainda opções como lasanha, panqueca e estrogonofe, entre outras.

Saiba mais sobre a Mistura Saudável em https://glo.bo/2qWTRbl.

2. “Bosta em lata”
“Você vende até bosta em lata”. Dita em um tom de brincadeira, essa frase mudou o rumo dos negócios do empreendedor Leonardo de Matos. Reconhecido por ser um bom vendedor, Matos decidiu levar a provocação a sério e abriu a Bosta em Lata, que vende pequenas latas de adubo. O produto é composto por esterco, casca de árvore e dejetos de aves e só é vendido por e-commerce. Em um ano e meio de vida, a empresa faturou cerca de R$ 210 mil.

Conheça mais detalhes sobre a Bosta em Lata em https://glo.bo/2ETEHbM.

3. Cerveja pra cachorro
O empreendedor paulista Lucas Marques aposta na união de duas paixões dos brasileiros, a cerveja e os animais de estimação, para faturar com a Dog Beer, uma cerveja para pets. A bebida, vale dizer, não tem gosto de cerveja – é vendida nos sabores carne e frango.

Saiba mais sobre a Dog Beer em https://glo.bo/2vEL8A5.

4. Ar enlatado
A empresa Lata de Ar, criada no Paraná, vende, como o nome diz, ar enlatado de diversas cidades brasileiras. Tem ar do Rio, de São Paulo e de Curitiba, entre outras cidades. Mas, no fundo, a empresa é especializada mesmo na venda de souvenirs –  o “ar” é só pretexto para vender as latinhas, decoradas com os pontos turísticos do município em questão.

Conheça a Lata de Ar em https://glo.bo/2qVmwhb.

5. Ovos por assinatura
Depois de observar o crescimento dos “carros do ovo” em Salvador, o empresário Leonardo Araújo decidiu criar uma alternativa diferente para vender ovos: um serviço de assinatura. Criou, em maio de 2017, o Site do Ovo, que entrega os produtos na casa dos clientes. O negócio oferece três planos – semanal, quinzenal e mensal – e tem um ticket médio de R$ 70.

Saiba mais sobre o Site do Ovo em https://glo.bo/2qUXONU.

 Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

18 abr
As 10 vezes em que o iCEV provou que é diferentão

 

1) Quando a galera saiu da prova e tinha… pizza! (Projeto Pizza para Todos, rysos)

 

2) Quando o nosso “rei do instagram” faz cobertura em tempo real das aulas.

 

3) Quando os tutores organizaram por sua conta e risco aquela revisão marota antes da prova.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4) Quando o juiz Pedro Felipe mandou uma mensagem muito amorzinho pra turma de Direito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5) Quando a Atlética se reuniu com a nossa equipe de marketing pra fazer uma plataforma de branding (chique, não?)

 

6) Quando a gente lembra que não precisa gastar toda a mesada com xérox porque, opa, aqui tem chromebook!

 

7) Quando o professor é também blogueirinho e escolhe as meias mais descoladas para ir dar aula (e pra dar entrevista na TV também)

Digital Influencer: Horácio Neiva 😀

 

8) Quando o coordenadorzão da galera dá aquela incentivada.

Jeito carinhoso e motivacional de dar aquela bronca

 

9) Quando a professora usa memes pra ilustrar os slides.

Entendedores entenderão

 

10) Quando o professor leva chocolate pra engordar a turma.

TQR!

 

 

 

25 mar
Aprenda: métodos para ler melhor

Técnicas fáceis podem ajudar a entender com mais profundidade o conteúdo dos livros

Ler, você já sabe, certo? Mas será que está aproveitando tudo que a leitura pode te oferecer? A maioria das pessoas não pensa muito sobre isso enquanto estão folheando as páginas de um livro, mas, certamente, se surpreenderiam ao descobrir que são capazes de absorver muito mais dessa experiência do que imaginam.

Você entende tudo que está lendo?

Ler, reler e ler de novo pode ser ótimo para absorver melhor o conteúdo e decorar as informações. No entanto, se não estivermos entendo completamente o que está escrito, esse processo será inútil. Muitas pessoas confundem o aprendizado com ler novas informações, o que está completamente errado.

Para aprender alguma coisa por meio da leitura, não basta, somente, passar os olhos pelas notícias de um jornal. É preciso ler com profundidade, buscar novas fontes, pesquisar os termos que você não conhecia e tentar se envolver ao máximo nessa experiência.

Leitura inteligente

O filósofo e escritor norte-americano Mortimer Adler, famoso por suas teorias pedagógicas, escreveu, na década de 1980, a obra “Como ler livros”, que ganhou o status de guia absoluto da leitura inteligente.

Em seu livro, Adler identifica quatro níveis de leitura: Elementar, Inspecional, Analítico e Comparativo. O que define o nível de leitura são os objetivos do leitor e o tipo de material que está sendo analisado por ele.

Ler um romance, um livro de Platão ou uma revista de fofocas exige diferentes tipos de habilidades. Para isso, antes de começar a passar os olhos pelos texto, pare e analise qual dos níveis de leitura e quais habilidades farão com que aquele material seja melhor aproveitado.

Os níveis de leitura

O nível elementar é aquele ensinado para as crianças nas escolas; o inspecional é uma leitura rápida, mas não superficial, capaz de identificar informações essenciais nos pequenos detalhes, como a capa e a biografia do autor; O nível analítico é aquele em que o leitor mergulha no conteúdo, absorvendo cada informação do livro. O comparativo é o mais complexo, pois exige a leitura de vários materiais sobre o mesmo tema, para fazer comparações e gerar novas ideias.

Passo a passo da leitura: veja como aplicar as técnicas

1 – Antes de escolher um livro para ler, ative no seu cérebro o modo inspecional. Ele vai ajudar a achar o material que mais se encaixa com as suas necessidades e objetivos;

2 – O segundo passo é usar o nível analítico para identificar palavras-chave e conseguir ter um entendimento profundo do conteúdo. Se necessário, enquanto estiver lendo as palavras do autor, traduza-as em sua cabeça para a sua própria linguagem.

3 – Ao invés de focar nos assuntos que o autor está discorrendo, concentre-se no que você está tentando descobrir com aquela leitura. Esse exercício ajuda a ver com mais clareza as respostas e soluções que estão escondidas no texto.

4 – Nunca aceite tudo que o autor fala como uma verdade absoluta. Esteja sempre em busca de novos livros e ideias sobre aquele mesmo assunto. Isso ajuda a formar um leitor inteligente e disposto a aprender.

Fonte: livrosepessoas.com

13 mar
Quer escrever bem? Veja 6 dicas de um especialista de Harvard

Não importa se você é um vestibulando, se está terminando o TCC ou se já trabalha e paga suas contas sem ter que pedir ajuda para ninguém: em algum momento da sua vida você provavelmente teve que escrever uma redação, uma carta, um artigo ou qualquer outra coisa. Escrever não é coisa fácil e tem gente por aí que não consegue colocar ideias no papel, então que tal aprender algumas dicas para facilitar esse processo?

A revista Time publicou um artigo com conselhos de Steven Pinker, psicólogo, linguista e escritor, que trabalha na Universidade de Harvard e que está entre os 100 melhores psicólogos da atualidade. Pinker listou alguns exercícios simples que, com certeza, vão melhorar a qualidade do que quer que você queira escrever. Boa sorte!

1 – Seja visual e direto

Um terço do cérebro humano trabalha com a visão, por isso é fundamental fazer com que o leitor realmente visualize o que você está escrevendo. Pinker explica que para o leitor ir de “eu acho que entendo” até “eu entendo” ele precisa ter uma visão ampla do que está escrito. “Muitos experimentos têm mostrado que os leitores entendem e lembram um assunto muito melhor quando ele é expresso em uma linguagem concreta que os permite formar imagens visuais”.

Outro fato interessante, agora não sobre o lado visual da escrita, mas a respeito desse conceito de ser direto, é que muitas pessoas acham que para escrever bem é preciso usar palavras complexas. A verdade é que já é cientificamente comprovado que o uso de uma linguagem complexa de nada tem a ver com inteligência.

Quando uma informação é fácil de ser processada por nosso cérebro, ela é tida como mais confiável do que aquela de um texto rebuscado que precisa ser lido diversas vezes. O segredo, portanto, é pensar em quem vai ler o seu texto como uma pessoa igual a você. Se sua intenção é impressionar, seu leitor pode se sentir burro e essa é uma das piores coisas que seu escrito poderia fazer. Sabe aquela história de que “menos é mais”? Pois é.

2 – Dominar um assunto não é necessariamente uma coisa boa

O cérebro humano é cheio de truques estranhos e, em alguns casos, isso resulta em uma auto sabotagem. Quando você tem um alto nível de conhecimento sobre determinado assunto, você pode acabar achando que aquilo é tão óbvio que, na hora de escrever sobre, acaba deixando algum detalhe importante de lado. O problema é que seu leitor pode não dominar o assunto tanto quanto você e, para ele, seu texto vai parecer incompleto.

Pinker chama esse fenômeno de “a maldição do conhecimento”, que nada mais é do que a nossa dificuldade em entender que nosso leitor pode não conhecer o assunto sobre o qual nós estamos falando e conhecemos tão bem. Uma boa maneira de resolver esse problema é pedir para que uma pessoa leia seu texto e diga a você se entendeu tudo.

Alguns estudos já comprovaram que tendemos a ser mais confiantes do que deveríamos ser quando falamos a respeito de um assunto que dominamos. Essa confiança extrema é capaz de nos deixar equivocados com relação à clareza daquilo que estamos escrevendo. Na dúvida, peça sempre a opinião de alguém.

3 – Vá direto ao ponto

Textos jornalísticos mais tradicionais são construídos com base em um esquema chamado lead ou lide, que nada mais é do que a prática de oferecer as informações principais logo no início. No jornal, isso ocorre porque muitas vezes o texto precisa ser editado e, para não correr o risco de cortar uma informação importante que está no último parágrafo, o lead propõe que os principais pontos estejam no começo do texto.

Para escrever um texto com um bom lead, certifique-se de que ele responde, já nos primeiros parágrafos, a estas perguntas: Quem? Quando? Como? Onde? Por quê? O quê? Parece complicado, mas é bem simples. Para provar isso, vamos inventar uma notícia aqui:

O palhaço Inácio (quem) fez uma apresentação (o que) nesta sexta-feira, 31 (quando) em uma escola de Curitiba (onde) em comemoração ao Halloween (por que). Depois de relembrar canções folclóricas (como), centenas de crianças começaram a chorar compulsivamente.

Se esse texto estranho continuasse, nós falaríamos mais sobre o palhaço, sobre a escola, as crianças e o choro comunitário. O leitor continuaria a leitura mesmo já sabendo o que tinha acontecido. Não é preciso, portanto, fazer suspense no início do seu texto. Vá direto ao assunto.

Importante lembrar que essa técnica do lead é ideal para textos jornalísticos, e ela foi lembrada por Pinker para nos fazer entender melhor a importância de não fazer muito suspense antes de chegar ao assunto principal do texto.

4 – Entenda que a linguagem evolui

É lógico que é preciso ter domínio da língua para escrever um texto. O que Pinker recomenda é não ficar escravo da norma culta e tentar entender que a linguagem está em constante mudança e adaptação. Não quer dizer que você deva fazer um texto cheio de gírias em uma redação de vestibular, mas você também não precisa ser muito tradicional.

Machado de Assis e Gregório Duvivier são dois escritores brasileiros. Ambos têm ótimos textos, mas a escrita de cada um deles é completamente diferente – nesse sentido, fatores como época e estilo literário também influenciam. A comparação é justamente para mostrar que a linguagem evolui e que talvez Duvivier não faria tanto sucesso se escrevesse como Machado.

5 – Para escrever, é preciso ler

Da mesma forma que você precisa comer uma lasanha para sentir vontade de fazer uma lasanha igualmente saborosa, para escrever um bom texto é preciso ler bons textos. Ninguém começa a escrever bem de uma hora para a outra, simplesmente digitando sem parar e criando obras espetaculares.

Ler bastante vai fazer com que você pontue seus textos melhor, aprenda mais coisas, aumente seu vocabulário e fique mais criativo. Que tal começar ainda hoje?

6 – Revise

Não espere que seu texto fique bom logo na primeira tentativa – isso raramente acontece. É importante sempre reler o que você mesmo escreveu e, para isso, é só encontrar seu ritmo: há quem goste de reler parágrafo a parágrafo e também tem quem curta reler o texto só depois de tê-lo terminado. O importante é nunca entregar ou publicar alguma coisa sem revisar.

Na revisão, vemos se não há algum problema de pontuação, se não tem uma maneira de falar melhor a respeito de um assunto, se determinada palavra não foi usada muitas vezes em uma mesma sentença, etc.

Chistian Rudder fala sobre a importância da revisão e da edição de texto usando o Twitter como um exemplo positivo, afinal o usuário precisa ser conciso e direto na hora de publicar alguma mensagem usando no máximo 140 caracteres. Então se você é desses que acha que a tecnologia nos deixa mais burros, saiba que não é bem por aí.

Fonte: Mega Curioso

06 mar
Quem quer fazer MBA?

The MBA Tour, uma das mais importantes feiras de especialização, traça o perfil do candidato brasileiro

Mais da metade dos brasileiros que buscam fazer um MBA é homem (61%) e tem entre 28 e 30 anos. Cinquenta e sete por cento deles são graduados, e 22%, pós-graduados. As informações fazem parte de uma pesquisa realizada pela The MBA Tour, uma das maiores feiras do segmento do mundo, que acontecerá neste mês em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O estudo também destaca algumas diferenças entre os candidatos. Os da capital paulista acumulam quase um ano a mais de experiência profissional. Entre as mulheres, a experiência é de quatro anos, no caso das paulistanas, e de três, no das cariocas. Já os homens de São Paulo esperam cinco anos, enquanto os do Rio passam quatro anos no mercado de trabalho antes de fazer uma especialização.

“O tempo ideal de experiência no mercado, a fim aproveitar o conteúdo do MBA e contribuir com as atividades, é de quatro a cinco anos mesmo”, diz Peter Von Loesecke, o CEO da feira. “Os brasileiros já se deram conta da necessidade de atingir essa maturidade profissional antes de dar este novo passo”.

Fonte: Época Negócios

27 fev
Como aproveitar melhor eventos de networking

Se você odeia trocar cartões, uma dica: encontros profissionais nem sempre tem a ver com trocá-los

Eventos para fazer contatos — o famoso “networking” — não costumam ser o compromisso mais agradável da semana. Mas se você está planejando conseguir um novo emprego ou divulgar seu negócio, vale a pena comparecer em alguns deles. Rich Bellis, um editor da FastCompany, escreveu recentemente um artigo dando algumas dicas para que o networking se torne menos doloroso e mais produtivo.

1. Não saia distribuindo seu cartão
Algumas pessoas são profissionais: apertam sua mão e, no segundo seguinte, colocam um cartão sobre ela. Não seja assim. Ninguém ganha um prêmio por distribuir mais cartões. Quando se apresentar para alguém, fale sobre alguma coisa que não tem nada a ver com o trabalho. A ideia é criar conexões. Mais valem três conversas sólidas do que 30 cartões de pessoas que você mal conhece.

2. Compartilhe histórias, não fatos
Mesmo que você comece a conversa falando de coisas mais pessoais, em algum momento o assunto trabalho virá à tona. Cuidado para não cair em um diálogo de fatos (eu trabalho na empresa X, há Y anos e minha função é Z). Se alguém te perguntar onde você trabalha, fale também de sua experiência profissional e de sua carreira — uma história. Outra vantagem dessa técnica é que atualmente as pessoas mudam de carreira e de trabalho mais frequentemente, então ao falar da história toda há uma chance maior de achar interesses e experiências comuns.

3. Pergunte por que e como
O ser humano adora falar sobre si mesmo. Tente maneirar e mostre interesse pelo interlocutor. Faça perguntas que permitem uma resposta mais detalhada. Por exemplo, se a pessoa é nova na cidade, não pergunte quando ela se mudou, pergunte o motivo.

4. Leve um colega
Chegar sozinho pode ser mais difícil. Chame mais um ou dois colegas. Bellis diz que três é um bom número para o grupo. Você pode conhecer alguém enquanto seus dois amigos conversam e, se estiverem juntos, as pessoas se sentirão mais à vontade para entrar na conversa.

5. Use seu tempo de maneira inteligente
É importante saber quando ir embora e quando sequer comparecer. Eventos assim costumam acontecer depois do trabalho e ter a energia para socializar em alguns momentos pode ser um esforço grande demais. Você não precisa bater ponto em todos os encontros. E se em algum deles sentir, nos primeiros 15 minutos, que o perfil de contato que você procura não estará presente, não insista.

Fonte: Época Negócios

19 fev
4 perguntas para 8 profissionais sobre o futuro do trabalho

Há um consenso de que nossa relação com o trabalho vai mudar e que as coisas vão avançar bastante nos próximos anos

No filme Blade Runner 2049, os replicantes (humanos sintéticos criados por meio da bioengenharia) foram integrados à sociedade para fazer o trabalho pesado e em ambientes hostis. O filme, que é uma sequência ao clássico dirigido por Ridley Scott, só traz como plano de fundo a questão da nossa relação com o trabalho. Dependendo da perspectiva, no entanto, 2049 não está tão distante assim. E não seria nada surpreendente chegarmos lá convivendo e trabalhando junto com androides.

Mas como será esse futuro? Difícil de “chutar” sem parecer ficção científica. Fizemos quatro perguntas relacionadas ao futuro do trabalho para 8 profissionais com perspectivas diferentes. Há um consenso de que nossa relação com o trabalho vai mudar e que as coisas vão avançar bastante nos próximos anos. Confira:

1 – Stan Tan, gerente de marketing digital:

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

O trabalho ficará mais enxuto. A porcentagem de colaboradores em tempo integral reduzirá, enquanto os terceirizados e os freelancers continuarão a crescer.

Como você está se preparando para isso?

O que posso fazer é continuar a melhorar o meu conjunto de habilidades, porque, no final do dia, o que vai interessar meus empregadores ou parceiros são as minhas experiências e conhecimentos.

Quais funções serão extintas?

Qualquer atividade repetitiva que possa ser dividida em processos e automatizada, como o atendimento de banco. Vemos isso muito forte com o atendimento ao cliente sendo automatizado com bots de bate-papo.

Uma previsão para 2049

Entre os séculos 15 e 17, aconteceu a era da exploração. Eu acredito que em 2049 vamos continuar a explorar, mas desta vez com a exploração espacial. Portanto, os empregos mais procurados são aqueles que podem atender nossas necessidades básicas. Por exemplo, comida, água e abrigo.

2 – Jason Lavis, webmaster na drillers.com

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

Tudo que pode ser automatizado será. Não apenas as coisas óbvias, mas também cargos intelectuais. Por exemplo, qualquer coisa que implique confirmar informações será feita por inteligência artificial. Todas as coisas que eu faço atualmente serão feitas por software e por AI em algum momento.

Como você está se preparando para isso?

Tento diversificar meus conhecimentos e interesses no meu tempo livre. Leio artigos sobre esses avanços e escuto podcasts relacionados às novas tecnologias. Nos próximos 10-20 anos, provavelmente haverá novas indústrias para nos envolvermos. Pode ser que o ativismo seja uma parte importante da sociedade futura. Penso que se os robôs vão nos substituir em muitas funções, a ética terá ainda mais valor.

Quais funções serão extintas?

Tudo que pode ser automatizado, como mineração, agricultura, fabricação, logística etc. Além disso, todos os trabalhos baseados em memória (advogados, contadores, professores) serão feitos por robôs inteligentes.

Uma previsão para 2049

Ninguém mais tem empregos tradicionais. Casas, alimentos, roupas, veículos e assim por diante são criados por robôs autônomos, que podem se auto-replicar. A maioria das pessoas não se importa de não trabalhar, pois podem voltar no tempo em câmaras de realidade virtual e tornarem-se quem quiser, sem nenhum risco físico. Essas câmaras de VR não serão apenas fones de ouvido, mas totalmente imersivos e indistinguíveis da realidade depois que o cérebro se ajusta. Como resultado, a maioria das pessoas será frágil.

Os únicos trabalhos que resistirão estarão ligados à política e à comédia. Os políticos continuam a lutar pelo poder, e os comediantes têm amplo material para trabalhar. Os bots ​​nunca vão conseguir superar uma boa piada original.

3 – Murray Suid, editor e co-fundador da MobileMovieMaking Magazine

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

O emprego remunerado reduzirá a níveis muito baixos. Já sabemos que os robôs vão substituir trabalhadores humanos na fabricação de automóveis e em muitos outros campos. Os veículos autodirigidos irão acabar com posições de condução, tais como taxistas, motoristas de caminhão e motoristas de ônibus. Afinal, mesmo os aviões hoje são geridos em grande parte por pilotos automáticos. Mas este é apenas o começo. Isso vai mudar na educação também. A única razão pela qual ainda temos milhões de professores é por inércia.

Como você está se preparando para isso?

Acredito que precisamos encarar as consequências e desenvolver um novo tipo de economia em que as pessoas terão o direito de nascer de uma renda suficiente para uma vida saudável. Passar com isso será a educação necessária para que as pessoas busquem interesses, como ciência, música, escrita, viagens e assim por diante. Em outras palavras, acredito que a própria tecnologia liberará as massas do trabalho. E isso não é um tipo de pensamento socialista. Simplesmente não haverá trabalho para a maioria das pessoas.

Quais funções você acredita que serão extintas?

Médicos, dentistas, músicos, coletores de lixo, bombeiros… Acredito que nenhum desses empregos sobreviverá às mudanças. Mas, em termos de trabalho remunerado, todas as posições serão extintas. Os seres humanos ainda podem servir como líderes governamentais e trabalhar como artistas. Mas ninguém será pago.

Uma previsão para 2049

Até lá, já teremos vivido grandes reduções no trabalho remunerado, mas o processo provavelmente ocorrerá até o início do século 22 – quase 100 anos a partir de agora. Tecnicamente, pode acontecer muito mais cedo, mas as forças de reação irão lutar contra isso.

4 – Mickey Mikeworth, consultora e diretora financeira

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

Estamos nos movendo para um mundo que exige especialização e tecnologia. Aqueles que podem ter muitas especialidades vão ter a vantagem, porque sobrevivem facilmente em um ambiente em mudança. Meu trabalho será feito por analistas de negócios. CEOs e CFOs precisarão rever sua capacidade de analisar dados e tomar decisões.

Como você está se preparando para isso?

Big data agora está disponível para pequenas empresas. Aprender a reunir os dados qé uma habilidade crítica para a minha área.

Quais funções você acredita serão extintas?

Os gerentes médios vão se tornar instrutores. Acredito que os gerentes de escritório assumirão uma forma muito diferente e mais humana.

Uma previsão para 2049

Veremos a educação como algo obrigatório para a sobrevivência. CEOs vão trabalhar mais com co-liderança para obter mais inovação. As equipes são o futuro.

5 – Stephen Findley, gerente de relacionamento e marketing da Compliance Quarter

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

Nosso trabalho, cada vez mais remoto, será julgado em resultados e não por ações. As pessoas também estão começando a fazer uso de “mini-aposentadorias” durante a vida profissional, porque não queremos mais viajar o mundo só depois de trabalhar muito e atingir a idade da aposentadoria. Quero experiências valiosas agora, enquanto sou capaz de apreciá-las plenamente. Na área de TI, empresas ágeis com equipes compostas por trabalhadores remotos (como fintechs) estão tornando a vida difícil para seus concorrentes tradicionais.

Como você está se preparando para isso?

Já trabalho remotamente. Acredito que as ferramentas e a tecnologia em torno de nós continuarão a melhorar para facilitar a mudança.

Quais funções você acredita que serão extintas?

Algumas das posições mais “clericais” podem começar a morrer, uma vez que os sistemas estão alinhados para coletar dados online. Tecnologias como machine learning vão promover mudanças em diversas funções de trabalho.

Uma previsão para 2049

Penso que o futuro previsto na animação Wall-E, da Pixar, é verdadeiro em muitos níveis!

6 – Shearly Reyes, gerente de marketing na iHealthSpot

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

A maior mudança será na mentalidade do indivíduo. A maioria dos freelancers que trabalha comigo acredita que trabalho não é apenas uma função de oito horas ao dia, mas sim um estilo de vida. Esse mindset mudará a maneira como fazemos tudo. Atualmente, muitas das minhas responsabilidades incluem o gerenciamento de pessoas e projetos, mas à medida que nos tornamos cada vez mais auto-suficientes e as tecnologias nos permitem automatizar tarefas, acredito que a estrutura do negócio se parecerá mais com uma parede do que com uma pirâmide.

Como você está se preparando para isso?

Tiro um tempo para pensar sobre o trabalho de forma diferente e permitir que os membros da minha equipe se tornem mais auto-suficientes. Além disso, usar a tecnologia a meu favor me permite dar espaço para atividades muito mais estratégicas. Estou me certificando de que meu trabalho se torne mais complexo de modo que seja necessário, em vez de apenas opcional. Como alguém que é a mente por trás das estratégias, é muito difícil não se sentir ameaçado por algoritmos de aprendizado profundo. E como alguém que gerencia pessoas, é difícil não pensar nos sistemas de gerenciamento de projetos cada vez mais fáceis e mais automatizados.

Quais funções você acredita serão extintas?

Já sabemos que um computador pode aprender sozinho, com o entorno e com dados imputados. Se você está fazendo algo que é “fácil”, onde você poderia ser facilmente trocado por outra pessoa, eu acredito que esse trabalho em si será extinto. No entanto, não penso que os empregos que lidam com as pessoas vão morrer. As pessoas gostam de se conectar com os outros, então os trabalhos de serviço que a maioria das pessoas acreditam que vão se extinguir primeiro, eu acredito que permanecerão importantes por um bom tempo.

Uma previsão para 2049

Tudo se tornará automatizado e a tecnologia se tornará perfeita – já estamos trabalhando para isso. Vejo telefones sem tela, carros auto-dirigidos e automação de todas as tarefas.

7 – Ken Kwan, fundador da Career Prophets

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

O futuro do trabalho será de pessoas que fazem parte de comunidades de talentos e de projetos em escala global. Muitas organizações que operam projetos como infraestrutura, logística, varejo, produção de alimentos e mídia utilizarão comunidades de talentos para acessar essas habilidades.

Por exemplo, um projeto para entregar um novo canal de logística para os consumidores de serviços, terá o gestor de projetos supervisionando uma equipe global de habilidades diversas (Desenvolvedores, Marketing, Finanças) que colaborariam por meio de portais e plataformas. Os times seriam selecionados de acordo com o orçamento disponível, taxa de contrato e habilidades etc. Portanto, a principal mudança para as pessoas será de operar em uma escala global. As melhores comunidades podem obter a maior parte do trabalho.

Como você está se preparando para isso?

Tornar-se um especialista é importante na preparação.

Quais funções você acredita serão extintas?

Papéis de fabricação, de produção de alimentos e os operadores do call center vão acabar.

Uma previsão para 2049

As pessoas não se juntarão mais às empresas e sim às comunidades de talentos. As empresas operarão projetos e terão funcionários, mas a maioria da força de trabalho será parte das comunidades. As pessoas não precisarão entrar em um escritório se forem parte de uma comunidade.

8 – Enio Klein, CEO da Doxa Advisers

Como você acredita que o trabalho será no futuro?

O trabalho, independente da atividade exercida, certamente será realizado de forma diferente. Atividades podem ser simples como procurar um número de telefone, ou analisar um vídeo. Outras são complexas, como escrever um código de programação ou completar uma tarefa em um projeto de consultoria. Contudo, todas podem ser distribuídas entre profissionais em uma ”nuvem de conhecimento” que podem estar em qualquer lugar. Se preparar para trabalhar em uma “Nuvem Humana” tendo como base ferramentas tecnológicas e colaborativas é algo que certamente é tendência para futuro. Acho mesmo que seja já no presente!

Como você está se preparando para isso?

O conceito aqui aplicável é a transformação digital no ambiente de trabalho e o desafio é manter a natureza do trabalho em equipe, cultura organizacional e objetivos dentro de um ambiente distribuído.  Além disso, precisamos preservar a eficácia dos trabalhos em equipe, mantendo a cultura organizacional e principalmente aumentando a qualidade dos serviços prestados e a experiência dos clientes.

Na empresa que a atuo, a Doxa, adotamos uma dos ambientes de negócio com a utilização de modelos operacionais e de gestão onde a tecnologia da informação desempenha papel chave na transformação da estratégia, estrutura e processos de uma empresa utilizando como base o poder da internet e da computação em nuvem.

Quais funções você acredita que serão extintas?

Falar em extinção de funções é muito prematuro. Diria que até leviano. O que certamente vai acontecer é uma mudança muito forte na forma pela qual as atividades serão exercidas. Isto por si só já transformará boa parte das funções hoje existentes. Seja em fábricas, serviços administrativos, marketing ou vendas. Os papéis continuarão a existir, talvez com nomes novos,novas responsabilidades, novos objetivos e novas ferramentas. É importante não confundir funções, papéis e profissionais. Certamente profissionais entrarão em extinção se não reconhecerem estas mudanças e principalmente não se prepararem para elas.

Uma previsão para 2049

Felizmente é um hábito meu deixar o futuro para o futuro e me preparar para ele. A velocidade das mudanças e das tecnologias nos fazem acreditar em um cenário muito diferente do atual. É importante, contudo, estar atento a outras questões que também impactarão este futuro como questões ambientais e sociais. Daqui para frente os ganhos e saltos proveniente dos avanços tecnológicos só se transformação em mudanças perenes e sustentáveis se políticas ambientais e sociais forem cuidadosamente construídas para amparar pessoas e meio ambiente.

Fonte: Blog Runrun.it

 

15 jan
Pós-graduação ou MBA? Conheça as diferenças entre os cursos

Faz tempo que a graduação deixou de ser o ponto final da vida acadêmica. Afinal, ter um curso superior não é mais um diferencial, mas quase pré-requisito para um profissional de sucesso. Mas, na hora de se especializar, surge a dúvida: que tipo de curso fazer? Qual é a diferença entre pós-graduação, especialização e MBA? Aliás, tem diferença mesmo?

Todo MBA é uma pós, mas nem toda pós é um MBA – só para começar a história. Cursos de pós-graduação são todos aqueles que vêm depois da graduação. Entre eles, há dois tipos: os stricto sensu, que são o mestrado, o doutorado e o pós-doutorado; e os lato sensu, que são a especialização (que muita gente chama de pós) e o MBA. Esses últimos têm o mesmo peso acadêmico, mas perfis diferentes.

MBA tem um foco em gestão, negócios, empresa. É procurado por quem quer se preparar para ser líder ou gestor. Já a especialização é um aprofundamento em uma área. Outra diferença entre os cursos de especialização e MBA é a duração. Enquanto a carga horária do primeiro é de cerca de 360 horas, a do segundo pode passar de 400.

Entenda os cursos:

MBA – Master Business Administration: em tradução literal do inglês, Mestre em Negócios e Administração. Mas, no Brasil, esse curso é lato sensu, ou seja, não tem nível de mestrado. Trata-se de uma especialização focada em negócios e mercado. É indicado para líderes ou gestores em formação ou com carreira consolidada.

Pós-graduação lato sensu ou especialização: É um aprofundamento numa área específica. O curso é indicado para profissionais que procuram um diferencial e desejam focar sua atuação no mercado.

Pós-graduação stricto sensu: é direcionada para o aspecto acadêmico das áreas profissionais, e consiste nos mestrados, doutorados e pós-doutorados.

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