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01 jun
US colleges urged to sharpen online teaching for next year

Improving remote learning may be smartest move universities can make, quality chief advises

While publicly dangling possibilities and preparations for campus reopenings, US colleges must keep a serious internal focus on strengthening their remote learning options, their chief quality assurance advocate is warning.

US colleges appear to be making good progress towards online proficiency, said Judith Eaton, president of the Council for Higher Education Accreditation. But the former chancellor of the Minnesota State Colleges and Universities system added in an interview: “This is an opportunity to develop. From my perspective, there are several things that need to be addressed as we’re going forward.”

A small but growing number of US colleges and universities have already acknowledged that they will spend at least part of the fall semester without their students on campus.

Yet even as medical professionals have expressed scepticism about the safety of holding large gatherings in coming months, the majority of institutions outwardly have been putting more emphasis on their ideas for reopening their campuses – with details of physical distancing and facilities disinfecting – than on their strategies for improving the online educational experience.

In a conference call with Mike Pence, the US vice-president, and Betsy DeVos, the US education secretary, several university presidents reportedly emphasised their hopes for legal protections in the likely event that their reopened campuses spread coronavirus infections.

Dr Eaton said of online options: “We don’t know for sure, but it’s starting to look like we’re going to need to be more reliant on that in the fall.”

For colleges, however, the urgency of resuming in-person instruction is clear. Many students have been demanding it and have been threatening to skip the autumn semester or to press for substantial tuition fee reductions if their only options are online. Institutions of all sizes have been warning of serious financial troubles if that happens, with hundreds already beginning to make salary or staffing cuts.

Yet establishing a high-quality online operation – covering the full range of academic and administrative needs – demands dedicated commitment, said Paul LeBlanc, president of Southern New Hampshire University, whose 140,000-student operation is almost entirely remote.

“To do online well, and to mount a major effort, requires investment at the precise moment that they don’t have the resources,” said Dr LeBlanc, a leading expert who is being besieged by other institutions’ requests for advice.

One of the most serious threats to almost any US university under financial stress is the potential loss of accreditation, which the US Education Department requires for an institution’s students to be eligible for federal loans and grants.

The department has been waiving or extending many accreditation-related deadlines and requirements for in-person instruction, and the accrediting agencies whose judgement it officially recognises have been postponing inspection visits or conducting some aspects remotely.

But according to Dr Eaton, it is not clear how strictly accreditors will treat any online programmes that, by the autumn, remain little more than teachers talking to their students over Zoom or similar platforms.

Such questions are only beginning to be raised by accrediting agencies in their group discussions, said Dr Eaton, whose association serves as their umbrella advocacy organisation. “We’re just starting to get into this area,” she said.

Dr Eaton said she had no comment on the quality of online instruction in the current spring semester, when colleges and universities were quickly forced to shut campuses by the surprise spread of the coronavirus.

But by the fall, she said, “the academic experience needs to be a robust one – it needs to be fully engaged; it needs sophisticated platforms; it needs creativity in offerings; it needs in-depth counselling, advising, academic support for students.”

Dr LeBlanc said those institutions and students with the least resources would suffer the most in the transition. “One of the things we’re seeing with the pandemic is a very sharp light being cast on privilege and inequity,” he added. “And that’s certainly true of higher education right now.”

Nevertheless, some federal policies may be making that problem even worse. Congressional Democrats have been criticising Ms DeVos for actions that they claim include garnishing the wages of student loan borrowers during the pandemic, and directing institutional relief money towards colleges she favours, and away from those serving undocumented immigrants.

 

By: The World University Rankings

23 maio
Coronavírus: quem está ganhando dinheiro com a epidemia

A disseminação do novo coronavírus tem causado um terremoto nos mercados globais nos últimos dias, mas algumas empresas têm, pela natureza de seus negócios, conseguido ir bem nas bolsas com a crise.

Entre elas, estão empresas que fabricam vacinas, desinfetantes e máscaras, mas também as que têm como foco os serviços remotos ou de entrega.

Laboratórios farmacêuticos e empresas de biotecnologia que estão realizando ensaios clínicos para desenvolver uma vacina específica contra esse vírus dispararam nas bolsas.

As ações da Inovio Pharmaceuticals dobraram de valor depois que a empresa anunciou que iniciará testes clínicos de sua vacina em humanos no próximo mês nos Estados Unidos.

Mas há outras empresas que se beneficiaram indiretamente da disseminação do vírus, como as provedoras de teleconferência, educação e entretenimento online, já que alguns países, como Japão e Itália, fecharam escolas e algumas empresas, como o Google e Twitter, pediram que seus funcionários trabalhem de casa.

Ilustração do coronavírusDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionEntre as empresas que se beneficiaram com a disseminação do coronavírus, estão as que fabricam vacinas, desinfetantes e máscaras

Em diferentes partes do mundo, as pessoas optam por evitar locais públicos, à medida que os casos de pessoas infectadas (cerca de 90 mil no mundo) e as mortes (mais de 3 mil) aumentam, de acordo com o relatório mais recente da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para dar conta dessa nova realidade, a empresa de investimentos MKM Partners criou um “índice de ficar em casa”, cujo objetivo é acompanhar a trajetória de empresas que se beneficiam da disseminação do vírus.

No entanto, mesmo as empresas que ganham com a crise da saúde não estão livres de turbulências repentinas, já que os desdobramentos da situação surgem a todo momento.

E nem o corte de meio ponto nas taxas de juros anunciado na terça-feira (03/03) pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, conseguiu reverter significativamente o pessimismo nos mercados.

Em meio à incerteza, segue uma lista de empresas que demonstraram uma tendência positiva.

Serviço de teleconferência na ChinaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionAs empresas que prestam serviços de teleconferência, saúde e educação online foram beneficiadas

As empresas que fornecem serviços de teleconferência, saúde e educação online foram beneficiadas.

Inovio: o valor de suas ações mais que dobrou desde o início da epidemia. Sua vacina, chamada INO-4800, foi desenvolvida usando DNA de vírus em vez do método tradicional que funciona com base em experimentos com vírus inativados.

Moderna: as ações subiram 42% quando a empresa anunciou o envio de uma vacina experimental contra o coronavírus ao Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas nos Estados Unidos para ensaios clínicos em seres humanos.

Novavax: quando relatou o progresso de sua pesquisa em busca de uma vacina há algumas semanas, suas ações subiram imediatamente 20%.

Regeneron Pharmaceuticals: trabalhando no desenvolvimento de um tratamento para o coronavírus, foi uma das empresas do índice S&P 500, de Wall Street, que teve um aumento de 10% no preço de suas ações na semana passada, enquanto o restante dos papéis caiu acentuadamente na pior semana dos mercados globais desde a crise de 2008.

Top Glove: maior fabricante mundial de luvas médicas.

K12: especializada em serviços de educação online para crianças. Na semana passada, suas ações registraram um salto de 19%.

Zoom Video: fornece serviços de videoconferência para empresas.

Teladoc: seu serviço é conectar pacientes e médicos online. Suas ações subiram quase 10% na semana passada e 50% até agora este ano.

Netflix: as ações da empresa registraram alta nos últimos dias. Até agora neste ano elas acumulam um aumento perto de 15%.

Cientista de laboratório de Moderna, Estados Unidos.Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionInvestidores estão apostando em empresas que desenvolvem vacinas e serviços para quem não pode sair de casa

No índice “fique em casa”, a MKM Partners incluía o Facebook, a desenvolvedora de videogames Activision Blizzard, a fabricante de equipamentos de ginástica Peloton e o serviço de entrega de alimentos GrubHub , além da Netflix e da Amazon.

Em um relatório, a empresa de investimentos diz que está prestando atenção aos produtos ou empresas que “poderiam se beneficiar potencialmente em um mundo de indivíduos em quarentena”.

Os analistas do UBS Global Wealth Management publicaram que as empresas dedicadas ao comércio eletrônico ou à entrega de alimentos podem experimentar um aumento em seus usuários, pois as pessoas evitam sair de casa.

Gel desinfetante de mãosDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionNos Estados Unidos, a venda de desinfetantes para as mãos aumentou em 70%

Vendas de desinfetantes para as mãos disparam

A demanda por desinfetantes para as mãos está aumentando em diferentes partes do mundo.

Segundo dados publicados na terça-feira pela empresa de pesquisa de mercado Kantar, as vendas de desinfetantes para as mãos no Reino Unido registraram um aumento de 255% em fevereiro em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Nos Estados Unidos, a venda de desinfetantes para as mãos aumentou em 70%.

Algumas redes de farmácias americanas impuseram um limite de vendas de dois desinfetantes por cliente.

CoronavírusDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionBrasil já tem quatro casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus

Os consumidores asiáticos também passaram a estocar produtos de higiene pessoal após o surto e na Itália, onde há mais de 2 mil casos, a venda de sabonetes disparou.

Por outro lado, as ações da empresa 3M, que fabrica máscaras entre outros produtos, tiveram comportamento irregular, apesar de o governo dos EUA ter anunciado um novo contrato com a companhia.

 

Publicado por: BBC Brasil

06 maio
Coloca o fone e mantenha-se informado

5 podcasts para ficar atualizado

Imagina o tanto de tempo que você usa diariamente lavando as louças, fazendo o almoço, arrumando a casa, dando banho no cachorro, tomando banho e preso no trânsito? Agora imagina usar esse tempo valioso para manter-se informado com os mais diversos assuntos? Os podcasts estão com tudo e são uma forma de absorver conteúdos de forma prática e dinâmica.

Muitas pessoas não têm tempo para ler posts, ebooks e assistir vídeos, ou então estão sobrecarregados do trabalho e faculdade e precisam ser mais dinâmicas. Independente do contexto, estar sempre e informado com assuntos relevantes é fator de crescimento pessoal e profissional. Os podcasts vêm como uma solução em meio a correria do dia a dia e abrem inúmeras possibilidades de expansão de conhecimento.

Mas afinal, o que é um Podcast?

Podcast é um material entregue na forma de áudio, muito semelhante a um rádio. A diferença é que fica disponível para escutar quando quiser e não é um programa ao vivo.

Eles ser dos variados temas e abordagens, que servem coma uma nova maneira de entregar conhecimento. Eles são práticos, gratuitos, podem ser escutados em qualquer lugar.

Os podcasts podem ser ouvidos em aplicativos de plataforma de streaming de áudio (Spotify, Sound Cloud e Deezer), aplicativos agregadores de podcasts (Podcast & Radio Addict, Pocket Casts, WeCast, Overcast), bem como online no site de quem está produzindo o material, em alguns casos.

Por isso, nós do iCEV listamos alguns podcasts que tratam de assuntos relevantes que irão contribuir para você aprender mais e criar um repertório extenso de informação e conhecimento. Agora é só colocar o fone.

Café da Manhã

O Café da Manhã é um podcast do jornal Folha de São Paulo, que apresenta de forma rápida e pontual aquilo que você precisa saber antes de começar o seu dia.
Os episódios vão ao ar de segunda a sexta-feira, com duração média de 30 minutos.

 

 

 

 

Durma com essa

É o podcast do Jornal Nexo, trata do fato mais instigante do dia e vai ao ar no fim da tarde, começo da noite, abordando acontecimentos do Brasil e do mundo.
Os episódios vão ao ar de segunda a quinta-feira, com duração média de 15 minutos.

 

 

 

 

Mamilos

O Mamilos é um podcast que discute temas atuais e, na maioria das vezes, muito polêmicos, mas apresentando diferentes argumentos e visões sobre economia, política, comportamento, educação, ciência, saúde e outros.
Os episódios vão ao ar toda sexta-feira, com duração média de 90 minutos.

 

 

 

 

Braincast

Traz temas atuais e com foco, principalmente, em assuntos relacionados a criatividade, inovação, tecnologia, negócios, cultura digital e entretenimento.
Os episódios vão ao ar toda quinta-feira, com duração média de 90 minutos.

 

 

 

 

Nerdcast

Une informação e entretenimento, com assuntos como empreendedorismo, história, ciência, cinema, quadrinhos, literatura, tecnologia, games e outros.
Os episódios vão ao ar toda sexta-feira, com duração média de 90 minutos.

09 abr
Qual é a diferença entre surto, epidemia, pandemia e endemia ?

Segundo a OMS , estamos vivendo uma pandemia. Assim também foram denominadas a gripe espanhola e a gripe suína.  Saiba a diferença das classificações:

Surto

Acontece quando há um aumento inesperado do número de casos de determinada doença em uma região específica. Em algumas cidades, a dengue, por exemplo, é tratada como um surto e não como uma epidemia, pois acontece em regiões específicas (como um bairro).

Epidemia

Uma epidemia irá acontecer quando existir a ocorrência de surtos em várias regiões. A epidemia a nível municipal é aquela que ocorre quando diversos bairros apresentam certa doença, a nível estadual ocorre quando diversas cidades registram casos e a nível nacional, quando a doença ocorre em diferentes regiões do país. Exemplo: Em fevereiro deste ano, vinte cidades haviam decretado epidemia de dengue.

Pandemia

A pandemia, em uma escala de gravidade, é o pior dos cenários. Ela acontece quando uma epidemia se estende a níveis mundiais, ou seja, se espalha por diversas regiões do planeta. Em 2009, a gripe A (ou gripe suína) passou de uma epidemia para uma pandemia quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) começou a registrar casos nos seis continentes do mundo. E em 11 de março de 2020 o COVID19 também passou de epidemia para uma pandemia.

Endemia

A endemia não está relacionada a uma questão quantitativa. É uma doença que se manifesta com frequência e somente em determinada região, de causa local. A Febre Amarela, por exemplo, é considerada uma doença endêmica da região norte do Brasil.

 

08 abr
7 coisas que as pessoas mentalmente fortes evitam fazer

Torne-se seu próprio treinador de força mental

Ninguém é imune a tempos difíceis. Mais cedo ou mais tarde, a vida vai lhe dar algumas bolas curvas. Como você reage a essas situações diz muito sobre você.

Bons hábitos mentais e uma visão positiva da vida permitem que a força mental se desenvolva. Você pode se tornar muito mais forte do que pensa.

Existem algumas coisas que pessoas mentalmente fortes simplesmente não fazem, como:

Envolver-se em conversas negativas

O diálogo interno negativo é onde a sua ruína começa. Drena seu espírito e sua confiança. Imagine ter alguém que o seguisse o dia todo e sussurrasse coisas negativas em seu ouvido incessantemente. Isso deixaria você louco. O diálogo interno negativo também o deixa louco.

Repetir erros

Erros rapidamente se tornam hábitos.  Você tem um amigo que sempre procrastina até o último minuto e sofre repetidamente por isso?

Desistir diante do desconforto

As pessoas mentalmente fracas cedem ao desconforto mais rapidamente do que aquelas que são mentalmente fortes. Lidar com o desconforto pode impedir que você gaste dinheiro que não deveria.

Concentrar-se em qualquer coisa fora de seu controle

Qual é o ponto de se preocupar com coisas que você não pode controlar? É uma perda de tempo, energia e foco. Reconheça o que você pode e não pode controlar.

Ruminar o passado

Talvez você devesse ter escolhido uma faculdade melhor, ou um cônjuge diferente, ou ter pedido a paixão do ensino médio pelo baile. Acabou e você não está se saindo bem com seu arrependimento.

Evitar a verdade

Pessoas mentalmente fortes podem lidar com a verdade e buscam a verdade. Pessoas mentalmente fracas evitam a verdade. Em vez disso, eles buscam conforto.Você não pode melhorar a si mesmo ou tomar boas decisões sem ter um bom entendimento da verdade.

Evitar a responsabilidade

Pessoas mentalmente fortes querem assumir a responsabilidade por seus resultados na vida. Se você é responsável, pode melhorar. Se a culpa é de outra pessoa, você é apenas uma vítima e tem menos chances de tomar uma ação produtiva.

Fonte: Medium

02 abr
Passos para manejar a ansiedade

Como está o nível de ansiedade de vocês? A nossa psicóloga e professora de Inteligência Emocional, Layse Policarpo, escreveu algumas dicas de como manejar a ansiedade, principalmente nesse período de isolamento social. Confira:

– Escreva suas preocupações e ideias de coisas que podem te ajudar
– Foque a sua energia ou concentração nas coisas que estão sob seu controle
– Crie uma rotina e estrutura para o seu dia, especialmente se você está isolado (a)
– Mantenha a conexão e suporte online
– Se você está em terapia, verifique se seu terapeuta oferece sessão online (não deixe sua saúde mental em banho-maria)
– Crie uma lista de tarefas com opções para quando você estiver desanimado (a)
– Se movimente e relaxe seu corpo – respire profundamente, yoga, relaxamento muscular, meditação, mantras, gratidão e Mindfulness (atenção plena)

Relaxa e respira fundo

A falta de ar é um dos principais sintomas da ansiedade, mas também do coronavírus. Como diferenciar?
A situação que nosso planeta se encontra atualmente é alarmante. Isso tem sido um gatilho para muitas pessoas, sobretudo as mais ansiosas.
Um dos principais sintomas do covid-19 e da ansiedade é a falta de ar, que pode fazer com que a pessoa comece a imaginar o pior desfecho possível e intensificar os sintomas, criando um ciclo interminável.
Na ansiedade a falta de ar se manifesta quando ativamos o modo “luta ou fuga”, em que nosso corpo se prepara para enfrentar algo que consideramos perigoso. Assim, ele dispara uma série de reações fisiológicas, como a diminuição da respiração.

Agora que já sabe disso, para diferenciar do covid-19, segue algumas perguntas norteadoras:

– Estou com outros sintomas como tosse, febre ou dor no corpo além da falta de ar?
– Se sim, está intenso? Já estava com sinais de resfriado antes ou posso estar desencadeando percepções através de preocupações?
– Eu já tive falta de ar antes “do nada”? Se sim, o que causou?
– Falta de ar costuma ser um sintoma de quando estou ansioso?
– O que estava acontecendo antes ou no que eu estava pensando momentos antes de eu perceber a falta de ar?
– Estou com medo ou projetando alguma coisa?
Se você conseguir identificar que está mesmo com ansiedade em relação ao cenário atual em que nos encontramos, procure respirar profundamente, questione seus pensamentos e verá que eles não costumam ser 100% verdadeiros, diminua o acesso a notícias e foque em coisas que te deem conforto e tranquilidade.
Mantenha as orientações de higienização e o isolamento social consciente. Com essas medidas você contribui efetivamente!

Aproveite a quarentena para construir

Não fique pensando em quantos dias ainda terá de quarentena, isolamento social etc. Programe suas atividades e cuidas vivendo um dia de cada vez, evitando pensar muito nos próximos dias. Sua saúde mental agradece!

Construa laços de intimidade com a sua família, ensine sua avó a usar Netflix e mandar mensagem no celular, aprenda a fazer crochê, assista tutorial de algo que gosta no YouTube, faça uma faxina e separe o que não usa. O que pode ser entulho para você pode servir para muita gente.

Leia aquele livro que está na estante há tempos, faça uma live sobre um assunto que domina e que pode ser interessante para outras pessoas, revise conteúdos que você teve dúvidas. Acredite, tem muita coisa que você pode fazer nesse período!

30 mar
Inspira, expira e não pira no isolamento social

Não pira no isolamento social

A ansiedade não é um sentimento necessariamente ruim, mas em alguns momentos, como o de isolamento social, é tão alta que acaba nos trazendo consequências negativas, essas dicas são para você aprender a relaxar e acalmar a mente.

Esse sentimento traz sintomas físicos como inquietação, falta de ar, fadiga, taquicardia, suor intenso, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono, o que pode interferir na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional.

Por isso, nós do iCEV, trouxemos algumas dicas de como aprender a relaxar e acalmar a mente.

Para acalmar a mente agitada

O principal de tudo é aprender a reconhecer a ansiedade, identificar o estado de agitação para daí buscar técnicas de relaxamento. Existem diversas técnicas, como controlar a respiração, fazer meditação, praticar exercícios físicos ou ouvir música relaxante, o importante é procurar uma que te faça bem e manter os treinos constantes, dessa forma trabalhando para prevenir a ansiedade.

Respiração e relaxamento

Grande parte das técnicas de relaxamento, tanto da psicologia como do Yoga, tem uma base muito forte na respiração.
A ansiedade apresenta muitos sintomas físicos, então fazendo exercícios de respiração mais profunda, é como se fosse uma âncora, que tira a pessoa daquele turbilhão de pensamentos e fixa no momento presente, no aqui e agora.

Passo a passo da respiração

Desacelere sua respiração e esvazie os pulmões. Em seguida, inspire suavemente pelo nariz, contando devagar até quatro e deixando a barriga se expandir, a chamada respiração diafragmática. Por fim, expire suavemente, contando até seis. Tente respirar entre oito e 12 vezes por minuto, estabelecendo um ritmo confortável. O importante é manter uma rotina diária para essa prática.

Meditação

A meditação pode acalmar os pensamentos confusos, que podem ser a origem do estresse e ansiedade. Existem diversas várias filosofias e formas de meditar, mas todas promovem bem-estar físico e emocional. E o melhor de tudo, podem ser feitas em qualquer lugar, basta fechar os olhos e ter concentração.

Exercícios

Praticar pelo menos 30 minutos de exercícios, seja qual for, desde que te traga prazer, traz diversos benefícios para o corpo. Manter-se ativo também faz muito bem para as emoções, diminui a quantidade de cortisol, que é um hormônio ligado ao estresse, e libera endorfinas, que promovem o bem-estar. Além disso, é um ótimo momento para questionar seus pensamentos e refletir sobre possíveis soluções para seus problemas.

Uma boa terapia

Além de todas essas técnicas, o mais importante é o acompanhamento de profissionais que possam ajudar a controlar o nível de ansiedade. Uma boa conversa com um psicólogo pode aliviar a mente e manter a saúde mental em dia. Nesse período de quarentena, muitos estão fazendo atendimentos remotos, via mensagens e videochamada.

27 mar
O Trabalho Home Office: novas rotinas e métodos de melhoria de produtividade

A Lionbridge é uma empresa que fornece serviços de dados de localização e Aprendizagem de Máquinas, e emprega atualmente meio milhão de pessoas em 26 países. A Appen também fornece produtos de aprendizado de máquina e Inteligência Artificial, e possui 400 mil pessoas empregadas, distribuídas em 130 países.

O que estas empresas têm em comum? Além da modalidade de trabalho tradicional, possuem equipes de empregados trabalhando na modalidade Home Office.

Outro exemplo de empresa que utiliza Home Office é a GitLab, que foi fundada em 2012 e atua na área de gerenciamento de software. Todavia, o seu diferencial em relação às citadas anteriormente é que todos os seus funcionários trabalham exclusivamente Home Office. Com 850 colabores em 55 países, a empresa tem um valor de mercado de US$ 2,75 bilhões.

 

Poder das equipes remotas

Em março deste ano (2020), a GitLab publicou um relatório sobre: “O Futuro do Trabalho Remoto”. O principal aspecto a se destacar neste relatório é quanto ao verdadeiro poder das equipes remotas, de forma que seu potencial é desencadeado quando todos têm o poder de levar a organização adiante.

Dentre os seus trabalhadores, 56% disseram que todos na empresa podem contribuir para o processo, valores e direção da empresa, com 50% também optando por documentos compartilhados e contando apenas com reuniões como último recurso.

Os dois principais desafios apresentados na pesquisa são referentes a gerenciar a distração em casa e conseguira colaboração com colegas e clientes. No que se refere aos benefícios, podem ser destacados o aumento de produtividade, a eficiência, a moral da equipe e a lealdade.

 

Desafios do trabalho remoto

A modalidade de trabalho Home Office (também conhecida como teletrabalho) ficou muito evidenciada nesta semana, motivada pela crise de saúde pública decorrente do COVID-19. Muitos órgãos públicos, empresas privadas e faculdades fecharam as suas portas e passaram a trabalhar de maneira remota.

Nesta nova conjectura, equipes e gestores de uma sistemática pragmática presencial foram obrigados a trabalhar de uma maneira descentralizada e remota. Neste aspecto, uma prerrogativa preponderante deve nortear a equipe, a continuidade dos projetos ou serviços prestados.

Alguns pontos importantes do Home Office devem ser destacados, como a rotina de horário de trabalho, o horário de acordar, o período de trabalho, os intervalos etc. Até mesmo a mudança de roupa para ir ao trabalho (mesmo que seja uma roupa informal), ajuda a condicionar o cérebro a acreditar que estamos em um período de produtividade laboral.

Deve ser delimitado, em sua residência, um local para o trabalho. Tudo o que for necessário para as atividades diárias deve estar disponível neste espaço. Busque uma área em que a rotina doméstica não crie distrações.

 

Líderes de equipe e gestores

O uso de ferramentas é imprescindível, principalmente a videoconferência para reuniões de acompanhamento de atividades. As duas principais ferramentas gratuitas no mercado que possuem uma série de funcionalidade são Skype e Hangout.

Quanto aos softwares de videoconferências para uso corporativo destacam-se o Zoom e o Webex Meeting. Ambos possuem funcionalidades semelhantes, suporte a salas de conferência, gravação das salas, criptografia, compartilhamento de telas e identificação automática de interlocutor.

 

Slack

É interessante ter uma comunicação mais dinâmica com a equipe, todavia de maneira mais organizada. O slack (https://slack.com/signin) é um software de comunicação semelhante ao WhatsApp, possui aplicativo para celular e computador, todavia não existe necessidade de vincular ao número de uma linha móvel.

Existe a possibilidade de criar canais por assuntos e projetos, separando a comunicação entre as equipes de maneira mais estruturada.

 

Trello

A gestão do projeto em equipes descentralizadas também se torna obrigatória. Um sistema bem conhecido é o Trello (https://trello.com/), que possui aplicativo para celular e computador, e trabalha com o conceito de Quadros.

Cada quadro pode ser considerado um Projeto, e dentro destes podem ser criadas listas de atividades, nas quais são atribuídas datas de entrega, participantes, dentre outras funcionalidades. Possui integração com Google Drive, Box, DropBox e OneDrive.

Estabeleça métricas semanais realizáveis para a sua equipe, a fim de que exista um acompanhamento da produtividade da entrega, até mesmo um comparativo da produtividade em relação às semanas anteriores e projetos já executados.

 

Para a equipe

O uso de uma nuvem (Google Drive, DropBox e OneDrive) para compartilhamento do arquivo da equipe torna-se fundamental. Vale destacar a padronização, pois todos os membros da equipe devem usar a mesma nuvem.

Ferramentas de construção de documentos de maneira compartilhada agregam produtividade e celeridade na entrega, como Google Docs, Google Planilhas e Evernote.

 

 

Estabelecimento de metas

Por fim, individualmente, deve-se estabelecer metas diárias: conjunto de atividades que serão executas naquele dia. É importante que isto esteja anotado, já que a visualização de metas diárias atingidas é um fator bastante motivador.

O Google, por exemplo, possui uma ferramenta “Tarefas”, integrada ao Gmail, que possibilita uma forma bem interessante de realizar o seu planejamento diário. ToDolist é um App bem popular para celular que possui esta mesma funcionalidade.

Modelo de trabalho consolidado

Em um momento considerado de crise mundial, devemos entender que o modelo de trabalho Home Office é extremamente consolidado, adotado e validado, conforme contextualizado anteriormente.

Empresas como Lionbridge, Appen e GitLab possuem equipes descentralizadas em Home Office em diversos países, fazendo entregas de produtos e projetos de valores sem atrasos e produzindo lucros. É importante pontuar que estas empresas priorizam a produtividade destas equipes.

Diante do exposto, é essencial entender que seguir um método, usar ferramentas, acreditar na equipe e estabelecer métricas e marcos tornam factível o trabalho Home Office, bem como a entrega e a continuidade dos serviços.

25 mar
Nada de ficar parado!

Nada de ficar parado, hein? É importante manter-se ativo mentalmente, mas também fisicamente! Só que nada de academias.

Então uma ótima ideia é treinar em casa, de acordo com gostos e objetivos pessoais, por isso vamos te dar algumas dicas, além de sugestões de Apps e canais de treino:

Use roupas adequadas

É preciso usar um tênis apropriado para ginástica, ele serve para amenizar o impacto da atividade física nas articulações, principalmente em treinos que fazem você saltar e/ou flexionar o joelho.

Porém, se o treino for de Yoga, Pilates ou Alongamento não será necessário.

Não se esqueça de usar roupas leves. Nada de treinar de jeans! Exemplos de roupas legais para treinar em casa são: saia de malha, bermuda ou calça legging, top e blusinha confortável.

Tenha uma rotina de treinos

O primeiro de tudo é estabelecer um local na sua casa ou apartamento para isso, bem como um horário na qual esteja mais disposto aos exercícios.

Somente o profissional de educação física tem o conhecimento necessário para fornecer as orientações corretas sobre como treinar para conquistar os resultados que você deseja. Se já for acompanhado por um profissional, siga as dicas passadas por ele, mas se não procure treinos online prescritos por educadores físicos e se atente à postura.

Você pode seguir algumas regras simples e até bem conhecidas para organizar seu treino como: alternar grupos musculares; dias de descanso e tempo de pausa entre exercícios.

Faça um treino do seu nível

Há quando tempo você treina? Há quanto tempo está parado? Leve isso em consideração antes de pesquisar seus treinos online. Não adianta reproduzir um treino avançado se ainda não está familiarizado, isso aumenta a chances de lesões e dores fortes.

Espere de 4 a 6 semanas para mudar o nível, evolução também é importante! Assim, você torna seu exercício muito mais seguro e com menos chance de lesões.

Respire do jeito certo durante os exercícios

A respiração correta serve principalmente para auxiliar você a fazer seus exercícios com mais intensidade.

Na atividade física, fazemos esforço quando inspiramos (nariz) e vamos soltando o corpo à medida que liberamos a respiração (boca).

Pense em um abdominal por exemplo. A orientação é inspirar na subida e expirar na descida.

Já no alongamento, pilates ou yoga, a respiração é uma ferramenta fundamental para dar amplitude ao movimento e manter a concentração.

Hidrate-se

Antes de começar o treino em casa, tome água!Deixe também uma garrafa de água a mão, pois treinar faz suar e dá sede.O ideal é que você se mantenha hidratado de tal forma que em nenhum momento do treino, sinta muita sede.

A hidratação melhora o seu desempenho no treino, gerando mais disposição e um ambiente melhor para a tonificação dos músculos.Lembre-se de beber água depois do treino para se recompor.

Aplicativos de Treino

São inúmeros aplicativos de treino para os sistemas Android e IOS. Dentre as sugestões escolhidas há uma pluralidade de modalidades e intensidades, com treinos programados e acompanhamento de evolução.

BTFit

 

 

Nike

 

Adiddas

 

Exercícios em casa

Canais no Youtube

O YouTube é um domínio infinito de possibilidades, procure a modalidade que mais se identifica e separa a toalhinha para enxugar o suor do treino hard.

FitDance
Exercícios em casa
Boa Forma

24 mar
Sabe como tirar o melhor do seu tempo livre? Vamos te mostrar como

Essa pode ser uma oportunidade até para pensar em abrir um novo negócio

Que tal aproveitar esse tempo livre dentro de casa para descobrir mais coisas interessantes para fazer? O importante é manter-se ocupado e bem livre do ócio criativo, hein?

Colocar leituras em dia

Sabe aquele livro que sempre teve vontade, mas nunca tinha tempo? Aquela leitura que ficou pela metade há tempos? Pois agora é o momento de botar em dia!

Faça um balanço nas finanças

Será que você está sabendo gastar seu dinheiro? É uma ótima oportunidade para avaliar detalhadamente as finanças e repensar a forma de consumo. Também procure formas de investimento para fazer seu dinheiro render.

 Aprenda algo novo online

A internet é um mundo de possibilidades! Aprenda algo novo online de acordo com seus interesses, existem muitos canais no YouTube sobre os mais diversos assuntos e diversos cursos online gratuitos. Outra ideia é aprender um novo idioma ou reforçar o inglês, fica aí a dica.

Já vai pensando no TCC

Definir o tema do Trabalho de Conclusão de Curso pode ser bem complicado, pois então não perde esse tempo valioso! Vai pensando nos assuntos que tem mais afinidade e nos objetivos do seu TCC, que depois tudo descomplica.

Descubra novas formas de empreender

É a hora de pensar com calma em formas inovadoras e criativas de empreender, fundar sua Startup ou ter seu próprio negócio. Faz uma análise socioeconômica mais minuciosa, estuda as necessidades de mercado e vai fundo!

23 mar
Desconforto emocional em períodos de isolamento

Períodos de isolamento social podem ser difíceis de lidar, não é? O mal estar psicológico pode acontecer, fragilizando nossa capacidade de adaptação e reação ao estresse do confinamento, isso produz respostas fisiológicas e emocionais que podem impactar nosso sistema imunológico e o equilíbrio mental.

Existem formas de minimizar os efeitos dessa nova rotina (ou falta dela) causados pela pandemia. Veja como:

Evite excesso de informações desnecessárias

Procure assistir noticiários apenas uma vez ao dia. Não caia na armadilha da hiperinformação e no excesso angustiante de informações falsas ou exageradas.
Essas ações podem te levar a um estado mental de constante alerta, prejudicando o relaxamento e capacidade de discernimento. Lembre-se: Você tem condições de filtrar conteúdos e impor limites quanto a sua exposição a informações que alterem seu estado de humor.

Evite pensamentos vitimistas

Estar isolado não é uma punição e sim uma preservação e contribuição para o bem comum! Permanecer em casa por alguns dias é necessário, mas não é uma condição definitiva. Em breve, tudo voltará ao normal.
Lembre-se: Você tem condições de ressignificar o momento atual e dar a sua contribuição.

Evite a percepção de abandono

A solidão pode produzir tristeza em excesso, então aproveite esse tempo para transformar a solidão em solitude, a oportunidade de reflexão e a subjetivação pessoal.
Utilize a tecnologia e internet para estar conectado com as pessoas que ama. Manda uma mensagem, faz videochamada e liga para saber se está tudo bem.
Lembre-se: Você tem condições de se fazer presente, mesmo que não fisicamente.

Evite o pessimismo

O pessimismo impede a percepção de novos cenários. Quando estamos amargurados, nosso mundo interior fica embrutecido e nossas reações e comportamentos podem ser destrutivos, ferindo aqueles que estão à nossa volta e nos impedindo de enxergar soluções.
Lembre-se: Você tem condições de pensar diferente a fim de aliviar as dores produzidas pelo momento atual. Permita-se.

Evite não fazer nada

Se o ócio não for criativo, pode conduzir a um estado de letargia existencial, ou seja, quase uma inconsciência do existir. Encontre nas atividades manuais e nas atividades físicas que possam ser executadas em casa um meio para aliviar desconfortos e para preencher o tempo.

Evite uma agenda sem compromissos

Organize seu tempo, incluindo períodos voltados a sua atividade profissional. Respeite intervalos como o almoço, pausas para o café e término de expediente. Não abra mão do tempo livre! Leia, interaja com outras pessoas e descanse! Lembre-se: Gerencie sua agenda, considerando o momento atual sem perder de vista seus propósitos mais elevados.

Evite o individualismo

Possivelmente dividimos nosso espaço de confinamento com outras pessoas no núcleo familiar. Sua individualidade é importante, mas dimensão coletiva não pode ser ignorada. É importante que todos tomem consciência das dificuldades atuais, exercitando empatia, firmando acordos e regras de convívio, e buscando um elevado espírito de colaboração e apoio mútuo, a fim de tornar a vida agradável durante esse período.

Evite enxergar uma única perspectiva

Crianças, idosos e portadores de deficiências, pacientes com baixa imunidade e doenças crônicas devem ser ouvidos e priorizados, pois têm perspectivas e necessidades peculiares.
Conversar, escutar, compreender e estabelecer rotina solidária inclusiva é importante para que as limitações impostas pela pandemia possam ser assimiladas e seguidas. Adapte as restrições diminuindo a sensação de perda e impedimento.

Lembre-se: Você tem condições de explicitar os motivos das limitações e alterações de rotina, minimizando sentimentos negativos em relação ao novo contexto.

Fonte: Marcos Wagner (psicanalista) e Karoline Paiva (psicóloga)

11 mar
Entenda o que é Neuromarketing e como aplicar essa ciência na sua estratégia de marketing

O que leva o consumidor a decidir comprar um produto ou contratar algum tipo de serviço? O Neuromarketing explica

O neuromarketing é uma área da ciência que busca estudar e compreender os fatores que influenciam um consumidor na decisão de compra

Neuromarketing é uma junção de duas palavras: neurologia e marketing. Ao criar o conceito o cientista Ale Smidts tinha como objetivo compreender qual a influência neurológica que determinadas ações de marketing têm no comportamento do consumidor, possibilitando o entendimento e a criação de campanhas mais efetivas.

O que leva o consumidor a decidir comprar um produto ou contratar algum tipo de serviço? Muitos pensam que a resposta é o preço, outros acham que o fator determinante é a qualidade do produto. Alguns, por outro lado, afirmam que a apresentação é o que realmente faz a diferença.

Como podemos ver, não há um consenso. As respostas para essa questão são, muitas vezes, fruto de intuição, o que torna qualquer conclusão bastante subjetiva — e o que não é de grande ajuda para uma estratégia de marketing.

Ainda assim, buscar compreender o que influencia o comprador no momento da decisão de compra é essencial para uma empresa. Afinal, com essa informação, é possível desenvolver ações muito mais eficientes para impactar a persona de modo positivo.

O que é neuromarketing?

O neuromarketing é uma área da ciência que busca estudar e compreender os fatores que influenciam um consumidor na decisão de compra. A partir disso, é possível traçar técnicas e métodos benéficos para as atividades de sua empresa.

Para explicar melhor o conceito, iremos destrinchar a origem do termo. Neuromarketing, como você já deve ter notado, é uma junção de duas palavras: neurologia e marketing. O autor da terminologia é o professor Ale Smidts, da Erasmus University, na Inglaterra.

Contudo, quem tornou o neuromarketing popular foi um pesquisador de Harvard, o doutor Gerald Zaltman. Formado em medicina e com acesso aos aparelhos da área, Zaltman decidiu utilizar equipamentos de ressonância magnética para pesquisas com fins mercadológicos.

Mapeando a atividade do cérebro humano quando exposto a estímulos de marketing, Zaltman foi capaz de estimar a real influência neurológica que determinadas ações têm no comportamento do consumidor.

Em 2000, o neuromarketing foi registrado pelo pesquisador como uma ferramenta de marketing. Até hoje, seus métodos são replicados e utilizados para um melhor entendimento do que acontece na cabeça de uma pessoa quando ela decide que vai comprar o produto x, e não o produto y.

Como o conceito funciona na prática?

Para melhor entender a aplicação do neuromarketing, é preciso compreender que o processo de decisão de compra ocorre, em grande parte, no subconsciente do indivíduo. Dessa forma, perguntar diretamente se alguém gosta de um produto pode não gerar uma resposta absolutamente verdadeira.

Com os métodos utilizados nessa ciência derivada da neurologia, porém, os pesquisadores têm acesso a uma área mais profunda do cérebro humano. Ao usar a ressonância ou outras tecnologias de medição de atividade cerebral, é possível medir a resposta de forma mais exata.

Imagine, então, que você está em dúvida se a embalagem do seu produto deve ser azul ou rosa. Ao apresentar as duas opções para alguém, se aplicado o neuromarketing, você consegue mais do que a opinião pessoal da pessoa.

Observando suas atividades cerebrais, é possível entender de que forma seu subconsciente reage a cada uma das opções. Assim, fica claro qual alternativa produziu um impacto mais positivo, ou seja, com maiores chances de incentivar a tomada de decisão.

Como o neuromarketing pode beneficiar seu negócio?

Melhora a tomada de decisão

A aplicação do neuromarketing pode potencializar os resultados de seu negócio. O motivo é bem simples: ao entender o quê, de fato, influencia o consumidor a definir uma compra, você tem a possibilidade de realizar ações que explorem esse aspecto.

Permite o desenvolvimento de produtos mais direcionados ao público

Imagine, por exemplo, o processo de elaboração de um novo produto. Não basta criar um item inovador se ele não exerce certo apelo sobre sua persona. Assim, é preciso entender o que ela espera do produto, ou melhor, qual tipo de produto pode fazer com que seu subconsciente a influencie a realizar a compra.

Proporciona a criação de campanhas publicitárias mais efetivas

O mesmo é aplicado a campanhas publicitárias. Mesmo que você considere que conhece profundamente as motivações de sua persona, é importante considerar o formato utilizado. Em alguns casos, mesmo que isso não seja evidente, o consumidor se sente mais atraído por um tipo de campanha específico.

Aprimora a experiência do consumidor

Se você nota, por exemplo, que um vídeo descontraído sobre o seu produto gera mais reações positivas do que um tutorial detalhado, já sabe qual abordagem deve utilizar. Tudo isso evidencia um benefício ainda mais importante: a otimização da experiência do consumidor.

Como sabemos, vivemos na era do consumidor 4.0Esse perfil dá extrema atenção à forma como é tratado pelas empresas e preza por um atendimento personalizado. Com o uso do neuromarketing, é mais fácil entender como criar uma experiência positiva, ação que retém clientes e gera novas oportunidades de negócio.

Quais são as principais formas de aplicação dessa ciência?

Neste ponto, você já entendeu o que é neuromarketing, como ele funciona e quais benefícios ele pode trazer para o seu empreendimento. Mas, afinal, quais técnicas dessa ciência podem ser utilizadas para aprimorar as atividades de sua empresa no mercado? No restante do texto, responderemos a essa pergunta.

Psicologia das cores

Talvez uma das aplicações mais famosas do neuromarketing, a psicologia das cores é ou já foi utilizada por grandes empresas, como o McDonald’s, o Facebook e a Coca-Cola. Seu ponto de partida é o entendimento de que os aspectos visuais são os que mais influenciam o comportamento do consumidor.

A partir disso, o trabalho da empresa é identificar as cores que devem ser utilizadas para causar o impacto desejado no público. Você já parou para imaginar o motivo de o McDonald’s empregar a cor amarela em sua logo, assim como várias outras franquias de fast food?

É que, primeiramente, trata-se de um tom chamativo, o que faz com que o consumidor identifique o estabelecimento mesmo à distância. Além disso, acredita-se que o amarelo possa despertar o apetite da pessoa, o que eleva seu nível de consumo dentro do restaurante.

Vale lembrar que a percepção pode variar de acordo com a pessoa. Buscando variar os resultados, algumas marcas optam por mesclar várias tonalidades. A seguir, confira outras cores e o efeito que elas podem causar no indivíduo:

-azul: confiança e segurança;

-vermelho: emoção e paixão;

-laranja: sentimento agradável e amigável;

-verde: tranquilidade e serenidade;

-roxo: inovação e inteligência;

-rosa escuro: alegria e jovialidade;

-rosa claro: romance e delicadeza

-preto: luxo;

-branco: transparência.

Storytelling

Na era do marketing 4.0, o consumidor não se sente impactado com publicidades focadas no produto ou mesmo nos benefícios que ele pode trazer. Para ele, esse tipo de abordagem tem um valor muito menor do que a indicação de pessoas em quem confia.

Assim, as empresas precisaram mudar sua forma de apresentação de produtos. Por isso, em vez de mensagens demasiadamente objetivas, os esforços de marketing buscam dar um grau de subjetividade à campanha. Como fazer isso? Com o uso do storytelling.

Por meio de narrativas que não necessariamente envolvem o produto, a marca consegue ativar o lado emocional do espectador. Ele se identifica com a história e absorve o conteúdo sem pensar que está sendo direcionado a uma decisão de compra.

Em seu subconsciente, porém, a persona cria um laço emocional com a campanha, o que contribui para a imagem da marca e permite que a mensagem final seja compreendida de forma mais natural.

Posicionamento dos elementos de uma imagem

Seja para um post em redes sociais, seja para a embalagem de um produto, é preciso prestar bastante atenção na forma como os elementos de uma imagem estão posicionados. Um exemplo são as figuras que contam com a foto de uma pessoa acompanhada de informações sobre um produto.

De acordo com estudos, o direcionamento do rosto da pessoa tem papel fundamental na percepção dos consumidores. Se a figura está direcionada para frente, encarando o visualizador, esse tende a manter sua atenção no rosto à sua frente.

Por outro lado, se o rosto está voltado para o texto ou para outro elemento da imagem, o instinto leva o observador a direcionar sua atenção para lá. Essas conclusões contaram com o auxílio da tecnologia de rastreamento ocular.

Gatilhos mentais

Os gatilhos mentais são umas das principais técnicas utilizadas por profissionais de marketing para influenciar uma decisão de compra. A ideia é transmitir ao consumidor uma informação, objetiva ou subjetiva, que desperte nele a necessidade de consumo.

Um dos gatilhos mais conhecidos e empregados é o de escassez. O objetivo é fazer com que o cliente absorva um senso de urgência na sua jornada como consumidor, acelerando a decisão. Frases como “compre já” ou “por tempo limitado” são utilizadas com esse fim.

Outro gatilho é o da exclusividade. Ele é muito utilizado em estratégias de Marketing de Conteúdo que oferecem materiais exclusivos para seus assinantes.

A mesma ideia é aplicada em redes sociais para convocar seguidores a assistirem uma live. A noção de que terão acesso a algo que não está disponível para todos motiva as pessoas a realizarem uma ação.

As técnicas de neuromarketing podem trazer benefícios significativos para o seu empreendimento, especialmente na relação com o consumidor. É preciso lembrar, porém, que o cliente deve ser tratado como o foco do seu negócio e, por isso, é importante utilizar esses métodos de forma ponderada e estratégica.

Só no iCEV tem!

Sabia que aqui no iCEV nós temos a disciplina de Neuromarketing no curso de Administração? Empreendedorismo, inovação, aplicabilidade da teoria na prática, networking e muito mais, o nosso curso de Administração prepara alunos em líderes e oferece uma formação diferenciada, que alinha experiência de mercado a metodologia acadêmica. É mais uma inovação que trazemos para nossos estudantes terem o mindset vencedor.

Fonte: Rock Content 

08 mar
As leis brasileiras sobre direitos das mulheres — e os avanços necessários

Juridicamente, a legislação é considerada avançada, mas a aplicação e efetividade das políticas públicas faz do país um lugar inseguro para mulheres

Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil

A legislação brasileira voltada à defesa dos direitos fundamentais das mulheres tem conquistado inúmeros avanços nos últimos anos, principalmente com a criminalização do assédio sexual e a tipificação do feminicídio como homicídio qualificado.

Esses avanços não foram capazes, porém, de conter a escalada da violência contra o gênero feminino, que se mostra alarmante no país. No começo deste ano, a ONG internacional Humans Rights Watch (HRW) definiu como “epidemia” os casos de violência doméstica no Brasil.

Por meio de uma investigação, a organização denunciou que hoje existem 1,2 milhão de casos de agressões contra mulheres pendentes na Justiça.

Outro levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado na semana passada, também revela um panorama dramático da desigualdade de gênero no país. Durante o ano passado, uma em cada quatro brasileiras foi vítima de algum tipo de violência, mostrou a pesquisa.

Samira Bueno, diretora do FBSP, interpretou os resultados com preocupação: “Para sofrer violência basta existir como mulher no Brasil. É no ônibus, no trem, em casa…”.

Ana Paula Braga, advogada especialista em direito das mulheres do escritório Braga & Ruzzi, explica que o problema não é a falta de leis, mas sim a garantia da efetividade delas.

“As legislações brasileiras são boas e deveriam ser capazes de fornecer a proteção jurídica esperada. É preciso que ela seja aplicada adequadamente. Não adianta termos uma lei que trata de violência doméstica se a justiça ainda acredita que esses casos se resumem a briga de marido e mulher”, afirma.

A violência contra a mulher se alastra para todas as esferas de sua vida, principalmente a profissional e a social. Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade do Ceará, em 2016, mostrou que a renda perdida anualmente por conta da violência pode chegar a 975 milhões de reais.

 

Um histórico de mobilizações

Até 1962, as mulheres casadas só podiam trabalhar fora de casa se o marido permitisse, uma limitação imposta pelo Código Civil de 1916. As próprias mulheres se mobilizaram e apresentaram propostas década após década para mudar o quadro legal. Também até bem pouco tempo não era considerado juridicamente possível que houvesse estupro entre cônjuges e assassinato por honra era algo aceitável.

São exemplos marcantes de uma luta que existe há muito tempo e que se faz ainda mais presente a partir dos anos 1970. No Brasil, esse foi um período de fortalecimento dos movimentos sociais e de embate desses movimentos com o regime autoritário de governo. Após mais de 20 anos de regime ditatorial, mudanças aconteciam não só na forma de governo, mas começavam a acontecer nas políticas públicas.

(Rovena Rosa/Agência Brasil)

Ao mesmo tempo em que denunciavam pautas gerais, as mulheres nos movimentos passaram também a levantar temas específicos à sua condição como direito a creche e direitos trabalhistas, saúde, sexualidade, contracepção e violência contra a mulher. Pressões se dirigiram a diferentes níveis de governo, dependendo da distribuição de competências em cada campo de política pública – municipal, estadual e federal.

Sob impacto desses movimentos, na década de 80 foram implantadas as primeiras políticas públicas com recorte de gênero: o primeiro Conselho Estadual da Condição Feminina, em 1983, e a primeira Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em 1985, ambos no Estado de São Paulo. Essas instituições se disseminaram a seguir por todo o país.

Alguns anos depois, a Constituição de 1988 foi outro marco importante, ainda que muitas vezes mais no papel que na prática: organizada em torno da bandeira “Constituinte pra valer tem que ter palavra de mulher”, a Carta das Mulheres Brasileiras estruturou propostas para a nova Constituição. Diversas propostas dos movimentos sociais – incluindo temas relativos a saúde, família, trabalho, violência, discriminação, cultura e propriedade da terra – foram incorporadas.

Leis para as mulheres: garantias e problemáticas

Sem dúvidas, a Lei Maria da Penha (11.340/06) é a principal legislação do Brasil de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica.

Ela determina a prisão do suspeito de agressão, trata a violência em casa como agravante para aumento de penas, ordena o afastamento do agressor da vítima e de sua família e garante assistência econômica em caso de dependência econômica da mulher.

“A Lei Maria da Penha trouxe inúmeros benefícios para a questão da violência doméstica. Contudo, o problema social é tão grande, que as mulheres ainda são violentadas no Brasil. Mesmo quando a legislação é boa, as políticas públicas não dão respaldo para a execução dessa questão”, afirma a advogada Monica Sapucaia, especialista em direito político e econômico e co-autora do livro Women’s Rights International Studies on Gender Roles.

A reflexão da especialista é reforçada quando se olha os dados de feminicídio (assassinato de mulheres em decorrência do gênero) registrados no Brasil neste ano.

Levantamento do pesquisador da Universidade de São Paulo Jefferson Nascimento mostra que nos dois primeiros meses do ano, 201 casos de feminicídio foram contabilizados. Se as tentativas forem levadas em conta, o número salta para mais de 300.

“Quando o feminicídio vai a julgamento no júri, o caso, normalmente, é tratado como ‘crime passional’”, diz Ana Paula Braga.

Em 2018, a Lei da Importunação Sexual (13.718/2018) entrou em vigor e define como crime a realização de ato libidinoso na presença de alguém e sem seu consentimento, como toques inapropriados ou beijos “roubados”, por exemplo.

Neste carnaval, o primeiro em que o ato foi criminalizado, só em Minas Gerais foram presas 27 pessoas por descumprirem a lei — outras cidades ainda não divulgaram o balanço das operações do feriado.

 

Fonte: Exame e Politize 

26 fev
Como treinar seu cérebro para trabalhar melhor sob pressão

Psicólogo ensina três maneiras de treinar o cérebro para evitar sentimentos negativos em situações estressantes

Prazos apertados, cobrança dos superiores, necessidade de entrega, metas a cumprir, grandes apresentações e reuniões com os clientes. Esses fatores fazem parte da rotina de grande parte dos profissionais e demandam uma habilidade importante: saber trabalhar sob pressão. Desconsiderando pré-disposições pessoais, é possível treinar o cérebro para lidar melhor com esses momentos de pressão, de acordo com o psicólogo Arthur Markman, da Universidade do Texas.

Mas antes de aprender as técnicas, Arthur explica que é preciso entender o conceito de pressão. Em suas pesquisas, o acadêmico descobriu que existem duas facetas da pressão que levam a comportamentos previsíveis. O primeiro é um foco em todas as coisas que poderiam dar errado, se distanciando do potencial das coisas boas que cercam os profissionais. O segundo é uma atenção na própria performance, que pode ser difícil de lidar quando o profissional começa a notar coisas que são feitas no automático.

Como trabalhar melhor sob pressão?

A partir disso, o psicólogo afirma que existem três maneiras de treinar o cérebro para trabalhar melhor sob pressão.

Gerenciar recompensas

Uma das razões pelas quais os profissionais costumam perder o foco e a atenção quando trabalham sob pressão é porque o mundo está estruturado em torno de coisas positivas. Então, quando o colaborador se sente ameaçado, as condições parecem ruins para seu estado de espírito e sua motivação. As pesquisa de Arthur sugerem que os trabalhadores são mais criativos quando há uma combinação entre recompensas do ambiente e a motivação pessoal.

Ou seja, quando alguém está focado em conseguir algum resultado positivo, a pessoa é mais criativa quando há pequenas recompensas pelo seu trabalho, ao invés de pequenas perdas em potencial. No entanto, quando o funcionário está focado em um resultado negativo (como acontece quando se trabalha sob pressão) acontece o contrário: ele é mais criativo quando há pouco a perder do que quando há pequenas recompensas.

Na prática, quando se trata de trabalhar sob pressão, o ideal é criar um sistema no qual se evite as perdas para concluir alguma tarefa. Uma forma de fazer isso é colocar um saco de doces ou dinheiro como prêmio. Se a tarefa for realizada com sucesso, o profissional ganha o prêmio, mas cada vez que ele fizer algo que não tenha relação com o trabalho a ser feito, ele retira um pouco do prêmio. Arthur afirma que essa estratégia ajuda a manter o foco, mas também estimula a criatividade e o raciocínio.

Treinar, treinar e treinar 

Trabalhar sobre pressão é algo desagradável, por isso muitas pessoas tendem a procrastinar. Como consequência, os profissionais podem agravar a pressão que enfrentam pelo fato de estarem despreparados. O trabalho da cientista cognitiva Sian Beilock aponta que treinar as situações em que é preciso lidar com pressão é melhor para a entrega. Assim, o profissional pode se acostumar com os efeitos da pressão, sem que um desempenho ruim manche sua reputação.

Arthur dá como exemplo a prática de falar em público. Se o profissional acredita que não seja bom nisso, ele deve praticar seu discurso antes, preferencialmente sozinho e no local em que ele será realizado. Depois, ele pode treinar com colegas. Além disso, ele pode tentar fazer palestrar para grupos para treinar falar na frente de outras pessoas. Com o tempo, o treino fará com que a pressão tenha menos efeito.

Focar nas coisas certas

Na hora de treinar, o profissional deve se preparar para o que ele irá pensar quando tiver que trabalhar sob pressão. Porque, nesse tipo de situação, as pessoas prestam mais atenção em aspectos do seu desempenho e precisam focar em pensamentos produtivos. Em uma negociação, por exemplo, é possível que o profissional se atente à forma como ele está falando, seus gestos e tom de voz. Nada disso o ajudará a negociar melhor porque a probabilidade de falar de forma eloquente e natural é maior quando a pessoa não está prestando atenção nesses fatores.

O psicólogo recomenda fazer negociações simuladas com os colegas para praticar e ir anotando em uma folha os elementos mais importantes da negociação. Ele acrescenta que contribui tentar olhar para as anotações frequentemente assim, em uma situação real, o cérebro vai buscar monitorar como andam os elementos da negociação, ao invés de como o profissional está se saindo.

Fonte: Na Prática 

25 fev
As áreas que terão empregos no futuro, segundo Bill Gates

Bilionário e segundo homem mais rico do mundoindica setores que serão "agentes de mudança",propiciando maior número de oportunidades

Alex Wong/Getty Images/AFP

Se você não tem certeza sobre qual carreira seguir, Bill Gates pode te dar algumas dicas. O cofundador da Microsoft e segundo homem mais rico do mundo (com uma fortuna acima dos US$ 90 bilhões) financia áreas que considera promissoras, indica livros sobre o futuro da humanidade e participa ativamente de discussões sobre o poder e o impacto da tecnologia em nossas vidas.

Durante uma entrevista concedida recentemente em Nova York, ao lado de sua esposa, Melinda Gates, ele defendeu que há uma demanda enorme por talentos em várias áreas. “Mas, se você puder direcionar seus talentos para programação, ciência, biologia avançada ou para criar inovações no setor de energia, terá boas oportunidades. Estas áreas serão as maiores fontes de mudança”, afirmou segundo relatou a CNBC.

Isso não quer dizer, necessariamente, que as pessoas devem virar programadoras altamente especializadas. Para Bill Gates, é preciso ter, ao menos, “um mínimo conhecimento” nessas áreas. Ele também defendeu que habilidades em matemática e economia, por exemplo, irão ajudar os profissionais de forma significativa.

Segundo Gates, há múltiplos caminhos para o sucesso mas, se “a ciência te agarrar… é aí que está a oportunidade. Quanto mais você puder aprender ciência, mais verá onde a próxima oportunidade estará”.

Fonte: Época Negócios

31 jan
6 desculpas que deve parar de dar a si mesmo

Sabe aquelas mentirinhas que contamos para nós mesmos, só para procrastinar mais um pouco? Pois é, está na hora de deixá-las para trás! Vamos te mostrar algumas desculpas para identificá-las deixá-las de lado agora mesmo!

1 – “Estou confortável aqui, não há motivos para tentar outra coisa”

O conforto e a estabilidade podem ser seu pior inimigo, te impedem de correr atrás de novos desafios.

Se sente que está fazendo apenas coisas que já conhece, não está aprendendo nada de novo ou não está se arriscando o suficiente para conquistar o que quer, você está na sua zona de conforto.

Procure novos desafios, faça algo fora dessa zona e sinta-se vivo.

2 – “Estou com medo de não dar certo”

Ter medo e cautela é importante, mas deixar que isso te paralise pode atrapalhar no descobrimento do seu potencial.

É aquela coisa, você nunca sabe vai ter sucesso se não tentar. Esse medo é geralmente o receio de sair da zona de conforto

Embora existam obstáculos, você é capaz de superar as adversidades e aprender com elas.

3 – “Alguém deve fazer isso melhor”

Não deixe algo para alguém fazer, se você pode fazer do seu jeito e ainda tirar o máximo proveito e aprendizado disso. Pensando que pode sempre deixar para outra pessoa fazer, você perde a oportunidade de mostrar do que é capaz e, consequentemente, outra pessoa irá se destacar.

Se você puder tomar a frente de uma situação, enxergar algo que precisa ser feito ou criado, não espere que outro tome a sua frente.

4 – “Eu faço isso depois”

A procrastinação é um problema terrível que muitas pessoas acabam se envolvendo. Ao executar suas atividades somente no último minuto, você se força a fazer as coisas tomado pela pressa, executa sem a mesma precisão, peca pela falta de planejamento e tende a cometer muitos mais erros. Jogando as suas tarefas para depois, você está empurrando suas responsabilidades para o último instante e, talvez, pode ser tarde demais para executá-lo.

5 – “É muito difícil”

Você pode se surpreender com a sua capacidade, não se subestime! Se for muito difícil, você tenta! Com toda certeza haverá muito aprendizado mesmo se não der certo.

6 – “Não tenho o que fazer, não foi culpa minha”

É muito importante perceber que você precisa assumir a responsabilidade por si mesmo, isso demonstra maturidade. Além disso, não ficar

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