12 nov
6 dicas para escolher bem sua faculdade

O primeiro desafio do processo para entrar numa universidade é decidir em qual delas você gostaria de entrar. A escolha pode ser feita ao acaso, por recomendações de amigos e parentes ou pode ser o resultado de meses de pesquisa. De qualquer maneira, é importante estar feliz com as suas escolhas.

Com isso em mente, existem algumas coisas que você pode considerar na hora de escolher a faculdade que podem fazer toda a diferença. São elas:

1 – Tenha certeza de que você escolheu o curso certo

É fundamental que não exista nenhuma dúvida sobre o curso escolhido. Afinal, entrar na faculdade significa dedicar pelo menos quatro anos da sua vida com estudos e muitos anos mais trabalhando na área. Por isso, vale a pena se dedicar e pesquisar opções de trabalho, salário, além de descobrir mais sobre o curso (nessa tarefa o Google é seu amigo).

2 – Consulte rankings de universidade

Para as faculdades brasileiras existe o Ranking Universitário Folha, onde você pode conferir a colocação das faculdades por curso e localização, em categorias como qualidade de ensino, avaliação do mercado e avaliação no Enade. É importante escolher a faculdade que mais se adequa com você. Esses números podem ajudar a descobrir qual é essa instituição, mesmo que ela não seja o primeiro lugar.

3 – Descubra o conteúdo do curso

A grade de matérias costuma estar disponível no site da faculdade. Caso o site da faculdade não ofereça essa informação, sempre vale a pena ligar para o lugar ou procurar entrar em contato com alunos.

4 – Confira as atividades extracurriculares disponíveis

A vida universitária é mais do que estudar. Por isso, times esportivos, clubes de leitura e aulas extras costumam ser oferecidas por faculdades. Encontrar alguma atividade que se encaixe com você pode ser o diferencial entre as instituições que mais lhe agradam.

5 – Pense em onde você vai morar

Considere que talvez você tenha que se mudar, ou passar mais tempo ou menos tempo no transporte dependendo da faculdade escolhida. Se o caso for de encontrar uma nova casa, confira preços de alojamentos próximos à faculdade – isso ajuda a reduzir os custos. Também pode ser uma boa ideia procurar alguém com quem dividir uma casa ou apartamento.

08 nov
8 dicas de ouro para uma redação nota 1000

Faltam poucos dias para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, marcadas para os dias 4 e 11 de novembro. Uma das etapas da avaliação consiste em escrever uma redação com base em um tema proposto, contemplando algumas competências linguísticas.

Algumas dicas podem ser valiosas e ajudar a ter sucesso na prova de redação, fazendo a diferença na pontuação final.

Dicas para fazer uma boa redação

  1. Observe atentamente a proposta de redação. Veja o que é solicitado, identifique o foco da questão levantada e vá direto ao assunto, sem rodeios. Deixe sua tese explícita, de forma que não gere nenhum tipo de dúvida para a banca de correção.
  2. Explore o seu conhecimento de mundo, indo além do que se apresenta na coletânea. Trabalhe com domínio o seu repertório cultural adquirido ao longo de anos de estudo e leituras.
  3. Faça referências a outras disciplinas, de modo que as matérias estudadas ao longo dos anos do Ensino Médio, principalmente, dialoguem entre si e, dessa forma, auxiliem na elaboração de argumentos contundentes e relevantes.
  4. As citações são importantes e podem ser o diferencial do seu texto, mas cuidado ao fazê-las. Valorize argumentos de autoridade, entretanto, tendo exata noção de quando e em que contexto aplicá-los. Não basta citar, é imprescindível, na sequência, propor uma reflexão autoral sobre o que foi citado.
  5. 5. Elabore a conclusão de seu texto com uma boa proposta de intervenção, respeitando e explorando seus componentes: agente, ação, meio e finalidade. Aprofundá-los em termos de ideias, de modo a deixar claro seu grau de envolvimento e empatia com questões sociais que, em regra, são a tônica das propostas do Enem.
  6. Cuide para que seu texto tenha coesão e coerência. Para manter a coesão, tenha cautela ao usar os conectores, com base nos seus valores semânticos. A disposição das ideias dentro do texto é que lhe atribuirão coerência.
  7. Fuja dos clichês. Referências comuns tendem a empobrecer seu texto. Seja criativo, use seu nível de informação.
  8. Trabalhe o seu texto de forma cíclica, para que sua redação dê aos leitores a sensação de começo, meio e fim bem definidos.

07 nov
7 motivos para escolher iCEV em 2019

1 – Método de ensino: case method

O método ativo de aprendizagem é um dos maiores diferenciais do iCEV – Instituto de Ensino Superior. A aposta no protagonismo do aluno inspira-se no case method, adotado pelas mais renomadas escolas de negócios do mundo, como a Harvard Business School, nos EUA. O modelo é também conhecido como “sala de aula invertida”: conteúdos e textos são disponibilizados na plataforma online do aluno antecipadamente.

2 – Diálogo entre as escolas

O iCEV é organizado em três eixos temáticos, comandados pelas nossas escolas: Escola de Direito Aplicado, Escola de Negócios e Gestão e Escola de Tecnologia Aplicada. As escolas dão amplitudes maior aos cursos e discussões – e, consequentemente, a formação dos alunos. Há cursos de curta duração e experiências práticas como o Laboratório de Práticas Empreendedoras, que conectam alunos de cursos distintos e em períodos diferentes do cursos para a troca de experiência e conhecimentos.

3 – Incentivo ao segundo idioma

Para formar o líder do futuro, os cursos da Escola de Negócios e Gestão do iCEV oferecem a disciplina English for Business & Technology – são aulas práticas de inglês com foco em conversação para negócios. Investir na fluência em uma segunda língua é passo importante para formar profissionais globais, capazes de comprar e vender produtos sem fronteiras.

4 – Aulas práticas

Já reparou que é botando a mão na massa que a gente aprende? O iCEV não subestima o potencial dos alunos – desde o primeiro período as disciplinas são práticas, com foco sempre no exercício dos estudantes e simulações de casos reais – como o curso de Jurisprudência do Direito Constitucional, com professor Pedro Felipe,  No curso de Administração a experiência prática ainda é complementada pelos depoimentos reais de empresários de sucesso!

5 – Laboratório de práticas empreendedoras

Os encontros com a tecnologia e inovação são frequentes na Escola de Negócios e Gestão: são momentos de testar novas ideias, no Laboratório de Práticas Empreendedoras – o The Hub. A iniciativa  é uma incubadora de startups, onde jovens empreendedores e desenvolvedores trocam experiências e discutem tomadas de decisões com supervisão dos mestres Victor Hugo e Thiago Rodrigo.

6 – Dois professores em sala de aula

O iCEV conta com a prática da tutoria: todas as disciplinas possuem um tutor, estudantes de cursos ou áreas afins que auxiliam os professores na preparação das aulas, correção de provas e atividades. A presença do tutor possibilita um acompanhamento mais individualizado no aprendizado de cada aluno – os tutores organizam revisões e ajudam a tirar dúvidas sobre os conteúdos – e, de quebra, serve como experiência para os jovens que pretendem seguir carreira na docência.

7 – Resultados

No curso de Direito, a preparação para a OAB e concursos começa desde o primeiro período  – o aluno é colocado em contato com as disciplinas jurídicas e com a prática jurídica desde o primeiro período da graduação. Na Administração, o reforço vem com auxílio para o planejamento de carreira e formação de empreendedores. Mais do que excelentes alunos, o iCEV forma profissionais de sucesso que serão desejados pelo mercado!

06 nov
Como escolher o curso certo para o seu perfil?

Procure conhecer bem a si mesmo e aos cursos e carreira que pretende seguir. Com certeza você já ouviu muito isso, mas de fato esse encaminhamento é a melhor forma de escolher uma profissão. E buscar referências e informações com amigos, familiares, amigos dos seus pais e outras pessoas que já estão no mercado de trabalho ou na faculdade é a melhor maneira de conseguir esse conhecimento.

Além disso, Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO’S Recursos Humanos e responsável pelo programa de orientação de carreiras “Jobs of the Future”, defende que o estudante, antes de escolher um curso, pense na carreira que deseja para a vida. “Hoje, mais importante do que a profissão é a carreira que você constrói. O mercado pede expertise, que á soma de conhecimentos multidisciplinares com experiências múltiplas – não necessariamente de trabalho, mas de vida”, diz ela.

Isso exige dois passos. Primeiro, é preciso olhar para dentro de si e analisar suas habilidades, gostos e personalidade. Depois, deve procurar as carreiras que possam combinar com você e buscar a maior quantidade possível de informações sobre elas. Veja palestras, congressos, pesquise sobre o mercado, converse com profissionais da área. Conhecer a universidade e tentar participar de atividades por lá, incluindo até algumas aulas, também pode ajudar você a se decidir.

O intuito, nessa etapa, não é decidir por uma profissão, como geólogo ou médico. É descobrir áreas e temas de interesse com os quais você gostaria de trabalhar a longo prazo – por exemplo, exploração mineral ou cirurgia infantil. “Há carreiras, como a nanotecnologia, que podem ser aplicadas em vários segmentos. Não adianta escolher um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele”, completa Denise.

Como fazer a escolha certa

1 – Analise-se: liste suas habilidades, gostos e personalidade.

2 – Busque informações de fora: procure as carreiras que permitirão aplicar e desenvolver suas habilidades e gostos e junte a maior quantidade possível de informações sobre elas

A ideia é que, se você já sabe aonde quer chegar na carreira, terá mais clareza para definir os passos e ferramentas necessários para isso – como os cursos de graduação e especialização que vai fazer, os idiomas que precisa aprender, estágios e a melhor instituição para estudar (dependendo do lugar, os cursos podem ter focos diferentes), por exemplo. “Com esse preparo, ao final do curso a sua inserção no mercado de trabalho já será mais natural”, afirma Denise.

Pergunte-se:

– Em que profissões poderei usar as habilidades que já tenho?

– Eu conheço bem o curso que pretendo fazer? Já dei uma olhada na grade para ver que matérias vou estudar?

– Em que locais, empresas e cargos poderei aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade?

Em relação à profissão escolhida, reflita e escreva em um papel as respostas às seguintes questões:

Sobre a profissão que você pensa em fazer:

– Que atividades terei de fazer nessa profissão e vou gostar?

– Que atividades terei de fazer e não vou gostar?

– Que atividades não farei, mas gostaria de fazer?

– Que atividades não farei e não gostaria de fazer?

Depois de fazer isso, é preciso considerar se as vantagens e desvantagens vão compensar. Você vai se sentir realizado se não puder usar algumas de suas habilidades? E se tiver de fazer coisas que não gostaria? Se não consegue ver sangue, por exemplo, e ainda assim quer fazer Medicina, vale se perguntar por que você quer tanto essa carreira e se o saldo será positivo no fim do processo.

Fonte: Guia do Estudante

01 nov
As 8 vezes em que alunos iCEV foram longe demais

1) Quando eles se uniram para formar a Atlética.

 

2) Quando estiveram presentes na Feira das Profissões do CEV Colégio falando sobre seus cursos.

 

3) Quando fizeram uma visita solidária à Casa Presente de Deus, levando donativos arrecadados pelos alunos do 10º período de Direito.

 

4) Quando a Júlia decidiu criar um Instagram para compartilhar seus resumos e esquemas de estudo.

5) Quando participaram do Findinexa Brasil, o maior evento de empreendedorismo da América Latina

 

6) Quando a Polianna, ainda no 1º período de Direito, passou na 1ª etapa do concurso da Policia Civil

7) Quando os alunos de Administração desenvolveram o projeto “Máquina de Startup”, para estudantes do Ensino Médio.

8) Quando criaram uma campanha de arrecadação de donativos para vítimas de enchente no Piauí #iCEVemação

30 out
5 diferenciais iCEV que você precisa conhecer

1 – Um chromebook por aluno

Cada aluno iCEV recebe um chromebook para uso pessoal e exclusivo. Chromebook são computadores que executam o Chrome OS, sistema operacional do Google.

A experiência iCEV alia ensino e tecnologia – o equipamento é usado para consulta de bibliografia online, textos e realização de quiz, através da plataforma iCEV.

Em 2019, venha ser iCEV! Inscreva-se no vestibular!

 

2 – Dois professores por disciplina

O iCEV conta com a prática da tutoria: todas as disciplinas possuem um tutor, estudantes de cursos ou áreas afins que auxiliam os professores na preparação das aulas, correção de provas e atividades. A presença do tutor possibilita um acompanhamento mais individualizado no aprendizado de cada aluno – os tutores organizam revisões e ajudam a tirar dúvidas sobre os conteúdos – e, de quebra, serve como experiência para os jovens que pretendem seguir carreira na docência.

Tutores iCEV

3 – Constitucional, Civil e Penal já no 1º período

Logo no primeiro período o aluno do curso de Direito, o estudante entra em contato com disciplinas de Direito Penal, Direito Constitucional e Direito Civil – consideradas as três grandes áreas do direito. A ideia é não subestimar a capacidade dos estudantes, fincada ainda na crença de que o conhecimento é em teia, não em escala – e quanto mais cedo o aluno inserir-se nos grandes debates jurídicos, aplicando o conhecimento em casos reais, melhor para o aprendizado.

4 – Dupla graduação em Negócios

A Escola de Negócios e Gestão conta com dois cursos de graduação: Administração e Ciências Contábeis, e está preparada para formar o gestor completo. A grande novidade é que os dois cursos possuem uma grade em comum nos cinco primeiros períodos – após esse ciclo básico, o aluno pode decidir em que área deseja concluir sua graduação e só então seguir para os períodos de disciplinas específicas. Essa sistemática oferece a possibilidade de uma dupla formação: estendendo um pouco a primeira graduação, o estudante pode sair do iCEV com dupla certificação!

É mais que uma graduação. É iCEV! Tudo sobre o vestibular 2019

5 – Oficinas e cursos de extensão para ir além

Além das disciplinas comuns a cada curso oferecido, o iCEV não para de investir em cursos de extensão que complementam uma formação 360º. Em 2018 isso ficou marcado por iniciativas como o curso Jurisprudência do Direito Constitucional, comandado pelo juiz Pedro Felipe e o curso de argumentação e literatura “Expedições pelo mundo da cultura”, com Danny Barradas.

Curso Pedro Felipe

08 out
Como planejar o dia para ser mais produtivo

No começo do dia de trabalho, a intenção é sempre boa: você o começa energizado, decidido a ser mais eficiente, organizado e dar conta de tudo que precisa fazer. Porém, ao longo dele, por mais que seu plano fosse, aparentemente, infalível, as coisas não acontecem como previsto e a sua produtividade vai por água abaixo.

O site Quartz preparou um especial sobre como planejar o dia para valorizar prioridades, seu foco e até o aproveitamento da sua energia – um recurso que parece finito, mas não é, e que é decisivo em sua capacidade produtiva. As quatro estratégias a seguir podem te ajudar a recuperar o controle da sua rotina e se concentrar nas tarefas mais importantes.

Como planejar o dia (da melhor forma!):

1 – Escolha as tarefas certas para trabalhar

A Matriz de Einsenhower – nomeada em homenagem ao ex-presidente dos Estados Unidos Dwight Eisenhower, que notoriamente disse “Os urgentes não são importantes e os importantes nunca são urgentes.” – ajuda a priorizar. Sim, são coisas diferentes.

Basicamente, o foco da técnica é nessa distinção. Embora a maioria de nós as confunda o tempo todo, para organizar sua rotina, é importante entender isso.

Se você pegar alguns minutos para categorizar cada tarefa, pode perceber que está gastando tempo com as atividades erradas. Resumidamente, a Matriz consiste em quatro caixas, com o eixo horizontal representando “urgência” e o vertical “importância”.

Tarefas urgentes, mas não importantes, tendem a produzir muita ansiedade. E isso é o que nos distrai das tarefas mais importantes (mas não urgentes). Essas tarefas geralmente não têm prazos, o que torna tentador simplesmente adiá-las.

2 – Bloqueie pedaços de tempo para o “trabalho intenso”

O venture capitalist Sam Altman chamou a Distração Digital de “uma das grandes crises de saúde mental do nosso tempo”. Nós olhamos nossos smartphones 150 vezes por dia (em média) e de acordo com o professor de ciência da computação Cal Newport, isso prejudica muito a capacidade de pensar com clareza e criativamente.

De acordo com o professor, o remédio é o “trabalho intenso” (deep work): maximizar a intensidade do trabalho por unidade de tempo. Ele menciona a tática de agrupar o trabalho intelectual importante, mas difícil, em longos trechos ininterruptos de atividade.

Ele ainda recomenda uma programação fixa que proporcione o equilíbrio ideal entre esforço e descanso. Há vários graus dessa aplicação – Newport, por exemplo, para de trabalhar às 17h30 – e um dos mais simples de seguir é o Pomodoro, que estipula ciclos de 25 minutos de trabalho seguidos de pausas rápidas. Vá testando e ajuste o seu cronograma de acordo com o que dá melhores resultados para você.

3 – Esteja atento ao “custo” das reuniões

Paul Graham, co-fundador da startup incubadora Y Combinator, considera que existam dois tipos de cronogramas: o “cronograma do criador” e o “cronograma do gerente”. Se você alterna entre reuniões, teleconferências e e-mail, provavelmente tem uma agenda de gerentes. Os gerentes tendem a organizar seus dias em blocos de uma hora, mais ou menos. Já os criadores, como escritores, programadores e artistas, têm trabalho que requer longos períodos de concentração ininterrupta.

As agendas dos criadores e dos gerentes tende a se cruzar nas reuniões, e ambos os tipos de profissionais devem entender as ramificações disso. Mesmo uma breve reunião pode ter um efeito em cascata, seja forçando você a mudar de contexto ou impedindo que você inicie um projeto ambicioso, porque sabe que uma interrupção no meio do dia o aguarda. Devemos estar sempre nos perguntando: “Essa reunião é necessária?”

4 – Lembre-se do seu recurso secreto: energia

Ao contrário do tempo, que é finito, a energia pode ser “reabastecida”. No entanto, a maioria dos conselhos de produtividade concentra-se em extrair eficiência em vez de gerenciar esse recurso.

Uma abordagem pensada por Tony Schwartz e Jim Loehr (descrita no livro “The Power of Full Engagement”), dá conta de que para tirar o máximo de um profissional, é preciso fortalecer e abastecer sua energia física, mental, emocional e espiritual. Cada uma dessas categorias merece sua própria seção, mas fundamentalmente, para as companhias, trata-se de reconhecer que os funcionários não são um tipo de pessoa, são pessoas.

Os locais de trabalho e os gerentes podem apoiar a energia física de seus colegas por meio de atitudes e políticas sobre nutrição, condicionamento físico e sono; energia emocional, ajudando-os a gerenciar sua resposta ao estresse; e energia mental, ajudando-os a se concentrar nas tarefas.

Quanto à energia espiritual, é mais provável que as pessoas que encontram sentido em seu trabalho sintam mais energia positiva, foquem melhor e demonstrem maior perseverança – mas isso deve vir do topo de uma organização. Você também pode “atacar” cada um desses elementos em si mesmo, procurando ter equilíbrio em todas as categorias.

5 – Engula o sapo!

Sabe aquela tarefa temida que parece tomar conta da sua lista de tarefas, atrapalhando sua produtividade e pairando como uma nuvem o dia todo? Essa tarefa é o “sapo” e o ideal é tentar “engoli-lo” o quanto antes.

O hábito de enfrentar imediatamente esse trabalho mais importante fará com que você tenha o sentimento de vitória logo no início do dia. Para a maior parte das pessoas, isso significa um aumento na energia produtiva. Ao mesmo tempo em que completar a tarefa tirará um peso da sua agenda e também lhe dará força para o resto do dia.

Depois de engolir o sapo, é hora de diminuir o resto da sua lista de tarefas. Comece perguntando a si mesmo: “Qual é o uso mais valioso do meu tempo agora?”

Fonte: Época Negócios

01 out
Cinco maneiras de eliminar um hábito ruim, segundo a ciência

Pode ser na alimentação, no comportamento ou na rotina: todo mundo tem ao menos um hábito ruim que gostaria de eliminar. Mas é difícil – e a dificuldade vai além da força de vontade.

Assim como os hábitos positivos, como decorar e seguir um caminho de forma automática, os hábitos ruins são formados a partir de prática e repetição. Para se livrar deles, é preciso seguir esse mesmo processo. É o que explicam Elliot Berkman, diretor do Laboratório de Neurociência Social e Afetiva da Universidade de Oregon, e Russell Poldrack, professor de psicologia na Universidade Stanford, em entrevista à revista Time. Os especialistas indicam cinco estratégias que seguem a lógica da ciência e podem ajudar na reeducação.

Diminua seus níveis de estresse

Além de serem reforçados pela prática contínua, muitos maus hábitos são estimulados por fatores fisiológicos. Alguns exemplos são cigarro, açúcar e entorpecentes químicos. Seu consumo está ligado à dopamina, um sistema de recompensa do cérebro com influência sobre conexões entre neurônios e nos sistemas cerebrais responsáveis pelas ações.

A reação do corpo a esse tipo de substância remete à evolução da espécie humana, segundo Poldrack. Ele explica que nosso corpo não está equipado para lidar com seus estímulos e que, por isso, nosso cérebro pode ficar sobrecarregado. Uma vez estressados, tendemos a fazer coisas que não queríamos fazer.

Dormir mais, fazer exercícios regularmente e adotar técnicas de relaxamento, como a meditação, estão entra algumas das soluções apontadas pelo professor para aumentar a força de vontade e a saúde do cérebro.
Conheça suas deixas

Segundo Berkman, os hábitos envolvem três partes: deixas, rotina e recompensa. As deixas são caracterizadas por contextos que estimulam o hábito, atuando como um gatilho – como entrar em um bar enquanto se busca parar de beber. Para driblar esse fator, evitar que elas aconteçam é o melhor caminho. Vale criar novos hábitos. Buscar por mudanças de maior proporção, como trocar de trabalho ou de cidade, também pode ajudar, já que trazem a oportunidade de construir novos hábitos do zero.
Substitua um mau hábito por um bom

Estudos mostram que quanto mais suprimimos um pensamento, mais temos a tendência de pensar nele. Berkman usa como exemplo os cigarros: se você é um fumante e diz a si mesmo para não fumar, seu cérebro ainda ouve “fumar”. Por isso, uma boa saída é criar um novo hábito para substituir o antigo, em vez de apenas reprimir. É possível trocar cigarros por chicletes e álcool por água, por exemplo, mas é preciso ter em mente que pode levar um tempo para se adaptar. Segundo um estudo publicado em 2010 pelo The European Journal of Social Psychology, um hábito leva em média 66 dias para mudar. O período variou, contudo, entre 18 e 254 dias.
Tenha um motivo melhor para abandoná-lo

Embora substituir o hábito indesejado por um novo possa ajudar no dia a dia, ele não necessariamente vai fazer nosso corpo esquecer facilmente. O cérebro registra que chicletes não são a mesma coisa que nicotina, e não vão produzir a mesma sensação facilmente. Por isso, segundo Berkman, é importante manter uma motivação mais forte para deixar aquele vício de lado. Vale a pena ter em mente, por exemplo, que deixar de fumar poderá trazer mais anos de vida ao longo da família ou que comer menos hambúrgueres trará mais energia para atividades que você gosta.
Defina metas melhores

Segundo Poldrack, mais do que estabelecer uma meta de não fazer algo, é preciso planejar como implementar essa meta na rotina. Isso inclui planejar ações – como, por exemplo, evitar passar pela prateleira de cookies se você quer parar de comprá-los. O professor também explica que pensar em como exatamente você colocará algo em prática pode colaborar para desenvolver a mentalidade de que você pode fazer isso – o que já é meio caminho andado.

 

01 out
Saindo do óbvio: as 8 vezes em que alunos iCEV foram longe demais

 

1 – Quando eles se uniram para formar a Atlética.

 

2- Quando estiveram presentes na Feira das Profissões do CEV Colégio falando sobre seus cursos.

 

3 – Quando fizeram uma visita solidária à Casa Presente de Deus, levando donativos arrecadados pelos alunos do 10º período de Direito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4 – Quando a Júlia decidiu criar um Instagram para compartilhar seus resumos e esquemas de estudo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5 – Quando participaram do Findinexa Brasil, o maior evento de empreendedorismo da América Latina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6 – Quando a Polianna, ainda no 1º período de Direito, passou na 1ª etapa do concurso da Policia Civil

7 – Quando os alunos de Administração desenvolveram o projeto “Máquina de Startup”, para estudantes do Ensino Médio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8 – Quando criaram uma campanha de arrecadação de donativos para vítimas de enchente no Piauí #iCEVemação

 

17 set
5 dicas para recolocação e mudança profissional

Com os atuais cenários no mercado, onde pessoas cada vez mais buscam a recolocação, ou mudança profissional, não basta apenas estar disposto a conquistar o emprego, a ocupação que lhe cabe e trará sucesso. Por isso, o Coach, Empreendedor e Analista Comportamental, Rodolfo Vasconcellos, dá importantes dicas para recolocação e mudança profissional.

O especialista descreve, que segundo relatório produzido em 2016 pelo Fórum Econômico Mundial (FEM), até 2020 35% das habilidades mais demandadas para a maioria das ocupações deve mudar. Estas mudanças são justificadas no contexto da chamada: ‘Quarta Revolução Industrial’, – definida pela era da robótica avançada, automação no transporte, inteligência artificial e aprendizagem automática.

Em 2020, segundo o FEM, as habilidades necessárias serão, nesta ordem de importância: solução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, empatia com os outros, inteligência emocional, bom senso e tomada de decisão, orientação para serviços, negociação e flexibilidade cognitiva. Quais destas habilidades você possui hoje e quais você precisa desenvolver? Manter a motivação em alta é fundamental para que você prossiga em direção aos seus objetivos.

Sendo assim, anote estes cinco passos listados por Rodolfo como agentes determinantes de organização e estratégia para destaque no mercado:

1 – Conheça a si

O primeiro é conhecer a si mesmo. É identificar quais são seus valores, motivações, interesses e talentos. Aristóteles dizia que: “Conhecer a si mesmo é o começo de toda sabedoria. ” Na busca do autoconhecimento, algumas perguntas importantes precisam ser feitas, entre elas: “Quais são seus valores, interesses e talentos? ”; “O que te deixa realmente motivado? ”. Cabe ressaltar que motivação é tudo aquilo que realmente move a pessoa para a ação. Anote tudo no papel.

2 – Identifique suas competências

O segundo passo é identificar quais são as competências que você precisa desenvolver. Neste passo de preparação, a pessoa precisa responder: “Que tipo de trabalho te daria a oportunidade de satisfazer os seus valores, atender os seus interesses e utilizar os seus talentos? ”; “Quais são as competências que você já possui, e quais são as que você precisa desenvolver para obter esse trabalho desejado? ”. Anote as respostas.

3 – Analise o setor

O terceiro passo é analisar o setor em que pretende atuar para levantar riscos e oportunidades. Em 2016, o Fórum Econômico Mundial emitiu um relatório onde continha as 10 habilidades necessárias para o profissional no mercado de trabalho em 2020. O futuro e as mudanças estão chegando numa velocidade cada vez maiores. É neste contexto que a pessoa precisa responder questões como: “Quais são as características do mercado no qual seu trabalho desejado está inserido? ”; “Quais são as oportunidades e desafios deste mercado? ”; “Quais são as chances de crescimento e desenvolvimento? ”. Anote as respostas.

4 – Defina os seus objetivos

O quarto passo é definir o objetivo, a linha de chegada. Qual o seu objetivo profissional? Onde você quer chegar ou qual vaga você deseja verdadeiramente conquistar? Com as respostas deste passo e dos anteriores, você terá elementos suficientes para transformar uma mera intenção de encontrar o trabalho ideal num objetivo concreto.

5 – Elabore um plano de ação

O quinto e último passo é elaborar um plano de ação. Depois de definir o objetivo, relevante e atingível, é o momento de planejar chegar lá, quando e como. Escreva seu planejamento no papel! Afinal, “A sorte favorece as mentes bem preparadas. ” Pessoas de sucesso têm seus objetivos anotados no papel, se comprometem verdadeiramente com eles e correm atrás de atingi-los com persistência e entusiasmo todos os dias.

Fonte: IDG Now

12 set
8 maneiras de melhorar a capacidade do seu cérebro

Já passou por aquela situação em que você tenta desesperadamente lembrar o nome de alguém ou de um lugar e simplesmente dá um “branco”?

Ouvimos dizer muitas vezes que a memória diminui com a idade, assim como outras funções cognitivas – como o raciocínio.

Mas, calma, há esperança. Existem maneiras de “religar” nosso cérebro.

Então, se você quer aumentar sua capacidade cerebral, siga as dicas abaixo e se prepare para exercitar a mente:

1- Exercício aumenta o cérebro

É verdade – nosso cérebro cresce à medida que nos exercitamos.

A atividade física aumenta as sinapses, cria mais conexões dentro do cérebro e ajuda na formação de células extras.

Uma boa saúde cardiovascular também significa que você transporta mais oxigênio e glicose para o cérebro, além de eliminar toxinas.

Se você conseguir se exercitar ao ar livre, melhor ainda – terá o benefício adicional de absorver mais vitamina D.

Dica: combinar a prática de exercício à exploração de um ambiente diferente, a novas maneiras de fazer as coisas ou compartilhar ideias – dessa forma, você aumenta as chances das células nervosas novas formarem um circuito adequado.

Por exemplo, se você gosta de jardinagem, vale participar de uma horta comunitária para fazer amigos enquanto mexe na terra, ou se juntar a um grupo em vez de ir sozinho.

O mais importante é garantir que você esteja se divertindo – é o desejo de se envolver em algo que ajuda a impulsionar os efeitos do exercício e da interação social no cérebro.

2- Memória em movimento

Essa é uma técnica respaldada por cientistas e reconhecida há muito tempo no mundo da dramaturgia. Se você tentar decorar algo enquanto se movimenta, é muito mais provável que a informação seja retida.

Dica: na próxima vez que você tiver uma apresentação ou discurso para fazer, que tal dar uma volta ou dançar para ajudar a guardar o conteúdo?

3- Coma os alimentos certos para abastecer o cérebro

Cerca de 20% do açúcar e da energia que você consome vão para o cérebro, fazendo com que a função cerebral dependa dos níveis de glicose.

Se os níveis de açúcar não forem controlados, sua cabeça pode ficar confusa.

Comer algo de que se goste libera dopamina, que ativa a área de recompensa do cérebro. E é por isso que você sente prazer em comer determinados alimentos.

Mas, além de nutrir os mecanismos de recompensa do cérebro, você precisa alimentar seu intestino com cuidado.

Existem mais de 100 trilhões de bactérias no sistema digestivo humano, que se conectam com o cérebro pelo eixo intestino-cérebro. E o equilíbrio desses micróbios é fundamental para o bem-estar da mente.

Na verdade, o intestino é muitas vezes chamado de “segundo cérebro”. Uma dieta variada e saudável ajuda a manter essas bactérias em sincronia e o cérebro saudável.

Dica: as células do cérebro são compostas por gordura, por isso, é importante não erradicar a gordura da dieta. Ácidos graxos essenciais presentes em nozes, sementes, abacate e peixes são bons para desenvolver o cérebro, assim como o alecrim e açafrão.

Tente também fazer as refeições na companhia de outras pessoas quando puder – a socialização reforça os benefícios de uma boa dieta saudável no cérebro.

4-‘Desligue’ e relaxe

Uma certa dose de estresse é necessária porque nos ajuda a responder rapidamente em situações de emergência. O estresse produz o hormônio cortisol que, ao ser liberado, nos dá energia e ajuda a concentrar.

Mas a ansiedade prolongada e os altos níveis de estresse desconfortável são realmente tóxicos para o cérebro.

É importante, portanto, que a gente aprenda a “desligar” de vez em quando, para permitir que essa parte do cérebro descanse.

E, ao se desconectar, você exercita uma parte diferente do cérebro: a chamada rede neural de modo padrão, que nos permite sonhar e é importante para consolidar a memória.

Ao “desligar” do mundo externo, permitimos que essa parte do cérebro seja ativada e faça seu trabalho.

Então, da próxima vez que você for pego sonhando acordado no trabalho, explique ao seu chefe que você estava fazendo uma atividade cerebral crucial.

Dica: se você achar que é difícil relaxar, por que não tentar técnicas de relaxamento, como meditação, que podem ajudar a reduzir o nível dos hormônios do estresse?

5- Encontre novas formas de desafiar a si mesmo

Uma outra maneira de estimular o cérebro é se desafiar a fazer ou aprender algo novo.

Atividades como aulas de arte ou cursos de idioma aumentam a flexibilidade do cérebro.

Dica: jogue uma partida online contra amigos ou familiares.

Não apenas vai te desafiar, como vai estimular a interação social, o que ajuda o cérebro.

6- Ouça música

Pesquisas indicam que a música estimula o cérebro de um jeito muito peculiar.

Quando você observa a imagem cerebral de alguém que está ouvindo ou tocando música, quase todo o órgão está ativo.

A música pode melhorar a cognição geral, e a memória musical é muitas vezes a última a desaparecer, quando somos afetados por certas condições, como a demência.

Dica: faça parte de um coral ou compre ingressos para ver sua banda favorita.

7 – Estude para uma prova na cama

Se você aprender algo novo durante o dia, será formada uma conexão entre células nervosas no cérebro.

Quando você dorme, essa conexão é fortalecida e reforçada – e aquilo que você aprendeu vira uma lembrança.

O sono é, portanto, um momento realmente importante para a consolidação da memória.

Se você der uma lista para alguém memorizar antes de dormir, há uma grande chance da pessoa se lembrar na manhã seguinte – uma chance maior do que se você tivesse entregado a lista a ela pela manhã.

Dica: se estiver estudando para uma prova, tente repassar na cabeça as respostas em um simulado enquanto adormece.

Caso você tenha passado por um evento traumático ou tenha a memória ruim, tente não pensar nisso antes de dormir, pois pode pressionar a memória e fortalecer as emoções negativas associadas a ela.

Pela mesma razão, evite filmes de terror ou histórias assustadoras na hora de dormir.

Em vez disso, concentre-se em algo positivo que você aprendeu ou experimentou durante o dia para que seja consolidado.

8 – Acorde bem

Todo mundo sabe que o sono é importante. Com menos de cinco horas de sono, você não fica tão forte mentalmente. Já se dormir mais de 10 horas, pode sentir os efeitos do “jet lag”.

Mas a chave para ajudar você a ter um desempenho melhor ao longo do dia é como você acorda.

Idealmente, durma em um quarto escuro e acorde com luz natural, que vá aumentando gradualmente.

Essa luz penetra nas pálpebras fechadas e estimula o cérebro para que tenhamos uma resposta maior de cortisol ao despertar.

A quantidade de cortisol no corpo quando você acorda afeta o desempenho do cérebro durante o dia.

Dica: compre um despertador luminoso que simule a luz do sol para ajudar você a acordar naturalmente.

Para quem tem o sono profundo, vale a pena se certificar de que o despertador venha com um alarme de som tradicional acoplado.

Fonte: BBC Brasil

05 set
Viver na era da impaciência

Impacientes. Estamos cada vez mais impacientes. As novas tecnologias estão mudando nossas vidas e alterando nossa relação com o tempo. Por um lado, temos a impressão de que voa, alimentado pelo dispositivo que se tornou uma extensão do nosso corpo, o onipresente celular, uma caixa de surpresas, entretenimento e dispersão que nunca se fecha e parece sempre disposta a nos oferecer uma nova distração. Por outro lado, há momentos em que esse mesmo artefato funciona como um verdadeiro congelador de instantes: tudo para à espera de uma resposta que nunca chega; e então parece que o tempo se alonga.

A psicóloga australiana Aoife McLoughlin publicou em novembro de 2015 um estudo que demonstrou que nosso corpo percebe o tempo de maneira diferente quando passamos longos períodos conectados a dispositivos eletrônicos. Um estudo realizado na Universidade James Cook (JCU), em Queensland, comprovou que, em pessoas e sociedades tecnocêntricas, os relógios internos parecem ter acelerado seu ritmo; fenômeno que pode ser muito útil para trabalhar mais rápido, por exemplo, mas que também faz as pessoas se sentirem mais pressionadas. À medida que o ritmo de nossas vidas acelera, diz a professora que ensina no campus da JCU em Cingapura, a sensação subjetiva de tempo disponível diminui, o que nos faz sentir a pressão do tempo.

Diversos estudos científicos mostram que a percepção que temos dele está ligada às nossas emoções. Se tudo está bem, o tempo corre. Se estamos entediados, ou em perigo, ou de olho no relógio, tudo fica mais lento. O modo como nosso cérebro representa e percebe o tempo continua sendo um mundo de incógnitas para os pesquisadores.

Não temos um corpo especializado em perceber o tempo. Ignacio Morgado Bernal, diretor do Instituto de Neurociências da Universidade Autônoma de Barcelona, explica que são várias as partes do cérebro envolvidas nessa função: o córtex auditivo, o visual, o pré-frontal, os gânglios basais e até mesmo o cerebelo. A rede de neurônios que se mobiliza para avaliar o tempo é, portanto, muito ampla. Mas o tempo está passando mais rápido do que antes? Formulada a pergunta, Morgado Bernal afirma, em conversa por telefone, que por um lado, quando há mais estímulos no ambiente, parece que tudo passa mais rápido, sim, mas lança uma pergunta: “Estamos vivendo melhor agora? Acho que não, a sobrecarga de informação é uma fonte de estresse. E o aumento do estresse afeta nossa percepção do tempo. Se você se sentir mal, tudo fica mais demorado.”

Ramon Bayés, membro da Academia de Psicologia da Espanha e um dos introdutores da psicologia comportamental e experimental neste país, diz que quanto mais importante é para nós uma mensagem, mais longa parece a espera – menosprezado conceito nestes tempos impacientes. “Os tempos de espera são tempos de incerteza”, diz ele. “E incerteza significa sofrimento.”

O psicólogo Bayés, autor do livro El reloj emocional (Alienta), publicado em 2007, afirma que devemos aprender a controlar o tempo para não sermos controlados por ele. Aposentado (nasceu em Barcelona em 1930), mas ativo, escreve por e-mail: “A tecnologia é um obstáculo se somos impacientes e estamos constantemente esperando mensagens que os outros podem nos enviar. Para contrabalançar esta tirania, na educação, é necessário ensinar o valor da ponderação e o controle da demora.”

Fonte: Zero Hora

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