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29 out
iCEV Explica – Privacidade e Proteção de Dados Pessoais

Vazamento de dados podem ocasionar prejuízos financeiros, à reputação e segurança

Vamos falar sobre privacidade e proteção de dados pessoais. Pra introduzi-los no tema, vamos entender um pouco sobre a importância de preservar a nossa privacidade.

Uso indevido dos dados

A coleta, uso e divulgação indevidas dos nossos dados pessoais podem nos trazer diversos prejuízos,  dentre eles pode ocasionar perdas em relação a nossa privacidade, a privacidade dos nossos amigos e familiares.

Pode, inclusive, facilitar o furto da nossa identidade com a possibilidade da abertura de contas fantasmas, transferências bancárias e perdas financeiras.

Através também do uso  indevido dos nossos dados pessoais, é possível que os usuários tenham acesso aos nossos e-mails, às senhas que podem ocasionar em prejuízos à reputação. Então, por isso, é importante  um olhar atento à privacidade dos dados pessoais.

Mega vazamentos

Reportagem do Tecnoblog

Nos últimos anos aconteceram diversos vazamentos de dados, também chamados de mega vazamentos de dados, eles foram amplamente anunciados pela imprensa. É uma preocupação constante que tem se mostrado no Brasil, em decorrência dessa falta de segurança nos dados foi aprovada uma legislação chamada de Lei Geral de Proteção de Dados –  LGPD.

A preocupação que se dá vem em razão da possibilidade de estarmos recebendo, inclusive, propagandas direcionadas em razão do uso indevido de dados pessoais, além da possibilidade de perda de reputação, uma perda financeira, ou mesmo risco a segurança física.

LGPD

Com a falta de segurança o Brasil estava perdendo a possibilidade de realizar acordos financeiros com outros países. Isso porque a legislação europeia é anterior à legislação brasileira. A Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil ela se inspira no GDPR, que é o regulamento europeu desde 2018. No Brasil, somente em 2020 foi aprovada a lei e sendo possível a aplicação de multa somente agora em 2021 com a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais.

A Lei Geral de Proteção de Dados reúne alguns fragmentos de legislações anteriores que já tínhamos no nosso país como por exemplo o Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumidor, de forma que traz uma maior proteção ao tratamento desses dados pessoais.

Encarregado de dados

Essas regras contidas dentro da LGPD, devem ser observadas por empresas públicas e empresas privadas, sejam elas de pequeno porte ou empresas maiores.

O que temos na atualidade é uma discussão no âmbito da autoridade nacional de proteção de dados quanto à facilitação da adaptação da LGPD às micro e pequenas empresas. Porque surge com a LGPD a figura do encarregado de dados, nesse ponto também já podemos perceber que surge um novo mercado no Brasil para outros profissionais que desejam se adequar a LGPD em aplicá-las no âmbito das empresas.

O que são os dados pessoais?

É qualquer dado que é possível nos identificar, como por exemplo: nome, RG, CPF, endereço. A lei trouxe uma preocupação especial aos chamados dados pessoais sensíveis,  que são aqueles capazes de causar algum tipo de discriminação –  dados relacionados à vida sexual, saúde, convicções políticas, filosóficas e religiosas, como os próprios dados biométricos.

As empresas que não se adequarem a Lei Geral de Proteção de Dados, poderão sofrer diversas penalidades, entre elas advertência, impossibilidade de tratar os dados coletados, ou mesmo penalizadas com multa que pode chegar a R$ 50 milhões por infração. A multa prevista pela LGPD vai até 2% do faturamento da empresa.

 

Esse conteúdo foi produzido por Michelle Melo –  Advogada e Mestre em Direito pela PUC-Minas

28 out
Tem medo de falar em público? Confira dicas de oratória que farão suas apresentações um sucesso

Oratória é a arte de falar em público de uma forma clara, objetiva e estruturada. Você é daqueles que treme na hora de fazer uma apresentação ou é dos que fala pelos cotovelos e adora um palco?

Seja sincero: de 0 a 10, qual nota você dá para a sua oratória? Apesar de parecer simples, falar em público é uma tarefa difícil para muitas pessoas. E as razões são diversas, como timidez, dicção falha e até mesmo medo, fobia.

Dicas de oratória: Júlio César discursando

A verdade é que a oratória é uma habilidade que pode ser aprendida e desenvolvida. O profissional que consegue dominar a oratória é capaz de persuadir e de transmitir credibilidade para as pessoas que o ouvem.

Aquele que tem boa oratória tem grandes chances de se destacar no mercado. Essa pessoa estará mais preparada para entrevistas de emprego, apresentação de um projeto ou de um relatório na empresa, liderar uma reunião, convencer um cliente, negociar, vender e muito mais.

A boa oratória é uma característica que reflete uma personalidade forte, segura e confiante.

O que é oratória?

Em 1963, Martin Luther King Jr proferiu um discurso em favor dos direitos civis e da igualdade para os negros nos Estados Unidos.

Mundialmente conhecido como “Eu tenho um sonho”, o apelo do ativista político marcou a história e hoje inspira aqueles que buscam por direitos iguais, se tornando um dos maiores exemplos de oratória.

Portanto, a oratória pode ser definida como a habilidade de falar em público. Mas só isso não basta. Assim como Luther King, é preciso ser assertivo, persuasivo e envolvente.

dicas-de-oratoria-martin-luther-king

Quem tem o domínio da oratória pode facilmente usá-la a seu favor. Ela é uma ferramenta poderosa para convencer e entreter determinado público, não importando se são uma ou 10 mil pessoas. Uma oratória bem executada faz valer as ideias do orador. Mas, para envolver o ouvinte e convencê-lo de seu ponto de vista, é preciso compreender algumas técnicas de oratória.

Confira 5 dicas de oratória

Conheça seu público

Você sabe com quem está falando? Conhecer o ouvinte é fundamental para que você possa adaptar o seu discurso à linguagem dele e ter boa oratória.

Em uma apresentação de relatório para os executivos de uma empresa, por exemplo, é melhor adotar uma fala mais formal.

Mas se os seus receptores são adolescentes, pode ser interessante fazer uso de uma linguagem mais informal, despojada e bem-humorada na oratória.

 

Conheça o assunto a ser tratado

Você sabe do quê está falando? Ter total conhecimento sobre o assunto abordado é imprescindível para ter uma boa oratória. Porém, o nervosismo pode te atrapalhar e fazer com que você esqueça o que tem a dizer.

Portanto, elabore um roteiro de apresentação contendo os principais tópicos a serem abordados. Isso te dará maior confiança durante a fala e melhor oratória.

 

 

Estabeleça contato visual

Olhar para quem se fala é uma das dicas de oratória mais importantes. Ao fazer isso, você transmitirá confiança e fará com que o ouvinte se relacione com o que está sendo dito.

Quando todos olham para o orador e ele não retribui o olhar, a conexão esfria e o interesse se perde.

Mas lembre-se: não encare. O ideal é percorrer o olhar pela plateia para que todos possam se sentir incluídos.

 

 Sintetize o que vai dizer

Menos é mais. Sempre.

Fazer uso de um discurso longo e com muitos detalhes (muitas vezes irrelevantes) não é uma boa ideia de oratória. Isso fará com que o público se desinteresse pelo assunto.

O ideal é ser objetivo e claro para ter uma boa oratória. A intenção é fazer com que os ouvintes entendam a mensagem e se convençam do que está sendo dito.

 

Evite vícios de linguagem

“Né”, “tá”, “ok”, “daí”, “tipo assim”… Os vícios de linguagem são inúmeros e precisam ser evitados durante a oratória.

Essas palavras não agregam valor a sua apresentação e podem transmitir falta de confiança na fala, tornando-a chata e repetitiva.

27 out
Será que cola? Facebook pode mudar de nome para acabar com má fama

 

Em meio às denúncias de ex-funcionários, consequências de uma pane global e investimentos no metaverso, o Facebook deverá mudar o nome da empresa para reposicionar a marca. A alteração teria sido confirmada por uma fonte interna da empresa ao site “The Verge”. De acordo com a publicação, o novo nome da empresa de Mark Zuckerberg é guardado em segredo até mesmo entre as pessoas que ocupam os cargos mais altos do Facebook. A previsão é de que anúncio ocorra em 28 de outubro, durante a Connect, conferência anual da companhia.

A mudança quer refletir a nova obsessão da empresa: construir um metaverso, mundo digital em que as pessoas podem usar diferentes dispositivos para se mover e se comunicar usando avatares. A expectativa é de que o novo nome tenha relação com Horizon, que denomina a versão em realidade virtual do Facebook. A fonte ainda explicou ao The Verge que a intenção é posicionar o aplicativo do Facebook como só um dos produtos do conglomerado, que controla também o Instagram, o WhatsApp e a empresa de realidade virtual Oculus. Um porta-voz do Facebook não confirmou a mudança ao The Verge.

Mundo ‘metaverso’

A maior rede social do mundo tem investido forte em realidade virtual e realidade aumentada, de óculos a pulseiras. O Facebook injetou mais de 50 milhões de dólares (R$ 278 milhões) e tem mais de 10 mil funcionários atuando na construção de produtos que permitam que as pessoas explorem o espaço virtual do tal metarverso.

A empresa aposta que visores de realidade virtual e aumentada serão tão populares quanto os celulares atuais, e, por isso, ela quer sair na frente e ser reconhecida como uma companhia de metaverso, e não apenas de rede social.

Publicado por UOL

 

22 out
O que eu preciso para empreender? O iCEV Explica!

Aqui estão informações importantíssimas sobre empreendedorismo. Para empreender, você tem que entender as competências dos empreendedores, das pessoas que têm alta performance no mundo dos negócios. Então é relevante demais que você precisa, você que quer empreender, ou já tem um negócio precisa desenvolver ainda mais as habilidades.

Quais são essas habilidades?

Tem que ser determinado, ser focado, ser equilibrado racionalmente e emocionalmente, tem que entender de pessoas, de números. Então empreender exige muito conhecimento, e falando em conhecimento, é muito importante entender isso como empreendedor. O empreendedor que realmente quer ter resultado, ele vai entender sobre o assunto, não só na parte pessoal, mas também na parte de negócios, na parte de mercado.

Mudanças de mercado

Falando em mercado, temos visto mudanças muito grandes nos últimos 12 meses, principalmente decorrente desse processo de pandemia. Os negócios se tornam cada vez mais digitais, as pessoas buscam cada vez mais inova e mudar. É muito importante entender essa dinâmica e como se posicionar como dono de um negócio ou de um futuro negócio. Se  você vai empreender é imprescindível entender que o mercado lá fora é muito nervoso, é muito dinâmico e vai exigir que você compreenda como é que a coisa acontece.

Estude sobre seu negócio

Busque informações de negócios, não basta só pensar “ah, vou abrir um negócio, tenho algumas competências e habilidades e vai dar certo”, não… tem que entender isso como uma conjuntura maior. É muito importante estudar e entender sobre gestão sobre empreendedorismo, pra ter maiores possibilidades de bons resultados.

Temos as habilidades emocionais, as habilidades socioemocionais, as habilidades técnicas. Quanto mais você faz investimento pra se tornar melhor em cada uma dessas dimensões, mais preparado você vai para o mercado, porque o mercado está cheio de concorrentes e eles estão se preparando, a todo momento inovando e mudando.

A dinâmica é nervosa

Você vai enfrentar outros empreendedores, que são seus concorrentes, você tem que ir preparado para poder exatamente conseguir vencer essa batalha de inovação, mudanças, tecnologia. O ponto chave: nós temos aqui no Brasil muitas empresas de sucesso, muitos casos de empreendedorismo de sucesso, como Magazine Luiza, que é liderado por uma mulher incrível, que tem uma história fantástica, temos a Chilli Beans, do Caito Maia, empreendedores como o Jorge Paulo Lemann que tem uma história incrível e tem várias empresas numa holding.

Muita gente fala “ah, não vou empreender porque é desafiador”, é desafiador, mas é interessante quando você conhece e tem bons resultados. Se inspire nas histórias deles, entenda o que foi que eles fizeram, o que eles aprenderam.

 

Esse conteúdo deste artigo foi produzido pelo professor Me. Thiago Rodrigo, coordenador do curso de Administração do iCEV

14 out
Você sabe o que é o conceito de Computação em Nuvem? O iCEV Explica!

Computação em Nuvem está muito presente hoje no nosso dia a dia: quando você acessa o e-mail do seu celular ou arquivos no seu smartphone; quando você está acessando a sua TV na Netflix para assistir um vídeo; a partir do momento que você está com sua conta do Nubank, todos esses dados e arquivos estão armazenados em nuvem.

 

Então o que é que é Computação em Nuvem?

A nuvem é, nada mais nada menos, do que você deixar de ter seu servidor dentro do seu Data Center da sua empresa, para esse servidor estar em um provedor de nuvem. Hoje os principais provedores de nuvem são a Amazon (AWS), que iniciou esse mercado, a Google Cloud, Oracle e a Azure, são os principais.

 

Qual a grande vantagem deste ambiente?

A escalabilidade, ou seja, em qualquer situação eu consigo aumentar meus recursos computacionais, coisa que eu não posso quando eu estou dentro de um ambiente on premise, dentro da minha empresa.

Se eu compro um servidor para a minha empresa, e eu preciso aumentar a quantidade de memória, a quantidade de disco, isso é inviável, eu teria que comprar um segundo servidor.

Dentro de um ambiente de Cloud Computing, consigo aumentar isso com um clique de mouse, arrastando.

Outra grande vantagem é a alta disponibilidade desse ambiente, então consigo rodar uma aplicação, na hora que eu crio a aplicação eu digo “olha, essa aplicação vai estar rodando em 2, 3, 4 instâncias ao mesmo tempo”. Caso uma dessas instâncias cair, ele é iniciado automaticamente, isso traz uma grande vantagem para os meus recursos computacionais, que é chamado de resiliência.

 

Zona de alta disponibilidade

Todos os provedores de nuvem estão altamente preparados em casos de contratempos, eles têm um recurso chamado de “zona de alta disponibilidade”.

Eles colocam os Data Centers deles, espalhados geograficamente no mundo em réplicas, então aquele meu dado que está num Data Center é replicado em um segundo Data Center. A partir do momento que cair esse Data Center principal, um Data Center secundário passa a funcionar.

 

Existe segurança em um ambiente de nuvem?

Muita! Existe muita segurança em ambiente de nuvem. Existe replicação, existe alta disponibilidade. A falha de segurança é dos administradores que usam esse ambiente.

O mercado de computação em nuvem está em voga. A maioria das empresas estão jogando suas aplicações neste ambiente.

 

O Engenheiro de Software é fundamental

 

Aí é onde entra a importância do papel do Engenheiro de Software preparar suas aplicações para este ambiente em nuvem, entender as arquiteturas de microsserviços, entender como funciona os recursos de container, docker e as estruturas de kubernets.

A dica é: Preparem as suas aplicações para esse ambiente, isso é extremamente importante.

 

O assunto desse iCEV Explica foi produzido pelo professor Me. Luciano Aguiar, do curso de Engenharia de Software.

08 out
iCEV Explica –  Marco legal das Startups

Hoje nós viemos falar sobre o marco legal das Startups, essa nova lei que veio para criar um ambiente favorável para esse novo modelo de negócios, desburocratizando, reduzindo os custos e gerando mais investimentos para esse tipo de empresas.

Nomenclatura do termo “Startup”

O que significa Startup perante essa nova lei? No normativo legal, Startup são modelos de negócios voltados para produtos ou serviços inovadores que tenham renda de até R$ 16 milhões\ano e elas também têm que ter pelo menos 10 anos de CNPJ ativos.

Também ficou mais fácil constituir uma sociedade anônima, isso porque agora não precisa mais fazer o registro de publicação impresso, agora se pode fazer eletrônico, o que diminuiu os custos. Vale ressaltar que isso é apenas para empresas que tenham o faturamento anual de 78 milhões\ano.

Outro ponto importante é que antes as Startups tinham que ter pelo menos dois diretores, e agora, para ser sociedade anônima, basta um. Isso facilita bastante.

 

Investidores anjos

Os investimentos de inovação foram facilitados, ou seja, agora as Startups podem ter investimentos tanto de pessoa física quanto de pessoa jurídica.

Então, aí já tem a facilidade dos investidores anjos, isso porque o investidor ele pode, sim, investir nas Startups sem ter essa responsabilidade legal se caso uma empresa vier a falir, ou coisa do tipo.

 

Investimento em inovação

As empresas que são obrigadas a ter investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento, elas também podem, agora, investir em Startups. Elas podem lançar também editais de aceleração, editais de fomento de ideias para Startups.

 

Ambientes regulatórios experimentais

O que são os ambientes regulatórios experimentais? São os chamados Sandbox  – são quando empresas testam produtos ou serviços tecnológicos e inovadores com menos restrições regulatórias. Esses programas já existiam, o Banco Central por exemplo, tinha muito esse tipo de programa, editais para Sandbox. Porém, agora tem uma maior segurança jurídica pra esse tipo de programa e muitas outras empresas podem vir a lançar mais programas desse tipo.

 

Startups podem participar de licitações 

Essa legislação também criou uma modalidade diferenciada para licitação, pois agora órgãos públicos podem contratar empresas inovadoras, com ou sem risco tecnológico

O que significa esse risco tecnológico? Risco tecnológico, segundo a lei, são aquelas contratações que podem ou não gerar um produto final. As Startups são modelos de negócios de riscos.

Todas essas medidas favorecem o segmento. Cada vez mais podem haver cooperações entre órgãos públicos e Startups.

 

O assunto desse iCEV Explica foi produzido pela doutoranda em Administração, Diana Beatriz.

 

 

06 out
Facebook vai investir US$ 50 milhões na construção “responsável” do “metaverso”

Fundo será usado pelos próximos dois anos para pesquisa externas e criação do programa, de olho na compatibilidade e na inclusão

Enquanto lida com os desdobramentos de mais uma crise em torno da relação de suas plataformas com a saúde mental dos usuários, o Facebook se prepara para dobrar a aposta nas trocas online que promove com o metaverso, aparentemente sua proposta final com a realidade virtual. Para tornar isso possível é preciso dinheiro, porém, e é nesse intuito que a companhia anunciou nesta segunda-feira (27) a criação de um novo fundo voltado ao projeto – com a premissa de uma construção “responsável”, ainda por cima.

De acordo com o anúncio oficial, o fundo é batizado oficialmente de XR Programs and Research Fund e conta com US$ 50 milhões para gastos em “programas e pesquisa externa” em torno do programa nos próximos dois anos. O ponto mais interessante, porém, é que com a criação do investimento a companhia enfim dá uma definição mais precisa ao metaverso, chamando-o da “próxima plataforma computacional” com “espaços virtuais que você pode criar e explorar com outras pessoas”, mesmo não estando fisicamente presente com as mesmas. Tudo a partir de uma oferta variada de produtos e serviços do próprio Facebook.

A empresa ainda comenta que a meta final do fundo é garantir que o metaverso seja construído de maneira que seja compatível com outros serviços e com pilares de inclusividade, privacidade, segurança e o que é descrito como “oportunidade econômica” para todos os interessados. Haverão conversas com reguladores, pesquisadores e parceiros da indústria sobre o programa, mas o Facebook já confirmou parcerias com organizações como a Women in Immersive Tech, Africa No Filter e a Electric South, além de se comprometer a “facilitar pesquisas externas e independentes” por grupos como a Universidade de Hong Kong e a Universidade Nacional de Cingapura.

Todas essas informações buscam reforçar a manobra da companhia para uma posição mais transparente – o que soa como necessário dado todo o escrutínio atual de seus aplicativos na esfera pública – mas o curioso aqui é o volume investido. Como bem nota o The Verge, ainda que US$ 50 milhões seja bastante, ele é muito pouco dentro do que o Facebook declara de lucro a cada trimestre e, por isso, parece até pouco a ser gasto para um projeto que é visto como algo de tamanha importância pelo CEO Mark Zuckerberg.

Publicado por B9

01 out
Você sabe o que é o direito ao esquecimento? O iCEV te explica!

O direito ao esquecimento nada mais é do que a prerrogativa que o indivíduo detém de tutelar informações suas que estão ao alcance da coletividade.

Isto, quando estas implicam algum prejuízo na projeção da sua imagem perante terceiros.

O direito ao esquecimento tem como origem as condenações criminais de ex-detentos e hoje está em vigor no Brasil a aplicação, ou não, o direito ao esquecimento na seara cível.

Direito ao esquecimento não é apagamento de informações

O termo “direito ao esquecimento” induz a uma ideia simplista do instituto, a uma ideia errônea de que ele só poderia ser efetivado por meio do mero apagamento de informações, o que não é verdade, ele não busca reescrever a história, então precisamos entender qual o seu real fundamento jurídico positivo.

Em verdade, não é somente a privacidade, mas sim a autodeterminação informativa. Isto porque a privacidade é dotada de uma função restritiva, uma função preservativa, das informações não serem repassadas à coletividade.

Já a autodeterminação informativa tem uma função construtiva, de realmente reescrever a identidade do indivíduo perante à coletividade.

Qual o real desafio para a efetivação do direito ao esquecimento no Brasil?

O equilíbrio dos interesses em jogo: de um lado nós temos a autodeterminação informativa e temos a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa, muito caras à sociedade brasileira no contexto democrático, por isso, sempre valorizadas.

No entanto, não existem direitos absolutos, dessa forma deverá ser realizada a ponderação nos casos concretos, para que eles se equilibrem e coexistam e o direito ao esquecimento consiga, por fim, ser efetivado.

Para isso, deve se ver e as informações tem um impacto maior para a coletividade ou para o indivíduo, caso sejam retiradas ou atualizadas.

 

Caso emblemático sobre direito ao esquecimento 

No Brasil, há um caso emblemático que envolve o direito ao esquecimento e que foi julgado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal. Trata-se do caso Aída Cury, no qual foi ajuizado uma ação de reparação contra a TV Globo por veicular o conhecido crime tratando das vítimas e dos fatos e fotos reais.

O início do julgamento do caso Aída Cury nos tribunais superiores se deu no Superior Tribunal de Justiça, no qual foi reconhecido que existe sim direito ao esquecimento no Brasil, mas que ele não seria aplicado a esse caso concreto.

 

O Tema 786

Já no STF, foi reconhecido a repercussão geral “Tema 786”, nele, a Procuradoria Geral de Justiça opinou pela seguinte tese:

Existe direito ao esquecimento, como advindo da dignidade da pessoa humana, do direito à privacidade, mas que esse deve ser sim ponderado, conforme dito anteriormente, com direito à informação e com direito à liberdade de imprensa.

Nesse sentido, também votaram os Ministros do Supremo Tribunal Federal, como o presidente Luiz Fux, que entendeu que existe sim o direito ao esquecimento que ele é advindo da dignidade da pessoa humana e que poderá ser aplicado no Brasil, contudo, por ser um fato notório e de domínio público o caso Aída Cury também não seria alvo deste instituto.

 

Incompatibilidade com a Constituição

Apesar disso, o julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal entendeu e fixou como tese a de que o direito ao esquecimento, entendido como o poder de obstar a divulgação de dados verídicos, é incompatível com a Constituição.

Embora seja legítima a preocupação dos Ministros com alguma espécie de censura que pudesse a vir ser concretizada desde o primeiro grau de jurisdição, é factível que o direito ao esquecimento, é sim, consequência do direito a dignidade da pessoa humana, do direito da personalidade e do direito da autodeterminação informativa.

Por isso, esse aspecto em si da tese foi bastante criticado por muitos doutrinadores e juristas. Apesar do teor desse julgamento, ainda é possível que se pleiteie o reconhecimento do direito ao esquecimento no caso concreto, ainda mais no que se referia ao direito ao esquecimento no ambiente digital.

Já que não há apreciação desse específico tema pelo Supremo Tribunal Federal e nele, há outras alternativas, que não a exclusão de dados, para que seja o instituto efetivado, como a desindexação de links ou a mera atualização ou adição de informação.

 

 

O assunto desse iCEV Explica foi produzido pela tutora Rayssa Nascimento.

 

 

15 set
E se o 11 de Setembro não tivesse acontecido?

Sem o ataque às Torres Gêmeas, não haveria clima para a eleição do Trump em 2016.

Logo após o atentado, o comentarista político George Will deixou registrado no The Wall Street Journal: “A história voltou de férias”. Era uma referência a O Fim da História e o Último Homem, best-seller do sociólogo americano Francis Fukuyama. Que basicamente dizia: com o fim do comunismo na Europa, a história com H maiúsculo tinha acabado. A democracia liberal vencera, para sempre. E não haveria mais grandes disputas ideológicas, filosóficas ou religiosas. Na breve paz entre
o fim da União Soviética, no Natal de 1991, e o 11 de Setembro, falar nesse fim da história não soava risível.

Definitivamente, a catástrofe que levou 2.997 vidas marcou uma nova era geopolítica. Uma era em que agentes não estatais – começando pela AlQaeda de Bin Laden – se tornaram inimigos mais importantes do que Estados com exércitos regulares.

Começava a era da Guerra ao Terror.

A era do terror. Daria para o 11 de Setembro não ter acontecido. Bastaria que a conspiração fosse debelada a tempo – e a CIA sabia, segundo o levantado nas investigações do Senado americano, que os terroristas estavam no país, mas não agiu nem compartilhou a informação com outras autoridades. Caso o ataque tivesse sido frustrado, e não houvesse a mobilização e o investimento necessários para realizar outro de igual magnitude, o mundo seria bem diferente deste aqui onde você está sentado agora. O ataque gerou uma onda de fúria nos EUA, comparável só a Pearl Harbor em 1941. E George W. Bush agiu rápido: invadiu o Afeganistão, que dava guarida à Al-Qaeda. Antes que 2001 chegasse ao fim, já tinha deposto o governo Talibã. Se havia alguma reação possível naquele momento, era essa.

Bush quase certamente deve a isso sua reeleição em 2004. Era visto até então como uma figura simplória, completamente despreparada para o cargo. O termo “bushismo” indicava alguma coisa estúpida dita pelo presidente. Antes do atentado, tinha por volta de 50% de popularidade, com viés de baixa. Logo a seguir, sua aprovação foi a 85%.

Sem o 11 de Setembro, assim, teríamos o democrata John Kerry eleito em 2004. Kerry vinha de uma carreira como veterano do Vietnã, e se tornou pacifista. Militava também por medidas contra o aquecimento global. Faria, provavelmente, um mandato parecido com o do democrata Bill Clinton, entre 1993 e 2001, no qual o maior evento foi um escândalo sexual com a estagiária.

No lugar de Obama em 2008, teríamos ou Kerry 2, ou – por conta da crise econômica de 2008, que não tem nenhuma ligação com guerras ou com o 11 de Setembro – um republicano também moderado, eleito com promessas econômicas. Certamente não Donald Trump.

Porque o clima cultural que elegeu Trump não existiria. A Guerra ao Terror cambiou todo o debate para a direita e extrema-direita. Fez com que figuras moderadas fossem acusadas de ser complacentes com o inimigo. Foi um clima cultural defensivo e conservador. O próprio ataque incentivou uma novidade: a da propagação em massa
de teorias da conspiração pela internet. Uma ideia de guerra cultural foi ganhando espaço. O movimento Tea Party, um republicanismo radicalizado, não teria surgido. Sem a alt-right americana, é difícil imaginar a ascensão, no Brasil, de uma figura como Jair Bolsonaro. Sua campanha reproduziu quase integralmente o método que tinha dado certo para Donald Trump em 2016: incutir, com muita teoria conspiratória, a ideia de que o modo de vida conservador e cristão estava ameaçado por um progressismo caótico, desvirtuado.

Sem essa fórmula, a candidatura talvez não ganhasse força, e as eleições de 2018 provavelmente seriam o clássico PT x PSDB das últimas duas décadas. Se aqui pelo Ocidente seguiria o clima de “fim da história” , do outro lado do mundo, a história estaria voando na pista. O Talibã se manteria no poder. Mas não isolado. Em 2001, o Talibã era reconhecido por Paquistão, Arábia Saudita e Emirados Árabes. Ainda contava com a simpatia do vizinho Turcomenistão e um princípio de aproximação com a China. Desses, o Paquistão seria a aliança mais fundamental. Era então uma ditadura comandada por Pervez Musharraf, um general decisivamente secular, mas pragmático nas relações com fundamentalistas. Detalhe: o Paquistão é uma potência nuclear.

E uma potência com propensão a vazamentos (ao menos até 2001). Dois físicos nucleares paquistaneses colaboraram com o regime afegão e com terroristas por eles protegidos. Sultan Bashiruddin Mahmood e Chaudhry Abdul Majeed eram fundadores de um grupo radical islâmico, o Ummah Tameer-e-Nau (UTN). E conduziram encontros com o Talibã e a Al-Qaeda para discutir armamentos nucleares. O encontro foi revelado por documentos encontrados em outubro de 2001, na ocupação de Cabul pelos EUA. O UTN foi declarado como grupo terrorista e a dupla de físicos acabou presa pelo governo paquistanês, que havia dado um giro de 180 graus em suas relações com o Talibã após o 11 de Setembro, se aliando completamente a Washington.

Foi divulgado que eles não saberiam como fazer uma bomba. Mas o fato é que a troca de informação havia apenas começado, e não pararia sem o 11 de Setembro.
A oeste de Paquistão e Afeganistão, um outro jogador seguiria intacto: Saddam Hussein. Ainda que a Guerra do Iraque tenha acontecido sob a justificativa de que ele estava produzindo armas de destruição em massa, ela só aconteceu no clima cultural pós-11 de Setembro. Sem isso, Saddam continuaria ditador.

Saddam não tinha armas de destruição em massa, sabe-se hoje. Mas certamente queria ter. Assim como outro inimigo dos EUA: o Irã, que então caminhava para normalizar suas relações com o Paquistão, mas se afastou após Musharraf apoiar incondicionalmente os EUA.

Sem o 11 de Setembro, a tecnologia atômica do Paquistão teria condições de migrar para o Irã, para o Iraque, e em algum momento para o Talibã – sim, o Afeganistão parece pobre demais para abrigar bombas atômicas, mas a Coreia do Norte também é miserável e abriga. Quando um país está nuclearizado, não importa o regime, é game over: se torna praticamente imune à intervenção.

Aí, se acontecesse um 11 de Setembro mais para a frente e o Talibã abrigasse os autores, não daria para invadir. Mas o perigo maior seria outro: essa farra atômica fazer com que armas nucleares acabassem nas mãos de terroristas mais apocalípticos e mais globais que o Talibã, que se contenta em dominar o Afeganistão. Diferentemente de qualquer país, um grupo assim não hesitaria em usá-las.

Publicado por Superinteressante 

 

24 ago
Como Usar As Redes Sociais A Seu Favor Nos Estudos?

As redes sociais estão presentes na vida da grande maioria dos brasileiros e sendo usada, em grande parte, para diversão e entretenimento. Por essa razão, muitas vezes,  são vistas como distrações para os estudos. Mas, você sabia que é possível usá-las a seu favor quando o assunto é se preparar para uma prova ou mesmo buscar mais informações sobre um conteúdo?

Quando o estudante não tem disciplina, as redes sociais podem atrapalhar o desempenho. Mas com o uso de um método de estudos e um pouco de organização, é possível se dedicar aos conteúdos sem precisar deixar as redes sociais completamente de lado.

Se você tem o hábito de usar redes sociais, acompanhe essas dicas de como estudar aproveitando melhor os recursos que lhe oferecem.

Atualizar-se das notícias

As redes sociais, como Facebook, Instagram e LinkedIn são ótimas opções para acompanhar o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Páginas oficiais de veículos de comunicação, o estudante pode ver no  feed as notícias de maior destaque, além de conferir também comentários de outras pessoas sobre o assunto.

Mas atenção: selecione bem as páginas a seguir, buscando fontes confiáveis para não cair nas fake news! E mesmo sabendo do assunto pelas redes sociais, sempre vale acessar o site de um veículo de comunicação para ler mais sobre o assunto e se aprofundar.

Siga pessoas que já alcançaram a realização do seu objetivo

Siga pessoas que são exemplo para você e sua carreira, para que se sinta motivado a continuar nos estudos.

Além de seguir seus amigos, você pode usar as redes sociais para seguir perfis de professores, faculdades,  que divulgam materiais úteis para quem está estudando e potencializar seu aprendizado com as redes sociais. É possível aproveitar esse espaço também para tirar dúvidas sobre diversos assuntos, sem precisar estar na sala de aula. Você pode usar redes como Facebook, Instagram e YouTube para seguir bons perfis. No YouTube, por exemplo, há diversas videoaulas disponíveis e elas ajudam bastante na hora dos estudos.

Studygrans

Muitos estudantes têm utilizado seus perfis pessoais nas redes sociais para dar dicas de como se organizar e quais conteúdos estudar. Esse movimento ganhou o nome de Studygram. Busque studygrans que publicam resumos, dicas de estudo e rotina, para que você possa conhecer diversas maneiras diferentes de estudar, e quem sabe se identifique com alguma delas, mas, não se compare com outros, lembre-se que cada pessoa possui suas dificuldades, e só ela pode definir os pontos fortes e fracos para trabalhar;

Grupos de discussão

Outra forma de usar as redes sociais para os estudos é por meio dos grupos de discussão. É possível criar esse tipo de canal em redes com Facebook, Whatsapp e Telegram. Essa é uma maneira de compartilhar conteúdos, materiais didáticos e trocar ideias sobre diferentes assuntos. Assim, a jornada de estudante pode ser também um pouco menos solitária.

Participe de grupos de estudo, para desabafar, interagir e compartilhar o que funciona para cada um.

Tire um tempo pra você

Não se acuse por utilizar essas redes para se distrair, conversar com pessoas que te fazem bem, afinal, todos merecemos um descanso e a manutenção da saúde mental é imprescindível para sua aprovação.

 

13 ago
5 lições para aprender com atletas olímpicos

As Olimpíadas acabaram, mas vem aí as Paralimpíadas! Já parou pra pensar no quanto podemos aprender com a força e a resiliência dos atletas? Arrasta pro lado e comenta se faltou alguma lição importante.

Treine, aperfeiçoe-se e busque seu melhor

Mesmo depois de escolher algo que você ame e que seja bom em realizar, será preciso treinar. Se quer tirar uma boa nota numa prova, tem que fazer exercícios. Se precisa aprender uma nova habilidade e colocar em prática no trabalho, também tem que se preparar.

Arrisque-se e teste suas habilidades

Nos esportes, são as competições que põem a prova o treino do atleta. No dia a dia do estudante, existem as avaliações, simulados e exercícios. No caso de quem já trabalha, são os projetos, os resultados apresentados.

Saiba entender e receber vitórias e derrotas

Ganhar é incrível e todo mundo ama. Mas perder também é algo do cotidiano do atleta. Saber lidar com derrotas é importante também para a vida profissional, afinal, é comum que alguns projetos não saiam como o esperado.

Valorize as conquistas, mesmo que pequenas

Ver os esportistas felizes com uma medalha ou por terem ido longe na competição é muito legal. Comemorar é essencial, traz um senso de valorização do esforço. Se você conseguir uma nota boa ou um elogio do chefe no trabalho, celebre!

Saiba o momento de descansar

Após um grande evento como as Olimpíadas, os competidores costumam tirar um tempo de folga. Você pode e deve fazer o mesmo, se puder. Caso esteja estudando para uma grande avaliação, relaxe um pouco depois que ela acontecer. Isso ainda vai te ajudar muito!

Por: Descomplica

04 ago
Sob forte estresse, pessoas têm mais tendência a chegarem a piores conclusões

Crédito: Freepik

Quando estão mais estressadas, as pessoas chegam a conclusões indesejáveis ​​com base em evidências mais fracas do que quando estão relaxadas, de acordo com um novo estudo liderado por pesquisadores do Colégio Universitário de Londres (UCL, na sigla em inglês). As informações são do site Medical Xpress.

Publicadas no Journal of Neuroscience, as descobertas mostram que o estresse pode tornar as pessoas mais propensas a concluir que o pior cenário é verdadeiro.

Para o estudo, 91 voluntários fizeram um jogo de categorização, no qual eles podiam reunir quantas evidências quisessem para decidir se estavam em um ambiente desejável (que estava associado a recompensas) ou um ambiente indesejável (que estava associado a perdas).

Como se deu a pesquisa sobre a influência do estresse nas conclusões

Eles foram incentivados pela precisão. Antes de jogar, 40 dos voluntários foram informados de que deveriam fazer um discurso público surpresa, que seria julgado por um painel de especialistas. Isso fez com que se sentissem estressados ​​e ansiosos.

Os pesquisadores descobriram que, sob estresse, os voluntários precisavam de evidências mais fracas para chegar à conclusão de que estavam em um ambiente indesejável. Em contrapartida, o estresse não mudou a força da evidência necessária para chegar à conclusão de que eles estavam no ambiente desejável.

Segundo a autora principal do estudo, a aluna de doutorado em Psicologia e Linguagens Científicas da UCL, Laura Globig “geralmente, pensamos em situações estressantes como um obstáculo ao nosso processo de tomada de decisão”. Mas o padrão de aprendizagem, diz Globig, “pode ser contra-intuitivo e adaptativo, porque as crenças negativas podem levar as pessoas a serem mais cautelosas quando em ambientes ameaçadores”.

Publicado por Olhar Digital

06 jul
Para Tecnologia e Negócios não tem tempo ruim! Veja as 5 áreas que mais empregam no Brasil

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O mercado de trabalho passou por uma reformulação com a pandemia de Covid-19. A área da saúde, tecnologia, negócios e criação de conteúdo estão entre as que viram as oportunidades aumentarem em um cenário propenso ao desemprego.
Com experiências positivas em tempos de crise, algumas profissões estarão em alta durante os próximos anos. As 15 profissões que estarão em alta em 2021 foram listadas em um estudo da rede social Linkedin. E a gente trouxe algumas delas para você conhecer. Confira!

 

1) Médicos, enfermeiros e profissionais da saúde com especialização

A Covid-19 trouxe ao Sistema Único de Saúde (SUS) e aos hospitais particulares a necessidade de profissionais especializados em alguns setores como Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e Saúde Pública.
Enfermeiros de terapia intensiva, fisioterapeutas, farmacêuticos, enfermeiros de saúde pública e médico especialista clínico estão entre os profissionais mais requisitados em tempos de pandemia.

 

2) Cargos em tecnologia

A tecnologia foi e continua sendo fundamental em um período onde o ambiente virtual se tornou alternativa para as restrições de comércios e serviços por causa da pandemia.
A necessidade de isolamento e a adoção massiva do modelo home office foi um prato cheio para trabalhadores da área de tecnologia, setor que apresentou um crescimento constante em 2020.

 

3) Farmacêuticos e pesquisadores

Farmacêuticos e pesquisadores foram muito requisitados (e continuam) por causa da demanda por estudos e desenvolvimento de medicamentos e vacinas, por exemplo. Instituto Butantan, o IQVIA e o PRA Health Sciences estão entre os que mais contrataram em 2020.
A demanda por mais vacinas, a necessidade de diminuir a dependência internacional por ingrediente farmacêutico ativo (IFA) e o investimento em pesquisas torna 2021 um ano promissor para farmacêuticos, química, engenherios químicos, cientistas de laboratório médico, técnicos em medicina, biomédicos e biotecnólogos.

 

4) Cargos em vendas e desenvolvimento de negócios

Trabalhadores de vendas e negócios tiveram que se adaptar para que seus empreendimentos pudessem sobreviver à pandemia. A procura por profissionais capazes de orientar empresas ou investidores e como investir os recursos cresceu em 2020.
Cargos de especialista em vendas, diretor executivo, diretor ou gerente de vendas e assistente operacional de vendas estão entre os mais promissores.

 

5) Especialistas em e-commerce

A área de e-commerce caiu de vez no gosto dos consumidores e salvou muitos comerciantes em período de isolamento social. Profissionais especialistas em comércio eletrônico em cargos de venda, logística e marketing digital tiveram aumento de 43% na contratação em relação a 2019.
São cargos muito buscados no comércio eletrônico: técnico(a) em logística, analista de estoque, operário de estoque, diretor(a) de cadeia de suprimentos, analista de e-commerce e gerente de e-commerce.

 

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01 jul
Como ter mais foco e concentração no trabalho e estudos?

Confira as dicas!

Você está sentado em frente ao computador. No navegador, várias abas abertas para ajudá-lo na produção do job. Minutos se passam. De repente, você se dá conta: estava sonhando acordado e nem sabe dizer há quanto tempo estava assim. Ter concentração é uma dificuldade para você?

Todos nós sabemos o quanto a concentração no trabalho é fundamental para desempenhar um bom papel dentro das organizações. Estar inteiramente focado nas ações que precisa cumprir pode ser um fator-chave do sucesso para muitos profissionais que querem se destacar.

A concentração mental consiste em um processo psíquico capaz de voltar toda a atenção a determinada atividade. É uma característica fundamental, pois nos ajuda na aquisição de conhecimento, nos estudos e na produtividade do trabalho.

Uma pesquisa da Harvard Business Review, que fez parte do livro The Mind of The Leader (A Mente do Líder), mostrou que 73% dos líderes no ambiente empresarial ficam distraídos na maior parte do tempo da sua rotina de trabalho.

Além disso, 65% responderam na pesquisa que não conseguem concluir suas tarefas. Isso é a comprovação de que a falta de concentração no trabalho afeta diretamente a produtividade.

Por isso, a seguir, confira as melhores dicas para ter mais foco em suas produções!

 

1- Faça uma coisa de cada vez

Quando um profissional faz muitas coisas ao mesmo tempo, como responder e-mails, preencher relatórios e planejar reuniões, é provável que a produtividade diminua e ele perca totalmente o foco.

Essas trocas causam distrações, perda de produtividade e de tempo.

Por isso, tente se concentrar para realizar as tarefas uma de cada vez. Terminar uma e passar para a próxima vai eliminar distrações – como tarefas de menor prioridade que você insiste em fazer rapidamente em meio a grandes tarefas.

Uma ideia é fazer uso da matriz GUT, uma ferramenta que auxilia na priorização de problemas. Ela consiste em classificar cada tarefa de acordo com a:

 

gravidade: impacto que o problema terá, em médio e longo prazo, caso não seja resolvido;

urgência: o prazo disponível para a solução;

tendência: o potencial que o problema tem para crescer com o passar do tempo.

Para cada um desses componentes, estabeleça uma nota de 1 a 5, sendo a mais alta a mais potente. Depois, multiplique os fatores e compare os resultados.

 

2 – Crie metas e objetivos realistas

Todos precisamos de metas diárias, pois elas guiam nosso trabalho. Ainda que o job tenha um deadline grande, defina a quantidade de produção para cada dia. Contudo, tais metas precisam ser realistas, pois, do contrário, a tendência é a procrastinação.

 

Além disso, ao trabalhar com pequenos objetivos e vê-los sendo alcançados, temos mais inclinação à motivação. Com isso, ficamos mais empenhados a continuar.

 

Resumindo: a palavra-chave aqui é planejamento. Ele torna tudo mais prático e ainda nos ajuda a perceber quando dizer “não” para aquele projeto que chegou em cima da hora e nos deixaria noites sem dormir para dar conta de entregar tudo.

 

3 – Estabeleça pequenos objetivos ao longo do dia

Com pequenas vitórias, a concentração no trabalho pode ser multiplicada. Por isso, crie um cronograma de pequenos objetivos, desde terminar uma tarefa ou até passar 1 hora inteiramente focado no seu espaço.

Sentindo-se psicologicamente recompensado a cada desafio superado, seu foco será ainda maior para manter esse ritmo.

 

4 – Tenha momentos de descanso e pausas programadas

Estudos mostram que a produtividade aumenta quando fazemos pausas regulares no trabalho.

Ao dividir suas tarefas em partes, é mais provável que você permaneça focado e mantenha seu cérebro envolvido no que realmente precisa.

O método Pomodoro é uma ferramenta de gestão de tempo que preconiza essas interrupções. Ele se baseia em dividir o fluxo de trabalho em blocos de concentração intensa. Na técnica tradicional, a sugestão é focar por 25 minutos e, depois, descansar por 5. A cada 4 ciclos fazendo isso, deve-se dar uma pausa maior, em torno de 15 minutos.

 

5 – Evite acompanhar as redes sociais

Hoje em dia é muito fácil se distrair com as redes sociais. Quando o telefone toca no seu bolso, é quase impossível ignorar a notificação do Facebook ou do Instagram.

E antes que você perceba, já passou um bom tempo vendo coisas desnecessárias, e nenhum trabalho foi feito.

Uma boa dica é desligar seus aparelhos durante uma tarefa importante. E se alguém realmente precisa entrar em contato com você, passe o número do seu trabalho.

Assim, você fica despreocupado para deixar as distrações de lado.

6 – Beba muita água

Durante os períodos de concentração, é comum que se esqueça do seu bem-estar. Mas a melhor maneira de executar seu trabalho é ficando sempre hidratado.

O melhor caminho é definir um lembrete no seu computador para beber um copo grande de água a cada duas horas, por exemplo.

A falta de água vai fazer você se sentir irritado e mais cansado, o que é a última coisa que você vai querer quando estiver tentando se manter concentrado.

 

30 jun
Oi! Vamos conversar sobre Branding Pessoal?

Sou Rayana Agrélio, tenho 35 anos, sou mãe da Olívia, apaixonada por marketing e por Educação – acredito de verdade na capacidade que o conhecimento tem de mudar o mundo. Tenho MBA em Management pela PUC-Rio, certificação em Branding e Comportamento do Consumidor pelo Insper/SP. Sou Diretora de Relacionamento do iCEV – Instituto de Ensino Superior e fundadora da Bravo.branding, uma consultoria em… branding

Quero te ensinar alguns passos simples para a construção da sua marca pessoal. Mas primeiro:

O que é Branding Pessoal?

Personal Branding é um tópico bastante abordado desde o início da era digital. Sua importância nunca foi tão crítica quanto é hoje. A definição mais simples de Personal Branding seria o ato de identificar, posicionar e promover a si mesmo. Então, vamos ver como criar uma marca pessoal que seja autêntica para você.

Qualquer pessoa com acesso à internet e à mídia social pode estabelecer uma audiência, se posicionar como especialista e começar a atrair clientes para seus negócios. E é exatamente isso que muitas pessoas estão fazendo.

 

Marketing Pessoal x Branding Pessoal

Fuja da armadilha da autopromoção pessoal, que ocorre quando alguém depõe a favor das próprias atividades Marketing Pessoal faz parte do Branding, que é a gestão estratégica da imagem de uma empresa ou pessoa. Branding é sobre o que você acredita, sobre o que você se identifica, sobre qual a impressão que você deixa no mundo, seja de modo consciente ou não.

Você está se comunicando *o tempo todo*. Então faça isso de modo consciente. Provoca sentimentos e identificação com o target, enquanto o do marketing pessoal é fazer com que ele tenha uma ação mais direta

 

Mas pra quê mesmo fazer isso?

Aumenta sua visibilidade, o que, por consequência, eleva as chances de ser contratado, fechar um negócio ou parceria: conquistar a confiança e compartilhar seus valores com o público, existem chances de que outras pessoas indiquem você para novas oportunidades.

 

Boca-a-boca ainda é a melhor propaganda. Uma pessoa tem quatro vezes mais chance de comprar algo quando recebe a indicação de um amigo, reforça suas qualidades e diferencial, entrega valor ao público-alvo, aproxima você de possíveis clientes, contratantes e parceiros, constrói uma boa reputação, posiciona você como autoridade em seu campo de atuação, além de elevar as chances de indicações, promoções, convite para entrevistas de emprego e palestras.

 

Mas advogado pode?

Como construir uma marca na advocacia com as restrições do código de Ética da OAB?

Pode, mas com calma – a “ Publicidade” deve ter caráter informativo. Provimento 94/2000 está sendo atualizado por uma comissão desde 2019. Aprovação dia 17 de junho de 2021 dos artigos 1º e 2º.

Em resumo: … autorizam o marketing jurídico, desde que exercido em conformidade com as normas da OAB, e conceituam esse termo, além de “marketing de conteúdos jurídicos”, “publicidade”, “publicidade profissional”, “publicidade ativa”, “publicidade passiva” e captação de clientela.

 

6 passos simples para a construção da sua marca pessoal

 

Invista em Autoconhecimento

No fim das contas, a gente sabe o que engaja – relacionamento, bebês fofinhos, festas – ou seja, coisas mais leves. Mas é sobre isso que você quer falar? Você é assim? Onde está a sua essência? Descubra quem você é no mundo.

 

Quais são os seus valores? Qual a sua percepção sobre o mundo? Qual impressão você quer que as pessoas tenham sobre você? A partir daí um leque de outros pontos podem ser explorados, como, por exemplo, quais cores e estilo de roupas melhor representam a imagem que você quer passar, com isso você pode definir com quem você quer conversar. Ou seja, seu público alvo, seu nicho.

 

 

Coerência e Consistência

 

 

Não adianta nada criar um personagem! Investimento em Branding Pessoal demanda tempo. Construção de reputação é algo a longo prazo e você não conseguirá manter essa postura durante um longo prazo se ela não for real.

 

A gente sabe o que engaja, mas você assim? Voltamos para o autoconhecimento. Para entender o seu tom de voz, ou seja, como você fala, e a sua mensagem sobre o que você fala é preciso que você se conheça. Caso contrário, o cancelamento vem.

 

Use as redes sociais ao seu favor

 

Utilize as redes sociais em seu potencial máximo. É uma ótima ferramenta de pesquisa: pergunte o que as pessoas querem saber, faça enquetes, converse. Você já tem seguidores, faça deles seus promotores.  Você não precisa transformar seu Instagram em um perfil exclusivamente profissional Conteúdos pessoais geram identificação, o que leva ao nosso próximo tópico:

 

Crie Conexão

Você é a sua marca, independentemente do meio que atua. Você não precisa ser empreendedor no sentido empresarial da palavra. Mas o empreendedorismo aqui está em saber se vender. A sua marca pessoal se torna forte o suficiente a ponto das pessoas confiarem no que você está falando, nas suas indicações. Você deve transmitir aquilo que você vende, por isso mais uma vez, autoconhecimento e coerência,

 

 

Fala, que eles te escutam

Mas fale de forma clara, o conteúdo é rei. Dá um tempo na síndrome do impostor: quando a gente estuda muito sobre um assunto, temos a tendência de achar que aquele tema é bobo ou simples demais. Que as pessoas não vão se interessar sobre aquilo.

 

Lembre: você passou anos estudando – ou pelo menos deveria – e tem gente, muita gente, que não tem noção do que você está falando. Está chegando agora. Para gerar autoridade é preciso falar, falar, falar, e tem gente, sim, querendo escutar.

 

O Instagram, por exemplo, tem canais de distribuição para todos os tipos de conteúdo, desde os bastidores da advocacia, nos Stories, até um assunto complexo, no IG TV.

Comece!

 

Dê sua cara a tapa e arrase.

 

20 maio
#TBT botando a pesquisa científica pra jogo!

I Exposição de Artigos Científicos sobre Responsabilidade Civil foi um sucesso

Falou em pesquisa acadêmica? Os alunos de Responsabilidade Civil deram um show!  Na 1ª Mostra de Pesquisa sobre Responsabilidade Civil, a turma da professora  Idelcelina Ximenes, de Direito pôde apresentar à comunidade acadêmica os frutos dos seus estudos.

A Exposição foi a finalização de um projeto da disciplina que visa apresentar aos alunos a atividade acadêmica da pesquisa. Cada grupo apresentou seu trabalho escrito e expuseram seus trabalhos para toda comunidade acadêmica.

Futuros pesquisadores

A I Exposição alcançou seu objetivo com sucesso, porque teve aluno que ficou encantado com a pesquisa acadêmica. Como foi o caso de Vitor Carvalho, estudante 6º período de Direito, que desenvolveu uma pesquisa sobre aplicabilidade do Punitive Damages no Direito Brasileiro junto com seu grupo:

“A Sensação de dever cumprido é muito satisfatória, ver que seu trabalho vai ser útil para a comunidade acadêmica é gratificante. Além disso, a experiência dessa atividade foi muito agregadora. Pude entender a importância da produção científica para o meio acadêmico, também descobri novos autores, consegui perceber a necessidade de uma organização nos textos”.

 

 

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