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18 dez
Bem-vindos ao mundo pós-digital

Cada vez que a humanidade dá um salto tecnológico, a primeira reação é de surpresa

A Era Pós-Digital é, basicamente, a realidade em que vivemos hoje, na qual a presença da tecnologia digital é tão ampla e onipresente que, na maior parte do tempo, nem notamos que ela está lá. Só percebemos sua existência quando por algum motivo ela nos faz falta. E essa total ubiquidade da tecnologia digital provoca impactos em todos os aspectos da vida.

Cada vez que a humanidade dá um salto tecnológico, a primeira reação é de surpresa e medo. Mas, depois que a inovação é absorvida, as pessoas aprendem a otimizar suas possibilidades. Na história isso se repetiu várias vezes: com o fogo, a agricultura, o metal e a eletricidade. Só que agora o digital está em tudo e em todos. E, como diria Clay Shirky, a revolução não acontece quando a sociedade utiliza novas ferramentas, e sim quando adota novos comportamentos.

Falo com alguém do outro lado do planeta e mando um WhatsApp para o amigo que está sentado ao meu lado no sofá. Tudo o que era grátis está ficando pago e o que era pago ficando grátis. Na Era Digital achavam que o futuro era baseado na convergência e no multimídia. Agora, no Pós-Digital, está cada vez mais claro que o caminho é o da divergência e da unimídia. A regra de transmissão da informação mudou de unidirecional para multidirecional. A recepção não é mais passiva, é interativa, porque a mídia digital é mais do que um novo canal de comunicação, é um novo ambiente de relação com os consumidores e possui um componente de engajamento que faz toda a diferença.

Estamos num mundo de relações fugazes. Na Era Pós-Digital, precisamos agir rápido se quisermos continuar relevantes. Tudo agora é mais veloz e mutante, refletindo a realidade social. O ciclo de formação e popularização dos fatos, notícias e tendências está cada vez mais curto. Pessoas trocam de amores, amizades, empregos e marcas como quem troca de tênis.

Viver, produzir e se perpetuar na Era Pós-Digital não é mais questão de utilizar ferramentas ou armas digitais, e sim de possuir uma alma digital. Ela deve ir muito além de sites, blogs ou páginas no YouTube, mais que e-commerce ou redes sociais. Estamos falando de uma outra dimensão do envolvimento digital, aproveitando a onisciência, a onipotência e a onipresença que ele proporciona. Precisamos abraçar o big data e os algoritmos, incentivar o home office e as reuniões por videoconferência, implementar sistemas colaborativos e generativos, eliminar estruturas piramidais para operar em rede, rever hierarquias de poder e estabelecer o diálogo em todos os aspectos da comunicação com o mercado.

Estamos num ponto de inflexão para uma nova era de total revolução em tudo o que fazemos, mas ainda com paradigmas e certezas que nos seguram no passado. Enormes transformações estão vindo rapidamente em nossa direção. A Era Pós-Digital é como uma estrada cheia de curvas em que é preciso combinar velocidade e cautela, atenção ao presente e visão de futuro, adaptabilidade e constância. Se não acendermos os faróis altos para ver o que está longe, a chance de dar de cara com um barranco é enorme. O desafio é antever as próximas que se apresentam na estrada. Por isso, dirijam com atenção, e bem-vindos à Era Pós-Digital!

Por por Walter Longo – presidente da Grey Brasil, mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm e autor do livro Marketing e Comunicação na Era Pós-Digital (Editora HSM). Fonte: Revista Galileu

11 dez
8 palestras do TED que vão te inspirar

O TED Talks é uma conferência em que grandes pensadores se reúnem para apresentar teorias, ideias e pesquisas sobre diversos assuntos — muitas vezes inspiradores. Selecionamos algumas palestras para te motivar (e quem sabe restaurar sua fé na humanidade).

O drama silencioso da fotografia, por Sebastião Salgado
Nessa palestra, o brasileiro faz uma reflexão sobre seus anos de trabalho com a fotografia e o impacto que ele teve na sociedade. Salgado também apresenta algumas fotos do projeto Gênesis, que levou mais de uma década para ser finalizado, e o trabalho de restauração que faz em sua fazenda.

Sim, eu tive câncer. Mas isso não diz quem eu sou, por Debra Jarvis
Debra Jarvis já trabalhava há muito tempo com pacientes com câncer quando foi diagnosticada com a doença. A ironia do destino não abalou Jarvis, que nessa palestra do TED conta que sua vida é muito mais do que ter tido câncer — difícil é fazer os outros entenderem.

Caçar dinossauros me mostrou nosso lugar no Universo, por Kenneth Lacovara
O paleontólogo Kenneth Lacovara conta sobre sua descoberta: um saurópode de 77 milhões de anos e a coloca em perspectiva com a existência de seres humanos. Segundo ele, “há um mundo infinito de histórias que poderiam ter existisdo. Temos apenas e, puxa, como ela é boa!”.

Como a curta vida de meu filho fez a diferença, por Sarah Gray
O bebê de Sarah Gray foi diagnosticado ainda no útero com anencefalia (condição terminal), mas sua perda não fez com que a mulher parasse de viver: ela doou os órgãos do feto para a ciência e hoje motiva quem teve uma perda a viver o luto, mas ter esperança.

Três lições de sucesso de uma mulher de negócios árabe, por Leila Hoteit
Ser mulher e árabe é enfrentar um sistema opressor e machista todos os dias. A engenheira, ativista e mãe, Leila Hoteit, conta sobre sua trajetória e dificuldades de se mostrar competente em Abu Dhabi, e dá ideias motivadoras para ajudar quem deseja prosperar no mundo moderno.

Caminhar como uma ação revolucionária de autocuidado, por T. Morgan Dixon e Vanessa Garrison
“Quando mulheres negras caminham, mudanças ocorrem,” afirmam T. Morgan Dixon e Vanessa Garrison, fundadoras da organização sem fins lucrativos GirlTrek. Seu objetivo é diminuir as mortes de mulheres negras e construir grupos, por meio da educação e de questões como o autocuidado.

O poder revolucionário da diversidade de pensando, por Elif Shafak
Nascida na Turquia, Elif Shafak sentiu na pele como a perda de diversidade pode trazer perdas gigantescas para a sociedade, ainda mais vivendo sob um regime autoritário. Nessa palestra, a escritora mostra como a pluralidade é essencial se queremos construir um mundo bom para todos e que “ninguém nunca deveria se calar diante o medo da complexidade”.

O impulso que os estudantes precisam para superar obstáculos, por Anindya Kundu
Para o sociólogo Anindya Kundu, determinação e força estão longes de serem os únicos fatores que interferem na educação da população mais pobre. Nessa apresentação, o especialista conta histórias de sucesso de alunos que aprenderam a superar obstáculos e desenvolveram sua capacidade de ação.

Fonte: Galileu

04 dez
Redes sociais e o risco diário da intolerância

No mundo em que vivemos atualmente, as redes sociais como Facebook, Twitter etc, fazem parte do nosso cotidiano. Mais do que “redes sociais”, estas plataformas eletrônicas – criadas inicialmente para ser uma espécie de diário pessoal daqueles que possuem uma conta – são hoje as maiores distribuidoras de “conteúdo” do mundo. E por conteúdo, entenda-se desde notícias jornalísticas compartilhadas por perfis oficiais de grandes conglomerados de comunicação, até mesmo, pensamento individuais.

Por conta disso, essas plataformas são fonte inesgotável de informação de diversos posicionamentos políticos, sociais e religiosos. Ora, levando esta breve reflexão em consideração, nós, seus usuários estaríamos suscetíveis aos mais antagônicos posicionamentos sobre um mesmo tema, gerando um questionamento e aberturas sem precedentes. Mas será que é isso mesmo que acontece?

Outro dia mesmo me deparei com a seguinte situação: Diante do julgamento do ex-presidente Lula, muitos de meus amigos de redes sociais utilizaram seus perfis para expressar aquilo que pensam sobre o tema. Ao me deparar com uma frase que considerei absurda, me peguei apertando o botão unfollow, ou seja, eu e aquela pessoa continuaríamos amigos, mas a partir daquele momento, suas atividades não seriam mais mostradas em meu feed de notícias. Na prática, continuaríamos amigos, mas eu não estava interessada em nada do que ele tinha a falar?

Minha própria atitude me causou espanto instantâneo: como eu iria ser amiga de alguém cuja opinião não me interessa? Será que eu me tornei o tipo de gente que só pode ser amigo daqueles com quem concordam? Ou pior, daqueles que concordam com a MINHA opinião?

Fui um pouco mais longe e pensei: não seriam as redes sociais o ambiente ideal para a armadilha do Viés de Confirmação?

Conceitualmente o viés de confirmação refere-se a um tipo de pensamento seletivo onde tende-se a dar uma maior atenção àquilo que confirma as suas respectivas crenças e de ignorar e desvalorizar qualquer ponto que as contradiga. Como um aspecto do viés cognitivo, trata de padrões de distorção de julgamento onde não existe uma tomada de decisão racional, também chamado de irracionalidade. Nesse tipo de comportamento a carga emocional é um fator determinante na escolha das provas para comprovar uma afirmação.

Mas a seleção é justamente o ponto focal das redes sociais: escolhemos quem seguir, quais veículos de informação poderão ou não nos encaminhar conteúdo de informação e quais amigos devem aparecer em nossos feeds de notícia. Ao fazermos isso incorremos diariamente em uma armadilha de confirmação: somente veículos de informação condizentes com nossa posição social e política irão nos atingir, e assim, somente uma versão dos fatos será de nosso conhecimento, o que, por sua vez, irá confirmar nossas antigas crenças e verdades, chegando ao ponto de nos fazer acreditar que somente aquela versão importa.

Assim, ao invés do território fértil de opiniões, e espaço ideal para debates, as redes sociais, por escolha nossa, tornam-se, a cada dia, uma armadilha da irracionalidade e do radicalismo, levando a movimentos perigosos.
Cabe a nós então, trazer para o consciente essa ação quase automática de somente seguir aqueles com quem concordamos e deixar entrar em nossa página diária de informações os múltiplos pensamentos da sociedade. Cabe a nós fazermos o inverso para que não tornemos o nosso mundo uma bolha de confirmação.

A fim de curiosidade, em relação àquela amiga que dei unfollow, voltei atrás, me permiti saber de suas opiniões políticas totalmente opostas às minhas, mas que fazem dela um ser muito interessante, e que certamente me fazem refletir, mesmo que seja para continuar discordando.

27 nov
“Em tempos de crise, inovar é a única saída”

Peter Kronstrøm, do Copenhagen Institute for Futures Studies, fala sobre tecnologia, trabalho e energia

Quando uma sociedade passa por uma grande crise, é comum olhar para os avanços tecnológicos como uma ameaça e, para o futuro, com uma lente de pessimismo. Por isso mesmo, é bom ouvir quem enxerga essa realidade com novos olhos. Peter Kronstrøm, líder do Copenhagen Institute for Futures Studies na América Latina, tem esse perfil. O dinamarquês, que vive na América Latina há quase dez anos e se debruça sobre o estudo do futuro, é sem dúvida um otimista. “Muito do otimismo que estava aqui em 2008 e 2009 desapareceu, e acho isso desnecessário. Esse momento é como um marco zero, é necessário também para mudar para algo melhor”, diz ele.

A próxima revolução que veremos, defende Kronstrøm, será na matriz energética. Novas tecnologias vão mudar a forma como a sociedade gera, armazena e comercializa a energia elétrica. Ele também projeta que a sustentabilidade se tornará, cada vez mais, uma questão importante para o modelo de negócios das empresas. Sobre o futuro do trabalho, ele diz que as tecnologias poderão substituir 60% dos profissionais, mas defende que isso não será ruim – “os humanos terão mais tempo para o trabalho intelectual e criativo”.

O Instituto Copenhagen diz que as mudanças na matriz energética serão a principal revolução dos próximos 10 anos. De que forma isso pode afetar nossas vidas?
Cada vez mais vamos usar formas renováveis de energia, que ficarão mais baratas e acessíveis. Também acreditamos que a geração de energia cada vez mais será feita pelo próprio consumidor em suas casa ou nos meios de transporte. Isso vai demandar uma revisão da infraestrutura de distribuição e geração de energia e só será possibilitado pelos avanços tecnológicos. Um dos projetos que estamos vendo é o Hyperloop, um meio de transporte que vai gerar mais energia do que usa, devolvendo parte dela para a sociedade.

Em que estágio de desenvolvimento está o Brasil nesse cenário?
O Brasil é um dos países mais sustentáveis em geração de tecnologia. Aproximadamente 60% da energia gerada no Brasil vem de fontes renováveis – as hidrelétricas. O Brasil está muito à frente dos demais nesse sentido, mas é claro, os avanços maiores nessa nova matriz energética virão dos países que estão mais dispostos a investir em infraestrutura, a facilitar o desenvolvimento de carros elétricos e que tenham uma atitude avançada de governo para ajudar a fazer essa revolução acontecer. Para que essa revolução aconteça, precisamos de muito mais parcerias entre governo e setor privado.

Qual país lidera esse movimento?
É difícil citar um país. Os escandinavos e a Austrália, por exemplo, investem muito nisso. Mas vários outros países estão dando importância a este assunto, como a China, que tem investido bastante em fontes renováveis de energia, como a energia solar.

Esse esforço tem a ver com questões como as mudanças climáticas e o Acordo de Paris, ou é o lado econômico que tem incentivado os avanços?
Não, o mundo não está nem aí para as mudanças climáticas. Mas todos sabemos que há problemas muito grandes a respeito do consumo e geração de energia. O que estamos felizes em ver no Instituto Copenhagen é que a sustentabilidade e a energia limpa começam a ser vistas como um ótimo modelo de negócio. A energia solar está cada vez mais barata, assim como outras formas de energia renovável. Passou a ser um bom negócio — que também vai salvar nosso planeta. Ser sustentável está virando um ótimo negócio. Os países que lideram essa transição também estão ganhando economicamente com essa mudança.

E o que falta para que mais empresas passem a enxergar a sustentabilidade como modelo de negócio?
Mais consciência. E acho que isso tem que vir da iniciativa privada, não podemos esperar que os governos do mundo inteiro façam as mudanças necessárias. É necessário que haja uma discussão entre o setor privado e o setor público para criar o novo sistema de infraestrutura de energia que queremos no futuro.

As empresas brasileiras já entenderam isso, ou ainda pensam que a sustentabilidade é apenas um discurso bonito, separado do modelo de negócio, só um custo a mais?
Cada vez mais as empresas estão vendo como isso pode se tornar um modelo de negócios, como isso pode criar um resultado positivo também financeiramente. Mas muitas empresas também apostam no chamado “green washing”, fazem iniciativas pequenas e dizem que agora são completamente sustentáveis. Não dá mais para fazer isso. Ainda há muito a fazer, mas sou otimista, acho que estamos avançando. As empresas estão entendendo que não é só mais um custo chato, mas como algo necessário.

Outra pesquisa do Instituto Copenhagen diz que a tecnologia pode substituir até 60% da força de trabalho atual. Isso deixaria muitas pessoas sem emprego? Como lidar com isso?
Não, pelo contrário. Quanto mais empresas usam a tecnologia e a robótica, mais elas crescem e mais podem continuar contratando. Acho fundamental não olhar para as novas tecnologias como uma ameaça que vai tirar os empregos. A tecnologia vai tirar os trabalhos chatos das mãos dos humanos, e nós vamos mudar a nossa capacidade de trabalhar, fazendo funções muito mais criativas e intelectuais e nos ocupando com coisas mais criativas, que as máquinas não conseguem fazer. Da mesma forma que alguns trabalhos que fazemos hoje serão substituídos por robôs, vão surgir outros empregos, que nem podemos imaginar. Nossa estimativa é de que hoje 5 milhões de pessoas se sustentam só postando e vendendo coisas pela internet. Se você falasse há 50 anos que em 2017 cinco milhões de pessoas se sustentariam só filmando elas mesmas e postando em uma coisa que se chamaria internet, ninguém teria acreditado.

Como a inteligência artificial poderá mudar nossas vidas, e qual será o impacto na economia?
Penso mais na inteligência artificial como uma ferramenta tecnológica, como uma extensão do nosso cérebro. No longo prazo, vai tornar nossas vidas muito mais fáceis. Essa tecnologia vai revolucionar várias áreas, como energia e saúde.

O senhor tem uma visão bastante otimista…
Sim, eu tenho uma visão mais otimista do que pessimista. Eu hoje quero uma inteligência artificial que olhe meus emails e me diga o que é importante, o que eu tenho de fazer e onde tenho que estar em cada momento. É o que toma mais tempo do meu dia, e é muito chato. Daqui a pouco teremos alguma tentativa de fazer isso, que vai ser ruim no começo, mas que vai melhorar com o tempo. Claro que poderemos ter alguns exemplos de mau uso da tecnologia, mas sempre foi assim na história humana. As facas, por exemplo, podem ser usadas para comer ou para fazer coisas muito ruins.

O que as empresas precisam fazer para lidar com esse futuro?
O valor mais importante para as empresas é detectar a mudança muito rápido e conseguir lidar com essa mudança. Os humanos e as empresas que conseguirem se adaptar a essas mudanças e que conseguirem mudar rápido serão líderes.

O Brasil vive uma crise econômica. Isso freou a capacidade de inovação das empresas?
Não, pelo contrário. Uma das coisas que eu percebo nos brasileiros é a abertura ao novo, a curiosidade e a vontade de se reinventar. Quando há uma crise, temos de colocar todas as forças na inovação, porque a única resposta agora é criar novas soluções. Não podemos usar ferramentas antigas para solucionar problemas novos. Por isso precisamos inovar. Especialmente em tempos de crise, inovar é a única saída.

Fonte: Época Negócios

24 nov
5 motivos para você ser iCEV em 2018

 

1 – Somos método inovador
Nossa metodologia é eficiente e está baseada em técnicas adotadas pelas mais renomadas universidades do mundo, como Harvard. Apostamos no aluno como protagonista do processo de aprendizagem.

 

2 – Somos ensino para o presente e para o futuro
No iCEV, você será preparado para as exigências do mercado. No curso de Direito, preparação para a OAB e concursos. No curso de Administração, planejamento de carreira e formação de empreendedores.

 

3 – Somos professores capacitados
Um time de professores que aliam conhecimento acadêmico e experiência de mercado está lhe esperando para fazer de você o profissional do futuro.

 

4 – Somos além do básico
Com um tutor em sala de aula, focado em elaborar relatórios, mapas mentais e planos de estudo, você terá aproveitamento máximo nos estudos.

 

5 – Somos interdisplinaridade
As ações da nossa Escola de Direito Aplicado e da nossa Escola de Negócios e Gestão estarão integradas, provando que o conhecimento é plural, assim como o mercado e você.

20 nov
Negros e negras brasileiros que deveriam ser mais estudados nas escolas

“Parece que os negros não têm passado, presente e futuro no Brasil. Parece que sua história começou com a escravidão, sendo o antes e o depois dela propositalmente desconhecidos.”

Quem afirma é o antropólogo Kabengele Munanga, professor do Centro de Estudos Africanos da Faculdade de Filosofia, Letras, Ciências e Humanidades da USP. Não à toa, o Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, é baseado na história envolta em mistérios e lendas de Zumbi dos Palmares, escravo que liderou um quilombo em Alagoas no século 17.

Considerado o maior herói do movimento negro brasileiro, Zumbi teria sido assassinado em 20 de novembro de 1695. A data, porém, só foi descoberta em 1970 e só em 2003 foi incluída no calendário escolar.

Ainda assim, é constante a reclamação, por parte de ativistas, de que negros e negras proeminentes na história brasileira continuam sendo deixados de lado nas aulas de História. Conheça alguns deles.

Zumbi dos Palmares

No século 17, Zumbi foi capturado por bandeirantes ainda bebê e entregue ao padre Antônio Melo, em Porto Calvo, região do Rio São Francisco. Sabe-se que ele foi batizado pelo padre com o nome de Francisco, mas a data exata de seu nascimento não é conhecida.

Com 15 anos, Zumbi conseguiu fugir para o Quilombo dos Palmares, atual região de Alagoas. No quilombo – uma das comunidades livres fundadas por escravos que conseguiram fugir dos seus senhores -, o adolescente adotou o nome de Zumbi, que significa “espectro, fantasma ou deus” no idioma quimbundo.

O Quilombo dos Palmares foi o maior das Américas, abrigando cerca de 20 mil habitantes em 11 povoados.

“Zumbi liderou a luta contra a escravidão e reuniu não apenas muitos negros que fugiam das senzalas, mas também indígenas e brancos insatisfeitos com o regime escravista”, disse Kabengele Munanga à BBC Brasil.

Zumbi foi o último líder do Quilombo dos Palmares e chefiou a luta de resistência contra os portugueses, que durou 14 anos e terminou com sua morte, em 1695.

Mesmo carente de armas, o Quilombo dos Palmares tinha uma eficiente organização militar. A comunidade resistiu a 15 expedições oficiais da Coroa.

Na décima sexta expedição, depois de 22 dias de luta, Zumbi foi capturado, morto e esquartejado por bandeirantes. Sua cabeça foi enviada para o Recife, onde ficou exposta em praça pública até se decompor.

Dandara dos Palmares

Assim como Zumbi, não há registros do local nem da data de nascimento Dandara. Acredita-se que ela foi levada para o Quilombo dos Palmares ainda criança. Lá teria aprendido a caçar, lutar capoeira e manusear armas. Foi uma das líderes do exército feminino em Palmares e mulher de Zumbi, com quem teve três filhos.

Depois que o Quilombo foi tomado pelos portugueses,em fevereiro de 1694, Dandara cometeu suicídio para não ser capturada e voltar à escravidão.

Milton Santos

Milton Santos nasceu em 3 de maio de 1926, em Brotas de Macaúbas, na Bahia. Filho de dois professores primários, ele tornou-se um dos geógrafos negros mais conhecidos no mundo.

Sua formação, no entanto, não era em Geografia, e sim em Direito, pela Universidade Federal da Bahia (Ufba).

Santos foi o precursor da pesquisa geográfica na Bahia e, na década de 1990, tornou-se o único pesquisador brasileiro a ganhar o Prêmio Vautrin Lud, considerado o Nobel de Geografia. No mesmo período, ganhou um Prêmio Jabuti, o mais importante da literatura brasileira, pelo livro A Natureza do Espaço.

Após o golpe militar de 1964, o baiano foi perseguido e preso pelo regime, por ter sido representante da Casa Civil na Bahia durante o curto governo de Jânio Quadros. Com ajuda do consulado da França, conseguiu asilo político na Europa.

O geógrafo deu aulas e fundou laboratórios na França, na Inglaterra, na Nigéria, na Venezuela, no Peru, na Colômbia e no Canadá. Ele conseguiu retornar ao Brasil somente nos anos 1980.

Apelidado de “Cidadão do mundo”, Milton Santos recebeu vinte títulos de Doutor Honoris Causa de universidades da América Latina e da Europa, publicou mais de 40 livros e mais de 300 artigos científicos. Morreu em 24 de junho de 2001.

Machado de Assis

Filho de um mulato pintor de paredes e de uma imigrante portuguesa que trabalhava como lavadeira, Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro. A escravidão foi abolida somente 49 anos após o seu nascimento.

Por causa do preconceito racial, ele teve acesso limitado ao ensino e se tornou autodidata. No seu primeiro trabalho, em uma padaria, aprendeu com a patroa a ler e traduzir em francês.

Aos 17 anos, se tornou tipógrafo na Imprensa Nacional. Passou a colaborar para diversas revistas aos 19 anos e, pouco depois, trabalhou para jornais como Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro.

Machado de Assis só se tornou um escritor conhecido a partir de 1872, com a publicação do romance Ressurreição. Ele foi eleito o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. O livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, publicado em 1881, é considerado sua maior obra e uma das mais importantes em língua portuguesa.

O romancista morreu em 29 de setembro de 1908.

Lima Barreto

Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu em 13 de maio de 1881, no Rio de Janeiro, neto de escravos e filho de professores.

Em 1897, menos de dez anos após o fim da escravidão, ele foi aceito na importante escola de Engenharia do Rio de Janeiro – o único negro da sala. No entanto, ele abandonou a universidade em 1902 para cuidar do pai, que sofria de uma doença mental.

Lima Barreto tornou-se funcionário público para sustentar a família e, nas horas vagas, escrevia reportagens para o jornal carioca Correio do Amanhã, denunciando o racismo e a desigualdade social no Rio de Janeiro.

Um dos principais romances brasileiros, O Triste Fim de Policarpo Quaresma, foi o segundo romance publicado por Barreto.

Ele morreu em 1922, aos 41 anos, considerado louco. Deixou uma obra de dezessete volumes e nunca recebeu nada para escrever nenhum deles.

Seu reconhecimento como escritor veio somente após a morte. Em 2017, foi o homenageado da Feira Literária de Paraty, um dos maiores eventos da literatura brasileira.

Carolina Maria de Jesus

Carolina Maria de Jesus nasceu em 1914, em Sacramento, Minas Gerais. De família pobre, ela cursou somente os primeiros anos do primário, e se mudou para São Paulo em 1937, onde trabalhou como doméstica e catadora de papel.

Nesse período, ela mantinha consigo inúmeros diários onde relatava o seu dia a dia como moradora da favela do Canindé.

Em 1958, ao fazer uma reportagem no Canindé, o jornalista Audálio Dantas conheceu Carolina e leu seus 35 diários. Dois anos depois, ele publicou um dos diários com o título de Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. A obra vendeu mais de 100 mil exemplares em 40 países e foi traduzida em 13 línguas.

Em 1961, Carolina de Jesus lançou Casa de Alvenaria: Diário de uma Ex-favelada e, no ano seguinte, publicou Pedaços da Fome, seu único romance.

Depois de desentendimentos com editores, em 1969, a escritora saiu de São Paulo e mudou-se para um sítio. Morreu em 1977, aos 62 anos, de volta à pobreza.

Abdias do Nascimento

Neto de escravos, Abdias do Nascimento nasceu em uma família em 1914, na cidade de Franca, em São Paulo. Ele começou a trabalhar aos 9 anos e, para conseguir se mudar para São Paulo, se alistou no Exército.

Nascimento teve que abandonar a instituição, no entanto, ao entrar para o movimento da Frente Negra Brasileira, que realizava protestos em locais públicos contra o racismo.

Em 13 de outubro de 1944, ele criou o Teatro Experimental do Negro, junto com outros artistas brasileiros. Escritores da época, como Nelson Rodrigues, escreveram peças teatrais especialmente para o grupo, que também se dedicou a alfabetizar ex-escravos e transformá-los em atores.

Durante a ditadura militar, Nascimento foi preso e enviado ao exílio. Ele retornou ao Brasil somente em 1981.

Além de ator, teatrólogo e ativista, Abdias Nascimento foi deputado federal pelo Rio de Janeiro logo após o final do regime militar. Na década de 1990, foi eleito senador, sempre com a plataforma da luta contra o racismo.

Ele faleceu em 24 de maio de 2011, aos 97 anos.

Teodoro Sampaio

Quem passa pela movimentada rua Teodoro Sampaio, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, geralmente não sabe a importância do homem que dá nome à via. Filho de uma escrava e de um padre, Teodoro Sampaio nasceu em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, em 1855.

Seu pai, o padre Manoel Sampaio, o levou para o Rio de Janeiro criança e o matriculou no regime de internato no Colégio São Salvador. Em 1877, ele se formou engenheiro.

Por anos, ele trabalhou como professor de matemática e desenhista do Museu Nacional para poupar dinheiro e comprar a alforria de sua mãe e irmãos.

Em 1879, Sampaio participou da expedição científica ao Vale do São Francisco para estudar os portos do Brasil e a navegação interior. Ele ajudou a fundar o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, em 1894, e a Escola Politécnica da USP, em 1930.

Morreu no Rio de Janeiro em 1937.

Sueli Carneiro

Aparecida Sueli Carneiro Jacoel nasceu em São Paulo, em junho de 1950. É a mais velha dos sete filhos de uma costureira e de um ferroviário. Doutora em filosofia pela USP, foi a única negra no curso de graduação da Universidade, na década de 1970.

Hoje, ela é uma das mais importantes pesquisadoras sobre feminismo negro do Brasil. Seu nome e ativismo foram relacionados à formulação da política de cotas e à lei antirracismo.

Em 1988, Sueli fundou o Geledés – Instituto da Mulher Negra, uma organização política de mulheres negras contra o racismo e sexismo. É uma das maiores ONGs de feminismo negro do país. Entre os vários serviços prestados pelo instituto, está o de assistência jurídica gratuita a vítimas de discriminação racial e violência sexual.

Ainda em 1988, Carneiro foi convidada para integrar o Conselho Nacional da Condição Feminina. É vencedora de três importantes prêmios sobre feminismo e direitos humanos: Prêmio Benedito Galvão, Prêmio Direitos Humanos da República Francesa e Prêmio Bertha Lutz.

André Rebouças

Neto de uma escrava alforriada e filho de Antônio Pereira Rebouças, um advogado autodidata que se tornou conselheiro de D. Pedro 2º, André Rebouças nasceu em 1838, em Cachoeira, Bahia, em uma família classe média negra em ascensão no Segundo Reinado.

Por causa da posição atípica de sua família para a época, André e seus seis irmãos receberam uma boa educação. O menino e um de seus irmãos, Antônio Rebouças, se tornaram importantes engenheiros e abolicionistas.

Como engenheiro, seu maior projeto foi o da estrada de ferro que liga Curitiba ao porto de Paranaguá, considerado, até hoje, uma realização arrojada.

Como abolicionista, ele criou, junto de Machado de Assis, Joaquim Nabuco e outros abolicionistas importantes da época, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão.

Após o fim da escravidão, no entanto, a monarquia também chegou ao fim. Com a proclamação da República, em 1889, a família de D. Pedro 2º e pessoas ligadas a ele, como a família Rebouças, tiveram que partir para o exílio.

André nunca mais retornou ao Brasil. Em 09 de maio de 1898, deprimido com o exílio, o engenheiro se jogou de um penhasco perto de onde vivia, em Funchal, na Ilha da Madeira.

Algumas capitais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Curitiba, têm avenidas e túneis chamados de Rebouças em homenagem ao engenheiro negro.

Fonte: BBC Brasil

13 nov
Como o cérebro funciona durante o vestibular?

Entenda como ocorrem as conexões cerebrais e quais partes do órgão são ativadas no período em que o candidato faz a prova

A organização do cérebro humano não é estática. Suas conexões se movimentam o tempo todo, de acordo com a atividade a ser realizada. Foi essa conclusão a que chegou uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Stanford. Durante testes de memória, por exemplo, identificaram que a atividade cerebral ocorreu de forma mais integrada com relação ao estado de repouso. E, quanto maior a rapidez e a precisão na realização da tarefa, mais integrado o cérebro parecia.

Imagine, então, o nível de atividade cerebral durante uma prova de vestibular, em que a pressão e a ansiedade são constantes. “Nesta situação, não apenas o cérebro reage, mas ele se comunica com outros órgãos do corpo, o que denominamos de eixos. Existe o eixo hipotalámo-hipófise-supra-renal, por exemplo, que fica mais ativado frente a uma situação estressante.

Essa ativação leva à produção de noradrenalina, aumenta a pressão arterial, a frequência cardíaca e respiratória e há aumento também do cortisol que, em excesso, pode prejudicar, inclusive, a nossa capacidade de memorizar”, explica Flavio Shansis, médico psiquiatra e professor da Graduação em Medicina na Unisinos. Talvez seja por isso que tanta gente tem “branco” no momento da prova.

O vestibular iCEV está chegando! Inscreva-se aqui!

De acordo com ele, as áreas ditas mais nobres do cérebro são ativadas durante o vestibular, dentre as quais o corte pré-frontal é bem importante. “Existem áreas mais relacionadas à memória, ao processamento de dados, que são mais estimuladas quando colocadas em demanda.

Estudos mostram que áreas nobres, como o corte pré-frontal, por exemplo, são ativadas quando são desafiadas, e isso é mostrado em exames de neuroimagem funcional. Portanto, provavelmente, no momento de uma prova, essas e outras áreas serão mais demandadas”, explica Shansis. Áreas da memória, como o hipocampo, também podem ser mais ativadas em situações que requeiram evocação de conhecimentos anteriormente adquiridos, que é o caso do vestibular.

E como as conexões cerebrais não são estáticas, é possível aprimorá-las para obter um melhor desempenho no vestibular. A leitura e os exercícios de memória podem não apenas aumentar as conexões, como torná-las mais eficientes. Dormir bem também é fundamental, pois a falta de sono diminui a criatividade, a concentração, o aprendizado e a capacidade de planejar e resolver problemas, deixando o raciocínio lento.

Veja, a seguir, quais partes do cérebro são acionadas durante o vestibular:

Fonte: Revista Galileu

06 nov
Ferramentas que vão te ajudar nos estudos para o vestibular

Aplicativos e tutoriais te ajudam a estudar de graça na internet e no celular

Quando os livros e apostilas não parecem mais o suficiente para sua salvação no vestibular e no Enem, a internet entra em cena para organizar seus estudos e ensinar tudo o que você precisa saber na hora da prova. Com um pouco de foco, os apps e canais do Youtube que separamos nessa lista devem facilitar a rotina de qualquer vestibulando:

1. Ligado no Enem
App com mais de 140 horas de cursos com professores de cursinho preparatório, divididos por matérias do ensino médio. Disponível para Android, iOS, Windows Phone e outros celulares.

2. Me Salva!
Canal de vídeo com aulas curtas sobre os principais temas do vestibular e playlists de “extensivos” para estudar todas as disciplinas do ensino médio.

3. Geekie Games
Com resumos, aulas em forma de vídeo e simulados do Enem, o aplicativo foi desenvolvido para Android e pode ser usado em tablets.

4. Oficina do Estudante
O canal explica como fazer uma boa redação, comenta os livros que caem no vestibular e separa aulas de todas as matérias do ensino médio.

5. App Prova Enem
Criado por uma startup de professores, o app oferece questões divididas por área de conhecimento e organiza um ranking de estudos. Disponível para celulares ou navegação no computador.

6. Descomplica
Vídeos sobre atualidades, dicas de como organizar os estudos e outros temas que costumam cair nas provas do Enem.

7. EstudaVest
Questões e simulados de vestibulares e do Enem, disponível para todos os celulares e também na internet.

8. Aula Livre
Vídeos dinâmicos organizados pelas matérias tradicionais do ensino médio.

9. Youtube Educação
A ferramenta do Youtube ajuda a buscar vídeos e tutoriais de ensino médio e fundamental em português.

10. Edu.app
Dedicado aos estudos do Enem, reúne as principais videoaulas da ferramenta Youtube Edu. Disponível para Android.

11. FGV Ensino Médio Digital
Curso online da Faculdade Getúlio Vargas, com vídeos divididos pelos temas mais comuns em provas de vestibular.

12. O Matemático
Matemática, física, estatística e tudo o que você tem dificuldade de entender sobre números.

13. Aula De
Todas as matérias do vestibular ensinadas em vídeo por um time animado de professores.

Fonte: Revista Galileu

09 out
20 aplicativos para facilitar a vida dos universitários

São tantas as tarefas com as quais um estudante precisa lidar dentro da faculdade que, às vezes, parece impossível lidar com todas de uma vez. No entanto, a tecnologia pode ser muito útil para ajudar a conciliar todos os estudos, bem como fornecer materiais de estudo e ferramentas úteis para ajudar em trabalhos – tudo que um universitário precisa para aproveitar a faculdade ao máximo.

Para ajuda-lo, selecionamos 20 aplicativos, divididos em categorias, que com certeza facilitarão seu dia a dia. Confira a lista!

Organização

1. Any.do

Se organizar é fundamental para qualquer estudante e, por isso, o any.do é um aplicativo que faz a diferença. O software criar listas de tarefas e ainda permite que os usuários as sincronizem com seus dispositivos, para acessá-lo de qualquer lugar.

2. Mailbox

Estudantes costumam receber muito e-mails e pode ficar difícil se encontrar em meio a tantas mensagens. O Mailbox permite que o usuário trabalhe com vários e-mails de uma vez, organize-os em pastas e crie lembretes, para que nenhuma mensagem importante passe despercebida.

3. Dropbox

Ter um backup de seus arquivos acessível de qualquer lugar é o sonho de todo o estudante. Isso já se tornou realidade por meio do Dropbox, que armazena dados na nuvem, permitindo que você acesse seus arquivos de qualquer lugar – e sem limite de armazenamento.

4. Google Drive

Com o Google Drive também é possível gerenciar todos os dispositivos do Google em um só lugar, consequentemente conseguindo ver seus arquivos de maneira fácil e rápida. Por também possuir armazenamento na nuvem, o Google Drive permite que seu conteúdo seja acessado de qualquer lugar, basta conseguir uma conexão de internet.

5. Studious

Diga adeus à velhas agenda de papel. Com o Studious é possível reunir todas as informações necessários para seus estudos, como horários de aulas, prazos para trabalhos e matérias de aulas. Outra vantagem é que o aplicativo cria lembretes sobre suas tarefas para que você não perca nenhum prazo.

6. Self Control

A distração causada pela internet é um dos fatores que mais prejudicam os estudantes. Nesse caso, o Self Control pode ajudar a manter o foco e inclusive se organizar melhor. O aplicativo bloqueia seus sites favoritos por determinados períodos de tempo, para que você não desvie sua atenção das aulas ou outras tarefas importantes.

7. Clear

Em muitos casos, são tantas atividades de que um estudante precisa manejar que uma lista de tarefas apenas não é suficiente. Quando isso acontece, o Clear pode ser a melhor solução. Ele permite criar diversas listas de tarefas ao mesmo tempo e sincronizá-las, para que o estudante tenha a dimensão de tudo o que precisa fazer ao longo do dia.

Materiais de estúdio

8. Scribd

O Scribd reúne milhares de livros digitais, sobre diversos temas, em um só lugar. Como é acessado por pessoas de todo o mundo, é possível encontrar livros raros, artigos manuscritos e muitos outros documentos interessantes, que não estariam a disposição de outra maneira. Ainda é possível selecionar seus artigos favoritos e criar a própria biblioteca, que está à disposição para ser acessada de qualquer lugar.

9. Mathway

O Mathway simplifica muitos problemas de estudantes da área de exatas. Sua função é encontrar a solução de problemas matemáticos e ainda fornecer o passo a passo da resposta correta. Ideal para os problemas e trabalhos mais difíceis.

10. Chegg

O gasto com livros didáticos é um dos maiores investimentos dos estudantes durante as aulas. Para diminuir esse custo é possível contar com o Chegg. Através dele o estudante pode alugar livros didáticos por um preço menor que o necessário para comprá-los, o que garante uma boa economia.

11. TED

Poucos sites reúnem tanto conteúdo útil e inspirador quanto o TED. Com palestras sobre diversos temas, o site pode oferecer ótimas dicas para seus estudos e colaborar para a formação acadêmica.

12. iTunes U

O diferencial do iTunes U são suas parcerias: ele contém videoaulas de algumas das mais conceituadas universidades do planeta, como Yale, MIT, Oxford e Cambridge. Uma ótima oportunidade para aprender mais e ter novas ideias!

Idiomas

13. Dictionary. Com

Para estudantes que tenham aulas de inglês na graduação, o Dictionary.com é uma excelente opção de aplicativo, pois é um dicionário online bastante completo. Como diferencial, ele possui gírias e palavras menos conhecidas do idioma, além de funções como a chance de saber o que outros usuários estão procurando e se atualizar sobre as novas tendências de vocabulário da língua inglesa.

14. The Oxford Dictionary

Um dos dicionários mais conceituados em inglês, o Oxford Dictionary também tem sua versão mobile. É uma ótima ferramenta para quem está procurando por uma fonte confiável, que ainda oferece diversos recursos como a pronúncia das palavras e as variantes britânicas e americanas.

15. Duolingo

Esse aplicativo é ideal para estudantes que desejem aprender novos idiomas. Com o Duolingo é possível estudar Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Holândes, Dinamarquês, Sueco, Inglês e até mesmo Português. Isso é possível graças à metodologia do software, que trabalha com testes e brincadeiras que seguem a lógica de um jogo, tornando o aprendizado mais divertido.

Ferramentas para trabalho

16. Feed. Ly

Notícias são as melhores maneiras de estudar sobre atualidades, porém, é difícil encontrar tempo para acompanhar todos os jornais. O Feed.ly serve justamente para isso: com ele é possível programar seus sites favoritos e suas áreas de interesse. Sempre que houver uma notícia relacionada, ele seleciona os links e cria um lembrete par que você se mantenha bem informado.

17. CliffsNotes

Nem sempre é possível acompanhar toda a carga de leitura demandada pelas aulas. Para isso existe o CliffNotes, aplicativo que reúne resumos de livros, lista de personagens e até mesmo informações em áudio para que você possa fazer suas provas e trabalhos mesmo que não tenha conseguido ler o livro.

18. Easy Bib

Precisa usar uma citação de um livro, mas não sabe qual é a bibliografia? O Easy Bib resolve esse problema! Basta digitar o nome do livro ou procurar seu código de barras para ter todas informações necessárias para a bibliografia, como nome do autor, ano de publicação e editora.

19. RealCalc Scientific Calculator

Útil para estudantes da área de exatas que precisam fazer cálculos específicos. O RealCalc faz cálculos como uma calculadora científica, o que perfeito para obter resultados precisos em tempo rápido.

20. Snap2PDF

Muitas vezes, ao encontrar textos online, estudantes se deparam com formatos de arquivo que não abrem em qualquer dispositivo e acabam causando transtornos. O Snap2PDF é uma boa maneira de contornar esse problema, afinal, com apenas uma foto ele converte para qualquer texto para o PDF, formato aceito pela maioria dos aparelhos.

Fonte: TecMundo

02 out
Os millennials chegaram às empresas. O que fazer agora?

A geração dos millennials, aquelas pessoas nascidas depois dos anos 80, vem tomando lugar nas empresas com uma frequência cada vez maior. Para a especialista em gestão Joanna Barsh, diretora emérita da consultoria McKinsey, isso impõe um série de desafios para os gestores, e é preciso se adaptar. Em novembro, Joanna virá ao Brasil participar da conferência HSM Expo, em São Paulo, onde falará sobre essas e outras questões.

“Não existe mais aquela fidelidade com a empresa” (Jemal Countess/Getty Images)

Em seu novo livro, Grow Wherever You Work (“Cresça onde quer que trabalhe”, numa tradução livre), ela orienta a geração millennial a lidar com os desafios do trabalho. Esses desafios de hoje são diferentes daqueles do passado?

Não acho que eles sejam diferentes. O que difere é a mentalidade da geração millennial. Os jovens entendem que as empresas podem demitir a qualquer hora se for necessário cortar custos ou se a companhia for vendida. Por outro lado, pensam que, se não estiverem gostando do trabalho, vão procurar outro lugar. Ou seja: não existe mais aquela fidelidade à empresa, porque a empresa também não é mais fiel ao funcionário.

De que forma isso ocorre na prática?

Quando enfrentam um desafio, os millennials pensam: “Talvez eu deva me demitir e tentar outra coisa. Talvez deva virar empreendedor”. Eles sentem que, se não estiverem crescendo, se desenvolvendo, vão deixar a empresa. Isso vem de um sentimento de autodependência muito forte.

Por que a fidelidade com as empresas foi perdida?

Porque os millennials nasceram num mundo mais instável. Um mundo em que há recessão econômica, os conflitos mundiais e os acontecimentos inesperados ocorrem o tempo todo. Além disso, muitos viram seus pais perder o emprego. Sabem que o ambiente das empresas é rigoroso e que eles têm de cuidar de si mesmos. Acreditam que a carreira é uma responsabilidade deles, mas também é uma questão de escolha. Também por causa disso, mudam de emprego com mais frequência.

É uma geração que se arrisca mais?

Não. Conheço muitas histórias de millennials que se arriscam mais, mas também conheço muitos millennials que não se arriscam em nada. É mais uma questão individual. Não acho que seja uma questão geracional.

Como as empresas podem se adaptar a essa mentalidade?

Para as empresas gerenciarem os funcionários mais jovens de forma mais efetiva, precisam oferecer um trabalho que tenha um significado para os funcionários. Em que eles sejam capazes de aprender, de crescer e evoluir na carreira. Em que eles se sintam parte de uma comunidade. Um trabalho em que falar diretamente com o presidente da companhia seja algo natural.

Imagino que não seja fácil criar um ambiente assim, certo?

As grandes empresas com as quais me relaciono começaram a treinar seus gestores para se comunicar melhor, para reconhecer que precisam liderar as equipes de forma diferente. Isso porque os millennials estão se demitindo em número tão grande que virou um problema. O custo de recrutar pessoas e vê-las sair da empresa o tempo todo é muito alto.

Essas medidas têm funcionado?

Ainda é cedo para dizer. Pretendo fazer uma pesquisa com as empresas agora para saber quais medidas tiveram sucesso. A verdade é que tudo está sendo experimentado. Então, vamos ver uma mudança contínua das empresas nos próximos cinco anos.

Fonte: Revista Exame

25 set
Nunca diga estas frases numa entrevista de emprego

“Com a dificuldade de encontrar emprego, as pessoas têm chegado mais desesperadas aos processos seletivos e muitas vezes acabam falando o que não deviam”, diz ela. Exageros, mentiras, autoelogios e até palavrões têm aparecido com mais frequência nas salas de entrevista, segundo a recrutadora.

 

Esses tropeços no discurso podem arranhar a imagem de um candidato ou até excluí-lo do processo seletivo, e portanto devem ser evitados. Mas a preocupação com a própria fala também não pode gerar artificialismos e criar comportamentos robóticos — que, por sua vez, também afastam oportunidades.

“O candidato precisa falar o que pensa, ser espontâneo”, afirma Guilherme Malfi, gerente da divisão de recursos humanos da consultoria Talenses. Para ele, o único critério que realmente deve balizar o discurso de um profissional na entrevista de emprego deve ser o respeito: não cabe falar de forma grosseira ou preconceituosa. “Esse é o meu único fator de exclusão”, diz o headhunter.

Ainda assim, certas frases específicas podem, sim, boicotar a sua candidatura — especialmente se acompanhadas por outros fatores não-verbais, tais como linguagem corporal, tom de voz e aquilo que Mota e Malfi descrevem como “a energia do candidato”.

Mesmo as falas mais adequadas não empolgarão o entrevistador se a pessoa estiver sentada de forma desleixada, falar com um tom de voz displicente e parecer desanimada com a vaga.

Quando o silêncio é ouro

Embora a comunicação seja um processo complexo — e tudo dependa, a rigor, do contexto em que acontece —certas frases simbolizam comportamentos considerados inadequados para as necessidades atuais do mercado de trabalho.

Os recrutadores da Produtive e da Talenses listaram algumas sentenças que valem (bem) menos do que o silêncio:

“Como me vejo daqui a cinco anos? Não tenho ideia”

Entrevistas de emprego não servem apenas para checar se você é compatível com a vaga oferecida; a ocasião também é usada para conhecer o seu nível de maturidade e interesse pela própria carreira. “Quando alguém responde que nunca pensou sobre o próprio futuro, mostra que não é protagonista de sua história, que não se conhece e não sabe o que quer”, diz Mota.

A falta de autoconhecimento também pode ser demonstrada por ambições irreais. “Daqui a cinco anos, me vejo como o CEO desta empresa” é o tipo de frase que sugere arrogância e até ingenuidade quando parte, por exemplo, de um analista sênior. “Melhor seria dizer que deseja ter sua própria equipe, e que inclusive está fazendo sessões de coaching no momento para desenvolver suas habilidades de liderança”, recomenda a gerente da Produtive.

“Meu ex-chefe era muito grosseiro”

Além de antiético, esse tipo de declaração pejorativa soa aos ouvidos do seu potencial empregador como um mau presságio: se a pessoa está maldizendo seu antigo líder, por que não faria isso no futuro com ele também?

Para Malfi, fazer críticas sobre a sua experiência anterior não é proibido. Tudo, mais uma vez, depende do tom e das palavras escolhidas. “Você pode dizer, por exemplo, que não concordava com a linha de gestão do seu antigo chefe pelos motivos x, y e z”, explica ele. “É muito diferente de dizer que ele era burro”.

“O ritmo é puxado demais? / Tem muita hora extra?”

Não há nada de errado em pedir detalhes sobre o modelo de trabalho do contratante. No entanto, na visão dos especialistas, demonstrar uma preocupação muito grande com a carga de trabalho pode cair mal numa entrevista.

“É comum ouvir candidatos perguntando se a empresa exige muito, se os funcionários costumam trabalhar até mais tarde, sobre banco de horas, férias, salário, feriado”, diz Mota. Segundo ela, esse tipo de indagação transmite que o candidato só está preocupado com sua própria comodidade, e que não está tão interessado efetivamente no trabalho que pode desempenhar naquela empresa.

“Quanto tempo passei na empresa X? Não lembro direito, deixe eu ver aqui no currículo”

Segundo Mota, muitos candidatos mostram dificuldades para relembrar detalhes da sua trajetória e acabam usando o próprio CV para “colar” na hora da entrevista.

É um tiro no pé. Frases que demonstram que o candidato não domina sua história profissional costumam levar à desclassificação. “Se ele não conhece sua própria carreira, quem é que vai conhecer?”, diz a especialista da Produtive. “É uma postura que revela despreparo e descaso pela própria vida profissional”.

“Sou mais criativo do que a média”

Pecado mortal em currículos, o autoelogio também precisa ser evitado na entrevista — especialmente se vier desacompanhado de justificativas concretas. “Dizer que você é bom, muito melhor em algo do que os outros, não diz absolutamente nada”, afirma Malfi.

No lugar de frases vagas sobre as suas competências, é melhor contar histórias reais e específicas sobre algo que você fez.

Vale descrever algum projeto do qual você participou, por exemplo, mas nunca de forma genérica: diga exatamente qual foi a sua contribuição e que “marcas” você deixou. “Mencione resultados que a empresa não teria tido se você não estivesse lá”, recomenda o gerente da Talenses.

Fonte: Revista Exame

29 ago
Pessoas criativas enxergam (literalmente) o mundo de uma forma diferente

Pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, identificaram como pessoas criativas enxergam (literalmente) o mundo de forma diferente. Segundo eles, a criatividade está associada à supressão de um fenômeno conhecido como rivalidade binocular e à habilidade de manter-se alerta aos arredores mesmo quando o olhar está focado em algum ponto específico.

O estudo, publicado no periódico Journal of Research in Personality, partiu da ideia de que pessoas criativas conseguem ver o mundo além das aparências, identificando novas possibilidades em todos os lugares e situações. Os psicólogos Luke Smillie, Anna Antinori e Olivia Carter resolveram verificar como isso poderia afetar um fenômeno cognitivo conhecido como rivalidade binocular.

Quando somos colocados para ver uma imagem diferente em cada olho de forma simultânea — como por exemplo, listras vermelhas no olho esquerdo e listras verdes no direito — geralmente nosso cérebro foca em uma das gravuras por vez. Ou seja, primeiro enxergamos o padrão vermelho, depois o verde. Essa percepção sensorial é conhecida como rivalidade binocular.

Em dado momento, porém, as pessoas tendem a enxergar a imagem sobreposta, quando ocorre uma “supressão da rivalidade”. No exemplo dado acima, ela enxergaria um xadrez vermelho e verde, em vez de cada padronagem em separado. Os indivíduos mais criativos conseguem observar esse efeito por um período maior do que o restante.

Outro fenômeno que serviu como referência para os pesquisadores é o da cegueira não intencional. Ele foi observado em um estudo de 1999, a partir de um simples experimento. Os participantes eram solicitados a assistir a uma cena de pessoas jogando basquete e a contarem quantas vezes o time vestido de branco passava a bola entre si.

Se você não enxergou o gorila passando pela cena, você está entre os 50% dos 192 participantes que também não foram capazes de vê-lo. Em uma análise mais recente do estudo, pesquisadores notaram que a capacidade de enxergar a anomalia na cena está associada à criatividade. Ou seja, pessoas criativas veêm literalmente aquilo que outras pessoas não conseguem.

Os autores do artigo alertam, porém, que a criatividade é uma habilidade que pode ser treinada e desenvolvida. Eles explicam como, por exemplo, um estudo já provou como ir estudar no exterior aumenta a habilidade criativa.

Além disso, pesquisas já mostraram que quanto mais criativo um indivíduo é, maior a probabilidade dele desenvolver doenças mentais. A principal conclusão, porém, é de que não há apenas uma maneira de enxergar e entender o mundo. Ainda bem.

Fonte: Revista Galileu

29 ago
6 rituais matinais para manter-se produtivo o dia todo

Seja por ser dono do próprio negócio ou por concentrar o foco no desenvolvimento da carreira, é fácil trabalhar dia e noite e acabar encontrando-se em um estado de constante exaustão. Nesta situação, torna-se difícil levantar da cama de manhã, e apertar o modo “soneca” repetidamente antes de sair correndo pela porta para começar um dia de 12 horas parece quase inevitável. No entanto, alguns ajustes na rotina permitem sair da cama pontualmente e ainda sentir-se energizado e produtivo.

O poder de começar cedo não é novidade: Tim Ferriss, Oprah e Tim Cook, por exemplo, iniciam seus dias antes do amanhecer. Alguns rituais matinais permitem aproveitar ao máximo essas importantes horas antes de começar, efetivamente, a trabalhar.

Programe seu despertador com precisão

Há algo psicológico em ter uma hora exata para acordar – é como se dissesse ao seu cérebro para prestar atenção. Não faça concessões: programe o alarme todos os dias para a mesma hora e uma rotina específica será enraizada em sua mente, forçando-o para fora da cama a tempo.

Anote uma intenção diária

Estabeleça sua intenção para o dia. Anotar os seus objetivos faz com que seja significativamente mais provável que você os alcance, e o que é registrado é cumprido. Sem isso, pode ser difícil manter o foco. Use uma agenda ou o bloco de notas do celular e registre um objetivo (só um!) para alcançar nas próximas 24 horas. Essas intenções devem ser sempre simples e realistas.

Dedique uma hora a você

Esta é, sem dúvida, a parte mais importante do ritual matinal. Encontre uma hora antes do trabalho para dedicar a você. Utilize-a para aperfeiçoar um idioma, fazer um pouco de exercício físico ou ler. A única coisa que você nunca pode fazer durante esse tempo é checar seu email. Abrir a caixa de entrada tão cedo permite que outras pessoas ditem as suas prioridades, tornando-o reativo em vez de proativo.

Descubra como alimentar-se adequadamente

Muita coisa pode acontecer entre 9h e 17h para estragar uma dieta saudável. Porém, escolher conscientemente a primeira refeição do dia (quando a força de vontade está em seu pico) torna mais fácil manter bons hábitos. Uma rotina saudável proporciona uma mente saudável e focada, e você não pode ser um líder confiante e enérgico se você não estiver abastecendo seu corpo da maneira certa.

Use o tempo de seu percurso eficientemente

Até mesmo um percurso de 20 minutos pode ser utilizado para trabalhar. Com a tecnologia de bluetooth dos carros, é possível programar entrevistas e conferências telefônicas para quando estiver dirigindo e disponível, e então ser produtivo em sua rota. Checar algumas coisas enquanto está em trânsito significa economizar um pouco do tempo no escritório. Também resulta em mais pensamento criativo, porque se está em movimento e em uma situação diferente.

Tenha uma boa noite de sono

O verdadeiro segredo para uma manhã produtiva, no entanto, é a noite anterior. Uma ideia para dormir com a mente tranquila é, antes de ir para a cama, listar 10 coisas pelas quais se é grato. Especialmente quando tiver tido um dia ruim ou alguma coisa der errado, é um lembrete poderoso do progresso que foi feito com a família, a saúde e os negócios. Terminar o dia com lembranças positivas significa que, quando o despertador tocar, você estará pronto para começar uma nova etapa com o pé direito.

Tenha uma boa noite de sono

O verdadeiro segredo para uma manhã produtiva, no entanto, é a noite anterior. Uma ideia para dormir com a mente tranquila é, antes de ir para a cama, listar 10 coisas pelas quais se é grato. Especialmente quando tiver tido um dia ruim ou alguma coisa der errado, é um lembrete poderoso do progresso que foi feito com a família, a saúde e os negócios. Terminar o dia com lembranças positivas significa que, quando o despertador tocar, você estará pronto para começar uma nova etapa com o pé direito.

Fontes: Forbes Brasil

29 ago
5 métodos para você cumprir sua lista de tarefas diariamente

Criar listas de tarefas diariamente é um método de organização que muitas pessoas utilizam. Porém, ao fim do dia, se metade do que foi proposto você não conseguiu realizar, o resultado pode ser um grande sentimento de frustração. Foi pensando nisso, que o site Fast Company compartilhou algumas dicas que vai ajudar a fazer listas mais inteligentes e possíveis de serem cumpridas, confira abaixo.

  1. Limite 6 coisas por dia

Este método é chamado de “Ivy Lee”, criado no século passado, a ideia é limitar a quantidade de tarefas diárias a um número. Isso fará com que você tenha que pensar sobre o que é realmente importante, deixando de lado quaisquer decisões menos urgentes ou que requerem menos atenção naquele dia.

  1. Divida por seções

Algumas tarefas são fáceis de fazer uma após a outra, enquanto há aquelas que exigem uma mudança completa de foco. Se, por exemplo, você parar para fazer um telefona quando está concentrada em um projeto, o tempo que perderá para retornar ao trabalho anterior será muito maior. Isso tem a ver com o funcionamento do nosso cérebro, por isso tente listar tarefas similares em uma ordem lógica.

  1. Separe tempo para realizar tarefas

Quem tem mais liberdade em seus horários (é o caso de quem trabalha em casa) pode tentar um método onde as tarefas são divididas por blocos de tempo. Essa ideia é muito recomendada, por exemplo, para estudantes que vão prestar vestibular e precisam estudar muitas coisas diferentes em um dia.

Assim, é preciso planejar para que em intervalos de tempo específicos você cumpra determinada tarefa. A ideia é ter hora para começar e terminar cada uma. Além, é claro de um intervalo para respiro e pequena distração -, que também é importante. Mas é preciso bastante disciplina e ordem.

  1. Mais uma vez, saiba o que é importante

Correndo o risco de ser repetitivo, mas é importante frisar: saiba quais são as coisas mais urgentes a serem realizadas. Assim, se você é o tipo de pessoa que precisa anotar tudo o que precisa fazer (independentemente da importância ou urgência), ao menos, não ficará frustado pois poderá priorizar e fazer o que é necessário naquele momento.

O treinador de negócios e autor Brian Tracy ensina a classificar cada item com A, B, C, D e E, inserindo as consequências de não realizar cada uma. Nas tarefas “A” entram aquelas imprescindíveis, ou seja, se não forem realizadas haverá “sérias consequências”. As tarefas “B” e “C” são itens que devemos fazer, mas se não fizermos a consequência será menor ou talvez nem haverá consequência alguma. Por fim, as “D” são tarefas que podemos delegar e “E” são tarefas que não são necessárias e, portanto, podem ser eliminadas da lista.

  1. Inclua itens que você sente vontade de fazer

Nem tudo são flores, é verdade. E há muitas tarefas chatas, mas que precisam ser feitas. Ainda assim, lembre-se de anotar coisas que também te dão prazer. Você ficará mais motivado se dentre as tarefas houver coisas que te empolgam verdadeiramente. “Se você se confrontar a cada dia com lembretes de apenas as partes menos agradáveis do seu trabalho, provavelmente acabará com sua motivação para ir trabalhar”, afirmou o psicólogo Art Markman ao site Fast Company. Ou seja, um café ou almoço com amigos, aprender novas habilidades e cursos, ou qualquer outra coisa que te dê prazer, deve entrar na lista sempre que possível.

Fonte: CicloVivo

29 ago
5 “truques” para desenvolver sua inteligência emocional

A inteligência emocional, caracterizada pela aptidão em identificar emoções em si mesmo e nos outros e saber como reagir em situações adversas, é uma habilidade muito importante para empreendedores.

Sem ela, é mais difícil reagir adequadamente a uma crise e pode acontecer de um funcionário, cliente ou fornecedor se magoar com algo que foi dito em um momento de estresse.

A “Inc”, por meio de uma analogia com um equipamento de som, em que cada comando do aparelho diz respeito a uma dica, listou “truques” para aprimorar sua inteligência emocional. Confira:

  1. Pause
    Esta dica é clássica, mas eficaz. Pense antes de falar ou agir. Aperte o botão “pause” da sua mente e respire fundo antes de fazer alguma coisa. Naturalmente, essa pausa não é tão simples. No entanto, com prática, a tendência é que o autocontrole aumente.
  2. Ajuste o volume
    Em uma discussão em casa ou no trabalho, é bastante comum que uma das partes eleve o tom e seja ofensivo. Antes que isso aconteça, acalme os ânimos. Fale em um tom mais baixo e torne a conversa um papo mais tranquilo novamente.
  3. Sintonize a frequência certa
    Às vezes, conversamos com pessoas que não estão realmente prestando atenção no que falamos. Mas vale dizer que é bem possível que você já tenha feito a mesma coisa com alguém. Esse tipo de comportamento não é dos mais louváveis.
  4. Fique mudo
    Mais uma vez, vale ressaltar a importância de pensar antes de agir. Ou melhor, antes de falar. É provável que, em determinadas situações, seja melhor ficar calado. Respire fundo e avalie se realmente vale a pena interceder em uma conversa ou discussão.
  5. Avance a fita mentalmente
    Em situações de estresse, tomar decisões abruptas é algo bastante comum. Pode ser que sua atitude vá de encontro a seus próprios valores e se transforme em um arrependimento. Por isso, antes de agir, “avance a fita”.

Pergunte-se como você se sentirá em relação à sua atitude no futuro. É melhor não tomar uma decisão permanente com base em uma emoção temporária.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

29 ago
Três trabalhos científicos que podem mudar o mundo

Todos os anos as revistas científicas publicam centenas de artigos. O valor deles varia entre os que tempos depois serão desmascarados como completas falsidades até aqueles que mudarão o mundo, como os quatro artigos com os quais Albert Einstein revolucionou a física em 1905, ou as duas páginas na Nature em que James Watson e Francis Crick fizeram o mesmo com a biologia. Para ajudar a escolher melhor o que ler entre tanto material, a editora Springer Nature, gigante das publicações científicas, quer propor uma seleção dos trabalhos publicados em suas revistas de modo a destacar os que têm maior potencial de transformar nosso mundo. A multinacional, que tem quase 13.000 funcionários e um faturamento equivalente a 5,2 bilhões de reais por ano, criou uma iniciativa chamada Change the World, One Article at a Time (“Mude o mundo, um artigo por vez”), com a qual seleciona os 180 trabalhos de todas as disciplinas científicas que, consideram, terão mais impacto social. Aqui fazemos referência apenas a três deles, mas na seleção, que terá livre acesso até agosto deste ano, podem ser encontrados alguns dos últimos achados em tecnologia energética, ciências sociais e investigação biomédica, entre outros campos.

1. Como nossos hábitos afetam nossos filhos e netos

Recentemente, esta ideia seria considerada uma heresia científica. O genoma se transmitia aos filhos sem refletir a vida que o pai havia levado. A fusão entre o espermatozoide e o óvulo era como um reset no qual se criava um novo indivíduo, com uma informação que refletia o acervo do pai e da mãe, mas não as mudanças acumuladas ao longo de suas vidas.

Em um artigo publicado na Nature Reviews Endocrinology, Romain Barrès e Juleen R. Zierath, pesquisadores da Universidade de Copenhague (Dinamarca), oferecem uma visão do que se sabe sobre a influência dos hábitos paternos na saúde das gerações posteriores, em especial no que se refere à diabetes tipo 2. Essa doença, que se caracteriza por altos níveis de açúcar no sangue e resistência à insulina, está crescendo na esteira da epidemia global de obesidade.

Segundo os autores, foram identificadas 100 variantes genéticas que explicam 10% da predisposição a essa doença. O resto do caráter hereditário da diabetes poderia ser explicado pela epigenética, ou seja, as modificações produzidas pelo ambiente na atividade dos genes. Observou-se, por exemplo, que uma má nutrição infantil (ou mesmo no estágio intrauterino) está associada a doenças do coração e do metabolismo muitos anos depois. Imagina-se que, quando um feto ou uma criança se vê privado de alimento nas etapas iniciais do seu desenvolvimento, o organismo se reprograma para enfrentar uma vida de fome. Se mais adiante essa pessoa tiver um acesso abundante à comida, estará mais propensa à obesidade e a doenças como a diabetes.

Estudos epidemiológicos realizados com pessoas que passam fome durante guerras permitiram observar que essas mudanças no metabolismo podem ser transmitidas aos filhos e inclusive aos netos. Em experimentos com animais, viu-se que pais que consumiam muita gordura podiam desenvolver resistência à insulina em várias gerações posteriores.

O artigo também fala dos benefícios que o exercício pode propiciar à prole. Em estudos com ratos, observou-se que se os pais fizerem exercício os filhotes machos pesam menos e têm menos gordura, enquanto as fêmeas desenvolvem mais músculos e toleram melhor a glicose.

Os autores apontam que, apesar de terem sido observados efeitos como os mencionados, sabe-se pouco sobre os mecanismos que os produzem, e por isso eles ressaltam a importância de compreendê-los melhor para poder desenhar tratamentos e políticas públicas de saúde. Para recordar a complexidade desses mecanismos, eles lembram um artigo no qual se mostra que o exercício dos pais pode ser prejudicial para os filhos. O trabalho, realizado com ratos e assinado por pesquisadores da Universidade do Leste da Carolina (EUA), mostrava que quando os pais se exercitavam de forma regular durante muito tempo as crias ficavam programadas para uma vida de pouco gasto energético. Isso fazia com que os ratos fossem mais propensos à obesidade.

2. O problema do excesso de higiene

As melhoras na higiene produziram muitos benefícios para a saúde, mas é possível que também tenham tido alguns efeitos secundários. Isto é o que tenta explicar outro dos artigos selecionados pela Springer Nature. Em um trabalho liderado por Christopher Lowry, da Universidade do Colorado em Boulder, conta-se como a falta de exposição a alguns micróbios com os quais convivemos há milênios pode ter nos deixado com um sistema imunológico “destreinado”.

No sistema de defesa do organismo contra os agentes patogênicos, a inflamação é fundamental. Entretanto, esse mecanismo também pode produzir doenças. Sabe-se que a inflamação pode causar problemas psiquiátricos, como a depressão, algo observado por exemplo em pessoas que receberam injeções de interferon-alfa, um tratamento para doenças como a hepatite B e alguns tipos de câncer. As proteínas que compõem esse medicamento produzem um efeito inflamatório, e isto por sua vez faz com que alguns pacientes se deprimam.

A prevalência de doenças causadas pela inflamação indesejada, como é o caso das alergias e da asma, cresceu nos últimos anos. Entretanto, ainda não se conhecem bem os mecanismos que provocam esses efeitos. Uma das hipóteses propostas para explicar esse fenômeno é a dos velhos amigos. Esta epidemia se deveria, em parte, a uma menor exposição a micro-organismos com os quais convivemos e que treinam os circuitos que regulam o sistema imunológico e suprimem a inflamação inapropriada. A falta de contato com nossos velhos amigos tornaria os habitantes do mundo moderno mais vulneráveis a problemas do desenvolvimento neurológico, como o autismo e a esquizofrenia, ou a questões relacionadas com o estresse e a ansiedade.

Além de propor um estudo mais aprofundado da relação entre os micro-organismos com os quais convivemos e as falhas no sistema imunológico, os pesquisadores sugerem a possibilidade de tratar estas enfermidades com probióticos. Neste sentido, recordam que já são usados saprófitos (um tipo de micróbio que se alimenta de material em decomposição) como imunoterapia em um teste clínico com doentes de câncer. Embora não sirva para prolongar a vida dos pacientes, a exposição a esses organismos melhorou sua capacidade cognitiva e sua saúde emocional.

3. Mais drogas, menos crimes

Nova York é um exemplo da redução mundial da criminalidade das últimas décadas. Entretanto, como dizem três pesquisadores da Universidade da Cidade de Nova York em outro dos artigos selecionados, não existe uma explicação satisfatória. O trabalho publicado na revista Dialectical Anthropology aponta que uma maior oferta de drogas ilegais e uma menor demanda pode estar por trás do fenômeno.

Nos EUA, 17% dos detentos estão cumprindo pena por crimes cometidos para conseguir dinheiro para drogas. O aumento da oferta e a redução da demanda estariam por trás de uma queda no preço dos entorpecentes e isso, por sua vez, reduziria a necessidade de cometer crimes para ter acesso a eles.

Entre os possíveis motivos para a diminuição da criminalidade em Nova York (e no resto do mundo, embora de uma forma menos evidente) encontra-se a ação policial, a legalização do aborto e até uma menor exposição ao chumbo. No entanto, foi difícil demonstrar uma relação de causalidade. No artigo, os autores apontam que, apesar da queda do preço da cocaína e da heroína entre 1981 e 2007, não se estudou em detalhe a relação entre isso e a diminuição dos crimes violentos e contra a propriedade que se observou no mesmo período.

Utilizando análises etnográficas e econômicas, consideram que sua hipótese é possível e que poderia ter efeitos sobre as políticas antidrogas. Segundo eles, apesar de o aumento das prisões e do número de policiais ser normalmente associado à redução da delinquência, também existem análises que mostram que essas políticas podem produzir efeitos contrários.

Na opinião dos pesquisadores, ao provocar uma queda na oferta e o consequente incremento nos preços dos entorpecentes, o combate às drogas poderia ser contraproducente porque voltaria a fazer crescer o número de crimes. Estudos posteriores para confirmar essa hipótese poderiam ajudar a elaborar políticas mais apropriadas para reduzir a criminalidade.

Fonte: El País

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