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29 ago
Como conquistar uma rotina produtiva e positiva

Como é a sua rotina?

Nos trabalhos de mentoria que faço para gestão e planejamento de carreiras e no apoio a empreendedores, sempre concluo buscando que o mentorado tenha construído uma rotina com atividades que o ajudem no atingimento dos seus objetivos, definidos durante o processo.

A rotina muitas vezes é vista como algo não muito agradável pois traz uma repetição de atividades e pode colocar as pessoas no modo automático, sem espaço para novas experiências, para inovação ou a devida atenção aos detalhes e nuances no dia a dia.

Mas ao mesmo tempo, uma rotina representada no planejamento de uma agenda com atividades regulares, pode ser uma poderosa ferramenta no desenvolvimento de bons hábitos e também para o condicionamento de comportamentos positivos e produtivos.

Quando desenvolvemos um plano, estratégico ou não, de carreira ou para empreender, um dos grandes desafios está em como executar este. A recomendação adotada nas mentorias é você definir primeiro quanto tempo tem para dedicar ao seu plano, podendo ir de minutos por dia a dias inteiros e depois alocar as atividades definidas no plano, em um cronograma semanal.

Muito se fala sobre hábitos positivos e produtivos, e até em alguma técnica ou atividade ou exercício para desenvolvimento destes hábitos, mas como efetivamente algo se torna um hábito? Através da repetição, da regularidade e do aprendizado com a execução / prática.

É muito comum vermos as séries de exercícios nas academias de ginástica, que fazem parte do treinamento frequente das pessoas que buscam um condicionamento físico melhor, mais saúde e algum outro objetivo. Na gestão da carreira e no empreendedorismo o mesmo deve acontecer.

A busca por clientes (prospecção), a revisão das métricas do negócio, as atividades para aumentar seu Capital Social, a investigação de empresas e modelos de negócios, são atividades que devem fazer parte da rotina e da agenda dos profissionais e empreendedores e podem ser definidas e monitoradas, assim.

Uma agenda bem montada para a semana, com todas as atividades, permite um melhor desenvolvimento das características do ALFREDO (Atitude, Liderança, Foco, Resultados, Empatia, Disciplina e Organização). Isto fará sua agenda ser mais produtiva e contribuir efetivamente para o atingimento dos seus objetivos.

Também é desejável que se inclua na rotina os momentos de ócio, que incluem o descanso (horas de sono e quem sabe até uma sonequinha após o almoço) e os momentos criativos para se colocar em um ambiente e em condições que ajudem a reflexão, o desenvolvimento do seu reportório e o brotar de ideias.

Hoje mesmo estive em um cliente onde sou advisor de estratégia e marketing, quando descobrimos que alguns dos controles de atendimento ao cliente não estavam atualizados. A pergunta que deixei foi: em que rotina e de quem, deveria estar incluída a função de atualizar os dados dos clientes atendidos para follow-up e depois quem deveria revisar regularmente os indicadores de conversão. Estávamos justamente abordando a questão de uma orientação da empresa com o cliente no centro da estratégia e uma cultura analítica de dados, incluindo a medição dos objetivos, do desempenho, dos resultados, etc, sempre com o cliente no foco. A ideia é criar uma ou várias rotinas para as ações chave do plano.

Aprendemos em casa, na educação, sobre bons hábitos como arrumar a cama, dormir cedo para acorda cedo, cumprir com as obrigações antes da diversão, etc. Estes são hábitos, que fazem parte da rotina desde cedo.

Já se falou também que a prática, o treinamento é o que leva ao verdadeiro aperfeiçoamento, tendo até referencias como 10 mil horas de prática para se ficar como em algo (música, esportes etc). Tudo faz parte de uma rotina de atividades.

Outro fator que gosto de lembrar aos mentorados é que a rotina pode ter um aspecto competitivo. Imagine que dois candidatos com habilidades similares estão em busca de uma posição, empresa ou cliente, sendo que um deles monta um rotina que dedica do dobro de horas para esta busca. Quem terá mais chance de conseguir o objetivo?

A rotina deve ser ampla, e incluir um equilíbrio de atividades em diversas áreas, pois apesar do exemplo acima dar a impressão que se deve alocar o máximo de tempo para o atingimento de um objetivo e para eventualmente chegar lá antes da concorrência, não se deve ter um único objetivo (por exemplo profissional ou financeiro), de curto ou de longo prazo, e deixar todo o resto de fora da sua rotina, outras áreas como saúde, família etc. O desequilíbrio acaba cobrando seu preço, então o recomendado é ter objetivos amplos e equilibrados, planejar ações nas diferentes áreas, alocar o tempo necessário e competitivo e assim construir uma rotina produtiva e positiva.

Rotinas também podem contribuir para a criação ou o desenvolvimento de culturas corporativas. Já vimos rituais, por exemplo, para a celebração de conquistas, ou para rampa de novos colaboradores, ou para estar em contato com clientes e parceiros. É possível criar uma rotina para o empreendimento / empresa, além das atividades regulares individuais e com isto ir criando uma cultura corporativa que traga produtividade e resultados de acordo com seus valores.

Algumas empresas possuem as reuniões de post-mortem para cada projeto, que eu chamava de “Learning & Results”, então antes mesmo do projeto ser iniciado já se sabe que no final haverá uma documentação, uma análise dos resultados e dos aprendizados para que se possa evoluir e usar este conhecimento e as referências para os próximos projetos.

Uma rotina de aprendizado é característica das empresas de classe mundial, que buscam aprender e administrar o seu Capital Intelectual, com a frequência de atividades, como a reunião de “Learnings & Results”. Isto também pode se aplicar para indivíduos.

A administração do Capital Financeiro, muito relevante no empreendedorismo e na gestão pessoal, também deve ser incluída em uma rotina que envolve controles, análises e decisões sobre várias opções de alocação e busca de recursos.

A rotina as vezes é muito criticada, por engessar modelos e por ser uma muleta quando algo dá errado, levando a culpa porque as pessoas seguiram a ordem de execução das atividades planejadas, sem refletir ou flexibilizar sua prática e sem entender a razão de ser destas atividades. Aí a ferramenta ou técnica para implantação do seu plano deixa de ser  produtiva e positiva, então isto requer uma atenção próxima e uma revisão constante, com engajamento de todos.

Pronto?

Como está sua rotina atual?

Dá para ser mais produtivo e positivo e criar bons hábitos?

Mãos à obra.

Por Elber Mazaro
Fonte: Startupi

22 ago
3 características que um profissional de sucesso deve reunir

Não se torture relacionando sucesso profissional apenas à conquista dos melhores cargos e salários. A dica é Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half, empresa de executive search. “Também é bem-sucedido aquele que encontra outros motivos – além dos financeiros – para ser feliz nas atividades que realiza, em uma posição menos glamorosa ou pela companhia onde se encontra”, alerta.

No livro “Liderar com o coração”, do técnico de basquete Mike Krzyzeweski – conhecido como Coach K –, o norte-americano revela que sempre espera que os atletas de seu time entrem em jogo e nos treinos com paixão, excelência e estabilidade. E, na visão do executivo, essas são três importantes características que um profissional de sucesso deve reunir.

Paixão

Em geral, durante a semana, as atividades profissionais tomam a maior parte do nosso tempo. Imagine como será difícil cumprir o expediente, vencer desafios e atingir metas se nada em volta despertar sua motivação? “Dessa forma, busque a sua paixão no trabalho, seja ela, por exemplo, a empresa, a equipe, o chefe, as atividades em si, o propósito das ações ou o conforto que a remuneração desse trabalho te proporciona. Se conseguir unir tudo, melhor ainda”, aconselha Mantovani.

Excelência

Executar apenas as ações solicitadas está fora de cogitação para profissionais que desejam garantir a empregabilidade. É preciso ir além, mostrar a capacidade de ter uma visão completa das ações e, sempre que possível, se antecipar aos problemas. Diante de crises, os empregadores admiram profissionais que mapeiem soluções e proponham ações corretivas no processo que resultou no dano.

Estabilidade

Cada vez mais o mercado pede por profissionais que apresentem equilíbrio emocional para encontrar as melhores soluções para cumprir metas, mesmo diante das adversidades do dia a dia, de momentos de pressão e do contato com perfis diversos entre pares, subordinados, superiores, clientes ou fornecedores. Isso tudo requer maturidade, e eu não estou me referindo a idade.

“Desenvolver ou aprimorar as características listadas não é garantia exata de sucesso, mas, certamente, aumentará as chances de êxito de maneira considerável. Mude as atitudes como forma de treino, depois incorpore à sua rotina e, quando se der conta, esse novo perfil será parte do seu DNA”, finaliza ele.

Fonte: ITF Mídia

08 ago
5 novidades iCEV do semestre 2018.2

1 – Sob nova direção

O professor Thiago Rodrigo é empreendedor com experiência de dar inveja: são 10 anos de sala de aula e mais de 5 mil alunos e uma história pessoal de muita determinação. Agora ele assume a coordenação do curso de Administração de Empresas no iCEV. Chegou a fazer 3 graduações ao mesmo tempo até o coração bater mais forte para o mundo dos negócios. Thiago é mestre em Administração pela Universidade de Fortaleza e tem pesquisa na área de Empreendedorismo, Educação e Gestão. Vem seguir ele!

 

2 – Quer passar em concurso? Pergunte-me como 

A disciplina  Teoria Geral do Processo no Direito chega com tudo no segundo período do curso de Direito! E quem comanda é nada menos que o professor e juiz Nazareno Reis, que, além de talento para docência tem um currículo impressionante de aprovações em concursos: antes de ser juiz, foi aprovado nos certames para procurador do INSS, analista da Justiça Federal e analista do Ministério Público. Detalhe: sempre em primeiro lugar. Quer saber mais? Clica aqui.

 

3 – Se não for pra ser pioneiro eu nem vou

O professor Leonardo Ribeiro Gonçalves acabou de voltar do mestrado em Direito da Regulação na FGV do Rio e está super antenado com as novas vertentes de estudo sobre Análise Econômica do Direito. Os alunos do iCEV são estimulados, desde cedo, a compreender e analisar o Direito sob a perspectiva econômica, alinhado com as novas necessidades de mercado. Somos a única instituição do Piauí a oferecer essa disciplina na graduação. Vanguarda, que chama, né?

 

4 – TQR 

Chegou a vez do queridão de todos entrar em ação! Gorthon Moritz vai relacionar assuntos pertinentes à Contabilidade aplicada à Administração, orientando desde cedo os estudantes a extrair informações das demonstrações contábeis para auxiliar nas tomadas de decisão. A disciplina é Fundamentos da Contabilidade na Administração. Bagagem de sala de aula o Gorthon tem de sobra, agora se você quiser saber o lado B desse professorzão, a gente dá uma mãozinha aqui.

 

5 – Escrever um livro, plantar uma árvore, criar uma startup

A partir deste semestre o encontro com a tecnologia e inovação tem data marcada com os alunos da Escola de Negócios e Gestão: todo sábado é dia de testar novas ideias no Laboratório de Práticas Empreendedoras – o hub iCEV  é uma incubadora de startups, onde jovens empreendedores e desenvolvedores trocam experiências e conhecimentos sob a supervisão dos mestres Victor Hugo e Thiago Rodrigo. Você tem alguma dúvida de que grandes negócios sairão daqui?

 

 

02 ago
Confira os conteúdos mais acessados no nosso site em julho

Toda semana tem conteúdo novo nos blogs de Direito, Negócios e Tecnologia

Você já conhece os blogs do iCEV? Toda semana tem conteúdo novo nos blogs de Direito, Negócios e Tecnologia – são artigos, notícias e conteúdos escolhidos ou elaborados especialmente para você, leitor. Além disso, nosso site tem a seção Notícias do iCEV, onde você pode ficar bem informado sobre tudo o que acontece na nossa instituição.

A nossa curadoria separou os melhores conteúdos publicados no mês de julho – aqueles que foram mais acessados ou comentados nas redes – para você que, por alguma razão, tenha perdido. Confira a nossa lista e siga o seu blog preferido para não ficar de fora.

Melhores do mês

1 – “Vai advogar ou fazer concurso?” Nem um, nem outro!

2 – #tbt iCEV: Relembre os momentos que marcaram o primeiro semestre!

3 – Falar bem não é fácil – mas tem como aprender

4 – 3 mitos sobre a poupança: a queridinha dos brasileiros pode ser uma armadilha?

5 – A mistificação do Direito

25 jul
3 dicas para um aprendizado mais rápido e efetivo

Qual a melhor forma de aprender coisas novas? Essa pergunta, sempre atual, ganha novo significado em tempos de imediatismo e exigências profissionais cada vez maiores: “qual a forma mais rápida de aprender algo?” talvez seja a questão que muitos querem ver respondida.

Para fugir de um processo de aprendizado tedioso e que tome mais tempo que o necessário, David Hoffeld, CEO da empresa de treinamento, coaching e consultoria em vendas Hoffeld Group e autor do livro The Science of Selling (A ciência das vendas, em tradução livre), listou, em artigo na Fast Company, as três principais dicas para quem quer ganhar novos conhecimentos de forma rápida e efetiva.

Aprender em doses pequenas

Para Hoffeld, a primeira lição é que a chance de fixarmos algo em nossa mente é maior se estudarmos o assunto diversas vezes por curtos períodos, em vez de tentar aprender de uma vez só, dedicando horas seguidas para isso. É o chamado “efeito de espaçamento”, a tese de que o desenvolvimento de habilidades é mais eficiente quando a revisitamos o tema de tempos em tempos.

Isso não implica me um processo de aprendizado mais demorado. “Como o efeito de espaçamento estimula a retenção de informações, estender o processo de aprendizado em um certo período de tempo reduz a chance de que você tenha que relembrar o que aprendeu, ou mesmo recomeçar do zero um mês ou um ano depois”, explica. Ou seja, a principal arma do aprendizado de longo prazo é combater o esquecimento.

O segredo do cérebro

A maioria das pessoas, quando quer aprender algo, foca em compreender o tema. Mas para Hoffeld, tão importante quanto a compreensão é a repetição do esforço. Isso é necessário para acostumar partes extremamente importantes do nosso cérebro: os núcleos da base, que desempenham papel fundamental no desenvolvimento das funções motoras.

Esses núcleos aprendem devagar e precisam de constantes estímulos. Por isso, é possível saber como algo funciona em teoria, mas dominar completamente a prática é muito mais difícil.

“Quando se ensina uma criança a andar de bicicleta, você pode explicar como pedalar em poucos minutos. Mas, ainda que ela entenda como funciona a bicicleta, as primeiras tentativas provavelmente não terão sucesso. Isso porque, assim como outras habilidades, andar de bicicleta requer treinar os núcleos da base do cérebro, o que demanda repetição”, cita Hoffeld.

Dez minutos de atenção

Um dos maiores obstáculos ao aprendizado efetivo, diz o empreendedor, são as distrações. Manter atenção máxima ao que estamos aprendendo é chave para absorver a totalidade do assunto, e, para Hoffeld, é uma ilusão achar quer conseguimos fazer isso por longos períodos de estudo. A solução, diz, é o que neurocientistas chamam de “microaprendizado”: quebrar as sessões em períodos bem curtos, mas com foco total naquilo.

“Pesquisas indicam que a habilidade do cérebro de prestar atenção normalmente varia de perto de zero até cerca de dez minutos. Então foque em desenvolver conhecimentos a partir de pequenas e numerosas sessões. Isso vai te ajudar a dar atenção máxima à tarefa e obter o maior resultado no menor tempo possível”, sugere.

Além de ser mais efetivo, o método reforça o já citado efeito de espaçamento, “esticando” o aprendizado em múltiplos períodos de estudo, e também o estímulo repetitivo aos núcleos da base do cérebro. “Sessões rápidas e focadas de repetição podem parecer ineficientes quando você as planeja em seu calendário. Mas do ponto de vista do seu cérebro, é a rota mais rápida para a maestria em qualquer assunto”, garante David Hoffeld.

Fonte: Época Negócios

24 jul
As 4 maneiras mais produtivas para aproveitar o tempo de folga

Para fugir do estresse cotidiano não é necessário que o destino final seja uma ilha remota. Na verdade, segundo  Elizabeth Grace Saunders, coach de gerenciamento do tempo escreve para a Harvard Business Review, muitas pessoas ficam exaustas só de pensar no planejamento – e do investimento – que uma grande viagem requer.

A especialista defende tirar “mini-férias”, reservando algumas horas ou até dois dias livres nos finais de semana para fugir da rotina sem adicionar mais tarefas ao dia a dia corrido.

Testando em sua rotina, ela disse que a prática traz mais felicidade e leveza. Para quem se sente exausto, parar por apenas algumas horas para se desligar com certa regularidade pode ter benefícios à saúde no longo prazo.

Confira com as quatro formas mais produtivas para aproveitar o tempo de descanso:

Dois dias

Viagens de final de semana e para lugares próximos são uma opção econômica e sem as preocupações a mais do planejamento necessário para um longo período fora.

Não é preciso escolher o local com cuidado ou fazer um roteiro detalhado, apenas uma jornada de algumas horas para um destino diferente pode refrescar a mente e recarregar a energia.

Um dia

Todo mundo tem aquela lista de tarefas que nunca se resolvem. E resolver até o menor dos problemas pode trazer grande alívio para seu cotidiano. Quem não gosta da sensação de missão cumprida?

É importante que as tarefas não tenham relação com o trabalho, mas com a vida pessoal. É um tempo para cuidar de si mesmo: marcar manicure, cabeleireiro, organizar a casa ou escolher móveis novos. Tudo pode ser feito sem pressa e vai significar uma pendência menos no caminho.

Algumas horas

Quando foi a última vez que você viu aquele amigo querido? Ou que saiu com seu parceiro sem as crianças? Com o tempo, fica difícil equilibrar o tempo dedicado à família, aos amigos e ao trabalho. Pensar ativamente no tempo de folga como uma oportunidade para socializar ajuda a encontrar um equilíbrio.

Enquanto trabalha

Pode parecer estranho, afinal você ainda estará trabalhando. No entanto, quem tem a opção de trabalho remoto pode se beneficiar com a mudança de ambiente. O escritório pode ser estressante por si só, com colegas fazendo barulhos, reuniões de última hora e o local fechado.

Além de ganhar o tempo gasto no transporte para o trabalho, encontrar um lugar calmo e ao sol para trabalhar é relaxante.

Fonte: Exame

18 jul
O professor de Harvard que ensina a ser feliz

Os cursos mais populares da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, não ensinam medicina nem direito, mas felicidade. No ano passado, mais de 1 000 alunos se inscreveram para assistir às aulas do professor Tal Ben-Shahar, que usa um ramo da psicologia para ajudar os estudantes de graduação na busca da realização pessoal.

Na primeira vez que ministrou o curso, há dez anos, oito pessoas se inscreveram. A fama cresceu e, embora os alunos façam trabalhos, não recebem notas, mas algo mais pessoal. “Eles falam que a aula muda a vida deles”, diz Tal. Nesta entrevista, ele mostra como encontrar satisfação profissional e pessoal.

 Aulas que têm como enfoque otimismo e felicidade não são algo comum em uma universidade tradicional como Harvard. Por que criou o curso?

Tal Ben-Shahar – Comecei a estudar psicologia positiva e a ciência da felicidade porque me sentia infeliz. No meu segundo ano de estudante em Harvard, quando cursava ciência da computação, eu era bem-sucedido, pois tinha boas notas e tempo para atividades que me davam prazer, como jogar squash. Mesmo assim era infeliz.

Para entender por que, mudei de área e fui cursar filosofia e psicologia. Meu objetivo era responder a duas perguntas: por que estou triste e como posso ficar feliz? Estudar isso me ajudou, e decidi compartilhar o que aprendi.

 Uma pesquisa de doutorado feita no Brasil revela visões diferentes do que é ser bem-sucedido, que vão além de dinheiro e poder. As pessoas buscam algo mais profundo?

Tal Ben-Shahar – Sucesso não traz, necessariamente, felicidade. Ter dinheiro ou ser famoso só nos faz ter faíscas de alegria. A definição de sucesso para as gerações mais novas mudou. Não é que as pessoas não busquem dinheiro e poder, mas há outros incentivos.

No passado, sucesso era definido de maneira restrita, e as pessoas ficavam numa empresa até a aposentadoria. Agora, há uma ânsia por ascender no trabalho, ter equilíbrio na vida pessoal e encontrar um propósito.

Qual a principal lição sobre a felicidade o senhor aprendeu? 

O que realmente interfere na felicidade é o tempo que passamos com pessoas que são importantes para nós, como amigos e familiares — mas só se você estiver por inteiro: não adianta ficar no celular quando se encontrar com quem você ama. Hoje, muita gente prioriza o trabalho em vez dos relacionamentos, e isso aumenta a infelicidade.

 Descobrir para onde queremos ir seria a grande questão?

Muita gente não sabe o que pretende da vida simplesmente porque nunca pensou sobre o assunto. As pessoas vivem no piloto automático. Ouvem de alguém que deveriam ser advogado ou médico, e acreditam em vez de se perguntar do que gostam. Essa é a questão fundamental.

 Como aplicar as diretrizes da psicologia positiva no dia a dia do trabalho?

Uma maneira é pensar nos progressos diários que um profissional alcança no fim de cada dia. Segundo uma pesquisa de Teresa Amabile, professora de administração da Harvard Business School, quem faz isso tem índices mais altos de satisfação e é mais produtivo.

Deve-se também valorizar os próprios pontos fortes e, no caso dos chefes, os pontos fortes das pessoas da equipe, o que aumenta a eficiência dos times. Isso não significa deixar de lado as fraquezas, que devem ser gerenciadas. Apenas que a maior parte da energia precisa ser gasta fortalecendo os pontos fortes ao máximo.

Dá para fazer isso mesmo em momentos de crise ou de baixo desempenho?

Sim, desde que os profissionais sejam realistas. Em 2000, quando Jack Welch­ (ex-presidente da GE e referência em gestão) foi nomeado o gerente do século pela revista Fortune, perguntaram que conselho ele daria a outros gerentes. A resposta foi: aprendam a encarar a realidade.

O mesmo se aplica nesse caso. A psicologia positiva não defende que os erros e os pontos fracos sejam ignorados. Apenas propõe uma mudança de foco: parar de enxergar só o que vai mal e ver o que dá certo — mesmo nas crises. A proposta é observar o quadro completo da realidade.

Qual sua opinião sobre o discurso de que basta fazer o que ama para encontrar satisfação profissional?

Isso pode ser a solução para alguns. Na maioria dos lugares e trabalhos, é possível identificar aspectos significativos para cada pessoa. Uma pesquisa feita com profissionais que trabalham em hospitais mostrou que tanto no caso de médicos quanto de enfermeiros e auxiliares havia profissionais que enxergavam o trabalho como um chamado e outros que o viam apenas como um emprego.

Em outras palavras, o foco que damos ao trabalho acaba sendo mais importante do que a natureza dele. Alguém que é funcionário de um banco pode pensar que trabalha com planilhas o dia todo ou que está ajudando as pessoas a gerenciar sua vida.

O jornalista britânico Oliver Burkeman defende que não se deve buscar felicidade, mas o equilíbrio, pois ninguém pode ser feliz sempre. O que acha disso?

Concordo. A primeira lição que dou na minha aula é que nós precisamos nos conceder a permissão de sermos seres humanos. Isso significa vivenciar emoções dolorosas, como raiva, tristeza e decepção. Temos dificuldade de aceitar que todo mundo sente essas emoções às vezes. Não aceitar isso leva à frustração e à infelicidade.

Você é feliz? 

Eu me considero mais feliz hoje do que há 20 anos e creio que serei ainda mais feliz daqui a cinco anos. A felicidade não é estática. É um processo que termina apenas com a morte. Encontrei significado em meu trabalho e faço o que me dá prazer, mesmo tendo, como todo mundo, momentos de estresse e sofrimento — esse é o equilíbrio que todo profissional deve almejar.

Mas também procuro desfrutar de coisas fora do mundo do trabalho: passar tempo com minha família, com meus amigos e encontrar um espaço na agenda para a ioga. Tudo com moderação.

Fonte: Exame

11 jul
7 conselhos para você melhorar o desempenho no trabalho e da sua carreira

Você já parou para pensar se tem alta performance no seu trabalho? Na sua vida pessoal? Na sua vida relacional? Na sua qualidade de vida? Vivemos em uma sociedade onde a cobrança por resultados e desempenho tem se tornado cada vez mais frequente. Às vezes nem sabemos ao certo o que é alta performance, mas sabemos que é preciso alcançá-la.

O que é alta performance, afinal?

Segundo os dicionários, alta performance é atingir o seu potencial ao máximo e poder desfrutar de tudo que suas habilidades podem proporcionar. Ter alta performance implica produtividade e entrega de resultados.

Fruto da minha própria experiência e vivência listei sete segredos da alta performance que compartilho aqui, para que você, leitor, possa desenvolver uma mente de alta performance.

São eles:

1 – Clareza nos objetivos

Você pode não saber para onde REALMENTE DESEJA ir, mas precisa definir com clareza para onde está indo. Procure sempre definir seu rumo e manter isso claro em sua mente. Você verá que vai chegar lá muito mais frequentemente e muito mais rápido.

2 – O poder do aqui e agora

É necessário ter consciência de seu momento e da sua presença física e temporal. Como saberemos se estamos presentes em determinadas situações, ou não? O meio mais simples para isso é perguntarmos:

Em quais níveis de presença emocional e física, estou neste exato momento?

Imagine uma escala de 1 a 10. Imaginou?

3- Motivação com disciplina

Motivação é aquela força interior que todos temos e que se modifica ao longo da vida, nos direcionando para os nossos objetivos.

Disciplina é capacidade do ser humano de se manter focado naquilo que é necessário para alcançar um objetivo traçado. Ou seja: a pessoa sabe o que precisa fazer e o faz com toda a dedicação até que sua meta seja alcançada.

4- Foco no positivo

Aquilo em que você coloca o seu foco tende a aumentar na vida e a afetar a maneira como você percebe a realidade.

Foco total na ação positiva, emoções positivas, pensamentos e crenças positivas, linguagem positiva, resultados positivos.

5 – “Mindset”/Feedback

Nosso mindset – define nosso nível de empenho, em nossas ações na busca de melhores resultados. Tudo começa em nossa mente. Nossas crenças, valores, regras e necessidades, nos definem. Definem quem somos.

Tenha maturidade e principalmente profissionalismo para receber Feedbacks em algo que você fez ou desempenhou. Você só tem a ganhar com isso, renovando suas habilidades e aprimorando cada vez mais suas tarefas.

Lembre de situações em que você deu o seu melhor. Alta performance, significa ser o seu melhor.

6 – Resiliência

Uma pessoa que tem resiliência é alguém que sabe superar as dificuldades e desafios que se apresentam. Se você sabe superar a si mesmo, seus diálogos internos negativos, suas crises pessoais, você já está na metade do caminho para atingir seus objetivos.

7 – Sentir gratidão

Reconheça o poder da gratidão em todos momentos e conquistas, até pelas pequenas coisas. Comece a agradecer e ficará impressionado como terá mais coisas para ser grato. A gratidão é um processo poderoso de transformar sua energia e conquistar o que você quer.

E por fim, quando estamos em um estado de alta performance, somos capazes de influenciar os outros. Podemos transmitir nosso entusiasmo através de nossa presença. Automaticamente, as outras pessoas também se tornarão entusiasmadas, e terão uma alta performance.

Mãos à obra, não é só pensar em fazer, planejar o fazer, falar que vai fazer é fazer. Então comece a agir. Cresça. Desafie-se. Busque e alcance o sucesso.

Fonte: Ana Slaviero*/ IDG Now

(*) Ana Slaviero é especialista em transição de carreiras, palestrante e coach 

 

21 jun
#tbt iCEV: Relembre os momentos que marcaram o primeiro semestre!

1. Aí sim, hein!

As aulas no iCEV iniciaram no mês de fevereiro, com toda a comunidade acadêmica cheia de expectativas! A programação da primeira semana foi montada para ambientar alunos e professores. A aula magna foi com o professor Rafael Fonteles, sócio-licenciado do Grupo Educacional CEV. Os alunos conheceram e ouviram também os professores Bruno Agrélio, presidente do iCEV, Alysson Nunes e Victor Almeida, coordenadores dos cursos de Direito e Administração, respectivamente. Teve apresentação, entrega de chromebook e carta para o futuro, quem lembra?

2. Um juiz desses, bicho…

Já no início do semestre o iCEV mostrou a que veio, inaugurando o curso de Jurisprudência do Direito Constitucional, com o professor e juiz federal Pedro Felipe. O curso teve uma proposta metodológica totalmente diferentona, inspirada na metodologia da Universidade de Harvard – as aulas eram estudos de casos concretos e botou todo mundo para aprender a analisar e argumentar! Ah, o professor Felipe foi um fofo do começo ao fim, trocando mensagem no whats com a turma e acompanhando o desempenho de cada um a cada encontro <3

3. É diva que chama?

Outro curso que veio para balançar as estruturas foi o “Expedições pelo mundo da cultura”, com a profa-fada Danny Barradas. Os encontros começaram em março e ocorreram em um sábado de cada mês, sempre trazendo obras clássicas da literatura para serem discutidas entre os alunos – Danny usa a ficção para abordar e discutir temas como empatia, preconceito, bullying, consciência da morte, busca por status e outros. A gente não pode esquecer, né? “A literatura existe para irrigar o direito”.

 

4. Hoje é dia de pizza, bb

A pizzada já é uma tradição aqui nas nossas escolas e ocorre sempre em momentos importantes: Início de período, final das provas ou encerramento de disciplina – a gente só quer um motivo pra comemorar! Foi assim que no final do primeiro bimestre os alunos foram pegos de surpresa com uma mesa repleta de pizzas para todos os gostos! Levanta aí a mão só quem saiu da dieta.

5. Job aprovado com sucesso

Em abril, a turma de Administração teve uma aula-prática com uma regra clara: desenvolver uma campanha para promover o turismo piauiense. O cliente fictício era nada menos que o Governo do Estado – o exemplo foi extraído de um briefing real da agência do professor Acácio Veras. A turma soltou a criatividade e deu asas a imaginação! O que eles não sabiam é que seriam julgados por duas avaliadoras de peso: Luri Almeida, redatora publicitária mais premiada do estado e Luana Sena, jornalista e professora da casa.

6. Com Supremo, com tudo

Quase no finalzinho de abril, a Escola de Direito Aplicado foi palco de um debate de gigantes. A mesa-redonda “O Supremo e a crise” contou com a participação dos juízes federais Nazareno Reis, Adonias Ribeiro, além dos professores Álysson Nunes, Horácio Neiva, Milton Gustavo e um convidado super especial: o professor doutor Nelson Juliano, da UFPI. Não sobrou pra ninguém: o STF teve suas decisões avaliadas, discutidas e debatidas pelos participantes do evento, com intervenções a todo instante da plateia iCEV, ansiosa por também dar a sua opinião. O comportamento foi destacado pelo convidado da UFPI, surpreendido: “Para além dos debatedores, a participação da turma impressiona pela qualidade das críticas e densidade de argumentos”.

7. Quem sabe faz ao vivo

Em abril teve também um sábado todinho dedicado a apresentar nossa instituição para os futuros vestibulandos! Coordenadores, professores e alunos do iCEV participaram do 9º Painel de Profissões do CEV Colégio – evento já consagrado que apresenta as instituições de ensino superior para os alunos do Ensino Médio. Oficinas sobre Direito e Justiça, “como criar um App” e “meu primeiro negócio digital” fizeram a cabeça dos participantes!

8. Pós-graduandos passando no seu feed

2028.1 foi também início de uma nova fase profissional na vida dos nossos alunos de pós-graduação. Abril foi o mês de dar start aos aguardados MBAs do iCEV, além dos cursos de especialização em Tecnologia e também Direito. A pós-graduação em Business Data Science dominou as expectativas, pois é a primeira na área no estado do Piauí. Na pós de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, o destaque ficou para a parceria com a Esmatra – Escola da Associação dos Magistrados. E os MBAs em marketing, com foco na prática e no mercado? Que tiro foi esse, gente?

9. Cola aqui que é sucesso

Em maio, a OAB Piauí sediou o II Congresso de Estudos Políticos e Constitucionais, um dos mais importantes eventos acadêmicos de todo o estado. E adivinha quem estava lá no meio? Isso mesmo, a Escola de Direito Aplicado do iCEV. Os professores Álysson Nunes, Horácio Neiva e Milton Gustavo presidiram mesas e debateram com palestrantes de todo o país sobre diversos temas relacionados aos 30 anos da Constituição Federal de 1988 – eixo central do congresso. Ah, vale lembrar que a conferência de abertura foi com o professor Ronaldo Macedo, titular da USP, professor da FGV e procurador de justiça de São Paulo – e, não menos importante, orientador do nosso mestre Horácio no seu doutorado #sustenta

 

10. Mundoposto, Resorting e Oficina de Inverno

O primeiro semestre foi repleto de aulas-shows com empresários e empreendedores de sucesso na nossa turma de Administração. Aliando prática e conhecimento, nossos professores trouxeram convidados de peso para contar os seus relatos de como montaram o próprio negócio do zero. Teve gente enaltecendo nosso “mermã”, gente que criou um novo lifestyle e até quem fez nevar em Teresina. Relembre!

19 jun
Seis chaves para ser feliz, segundo a Universidade de Harvard

Parece cada vez mais claro que a nova febre do ouro não está ligada a ficar milionário ou encontrar a fonte da juventude eterna. O tesouro mais cobiçado de nossos tempos é a felicidade, um conceito abstrato, subjetivo e difícil de definir, mas que está na boca de todos. Como ser feliz é até objeto de estudo da prestigiosa Universidade Harvard.

Alguns dos estudantes de psicologia dessa universidade americana têm sido um pouco mais felizes há vários anos, não apenas por estudar numa das melhores faculdades do mundo, mas também porque de fato aprenderam com um curso. Seu professor, o doutor israelense Tal Ben-Shahar, é especialista em psicologia positiva, uma das correntes mais presentes e aceitas no mundo e que ele próprio define como “a ciência da felicidade”. De fato, Ben-Shahar diz que a alegria pode ser aprendida, do mesmo modo como uma pessoa aprende a esquiar ou a jogar golfe: com técnica e prática.

Com seu best-seller Being Happy e suas aulas magistrais, os princípios tirados dos estudos de Tal Ben-Shahar já deram a volta ao mundo sob o lema “não é preciso ser perfeito para levar uma vida mais rica e mais feliz”. O secreto parece estar em aceitar a vida tal como ela é; isso, segundo Ben-Shahar, “o libertará do medo do fracasso e das expectativas perfeccionistas”.

Embora mais de 1.400 alunos já tenham passado por seu curso de Psicologia da Liderança, ainda seria o caso de fazer a pergunta: será que alguma vez temos felicidade suficiente? “É precisamente a expectativa de sermos perfeitamente felizes que nos faz ser menos felizes”, ele explica.

Seguem os seis conselhos principais do professor para ajudar as pessoas a se sentirem afortunadas e contentes:

1. Perdoe seus fracassos. E mais: festeje-os! “Assim como é inútil se queixar do efeito da gravidade sobre a Terra, é impossível tentar viver sem emoções negativas, já que fazem parte da vida e são tão naturais quanto a alegria, a felicidade e o bem-estar. Aceitando as emoções negativas, conseguiremos nos abrir para desfrutar a positividade e a alegria”, diz o especialista. Temos que nos dar o direito de ser humanos e perdoar nossas fraquezas. Ainda em 1992, Mauger e seus colaboradores estudaram os efeitos do perdão, constatando que os baixos níveis de perdão estão relacionados à presença de transtornos como depressão, ansiedade e baixa autoestima.

2. Não veja as coisas boas como garantidas, mas seja grato por elas. Coisas grandes ou pequenas. “Essa mania que temos de achar que as coisas são garantidas e sempre estarão aqui têm pouco de realista.”

3. Pratique esporte. Para que isso funcione, não é preciso malhar numa academia até se cansar ou correr 10 quilômetros por dia. Basta praticar um exercício suave, como caminhar em passo rápido por 30 minutos diários, para que o cérebro secrete endorfinas, essas substâncias que nos fazem sentir-nos “drogados” de felicidade, porque na realidade são opiáceos naturais produzidos por nosso próprio cérebro, que mitigam a dor e geram prazer. A informação é do corredor especialista e treinador de easyrunning Luis Javier González.

4. Simplifique, no lazer e no trabalho. “Precisamos identificar o que é verdadeiramente importante e nos concentrar sobre isso”, propõe Tal Ben-Shahar. Já se sabe que quem tenta fazer demais acaba conseguindo realizar pouco, e por isso o melhor é se concentrar em algo e não tentar fazer tudo ao mesmo tempo. O conselho não se aplica apenas ao trabalho, mas também à área pessoal e ao tempo de lazer: “É melhor desligar o telefone e se desligar do trabalho nessas duas ou três horas que você passa com a família”.

5. Aprenda a meditar. Esse simples hábito combate o estresse. Miriam Subirana, doutora pela Universidade de Barcelona, escritora e professora de meditação e mindfulness, assegura que “no longo prazo, a prática regular de exercícios de meditação ajuda as pessoas a enfrentar melhor as armadilhas da vida, superar as crises com mais força interior e ser mais elas mesmas baixo qualquer circunstância”. Ben-Shahar acrescenta que a meditação também é um momento conveniente para orientar nossos pensamentos para o lado positivo; embora não haja consenso de que o otimismo chegue a garantir o êxito, ele lhe trará um grato momento de paz.

6. Treine uma nova habilidade: a resiliência. A felicidade depende de nosso estado mental, não de nossa conta corrente. Concretamente, “nosso nível de felicidade vai determinar aquilo ao qual nos apegamos e a força do sucesso ou do fracasso”. Isso é conhecido como locus de controle, ou “o lugar em que situamos a responsabilidade pelos fatos” – um termo descoberto e definido pelo psicólogo Julian Rotter em meados do século 20 e muito pesquisado com relação ao caráter das pessoas: os pacientes depressivos atribuem seus fracassos a eles próprios e o sucesso a situações externas à sua pessoa, enquanto as pessoas positivas tendem a pendurar-se medalhas no peito, atribuindo os problemas a outros. Mas assim perdemos a percepção do fracasso como “oportunidade”, algo que está muito relacionado à resiliência, conceito que se popularizou muito com a crise e que foi emprestado originalmente da física e engenharia, áreas nas quais descreve a capacidade de um material de recuperar sua forma original depois de submetido a uma pressão deformadora. “Nas pessoas, a resiliência expressa a capacidade de um indivíduo de enfrentar circunstâncias adversas, condições de vida difíceis e situações potencialmente traumáticas, e recuperar-se, saindo delas fortalecido e com mais recursos”, diz o médico psiquiatra Roberto Pereira, diretor da Escola Basco-Navarra de Terapia Familiar.

Fonte: El País

21 maio
Como parar com a autossabotagem

De fora, a autossabotagem pode parecer um problema com uma solução fácil: se você percebe que continua estragando oportunidades de melhorar sua vida, simplesmente canalize seu Terry Crews interior e diga a si mesmo para parar agora. Mas o problema é mais complicado que isso. É preciso muita autorreflexão para entender por que você continua dando tiros no próprio pé.

Autossabotagem acontece quando sua mente consciente (aquela lógica que faz lista de compras e te lembra de escovar os dentes) está em desacordo com sua mente subconsciente (aquela que come um monte de chocolate quando você está estressado e liga bêbado pro seu ex). Esse desacordo — esse choque de necessidades e vontades — se manifesta em comportamentos de autossabotagem. Apostar com o dinheiro do aluguel, acidentalmente de propósito deixar passar o prazo de inscrição para um curso, encher a cara um dia antes de uma grande apresentação no trabalho: é seu jeito subconsciente de evitar dor e lidar com o medo.

Perguntamos a terapeutas, especialistas em finanças e life coaches como as pessoas podem reconciliar conflitos internos e partir para seus objetivos positivos de uma vez por todas. As respostas foram editadas para maior clareza.

Não seja tão duro consigo mesmo e busque se responsabilizar

Vergonha sobre autossabotagem pode ser um obstáculo enorme para tomar novas atitutes. Tente ver suas ações (ou inações) com amor e compaixão, como se estivesse testemunhando uma criança que você quer ajudar a superar um bloqueio. Você consegue pensar claramente no que realmente quer; qual é o benefício para você, a razão para fazer o que você quer fazer em primeiro lugar? Quando você entende isso, qual seria o menor comprometimento que você poderia fazer representando um passo na direção certa? Veja se você pode contar com um amigo de confiança (ou seu parceiro, se você está num relacionamento) para te ajudar a se responsabilizar por esse pequeno passo, aí vá construindo de acordo com seus sucessos. — Neil Sattin, coach de relacionamentos e apresentador do podcast Relationship Alive

Enfrente os maus pensamentos

Sente e imagine como seria ter o que você quer ou alcançar seu objetivo. Imagine cada passo. Enquanto estiver fazendo isso, escreva qualquer sentimento negativo, medo estranho e pensamento aleatório que surgir. Se você se imagina entrando em forma, o que surge para você? Uma imagem sua fazendo séries chatas de exercício para o resto da vida? Você tem medo de conseguir atenção indesejada dos homens? Você imagina seu parceiro ou amigos rindo de você por frequentar academia e ser vaidoso? A chave para sua autossabotagem está nesses medos e pensamentos. Encarar o que está te impedindo de seguir em frente e te fazendo se sabotar não será fácil. Mas é melhor que o arrependimento que você vai sentir se não fizer isso. A vida é muito curta para não ir atrás do que você realmente quer. – Dra. Christie Hartman, especialista em namoro e relacionamentos

Identifique as raízes 

Algumas pessoas se sentem confortáveis no caos. É uma coisa difícil de reconhecer sobre si mesmo, mas uma lição importante a se aprender. Se caos é conforto, então é fácil entender o apelo, conscientemente ou não, de se sabotar. A síndrome de impostor é outra razão para nos sabotarmos. Ficamos nervosos achando que não somos qualificados, ou que não deveríamos estava fazendo alguma coisa e então desistimos ou nos colocamos numa posição onde nos pedem para sair. Nem sempre é fácil reconhecer essas coisas sobre nós mesmos, ou ouvir outra pessoa apontar isso para você. Nunca é ruim falar com um profissional, seja um terapeuta, um coach de negócios ou alguém do tipo, para conseguir uma perspectiva de fora. Tire um tempo para desenterrar o porquê. Entender que você está se sabotando é importante, mas compreender as raízes vai evitar que você faça isso de novo. – Erin Lowry, autora de Broke Millennial: Stop Scraping by and Get Your Financial Life Together

Encare seus medos

Se você procrastina o tempo todo, causa conflito desnecessário no seu relacionamento ou bebe demais durante a semana, se olhe no espelho e decida se é isso que você quer realmente continuar fazendo. Se pergunte: Quero realmente sabotar minha chance de realmente ser feliz na vida? O que tenho a temer se viver em toda a minha capacidade? Fazendo esse exercício, você percebe que não vale a pena gastar energia sabotando suas chances de sucesso só porque tem medo de nunca conseguir. É muito mais fácil encarar seus medos e “fracassos” do que sempre desistir antes de tentar. Não desperdice seu talento e suas chances de ser feliz. – Justin Stenstrom, life coach e fundador da Elite Man Magazine e Elite Man Podcast

Algumas palavras de encorajamento

Autossabotagem é um medo de que seu melhor não é bom suficiente. Mas lembre-se, não importa o que aconteça, você é bom o suficiente. Mudar comportamentos de autossabotagem geralmente te faz sentir ansioso, porque significa que você está desafiando atitudes familiares a que se agarrou por muito tempo. – Raquel Jones, assistente social clínica.

Fonte: VICE Brasil

10 maio
Danny Barradas é entrevistada Revestrés e atração confirmada do Salipi

Danny Barradas está em todas! A condutora da nossa oficina “Expedições pelo mundo da cultura” é a entrevistada principal da Revista Revestrés número #35, que acaba de chegar às bancas. Em 13 páginas, Danny fala da vida pessoa, do trabalho, da sua condição de mulher trans e de como descobriu, na leitura um refúgio.

LEIA PRÉVIA DA ENTREVISTA

O bate-papo aconteceu em abril deste ano, no apartamento da professora, onde mora com a família. Danny recebeu a equipe da revista cultural para uma conversa franca que levou horas de duração e resultou na entrevista publicada.

Esta semana, ainda, Danny também foi revelada como uma das principais atrações confirmadas na 16ª edição do Salipi – Salão do Livro do Piauí – que este ano acontece de 1 a 10 de junho. A professora vai comandar um curso de quatro dias sobre literatura clássica.

A metamorfose: preconceito e empatia são debatidos em oficina de literatura

“A literatura serve para irrigar o Direito”, Danny Barradas comanda oficina de argumentação no iCEV

Consciência da morte e busca por status guiam oficina com Danny Barradas

23 abr
5 negócios inusitados criados por brasileiros para inspirar você

O povo brasileiro é bastante criativo. E essa inventividade toda reflete nos negócios.

O país tem negócios que, em um primeiro momento, parecem estranhos. Mas que, no fim, tornaram-se um sucesso.

Conheça, abaixo, alguns deles. E se inspire – quem sabe a sua “ideia maluca” não se transforma em uma oportunidade milionária?

Confira:

1. Vending machine de feijoada
As vending machines de alimentos industrializados e refrigerantes são comuns nas grandes cidades. Mas você já viu feijoadas congeladas nessas máquinas? Essa é a proposta da Mistura Saudável, uma empresa criada pelo casal Ricardo Comino França e Priscila Zagordo Comino. A empresa vende ainda opções como lasanha, panqueca e estrogonofe, entre outras.

Saiba mais sobre a Mistura Saudável em https://glo.bo/2qWTRbl.

2. “Bosta em lata”
“Você vende até bosta em lata”. Dita em um tom de brincadeira, essa frase mudou o rumo dos negócios do empreendedor Leonardo de Matos. Reconhecido por ser um bom vendedor, Matos decidiu levar a provocação a sério e abriu a Bosta em Lata, que vende pequenas latas de adubo. O produto é composto por esterco, casca de árvore e dejetos de aves e só é vendido por e-commerce. Em um ano e meio de vida, a empresa faturou cerca de R$ 210 mil.

Conheça mais detalhes sobre a Bosta em Lata em https://glo.bo/2ETEHbM.

3. Cerveja pra cachorro
O empreendedor paulista Lucas Marques aposta na união de duas paixões dos brasileiros, a cerveja e os animais de estimação, para faturar com a Dog Beer, uma cerveja para pets. A bebida, vale dizer, não tem gosto de cerveja – é vendida nos sabores carne e frango.

Saiba mais sobre a Dog Beer em https://glo.bo/2vEL8A5.

4. Ar enlatado
A empresa Lata de Ar, criada no Paraná, vende, como o nome diz, ar enlatado de diversas cidades brasileiras. Tem ar do Rio, de São Paulo e de Curitiba, entre outras cidades. Mas, no fundo, a empresa é especializada mesmo na venda de souvenirs –  o “ar” é só pretexto para vender as latinhas, decoradas com os pontos turísticos do município em questão.

Conheça a Lata de Ar em https://glo.bo/2qVmwhb.

5. Ovos por assinatura
Depois de observar o crescimento dos “carros do ovo” em Salvador, o empresário Leonardo Araújo decidiu criar uma alternativa diferente para vender ovos: um serviço de assinatura. Criou, em maio de 2017, o Site do Ovo, que entrega os produtos na casa dos clientes. O negócio oferece três planos – semanal, quinzenal e mensal – e tem um ticket médio de R$ 70.

Saiba mais sobre o Site do Ovo em https://glo.bo/2qUXONU.

 Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

18 abr
As 10 vezes em que o iCEV provou que é diferentão

 

1) Quando a galera saiu da prova e tinha… pizza! (Projeto Pizza para Todos, rysos)

 

2) Quando o nosso “rei do instagram” faz cobertura em tempo real das aulas.

 

3) Quando os tutores organizaram por sua conta e risco aquela revisão marota antes da prova.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4) Quando o juiz Pedro Felipe mandou uma mensagem muito amorzinho pra turma de Direito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5) Quando a Atlética se reuniu com a nossa equipe de marketing pra fazer uma plataforma de branding (chique, não?)

 

6) Quando a gente lembra que não precisa gastar toda a mesada com xérox porque, opa, aqui tem chromebook!

 

7) Quando o professor é também blogueirinho e escolhe as meias mais descoladas para ir dar aula (e pra dar entrevista na TV também)

Digital Influencer: Horácio Neiva 😀

 

8) Quando o coordenadorzão da galera dá aquela incentivada.

Jeito carinhoso e motivacional de dar aquela bronca

 

9) Quando a professora usa memes pra ilustrar os slides.

Entendedores entenderão

 

10) Quando o professor leva chocolate pra engordar a turma.

TQR!

 

 

 

25 mar
Aprenda: métodos para ler melhor

Técnicas fáceis podem ajudar a entender com mais profundidade o conteúdo dos livros

Ler, você já sabe, certo? Mas será que está aproveitando tudo que a leitura pode te oferecer? A maioria das pessoas não pensa muito sobre isso enquanto estão folheando as páginas de um livro, mas, certamente, se surpreenderiam ao descobrir que são capazes de absorver muito mais dessa experiência do que imaginam.

Você entende tudo que está lendo?

Ler, reler e ler de novo pode ser ótimo para absorver melhor o conteúdo e decorar as informações. No entanto, se não estivermos entendo completamente o que está escrito, esse processo será inútil. Muitas pessoas confundem o aprendizado com ler novas informações, o que está completamente errado.

Para aprender alguma coisa por meio da leitura, não basta, somente, passar os olhos pelas notícias de um jornal. É preciso ler com profundidade, buscar novas fontes, pesquisar os termos que você não conhecia e tentar se envolver ao máximo nessa experiência.

Leitura inteligente

O filósofo e escritor norte-americano Mortimer Adler, famoso por suas teorias pedagógicas, escreveu, na década de 1980, a obra “Como ler livros”, que ganhou o status de guia absoluto da leitura inteligente.

Em seu livro, Adler identifica quatro níveis de leitura: Elementar, Inspecional, Analítico e Comparativo. O que define o nível de leitura são os objetivos do leitor e o tipo de material que está sendo analisado por ele.

Ler um romance, um livro de Platão ou uma revista de fofocas exige diferentes tipos de habilidades. Para isso, antes de começar a passar os olhos pelos texto, pare e analise qual dos níveis de leitura e quais habilidades farão com que aquele material seja melhor aproveitado.

Os níveis de leitura

O nível elementar é aquele ensinado para as crianças nas escolas; o inspecional é uma leitura rápida, mas não superficial, capaz de identificar informações essenciais nos pequenos detalhes, como a capa e a biografia do autor; O nível analítico é aquele em que o leitor mergulha no conteúdo, absorvendo cada informação do livro. O comparativo é o mais complexo, pois exige a leitura de vários materiais sobre o mesmo tema, para fazer comparações e gerar novas ideias.

Passo a passo da leitura: veja como aplicar as técnicas

1 – Antes de escolher um livro para ler, ative no seu cérebro o modo inspecional. Ele vai ajudar a achar o material que mais se encaixa com as suas necessidades e objetivos;

2 – O segundo passo é usar o nível analítico para identificar palavras-chave e conseguir ter um entendimento profundo do conteúdo. Se necessário, enquanto estiver lendo as palavras do autor, traduza-as em sua cabeça para a sua própria linguagem.

3 – Ao invés de focar nos assuntos que o autor está discorrendo, concentre-se no que você está tentando descobrir com aquela leitura. Esse exercício ajuda a ver com mais clareza as respostas e soluções que estão escondidas no texto.

4 – Nunca aceite tudo que o autor fala como uma verdade absoluta. Esteja sempre em busca de novos livros e ideias sobre aquele mesmo assunto. Isso ajuda a formar um leitor inteligente e disposto a aprender.

Fonte: livrosepessoas.com

13 mar
Quer escrever bem? Veja 6 dicas de um especialista de Harvard

Não importa se você é um vestibulando, se está terminando o TCC ou se já trabalha e paga suas contas sem ter que pedir ajuda para ninguém: em algum momento da sua vida você provavelmente teve que escrever uma redação, uma carta, um artigo ou qualquer outra coisa. Escrever não é coisa fácil e tem gente por aí que não consegue colocar ideias no papel, então que tal aprender algumas dicas para facilitar esse processo?

A revista Time publicou um artigo com conselhos de Steven Pinker, psicólogo, linguista e escritor, que trabalha na Universidade de Harvard e que está entre os 100 melhores psicólogos da atualidade. Pinker listou alguns exercícios simples que, com certeza, vão melhorar a qualidade do que quer que você queira escrever. Boa sorte!

1 – Seja visual e direto

Um terço do cérebro humano trabalha com a visão, por isso é fundamental fazer com que o leitor realmente visualize o que você está escrevendo. Pinker explica que para o leitor ir de “eu acho que entendo” até “eu entendo” ele precisa ter uma visão ampla do que está escrito. “Muitos experimentos têm mostrado que os leitores entendem e lembram um assunto muito melhor quando ele é expresso em uma linguagem concreta que os permite formar imagens visuais”.

Outro fato interessante, agora não sobre o lado visual da escrita, mas a respeito desse conceito de ser direto, é que muitas pessoas acham que para escrever bem é preciso usar palavras complexas. A verdade é que já é cientificamente comprovado que o uso de uma linguagem complexa de nada tem a ver com inteligência.

Quando uma informação é fácil de ser processada por nosso cérebro, ela é tida como mais confiável do que aquela de um texto rebuscado que precisa ser lido diversas vezes. O segredo, portanto, é pensar em quem vai ler o seu texto como uma pessoa igual a você. Se sua intenção é impressionar, seu leitor pode se sentir burro e essa é uma das piores coisas que seu escrito poderia fazer. Sabe aquela história de que “menos é mais”? Pois é.

2 – Dominar um assunto não é necessariamente uma coisa boa

O cérebro humano é cheio de truques estranhos e, em alguns casos, isso resulta em uma auto sabotagem. Quando você tem um alto nível de conhecimento sobre determinado assunto, você pode acabar achando que aquilo é tão óbvio que, na hora de escrever sobre, acaba deixando algum detalhe importante de lado. O problema é que seu leitor pode não dominar o assunto tanto quanto você e, para ele, seu texto vai parecer incompleto.

Pinker chama esse fenômeno de “a maldição do conhecimento”, que nada mais é do que a nossa dificuldade em entender que nosso leitor pode não conhecer o assunto sobre o qual nós estamos falando e conhecemos tão bem. Uma boa maneira de resolver esse problema é pedir para que uma pessoa leia seu texto e diga a você se entendeu tudo.

Alguns estudos já comprovaram que tendemos a ser mais confiantes do que deveríamos ser quando falamos a respeito de um assunto que dominamos. Essa confiança extrema é capaz de nos deixar equivocados com relação à clareza daquilo que estamos escrevendo. Na dúvida, peça sempre a opinião de alguém.

3 – Vá direto ao ponto

Textos jornalísticos mais tradicionais são construídos com base em um esquema chamado lead ou lide, que nada mais é do que a prática de oferecer as informações principais logo no início. No jornal, isso ocorre porque muitas vezes o texto precisa ser editado e, para não correr o risco de cortar uma informação importante que está no último parágrafo, o lead propõe que os principais pontos estejam no começo do texto.

Para escrever um texto com um bom lead, certifique-se de que ele responde, já nos primeiros parágrafos, a estas perguntas: Quem? Quando? Como? Onde? Por quê? O quê? Parece complicado, mas é bem simples. Para provar isso, vamos inventar uma notícia aqui:

O palhaço Inácio (quem) fez uma apresentação (o que) nesta sexta-feira, 31 (quando) em uma escola de Curitiba (onde) em comemoração ao Halloween (por que). Depois de relembrar canções folclóricas (como), centenas de crianças começaram a chorar compulsivamente.

Se esse texto estranho continuasse, nós falaríamos mais sobre o palhaço, sobre a escola, as crianças e o choro comunitário. O leitor continuaria a leitura mesmo já sabendo o que tinha acontecido. Não é preciso, portanto, fazer suspense no início do seu texto. Vá direto ao assunto.

Importante lembrar que essa técnica do lead é ideal para textos jornalísticos, e ela foi lembrada por Pinker para nos fazer entender melhor a importância de não fazer muito suspense antes de chegar ao assunto principal do texto.

4 – Entenda que a linguagem evolui

É lógico que é preciso ter domínio da língua para escrever um texto. O que Pinker recomenda é não ficar escravo da norma culta e tentar entender que a linguagem está em constante mudança e adaptação. Não quer dizer que você deva fazer um texto cheio de gírias em uma redação de vestibular, mas você também não precisa ser muito tradicional.

Machado de Assis e Gregório Duvivier são dois escritores brasileiros. Ambos têm ótimos textos, mas a escrita de cada um deles é completamente diferente – nesse sentido, fatores como época e estilo literário também influenciam. A comparação é justamente para mostrar que a linguagem evolui e que talvez Duvivier não faria tanto sucesso se escrevesse como Machado.

5 – Para escrever, é preciso ler

Da mesma forma que você precisa comer uma lasanha para sentir vontade de fazer uma lasanha igualmente saborosa, para escrever um bom texto é preciso ler bons textos. Ninguém começa a escrever bem de uma hora para a outra, simplesmente digitando sem parar e criando obras espetaculares.

Ler bastante vai fazer com que você pontue seus textos melhor, aprenda mais coisas, aumente seu vocabulário e fique mais criativo. Que tal começar ainda hoje?

6 – Revise

Não espere que seu texto fique bom logo na primeira tentativa – isso raramente acontece. É importante sempre reler o que você mesmo escreveu e, para isso, é só encontrar seu ritmo: há quem goste de reler parágrafo a parágrafo e também tem quem curta reler o texto só depois de tê-lo terminado. O importante é nunca entregar ou publicar alguma coisa sem revisar.

Na revisão, vemos se não há algum problema de pontuação, se não tem uma maneira de falar melhor a respeito de um assunto, se determinada palavra não foi usada muitas vezes em uma mesma sentença, etc.

Chistian Rudder fala sobre a importância da revisão e da edição de texto usando o Twitter como um exemplo positivo, afinal o usuário precisa ser conciso e direto na hora de publicar alguma mensagem usando no máximo 140 caracteres. Então se você é desses que acha que a tecnologia nos deixa mais burros, saiba que não é bem por aí.

Fonte: Mega Curioso

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