15 jul
Você está preparado para as transformações do mercado de tecnologia?

Segundo a revista Exame, o Brasil pode perder R$ 115 bilhões por falta de profissionais qualificados

Nos primeiros anos de faculdade, o estudante de TI – Tecnologia da Informação -sempre imagina que a essência para ser referência em sua área é tornar-se um bom programador, conhecer a arquitetura de um sistema operacional, entender o funcionamento dos protocolos de rede e compreender os aspectos de segurança dos ambientes e sistemas.

Mas não é bem assim, esses saberes são apenas prerrogativas básicas diante de tantas mudanças de paradigmas, relacionadas aos modelos tradicionais de sistemas, e surgimento de novas tecnologias.

 

Tendências de tecnologia

Segundo levantamento feio pela Gartner, as tendências de tecnologia estão focadas principalmente em:

– Objetos Autônomos: como automatizar rotinas com robôs;

– Blockchain: é uma tecnologia crescente que está atrelada às criptomoedas, ela pode reformular sistemas de identificação, bem como os sistemas bancários;

Espaços Inteligentes: são ambientes capazes de tomar decisões diante de outros aspectos ou ações;

Desenvolvimento Orientado por Inteligência Artificial (IA): em que a IA passa a ser uma co-programadora no processo de desenvolvimento.

 

Todas estas tendências devem ser bem observadas pelos profissionais de TI, principalmente por ser um mercado tão emergente. Tornar-se um especialista em uma área específica pode ser o diferencial tão procurado pelo mercado de trabalho. Por isso os profissionais dessa área devem estar em constantemente processo de aprendizagem, para que possam conhecer e absorver conhecimentos sobre novas tecnologias, que estão constante surgimento.

Profissionais de TI são extremamente requisitados e disputados, isso é notório, e mesmo assim estão em falta no mercado. A revista Exame publicou, em 2018, um artigo identificando que até 2020 o Brasil pode perder R$ 115 bilhões por falta desses profissionais.

 Mesmo com a escassez, o mercado é exigente e seleto. O básico não é mais o suficiente, o profissional de TI deve estar imerso em diversas tendências tecnológicas, bem como saber as boas práticas, e entender que o desenvolvimento em arquitetura monolítica passou a ser uma velha arquitetura, a bola da vez são os Microsserviços.

Nova arquitetura de desenvolvimento

Os projetos em Microsserviços aumentam ainda mais a exigência de novos conhecimentos para a sua disponibilização, como:

Computação em Nuvem: agregando escalabilidade e alta disponibilidade no ambiente;

– Container Docker: que disponibiliza pequenos sistemas operacionais isolados para execução de Microsserviços;

– Kubernetes: um orquestrador de container capaz de gerenciar um cluster agregando resiliência e a saúde do ambiente;

– DevOps: metodologia de desenvolvimento que visa automatizar rotinas e disponibilizar softwares de qualidade e mais rápido.

Uma reflexão que nos chama a atenção é a evolução constante das tecnologias, mudanças de paradigmas que foram capazes de transformar e modificar completamente modelos de negócios como Locação de Filmes para o Netflix, serviço de Táxi para o Uber e serviços de Hotelaria para o Airbnb. Devemos estar constantemente em processo de aprendizagem para que possamos absorver a evolução de tecnologias emergentes e mudanças de paradigmas para a sua aplicação, é isso que irá nos tornar um profissional diferenciado.

09 jul
Experiências multidispositivo: a tecnologia muda a indústria e nossas vidas

Já parou para pensar quanto tempo passamos em contato com algum aparelho tecnológico no nosso dia a dia?

Desde a hora em que acordamos até o momento em que vamos dormir, temos diversas interações com dispositivos que facilitam nossa vida, seja para manter contato com amigos e família, estudar, trabalhar, fazer exercícios ou simplesmente se divertir. Atualmente, grande parte dessas atividades são centralizadas em nossos smartphones, que são parte inerente da forma como interagimos com o mundo, mas não é apenas através deles que nos mantemos conectados. Hoje em dia, há um verdadeiro ecossistema de produtos que fazem parte de nossa experiência digital.

Não faz muito tempo que entramos nessa era conectada. Em um passado não tão distante, cada um de nós tinha apenas um dispositivo que nos conectava com o mundo online, na maior parte das vezes, um computador desktop. Aos poucos, novos aparelhos foram introduzidos: televisores, relógios e celulares passaram por grandes transformações e tornaram-se inteligentes. Agora, temos smartwatches, tablets, smartphones, televisões e diversos outros dispositivos tecnológicos, todos eles inteligentes e conectados ao mundo online.  O resultado dessas mudanças é quase imensurável, alterando a forma como interagimos com o mundo e consumimos conteúdo.

E não para por aí. Todos esses dispositivos também estão interligados entre si. Nossos smartwatches têm atividade otimizada pelos apps presentes nos smartphones; estes, por sua vez estão profundamente ligados às televisões e notebooks; ambos, por sua parte, também estão direta ou indiretamente relacionados a uma infinidade de outros dispositivos. Assim, por mais que nossos smartphones sejam verdadeiros hubs, concentrando as atividades de uma forma significativa, há todo um ecossistema de produtos por trás, que integra e completa a eficácia que os smartphones têm em nossa rotina.

Essa nova realidade, de novas e melhores tecnologias, traz vantagens incalculáveis à experiência do consumidor. Hoje em dia, a forma como nos relacionamos com as inovações é muito mais fluida, integrada e omnichannel. As ações que tomamos com nossos aparelhos se tornaram tão contínuas e complementares que mal notamos mais por quantos dispositivos passamos em uma simples decisão de compra, por exemplo. O que vemos em comerciais na televisão leva a ações que podem englobar nossos smartphones, tablets e notebooks.

Essa integração está tão presente em nossa rotina que chegamos ao ponto em que a linha divisória entre experiência física e digital se tornou quase imperceptível. Temos, atualmente, funcionalidades que fazem com que ações em nossos dispositivos tenham implicações bem reais em nosso mundo “real”. O impacto que inovações em inteligência artificial trazem ao dia a dia são um ótimo exemplo.

Com o aprendizado de máquina, é possível automatizar diversos passos e decisões que tomamos, de forma com que os aparelhos, em conjunto, criem condições diferenciadas, que descomplicam nossa interação com o ambiente. Vejamos, por exemplo, o quanto as famosas assistentes virtuais conseguem nos ajudar. A Bixby, da Samsung, por exemplo, memoriza a rotina do usuário, se adapta às suas necessidades, otimiza o uso de aplicativos e pode ser conectado a diversos aparelhos, até mesmo eletrodomésticos em alguns casos. É dessa forma que coisas que poderiam parecer futurísticas há apenas alguns anos, como um lar inteligente e integrado, estão cada vez mais ao nosso alcance.

Essa realidade, além de alterar a forma como nós, como consumidores, temos contato com o mundo, também adequa a forma como a indústria pensa seus próximos lançamentos e inovações.

Tendo esse ciclo virtuoso, em que alterações na indústria levam a novos hábitos de consumo e vice-versa, cria-se a empolgante situação de inovações constantes e surpreendentes no mercado de tecnologia. É extremamente animador poder vivenciar todas essas mudanças, que transformam a forma como nos relacionamos com nosso ambiente e nos dão a certeza de que muita coisa está por vir, melhorando a forma como nos conectamos, tanto com quem amamos quanto com os demais aparelhos a nossa volta.

Publicado por Olhar Digital

24 jun
Facebook anuncia Libra, sua moeda digital; operação começa em 2020

O Facebook e outras 27 empresas parceiras anunciaram oficialmente na última terça-feira (18) que planejam lançar uma moeda digital chamada Libra no primeiro semestre de 2020. E, se tudo der certo, a Libra poderá se tornar a moeda digital padrão em todo o mundo.

Segundo o Facebook, a Libra funciona à base do blockchain, embora não esteja claro por que a moeda vai usar essa tecnologia. Ao contrário de criptomoedas como o bitcoin, a Libra terá uma reserva de ativos reais, não pode ser minerada, não há limite para o número de Libra que pode ser produzido, e não será descentralizada no lançamento.

“Hoje estamos compartilhando os planos da Calibra, uma recém-criada subsidiária do Facebook cujo objetivo é fornecer serviços financeiros que permitirão que as pessoas acessem e participem da rede Libra”, disse o Facebook em um comunicado publicado em seu site. “O primeiro produto que a Calibra apresentará é uma carteira digital para Libra, uma nova moeda global impulsionada pela tecnologia blockchain. A carteira estará disponível no Messenger, WhatsApp e como um aplicativo independente – e esperamos lançá-la em 2020”.

A ideia da Calibra é facilitar a transferência de dinheiro para contatos e pagar itens. No futuro, o Facebook fala também em usar a carteira digital para transporte público, substituindo o cartão físico geralmente usado para a tarefa.

O Facebook, sua empresa recém-criada Calibra, e seus 27 outros parceiros estão formando um grupo em Genebra, na Suíça, chamado Associação Libra, que administrará o projeto da moeda digital. Em seu white paper, a Libra é descrita como algo que será “governado como um bem público”, apesar do fato de que o objetivo final é que o Facebook e seus parceiros ganhem dinheiro com o empreendimento.

Publicado por Gizmodo Brasil 

06 jun
Inteligência artificial dá vida a Mona Lisa

Já não restam dúvidas de que parecem infinitas as possibilidades da inteligência artificial

Você já parou alguma vez para pensar como seria a Mona Lisa na vida real? Seus trejeitos, sua forma de falar? Como sacudiria os cabelos e como sorriria de verdade? Pois a inteligência artificial resolveu isso para a humanidade. O Samsung AI Center, que fica em Moscou, na Rússia, publicou um estudo que mostra como já é tecnicamente possível “dar vida” e “animar” um rosto a partir de um único frame de imagem – foto ou pintura. Adicionar voz a partir daí é moleza. Quase qualquer um pode fazer.

No experimento, La Gioconda, pintada por Leonardo Da Vinci entre 1503 e 1506, mexe de um lado para o outro. O mesmo acontece com a atriz americana Marilyn Monroe e o pintor espanhol Salvador Dalí, falecidos em 1962 e 1989, respectivamente. A partir de fotografias históricas de ambos, os especialistas animaram celebridades de todas as partes do mundo. Veja o vídeo a seguir:

 

 

Passei os últimos dias mostrando o resultado dessa experiência aos mais diversos tipos de profissionais – de checadores de fatos a professores do ensino médio, passando por artistas plásticos e arquitetos. A reação foi a mesma para todos – e na mesma ordem. Primeiro veio o encantamento. Já não restam dúvidas de que parecem infinitas as possibilidades da inteligência artificial, e todas elas são surpreendentes. Um dos indivíduos expostos a esse avanço tecnológico chegou a pensar em seus entes queridos falecidos e a exclamar “Nossa! Então meus pais e meus avós poderiam voltar a falar e se movimentar? Que coisa incrível!”

Mas, logo em seguida, a reação se associava à veracidade dos fatos. Comentários na linha “Então dá para manipular qualquer coisa agora” se tornaram frequentes. E, por estarem diante de uma fact-checker, surgia o questionamento: “Os checadores já estão preparados para verificar esse tipo de alteração?” A resposta é, provavelmente, não.

No exemplo da Mona Lisa, os especialistas mostram com clareza que é possível fazer não apenas uma versão da Gioconda, mas três – com três estilos e personalidades diferentes: uma mais risonha, mais extrovertida, e outras mais tímidas, mais acanhadas. São sutilezas que vão além da técnica e que, obviamente, adicionam camadas de dificuldade à checagem de fatos.

Extrapole essa técnica a cenários imagináveis possíveis. Pense em políticos falecidos que podem “renascer” dizendo frases que jamais disseram ou se comportando de forma que não condizem com seu estilo real. É fato que fizeram isso com Barack Obama, Donald Trump e Vladimir Putin, entre outros. Mas imagine fazer isso com Josef Stálin ou Adolph Hitler – que já não estão vivos para negar possíveis falas falsas. Será necessário avançar diversos graus na análise técnica de imagens e vídeos para poder flagrar algo assim como falso.

E é por isso que a checagem de fatos não pode ser exclusivo de jornalistas ou especialistas em dados. É urgente que profissionais formados em áreas relacionadas à tecnologia da informação, à inteligência artificial e ao uso ostensivo de vídeos se integrem à massa de checadores ao redor do mundo. Os avanços nesse tipo de manipulação também têm de acompanhar o lado do fact-checking. Caso contrário, estaremos fadados ao atraso – e ao fracasso.

Fonte: Agência Lupa

22 nov
O que é, o que faz (e como se tornar) um engenheiro de software

Com investimento de 38 bilhões de dólares em Tecnologia da Informação – software, hardware e serviços – em 2017, o Brasil é o 1º entre os países da América Latina, e o 9º no ranking mundial. Entre 2016 e 2017, o crescimento foi de 4,5%, taxa maior do que a expectativa, de 4,1%, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES). Internacionalmente, os setores de tecnologia também estão em alta, com crescimento de 5,5 % no mesmo período, bem maior do que o previsto: 4,3%.

CONHEÇA O CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE DO iCEV

Ainda que o mercado esteja aumentando, a Associação para a Promoção da Excelência do Software (Softex) aponta que o país pode ter carência de mais de 400 mil profissionais de TI em 2020. Dentre as trabalhadores em falta, os engenheiros de software, área à qual 8,2 bilhões de dólares do investimento total foram destinados.

Profissão de engenheiro de software

Com cada vez mais empresas automatizando seus serviços e criando suas próprias plataformas digitais, a profissão de engenheiro de software foi considerada a 2ª melhor da área de TI em crescimento e remuneração, segundo o site especializado em carreiras de tecnologia, CareerCast.

O software consiste na “parte lógica” do computador, que inclui sistema operacional e programas. Então, basicamente, estes profissionais projetam e guiam o desenvolvimento de programas, aplicativos e sistemas, de forma que atendam aos requisitos e cumpram as funções determinadas.

Entre as principais atribuições destes profissionais, estão:

  • Desenvolver softwares e apps
  • Gerenciar projetos ligados aos softwares
  • Arquitetar o design estrutural dos programas
  • Realizar testes nos sistemas

Além destas, estes engenheiros podem ter funções ligadas à administração de bancos de dados, manutenção dos sistemas e até algumas de documentação, relacionadas à gestão de projetos e à composição dos manuais de instruções.

Formação na área

Além dos cursos de Engenharia de Software, os de Ciências da Computação também capacitam profissionais para atuarem neste mercado. No entanto, há diferenças entre os dois tipos de formação.

Enquanto os engenheiros aprendem sobre os processos envolvidos em desenvolver e manter programas, os cientistas da computação têm estudos mais focados na teoria, ligados à modelos matemáticos, algoritmos e lógica dos processos.

Também não é o mesmo do que ser um engenheiro de computação, que são responsáveis, principalmente, pelo hardware – ou seja, projetar e construir computadores.

iCEV lança primeiro bacharelado em Engenharia de Software do Piauí

A duração média dos cursos de Engenharia de Software, atualmente oferecidos por universidades públicas e privadas, é de 4 anos. Entre os principais assuntos abordados estão: engenharia, matemática, arquitetura e gerenciamento de softwares e gestão de projetos.

Habilidades para exercer a profissão

Ainda que a programação não seja o foco principal da Engenharia de Software, é necessário conhecer as linguagens mais utilizadas – como JavaScript, Visual Basic, Python, C++, C# -, e seu funcionamento.

Da mesma forma, habilidades matemáticas são necessárias. Estes engenheiros, frequentemente, precisam criar algoritmos matemáticos – instruções das operações descritas “passo a passo”.

Para facilitar o trabalho com softwares, os profissionais podem empregar uma série de ferramentas. Entre elas Ambientes de Desenvolvimento Integrado (IDE, do inglês Integrated Development Environment), que agilizam o processo de escrever códigos.

Além de mexer com as IDE, precisam saber utilizar ferramentas de teste automatizadas e bibliotecas de código aberto, que oferecem as funcionalidades prontas, diminuindo o trabalho de desenvolvê-las. Por muitos sistemas de software atuais interagirem com bancos de dados, os engenheiros também precisam ser capazes de administrá-los.

 

14 nov
2020 será um ano fantástico para TI

O setor de TI terá um ano exuberante em 2020. A constatação vem da pesquisa que a Advance faz trimestralmente para identificar a percepção dos empresários de TI com o momento de mercado. O setor cresceu 10.5% em 2017 comparando com 2016, e com a expectativa de terminar 2018 com 10.3% de crescimento.

A crise pegou pesado no mercado de TI em 2015 e 2016. Em 2015 houve um crescimento nominal de 3,0% e uma inflação de 10,7% gerando um resultado real de -7,7%. Em 2016 o crescimento nominal foi de 4,5% com uma inflação de 6,3% gerando um resultado real de -1,8% e configurando a recessão no setor. Surge 2017 com um crescimento de 10,5% e devemos finalizar 2018 com 10,3% deixando totalmente para trás a crise.

Muitos empresários de TI haviam feitos várias simulações de cenários para as eleições e para os resultados de 2019. Segundo os empresários, a gestão Bolsonaro terá que fazer uma série de ajustes e acomodações políticas no primeiro trimestre, fazendo com que o mercado consumidor de TI fique em compasso de espera. Então, TI terá um primeiro trimestre muito fraco. O segundo trimestre sempre foi o trimestre mais fraco do ano e não será diferente em 2019. Depois teremos um terceiro e quarto trimestres muito bons, mas sem a capacidade de gerar um crescimento, no ano, maior do que 6%, mas gerando um represamento como o que aconteceu em 2009. Isto tudo fará com que 2020 seja um ano exuberante para o setor de TI com expectativa de crescimento acima de 13%.

Nos últimos 15 anos o Brasil investiu uma média de 2,1% do PIB com tecnologia. No mesmo período os USA investiram uma média de 3,9% e os demais países desenvolvidos investiram 3,4% do PIB em tecnologia. Esta diferença de investimentos criou um grande déficit com forte impacto na infraestrutura de telecomunicações e nos segmentos de educação, varejo e saúde – que estão “sucateados”. Se o governo, em 2019, mostrar um bom caminho dando segurança para os investidores, então poderemos ter, em 2020, uma bela entrada de capital para atualização tecnológica.

Desde 2013 tínhamos um efeito de polarização, ou seja, empresas indo muito mal e empresas indo muito bem. Este efeito foi brando em 2014, médio em 2015, e drástico em 2016, fazendo com que o dinheiro mudasse, rapidamente, de mãos. A diferença entre empresas que iam bem e que iam mal estava na “maturidade empresarial”. As empresas que tiveram alta taxa de crescimento foram as que analisaram o mercado (oportunidades e ameaças), estabeleceram um plano com estratégias e ações, estruturaram as áreas de marketing e vendas, e tiveram disciplina na execução do plano.

Em 2017 e 2018 o efeito da polarização reduziu muito, mas ele voltará a ser alto em 2019, portanto, muitas empresas perderão Market Share para seus concorrentes. As empresas que terão alta taxa de crescimento são as que têm eficiência em cinco vetores: Diferencial competitivo e geração de valor para os clientes, Gestão financeira, Eficiência em vendas, Conquista e retenção de clientes, e Gestão e retenção de talentos.

De um lado temos empresas retraindo, ou seja, vendendo menos, demitindo colaboradores, reduzindo os investimentos em vendas e marketing e adotando como estratégia a venda na base ou, até mesmo, a simples preservação da base. Estas empresas têm uma grande preocupação com gestão financeira.

Do outro lado temos empresas com altas taxas de crescimento, aumentando as vendas, contratando colaboradores, investindo fortemente em marketing e vendas, e adotando como estratégia a expansão buscando novos clientes ou novos mercados. Estas empresas focam em “gestão e aumento de produtividade em vendas”.

Por mais que as empresas com baixo desempenho queiram colocar a culpa em variáveis externas, o que realmente faz a diferença são as estratégias e ações internas, ou seja, a causa do sucesso ou insucesso está nas mãos dos empresários.

Fica aqui a reflexão: de que lado você quer estar? Do lado das empresas com baixo desempenho ou das empresas com altas taxas de crescimento?

Por Dagoberto Hajjar – sócio fundador da ADVANCE, empresa de planejamento e ações para empresas que querem crescer.
Fonte: Startupi

10 out
7 ferramentas gratuitas de análise de dados que você deve conhecer

A análise de dados é cada vez mais importante para empresas que buscam descobrir insights que possam estar ocultos em um vasto mar de dados. As organizações podem obter uma perspectiva tremendamente valiosa sobre seus clientes e objetivos comerciais usando ferramentas projetadas para organizar, categorizar e inferir conclusões estatísticas de várias fontes de dados.

As empresas têm muitas ponderações e escolhas a serem feitas ao avaliar as ferramentas de análise de dados, mas encontrar o aplicativo correto e usar seus recursos com eficácia pode levar a uma transformação radical.

Examinamos dezenas de fornecedores para identificar os melhores softwares gratuitos de análise de dados disponíveis hoje. Depois de avaliar seus pontos fortes e limitações, estudar as análises de líderes do setor e analisar classificações de várias empresas de pesquisa, selecionamos essas sete ferramentas a seguir (apresentadas em ordem alfabética) para ajudá-lo a encontrar a melhor solução para você.

1 -DataMelt

O DataMelt, também conhecida como DMelt, é uma plataforma computacional para análise estatística de Big Data e visualização científica. O programa é usado com mais frequência em ciências naturais, engenharia e modelagem e análise de mercados financeiros. A plataforma suporta muitas linguagens de programação, incluindo Python, BeanShell, Groovy, Ruby, Java e outras.

As organizações podem acessar vastas bibliotecas por meio de scripts dinâmicos, incluindo mais de 40 mil classes Java para computação e visualização e 500 módulos Python. Recursos mais avançados exigem uma licença de desenvolvedor ou comercial, mas a edição gratuita da DataMelt inclui muitos dos principais recursos necessários para explorar, analisar e visualizar dados.

Roda em dispositivos Windows, Linux, macOS e Android.

http://jwork.org/dmelt/

2 – KNIME Analytics Platform

A Plataforma KNIME Analytics foi projetada para ajudar as organizações a manipular, analisar e modelar dados por meio de programação visual. O software inclui mais de 1 mil módulos, centenas de exemplos prontos para uso e uma variedade de ferramentas integradas para ajudar os usuários a descobrir possíveis insights ocultos em seus dados e prever futuros com o auxílio do aprendizado de máquina.

Em vez de escrever código, o KNIME permite que as organizações arrastem e soltem os pontos de conexão entre as atividades. A ferramenta de análise de dados também oferece suporte à combinação de dados entre arquivos de texto simples, bancos de dados, documentos, imagens, redes e dados baseados no Hadoop em um único fluxo de trabalho visual. A KNIME Analytics Platform é de código aberto e atualizada com novos lançamentos em uma base semestral.

Está disponível para dispositivos Windows, macOS e Linux.

https://www.knime.com/knime-analytics-platform

3 – OpenRefine

O OpenRefine, antigo Google Refine, ajuda as organizações a lidar com dados confusos. O Google deixou de apoiar o projeto em 2012, mas o aplicativo ainda está disponível e é atualizado regularmente por voluntários. O OpenRefine pode executar várias tarefas em dados, incluindo limpeza, transformação e formatação de dados para torná-los mais adequados para análise e exploração. A ferramenta também permite que os usuários recuperem dados de serviços da Web externos para reconciliar e correlacionar dados de várias origens.

O OpenRefine não é a melhor ferramenta para grandes bancos de dados, mas continua sendo uma opção importante e bem vista por muitas organizações, devido à quantidade significativa de tempo que os analistas gastam na limpeza de dados para modelagem preditiva.

Está disponível para download no Windows, macOS e Linux.

http://openrefine.org/

4 – Orange

Orange é uma ferramenta de análise e visualização de dados de código aberto desenvolvida na Universidade de Ljubljana, na Eslovênia. Os usuários podem extrair dados via programação visual ou scripts Python em uma janela de terminal; explorar estatísticas, box plots ou scatter plots; e aprofundar seus dados com árvores de decisão, agrupamento hierárquico, heatmaps e projeções lineares.

A interface gráfica do usuário da Orange permite que os usuários se concentrem na análise exploratória de dados, em vez de codificação. A ferramenta também possui componentes para Machine Learning e complementos que estendem a funcionalidade de mineração de dados de fontes externas para execução de processamento de linguagem natural, mineração de texto, bioinformática, análise de rede e mineração de regras de associação.

A Orange suporta Windows, macOS e Linux.

https://orange.biolab.si

5 – R

A linguagem de programação R é amplamente utilizada para pesquisa em metodologia estatística. As organizações também podem aproveitar um conjunto integrado de software para manipulação de dados, cálculo e exibição gráfica. As principais características estatísticas incluem modelagem linear e não linear, testes estatísticos clássicos, análise de séries temporais, classificação e agrupamento.

R roda no Unix, Windows e macOS.

https://www.r-project.org/

6 – Tableau Public

O Tableau Public é um aplicativo de análise e visualização de dados que permite aos usuários publicar dados interativos na web. A versão gratuita do Tableau é limitada a 1 GB de armazenamento de dados e 1 milhão de linhas de dados. A simplicidade e a intuição do Tableau Public tornaram-no uma das ferramentas de análise de dados mais populares.

O Tableau Public pode extrair dados do Planilhas Google, do Microsoft Excel, arquivos CSV, arquivos JSON, arquivos estatísticos, arquivos espaciais, conectores de dados da Web e OData. Os usuários podem gerar gráficos interativos, gráficos e mapas para serem compartilhados em mídias sociais ou incorporados em sites para disponibilidade pública. O Tableau Public está disponível para download no Windows e no macOS.

https://public.tableau.com/pt-br/s/download

7 – Trifacta Wrangler

O Trifacta Wrangler é outro aplicativo projetado para ajudar os analistas de dados a limpar e preparar dados confusos de diversas fontes. Depois que os conjuntos de dados são importados para o Trifacta Wrangler, o aplicativo organizará e estruturará os dados automaticamente. Algoritmos de aprendizado de máquina ajudam a preparar dados para análises mais detalhadas, sugerindo transformações e agregações comuns.

O Trifacta Wrangler pode importar dados do Microsoft Excel, arquivos JSON e arquivos CSV brutos. A ferramenta também faz o perfil dos dados para indicar a porcentagem de linhas com valores ausentes, incompatíveis ou inconsistentes e categoriza visualmente os dados por tipo, como a data ou hora, a string ou o endereço IP associado a cada ponto de dados. O Trifacta Wrangler está limitado a 100 MB de dados e está disponível para download em dispositivos Windows e MacOS.

https://www.trifacta.com/products/wrangler/

Fonte: CIO from IDG

03 out
5 jogos para consoles e PC que foram produzidos no Brasil

Jogos brasileiros não estão disponíveis apenas em celulares: alguns estúdios já conseguiram disponibilizar as criações também no PC e nos três consoles da atualidade.

O Olhar Digital separou cinco jogos produzidos dentro do Brasil e que podem ser jogados em máquinas atuais – seja no seu PC, ou no PS4, Xbox One ou Switch, em alguns casos. Confira a lista completa abaixo:

Horizon Chase Turbo

Criado pelo estúdio gaúcho Aquiris, “Horizon Chase Turbo” é uma versão expandida de um game de mesmo nome lançado para celulares. Ele tem gráficos estilizados e é quase um sucessor espiritual da clássica série Top Gear. Para quem gosta de um bom jogo de corrida sem todas as complicações dos simuladores atuais, é uma excelente opção. Disponível para PC e PlayStation 4, em breve também no Xbox One e Switch.

Dandara

Cria do estúdio Long Hat House, de Belo Horizonte, “Dandara” é um jogo bastante interessante: ele homenageia Dandara, guerreira negra que foi esposa de Zumbi dos Palmares. No jogo, a personagem Dandara precisa atravessar o mundo saltando entre superfícies diferentes, e ganhando novas habilidades para conseguir chegar a mais lugares. Disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Shiny

Desenvolvido pelo estúdio paulistano Garage 227, “Shiny” é um jogo que deixa a violência de lado e coloca o jogador no controle de um robô que precisa resgatar amigos. Para isso, ele precisa atravessas ambientes desafiadores no estilo plataforma 2D. Disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

Gryphon Knight Epic

Criado pelo estúdio Cyber Rhino Studios, de Florianópolis, “Gryphon Knight Epic” é uma mistura de jogo de tiro com naves (os tradicionais shoot’em ups) com bastante exploração. E, como de costume nesse tipo de jogo, o desafio é bastante alto, e não é qualquer um que vai conseguir chegar ao final. O game está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

No Heroes Here

Um jogo de estratégia no estilo tower defense, “No Heroes Here” coloca jogadores disputando partidas em que um precisa invadir e derrubar o castelo do outro. O game conta com diversos personagens diferentes e dezenas de estágios, além de um modo pesadelo que é bem difícil. Disponível para PC, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

Fonte: Olhar Digital

26 set
As 10 tecnologias em alta em 2018

O que uma “carne” feita em laboratório, um museu de holografias e uma versão especial da Alexa, assistente da Amazon, têm em comum? Tratam-se de tecnologias promissoras capazes de mudar a forma como vivemos. E em futuro bem próximo. Esses avanços aparecem em lista divulgada pelo Fórum Econômico Mundial nesta semana. O Fórum ouviu cientistas e especialistas em várias áreas para identificar quais tecnologias “disruptivas” já estão sendo incorporadas nas indústrias em 2018 e que prometem gerar grande impacto nos próximos anos. O resultado foi publicado na revista Scientific American. Confira:

1 – Realidade aumentada

A sobreposição de informações e animações com imagens do mundo real já está preparada para, digamos, o consumo em massa. Embora a tecnologia não seja nova – já usávamos em aplicativos, interações e jogos como PokémonGo -, o Fórum afirma que a tecnologia está pronta para” dar um salto” em termos de sofisticação e utilização. No futuro, a realidade aumentada ajudará os cirurgiões a visualizar os tecidos debaixo da pele do paciente em três dimensões, além de permitir tours digitais (com holografia) em museus.

2 – Medicina personalizada

Ferramentas avançadas de diagnóstico podem auxiliar a descobrir qual o melhor medicamento para um determinado paciente, bem como prever a probabilidade dele contrair uma determinada doença. Segundo o Fórum, várias destas ferramentas já estão sendo utilizadas para o combate e prevenção ao câncer. Essas ferramentas também podem dispensar exames como o diagnóstico de uma endometriose.

3 – Inteligência artificial e DNA

A previsão é usar machine learning (aprendizado de máquina) para analisar o padrão genético, o histórico dos antepassados e prever quais moléculas provavelmente irão atuar no combate a uma futura doença. A tecnologia pode ajudar farmacêuticas a identificarem e desenvolver novos medicamentos em ritmo acelerado.

4 – Assistentes virtuais mais poderosos

Se você está se tornando dependente da Siri, Google Home ou da Alexa para colocar uma música ou conferir a previsão do tempo, saiba que em breve você terá em mãos assistentes virtuais muito mais sofisticados. A previsão é que eles possam oferecer serviços mais personalizados, coletando dados de sua rotina e de seus padrões de comportamento.

5 – Medicamentos direto nas nossas células

Para as pessoas que precisam tomar remédios regularmente, a ideia de ter uma espécie de pequena fábrica de medicamentos implantada no corpo provavelmente é atraente. Até agora, porém, a implantação de medicamentos direto nas células é limitada porque era preciso utilizar medicamentos imunossupressores para impedir que o próprio atacasse o transplante. A tecnologia, contudo, já evoluiu, segundo cientistas consultados pelo Fórum, e pode funcionar sem o perigo de ser rejeitada pelo sistema imunológico. Isso abre um caminho de possibilidades para tratamentos de longo prazo, como doenças cardiovasculares, tuberculose, diabetes e câncer.

6 – Gene drive

Mudar genes conscientemente pode ser controverso e, muitas vezes, é algo que perpassa a reflexão de questões éticas. Mas há muitas pesquisas em torno da tecnologia chamada de ‘gene drive’, e que permite a indução de genes modificados. Tem enorme potencial para combater doenças, corrigir mutações ou eliminar pragas e mosquitos, como aqueles que transmitem a malária. A tecnologia ganhou um impulso com introdução da ferramenta de edição de genes CRISPR, que facilita a inserção de material genético em pontos específicos dos cromossomos. Nos últimos anos, a combinação da indução genética com o CRISPR tem modificado a biologia.

7 – Algoritmos para computador quânticos

Os computadores quânticos são considerados máquinas poderosas capazes de resolver problemas extremamente complexos de forma muito mais rápida do que um convencional. Houve avanços significativos em sua tecnologia nos últimos anos, segundo o Fórum, e há um número crescente de acadêmicos desenvolvendo programas e softwares. A corrida das empresas para conquistar a frente desta tecnologia também é intensa. A expectativa é de que os computadores quânticos possam acelerar a cura de doenças, a descoberta de novos medicamentos e até para hackear sistemas criptografados.

8 – Materiais plasmônicos 

São materiais que manipulam os plasmons de uma superfície: pacotes de energia que flutuam sobre a superfície do material, criando propriedades físicas e ópticas totalmente novas. Plásmon é, na verdade, uma junção de plasma e fóton. Essa técnica está na base das pesquisas sobre invisibilidade e para tratar, por exemplo, um câncer sem danificar um tecido saudável.

9 – Carne de laboratório

Você comeria um hambúrguer se soubesse que ele foi produzido em um laboratório? Startups como a Mosa Meat, a Memphis Meats, a SuperMeat e a Finless Foods já atraíram milhões em financiamento para produzir um alimento com textura e aparência de carne, sem que seja necessário abate ou emissão de gases poluentes. Os custos de produção ainda são altos mas, segundo o Fórum, a tecnologia está melhorando e pode estar no restaurante mais rápido do que você imagina.

10 – Eletrocêuticos

Aparelhos que tratam doenças com impulsos elétricos têm uma longa história na medicina. Pense em marca-passos para o coração, tratamento para epilepsia ou estimulação cerebral profunda para a doença de Parkinson. Uma dessas abordagens, porém, está prestes a se tornar mais versátil, melhorando drasticamente o atendimento de uma série de condições. Envolve a entrega de sinais ao nervo vago, que envia impulsos do tronco cerebral para a maioria dos órgãos e vice-versa. Novos usos da estimulação do nervo vago (VNS) tornaram-se possíveis em parte por causa da pesquisa de Kevin Tracey, do Instituto Feinstein de Pesquisa Médica, e outros cientistas que mostraram que o nervo vago emite substâncias químicas que ajudam a regular o sistema imunológico. As descobertas indicam que é possível usar impulsos elétricos para tratar uma série de outras doenças crônicas.

Fonte: Época Negócios

21 set
Tecnologia de sensoriamento remoto traz ganhos para o campo e a indústria

Plataformas baseadas em internet das coisas (IoT), machine learning, big data e inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) estão gerando inteligência competitiva tanto para o agronegócio quanto para a indústria. No campo, um exemplo dessa reinvenção é o uso da tecnologia de sensoriamento remoto para monitoramento de ambiência em aviários.

Nessa esteira, está a solução Gestão Avícola, da SPRO IT Solutions, que já apresenta este ano seus primeiros resultados. Em 12 meses de aplicação em granjas-piloto no Paraná, a rentabilidade média dos lotes de frango aumentou 25%.

A solução possibilita o diagnóstico de possíveis problemas, desvios ou desperdícios em curso na produção, para correções em tempo real, melhorando a produtividade do lote de aves. A tecnologia, que pode beneficiar também a suinocultura, piscicultura ou bovinocultura de leite, foi a 1ª certificada da América Latina em SAP Leonardo, plataforma na nuvem da SAP – empresa alemã líder no mercado mundial de softwares corporativos. Também conquistou outras aprovações importantes, como no Programa Startup Focus e SAP App Center.

Já na indústria, os sensores inteligentes monitoraram dados variáveis de processos industriais, bem como condições físicas de ambientes, também com correção em tempo real de qualquer desvio de processo. “Com a criação de rotinas ágeis, a indústria ganha eficiência operacional em toda a cadeia de produção, reduz perdas e custos e aumenta a produtividade”, afirma o presidente-executivo da SPRO IT Solutions, Almir Meinerz.

Inteligência artificial no campo

Dados gerados em IoT transformam-se, com auxílio de AI, em informações que ajudam o produtor e a agroindústria a gerenciarem online determinadas variações. A AI processa um alto volume de dados e cruza as mais diversas variáveis para identificar desvios e realizar análises preditivas. É possível, assim, fazer antecipações e atuar em ações efetivas no manejo. Estes dados geram, também em tempo real, indicadores importantes, como taxas de conversão alimentar.

“Todas estas tecnologias, baseadas em SAP Cloud Platform (SCP), irão determinar o futuro da atividade, trazendo a nova dinâmica da economia digital ao agronegócio brasileiro. O produtor agora deve estar focado em decisões ainda mais relevantes, tendo um perfil mais analítico, planejador e competitivo”, explica Meinerz. Em todo mundo houve crescimento de 24% na busca pelo SCP, movimentando €421 milhões em 2017, segundo dados divulgados pela SAP.

Fonte: IDG Now

10 set
Conheça empresas que usam a tecnologia para revolucionar os mercados em que atuam

A empresa de cobrança Acordo Certo fecha, por mês, 30 mil renegociações de dívidas. Entre seus clientes estão Santander, Claro e Porto Seguro. Em vez de reunir uma legião de pessoas ao telefone, freneticamente ligando para clientes, o negócio fundado por Dilson de Sá se resume a 12 pessoas, alguns laptops e um monitor que indica em tempo real os resultados obtidos. Recentemente, ao contratar a Acordo Certo, um cliente reduziu 700 postos de atendimento de telemarketing, disse Sá ao jornal O Estado de S. Paulo.

A Acordo Certo resume a redução do emprego na era digital: com o uso da inteligência artificial, renegocia dívidas com robôs que “dialogam” com devedores – a empresa utiliza uma combinação de ferramentas desenvolvidas por Google, Microsoft e IBM. São sistemas como esses que podem pôr em xeque o futuro de diversas profissões na próxima década. Segundo estudo da Universidade de Oxford, o telemarketing está no topo dessa lista, seguido de perto por vendedores de varejo, contadores, auditores e outros profissionais da área administrativa.

No Brasil, segundo a consultoria McKinsey, 14% dos postos de trabalho atuais – ou 15,7 milhões de vagas – podem desaparecer até 2030. É um desafio e tanto, uma vez que o País já tem desemprego superior a 13%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, a taxa quase dobra. A McKinsey também alerta que o País está pouco preparado para as vagas que podem ser geradas pela economia digital, pela falta de preparo da força de trabalho.

“As pessoas devem pensar em migrar para atividades que não possam ser facilmente automatizadas”, recomenda Fernanda Mayol, sócia da companhia.Apesar de o telemarketing liderar a lista de risco de estudos internacionais, a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), que congrega as companhias do setor, não vê riscos tão sérios à atividade. Os números da própria ABT, porém, apontam para um corte de quase 80 mil vagas no setor em 2017.

O diretor executivo da entidade, Cassio Azevedo, associa os fechamentos de postos de trabalho no ano passado à retração da economia em 2015 e 2016, e não à digitalização. Em relação à substituição dos atendentes por máquinas, ele recorre a uma análise histórica: “A substituição do homem (pela tecnologia) é uma questão desde o surgimento da máquina a vapor”.

Porteiro eletrônico

Enquanto algumas profissões estão em xeque em todo o mundo, a tecnologia também ameaça atividades que já foram substituídas em outras nações, mas que, por razões culturais e de segurança, ainda são comuns no Brasil. A ferramenta de portaria eletrônica da Kiper, que concentra as demandas de visitantes, correio e de caminhões de mudança em uma central, está fazendo com que um só profissional seja responsável por monitorar de 8 a 12 edifícios, e não apenas um.

A companhia fornece o sistema para administradoras de condomínio espalhadas pelo Brasil. Uma dessas centrais, nas quais o porteiro vigia uma série de telas com imagens de câmeras de segurança, fica no bairro da Liberdade, na capital paulista. “A ociosidade desse profissional diminui muito durante o trabalho”, diz Odirley da Rocha, sócio da Kiper.

Mas, sem um porteiro por perto, como receber encomendas e fazer mudança? Rocha diz que, para os Correios, a Kiper desenvolveu um sistema de armários inteligentes, que podem ser abertos remotamente, e geralmente são posicionados no antigo local da portaria. Em dia de mudança, o morador poderá liberar a entrada e saída do prestador de serviço – após o período determinado, a senha de acesso vence automaticamente.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

03 set
5 jogos para consoles e PC que foram produzidos no Brasil

Jogos brasileiros não estão disponíveis apenas em celulares: alguns estúdios já conseguiram disponibilizar as criações também no PC e nos três consoles da atualidade.

O Olhar Digital separou cinco jogos produzidos dentro do Brasil e que podem ser jogados em máquinas atuais – seja no seu PC, ou no PS4, Xbox One ou Switch, em alguns casos. Confira a lista completa abaixo:

Horizon Chase Turbo

Criado pelo estúdio gaúcho Aquiris, “Horizon Chase Turbo” é uma versão expandida de um game de mesmo nome lançado para celulares. Ele tem gráficos estilizados e é quase um sucessor espiritual da clássica série Top Gear. Para quem gosta de um bom jogo de corrida sem todas as complicações dos simuladores atuais, é uma excelente opção. Disponível para PC e PlayStation 4, em breve também no Xbox One e Switch.

Dandara

Cria do estúdio Long Hat House, de Belo Horizonte, “Dandara” é um jogo bastante interessante: ele homenageia Dandara, guerreira negra que foi esposa de Zumbi dos Palmares. No jogo, a personagem Dandara precisa atravessar o mundo saltando entre superfícies diferentes, e ganhando novas habilidades para conseguir chegar a mais lugares. Disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Shiny

Desenvolvido pelo estúdio paulistano Garage 227, “Shiny” é um jogo que deixa a violência de lado e coloca o jogador no controle de um robô que precisa resgatar amigos. Para isso, ele precisa atravessas ambientes desafiadores no estilo plataforma 2D. Disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

Gryphon Knight Epic

Criado pelo estúdio Cyber Rhino Studios, de Florianópolis, “Gryphon Knight Epic” é uma mistura de jogo de tiro com naves (os tradicionais shoot’em ups) com bastante exploração. E, como de costume nesse tipo de jogo, o desafio é bastante alto, e não é qualquer um que vai conseguir chegar ao final. O game está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

No Heroes Here

Um jogo de estratégia no estilo tower defense, “No Heroes Here” coloca jogadores disputando partidas em que um precisa invadir e derrubar o castelo do outro. O game conta com diversos personagens diferentes e dezenas de estágios, além de um modo pesadelo que é bem difícil. Disponível para PC, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

Fonte: Olhar Digital

03 set
6 tendências tecnológicas do setor de HealthTechs no Brasil

Responsável por inovar e buscar soluções na área da saúde, o segmento de HealthTechs tem se desenvolvido em diversas frentes, desde aplicações para otimização de processos de gestão da saúde, até diagnósticos avançados e soluções tecnológicas para prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida, mapeamento de endemias, entre outros.

Segundo a Health Angels, aceleradora de startups atuantes no setor de saúde, diversas tecnologias têm sido utilizadas para tanto, como Big Data, que permite a análise preditiva da evolução do tratamento de pacientes individuais e até de possíveis epidemias. “Alguns desses avanços tornaram-se as principais tendências para a revolução na medicina em geral”, destaca Roberto Coletta, diretor da aceleradora. A Health Angels listou os seis recursos mais evidentes da área. Confira.

1 – Inteligência artificial

Auxílio em diagnósticos médicos, análise minuciosa de relatórios médicos, o que ajuda a prevenir doenças, identificação rápida de doenças e tratamento mais indicado, além do atendimento de clientes via chatbots;

2 – Internet das coisas (IoT)

Coleta e monitoramento de informações médicas de pacientes, como sinais de saúde, doenças e características individuais e aceleramento de diagnósticos;

3- Impressão 3D

Possibilita a criação de próteses, órgãos e tecidos humanos, produção de itens personalizados que se encaixam perfeitamente às necessidades de cada paciente;

4 – Realidade Aumentada/Virtual

Treinamento de médicos com corpos humanos virtuais, diminuindo os custos do curso, simulação de ambientes cirúrgicos e assistência na execução de procedimentos;

5 – Wearables

Dispositivos na forma de acessórios voltados para o cotidiano, como relógios ou pulseiras. São utilizados como medidores de saúde física, como os batimentos cardíacos durante um exercício físico, e até mesmo como monitores do sistema nervoso;

6 – Precision Medicine

Especializada na genética do paciente, promove os diagnósticos clínicos e tratamentos de doenças com base no histórico médico e familiar de acordo com os genes de cada pessoa.

HealthTechs em prol da saúde

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) atende cerca de 190 milhões de pessoas. “Tendo em vista a grande carência existente no sistema de atenção básica de saúde, além das limitações de recursos para atender à população, o setor de HealthTechs é um dos mais promissores no país”, afirma. “A tecnologia pode proporcionar um melhor atendimento com mais eficiência para os usuários desses serviços”, completa.

Segundo a aceleradora, no sistema de saúde brasileiro destacam-se aplicações ligadas a melhoria de processos e atendimento a clientes, bem como iniciativas inovadoras para prevenção e diagnóstico médico. Para Coletta, ao oferecer recursos rápidos e baratos, como acesso a exames e marcação de consultas disponível até mesmo pelo celular, o Brasil fica em evidência na área. “As tecnologias que exigem menos capital, mas que buscam apostar em serviços inovadores para o relacionamento entre o consumidor e o mercado da saúde, têm mais espaço. As HealthTechs, então, oferecem rendimento a curto e médio prazo e focam no atendimento e cuidados especiais com base em análise de dados”, explica.

Considerada uma das áreas que mais crescem no mercado, as HealthTechs se preocupam em aumentar a qualidade da assistência médica. “Visando melhorias para a acessibilidade entre os consumidores e o setor de saúde de forma prática, elas investem em novas tecnologias e trazem soluções fáceis e abrangentes para a população”, afirma Coletta. “O Brasil, neste cenário, destaca-se com as inovações no atendimento e relacionamento entre consumidor e sistema de saúde”, finaliza o executivo.

Fonte: ITF Mídia

28 ago
5 TEDs para ampliar a visão sobre o futuro da TI

Mais do que atualização de ferramentas e forma de trabalhar, a evolução da tecnologia transforma a maneira como as pessoas interagem e afeta diretamente suas expectativas. Nesta seleção de cinco palestras dadas no TED,  grandes nomes trazem provocações e conceitos importantes sobre o Futuro da TI, a serem considerados em qualquer esfera da vida humana.

1 – Don’t fear intelligent machines. Work with them
Para tirarmos o máximo proveito da tecnologia, devemos enfrentar nossos medos. Segundo Garry Kasparov, um dos maiores jogadores de xadrez da história – e que perdeu uma partida memorável para o supercomputador Deep Blue, da IBM, em 1997 -, devemos superar esses medos para tirar o melhor proveito da humanidade. No TED, Kasparov compartilha sua visão de um futuro em que as máquinas nos ajudam a transformar nossos sonhos em realidade.

2 – How to get empowered, not overpowered, by AI
Pesquisadores de Inteligência Artificial acreditam que os robôs vão superar os humanos em todas as tarefas e empregos nas próximas décadas, com um futuro restrito às leis da física e não de nossa inteligência. Nessa palestra, o físico e cientista do MIT Max Tegmark fala sobre ameaças reais e medidas concretas que devemos tomar para que o contato com a IA seja o melhor possível.

3 – The rapid growth of the chinese internet and where it’s headed
Em um crescimento constante, a internet chinesa já apresenta mais usuários que as populações combinadas dos EUA, Reino Unido, Rússia, Alemanha, França e Canadá. Mesmo com imperfeições, a vida dos chineses foram elevadas por conta disso, segundo Gary Liu, CEO do South China Morning Post. Na palestra, Liu fala sobre o desenvolvimento da indústria de tecnologia chinesa e cita o uso de IA nas viagens de trem no país.

4 – The mission to create a searchable database of earth’s surface
Will Marshall, do Planet, usa a maior frota de satélites do mundo para capturar imagens da terra todos os dias. No entanto, a novidade é o uso de inteligência artificial para indexar objetos do planeta ao longo do tempo. Basicamente, seria possível pesquisar navios, árvores, casas e outras coisas como quando se busca uma informação no Google. No TED, Marshall compartilha a visão sobre o funcionamento desse banco de dados e como isso pode se tornar um registro vivo de mudanças físicas no planeta. Segundo ele, a ideia é “dar a ferramenta para as pessoas e agir”.

5 – How we need to remake the internet

No início da cultura digital, Jaron Lanier ajudou na criação de uma visão da internet como um bem público comum, onde a humanidade poderia compartilhar conhecimento. No entanto, foram criados dispositivos pessoais que controlam nossas vidas, monitoram os nossos dados e nos alimentam de estímulos. Nessa palestra, Lanier fala sobre um “erro trágico” da cultura digital e como podemos desfazê-lo.

Fonte: IT Mídia

23 ago
5 tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro

O Gartner acaba de anunciar cinco tendências tecnológicas emergentes que poderão confundir as linhas entre humanos e máquinas. Exemplos como a inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) desempenham papel fundamental ao permitir que empresas estejam sempre disponíveis e conectadas a ecossistemas de negócios para sobreviver em um futuro próximo.

“Os líderes de negócios e tecnologia continuarão a enfrentar rapidamente a aceleração da inovação tecnológica que impactará profundamente a maneira como eles se envolvem com sua força de trabalho, colaboram com seus parceiros e criam produtos e serviços para seus clientes”, disse Mike J. Walker, vice-presidente do Gartner.

Segundo ele, os CIOs e os líderes de tecnologia devem estar sempre examinando o mercado, avaliando e testando tecnologias emergentes para identificar novas oportunidades de negócios com alto potencial de impacto e relevância estratégica para seus negócios.

O relatório Hype Cycle for Emerging Technologies fornece uma perspectiva sobre as tecnologias e tendências que estrategistas de negócios, diretores de inovação, líderes de P&D, empreendedores, desenvolvedores do mercado global e equipes de tecnologia devem considerar no desenvolvimento de seus portfólios. Confira as cinco tecnologias emergentes que mudarão o mundo no futuro:

1 – AI democratizada

As tecnologias de AI estarão virtualmente em todos os lugares nos próximos dez anos. Embora essas tecnologias permitam, hoje, que os primeiros usuários se adaptem a novas situações e resolvam problemas que não foram encontrados anteriormente, elas não disponíveis para as massas. Movimentos como a computação em nuvem e o código aberto acabarão levando AI para as mãos de todos.

Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: plataforma como serviço (PaaS), inteligência artificial, condução autônoma (níveis 4 e 5), robôs móveis autônomos, plataforma de conversação AI, redes neurais profundas, veículos autônomos voadores, robôs inteligentes e assistentes virtuais.

“As tecnologias que representam a AI democratizada povoam três das cinco seções do Ciclo Hype, e algumas delas, como redes neurais profundas e assistentes virtuais, alcançarão a adoção em massa nos próximos dois a cinco anos”, disse Walker. “Outras tecnologias emergentes dessa categoria, como robôs inteligentes ou AI PaaS, também estão se movendo rapidamente através do Ciclo Hype, aproximando-se do pico e, em breve, terão atravessado esse limite”.

2 – Ecossistemas Digitalizados

As tecnologias emergentes exigem a revolução das bases de capacitação que fornecem o volume de dados necessários, poder de computação avançado e ecossistemas que possibilitam a onipresença. A mudança da infraestrutura técnica compartimentada para as plataformas que permitem o ecossistema está lançando as bases para modelos de negócios inteiramente novos que estão formando a ponte entre os seres humanos e a tecnologia.

Esta tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: blockchain, blockchain for Data Security, Digital Twin, Plataforma IoT e Knowledge Graphs.

“As tecnologias de ecossistemas digitalizados estão chegando rapidamente ao ciclo Hype”, disse Walker. “As plataformas Blockchain e IoT já ultrapassaram o pico, e acreditamos que elas atingirão a maturidade nos próximos cinco a 10 anos, com gêmeos digitais e gráficos de conhecimento.”

3 – Biohacking

A humanidade começará sua era “transumana”: a biologia poderá ser hackeada, dependendo do estilo de vida, interesses e necessidades de saúde. O biohacking se divide em quatro categorias: aumento de tecnologia, nutrigenômica, biologia experimental e ginger biohacking. No entanto, restam dúvidas sobre até que ponto a sociedade está preparada para aceitar esses tipos de aplicativos e quais são os problemas éticos que eles criam.

Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: biochips, biotecnologia – tecido cultivado ou artificial, interface cérebro-computador, realidade aumentada, realidade mista e Tecidos Inteligentes.

4 – Experiências Transparentemente Imersivas

A tecnologia continuará a se tornar mais centrada no ser humano, a ponto a aumentar a transparência entre pessoas, empresas e coisas. Essas tecnologias ampliam e permitem uma vida mais inteligente, trabalho e outros espaços que encontramos.

Esta tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: impressão 4D, casa conectada, AI, tecnologia do sistema de autorrecuperação, smart workspace e displays volumétricos.

5 – Melhor infraestrutura

A infraestrutura não está mais no caminho de obter os objetivos de uma organização. O advento e a popularidade em massa da computação em nuvem e suas muitas variações possibilitaram um ambiente de computação de infraestrutura sempre disponível e ilimitado.

Essa tendência é possibilitada pelas seguintes tecnologias: 5G, nanotubo de carbono, redes neurais profundas, hardware neuromórfico e computação quântica.

Fonte: ITF

13 ago
Como usar a tecnologia para proteger sua empresa?

O setor de segurança eletrônica faturou R$ 6,4 bilhões no ano passado, de acordo com a Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança). O tema está no topo da lista de preocupações de empreendedores. Atualmente, tão importante quanto ter um plano de negócio é criar um esquema de segurança para evitar que, em um único assalto, se perca tudo aquilo que o empreendedor levou anos para construir.

Para ajudar na montagem do seu plano, listamos os principais sistemas que os empresários podem instalar para proteger seu negócio. Confira:

1 – Sistema de vídeo

O monitoramento por câmeras de vigilância é essencial, tanto para inibir a ação criminosa quanto para identificar situações incomuns na rotina da empresa.

As imagens podem ser monitoradas em tempo real, até mesmo pela tela de um celular, e armazenadas remotamente ou em um gravador. “O ideal é manter mais de um registro, para evitar que os dados se percam caso o gravador seja destruído”, diz Marcos Serafim, diretor de segurança eletrônica no Grupo GPS..

As opções de câmera vão das analógicas, com imagens em preto e branco, até as digitais, que gravam em cores e com alta resolução, mesmo em condições de baixíssima luminosidade.

Há ainda soluções com funcionalidades de inteligência artificial para, por exemplo, focar a placa de um carro, identificá-la e verificar, no sistema de controle de acesso, se a cancela do estacionamento pode ou não ser aberta. As configurações são feitas de acordo com as vulnerabilidades do negócio.

2 – Sistema de alarme

O sistema de alarme faz parte do kit básico de qualquer projeto de segurança. O objetivo é impedir a invasão da empresa. Toda a operação gira em torno de uma central, que recebe as informações dos sensores e dispara uma sirene quando há tentativa de invasão. O sinal também soa quando o botão de pânico é acionado.

As alternativas ao dispositivo sonoro são: luzes, gerador de fumaça e ligação telefônica para o empreendedor. Há diversos tipos de sensores e detectores, como cercas eletrificadas, barreiras infravermelhas, detectores de quebra de vidro, entre outros. Algumas soluções integram recursos de vídeo. “O sistema é programado para identificar a invasão, certificar-se de que se trata de uma pessoa e, só então, emitir o alerta de segurança”, afirma Serafim, do Grupo GPS.

3 – Controle de acesso

É uma forma de garantir que só pessoas autorizadas tenham acesso à empresa ou a áreas críticas dela, como almoxarifado, estoque, tesouraria, departamentos de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e TI (Tecnologia da Informação).

Para tanto, demanda um software que permite acompanhar, em tempo real, quem entra e sai do estabelecimento. O controle pode ser feito por meio de catracas, portas automáticas, senhas, uso de crachás, biometria e até pilares retráteis capazes de barrar caminhões usados em tentativas de arrombamento e roubo.

É importante que tudo isso seja associado a dispositivos de bloqueio, como fechaduras e travas elétricas, que só são desativados com autorização do sistema de controle.

4 – Central de monitoramento

É para essa central que convergem os dados de todos os sistemas adotados pela empresa. Lá, as informações são tratadas de acordo com os procedimentos e normas do plano de segurança.

Por exemplo, se uma invasão é detectada pelo sensor de presença ou pelo vídeo, os próximos passos são acessar a câmera que registra aquele local, confirmar o fato e agir. “Da central, podem ser dados os comandos para fechar as portas, fazer os elevadores subirem ou descerem, mobilizar a equipe de vigilância, informar o responsável pela segurança e, inclusive, chamar a polícia”, diz Leite, da Núcleo Consultoria.

A estrutura pode ser interna, mas uma alternativa para reduzir custos com pessoal e estrutura física é a terceirização. O contrato com uma central de monitoramento pode custar R$ 600 por mês para dez câmeras e quatro vias de acesso.

5 – Integração de sistemas

Fazer com que os sistemas conversem entre si não é uma tarefa fácil. Demanda investimento em infraestrutura (das câmeras ao desenvolvimento do software que integra todos os sistemas), mão de obra especializada e treinamento contínuo.

Por outro lado, permite que parte dos processos seja automatizada. “Outra vantagem é a possibilidade de diminuir as falhas humanas”, diz Serafim.

Como exemplo, ele cita a facilidade de ter o alerta de pânico de uma portaria já integrado com a imagem do local. Isso evita que o operador tenha de buscar manualmente cada um desses sistemas sempre que chegar um alerta do circuito de alarme.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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