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30 mar
Inspira, expira e não pira no isolamento social

iCEV

Não pira no isolamento social

A ansiedade não é um sentimento necessariamente ruim, mas em alguns momentos, como o de isolamento social, é tão alta que acaba nos trazendo consequências negativas, essas dicas são para você aprender a relaxar e acalmar a mente.

Esse sentimento traz sintomas físicos como inquietação, falta de ar, fadiga, taquicardia, suor intenso, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono, o que pode interferir na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional.

Por isso, nós do iCEV, trouxemos algumas dicas de como aprender a relaxar e acalmar a mente.

Para acalmar a mente agitada

O principal de tudo é aprender a reconhecer a ansiedade, identificar o estado de agitação para daí buscar técnicas de relaxamento. Existem diversas técnicas, como controlar a respiração, fazer meditação, praticar exercícios físicos ou ouvir música relaxante, o importante é procurar uma que te faça bem e manter os treinos constantes, dessa forma trabalhando para prevenir a ansiedade.

Respiração e relaxamento

Grande parte das técnicas de relaxamento, tanto da psicologia como do Yoga, tem uma base muito forte na respiração.
A ansiedade apresenta muitos sintomas físicos, então fazendo exercícios de respiração mais profunda, é como se fosse uma âncora, que tira a pessoa daquele turbilhão de pensamentos e fixa no momento presente, no aqui e agora.

Passo a passo da respiração

Desacelere sua respiração e esvazie os pulmões. Em seguida, inspire suavemente pelo nariz, contando devagar até quatro e deixando a barriga se expandir, a chamada respiração diafragmática. Por fim, expire suavemente, contando até seis. Tente respirar entre oito e 12 vezes por minuto, estabelecendo um ritmo confortável. O importante é manter uma rotina diária para essa prática.

Meditação

A meditação pode acalmar os pensamentos confusos, que podem ser a origem do estresse e ansiedade. Existem diversas várias filosofias e formas de meditar, mas todas promovem bem-estar físico e emocional. E o melhor de tudo, podem ser feitas em qualquer lugar, basta fechar os olhos e ter concentração.

Exercícios

Praticar pelo menos 30 minutos de exercícios, seja qual for, desde que te traga prazer, traz diversos benefícios para o corpo. Manter-se ativo também faz muito bem para as emoções, diminui a quantidade de cortisol, que é um hormônio ligado ao estresse, e libera endorfinas, que promovem o bem-estar. Além disso, é um ótimo momento para questionar seus pensamentos e refletir sobre possíveis soluções para seus problemas.

Uma boa terapia

Além de todas essas técnicas, o mais importante é o acompanhamento de profissionais que possam ajudar a controlar o nível de ansiedade. Uma boa conversa com um psicólogo pode aliviar a mente e manter a saúde mental em dia. Nesse período de quarentena, muitos estão fazendo atendimentos remotos, via mensagens e videochamada.

27 mar
O Trabalho Home Office: novas rotinas e métodos de melhoria de produtividade

iCEV

A Lionbridge é uma empresa que fornece serviços de dados de localização e Aprendizagem de Máquinas, e emprega atualmente meio milhão de pessoas em 26 países. A Appen também fornece produtos de aprendizado de máquina e Inteligência Artificial, e possui 400 mil pessoas empregadas, distribuídas em 130 países.

O que estas empresas têm em comum? Além da modalidade de trabalho tradicional, possuem equipes de empregados trabalhando na modalidade Home Office.

Outro exemplo de empresa que utiliza Home Office é a GitLab, que foi fundada em 2012 e atua na área de gerenciamento de software. Todavia, o seu diferencial em relação às citadas anteriormente é que todos os seus funcionários trabalham exclusivamente Home Office. Com 850 colabores em 55 países, a empresa tem um valor de mercado de US$ 2,75 bilhões.

 

Poder das equipes remotas

Em março deste ano (2020), a GitLab publicou um relatório sobre: “O Futuro do Trabalho Remoto”. O principal aspecto a se destacar neste relatório é quanto ao verdadeiro poder das equipes remotas, de forma que seu potencial é desencadeado quando todos têm o poder de levar a organização adiante.

Dentre os seus trabalhadores, 56% disseram que todos na empresa podem contribuir para o processo, valores e direção da empresa, com 50% também optando por documentos compartilhados e contando apenas com reuniões como último recurso.

Os dois principais desafios apresentados na pesquisa são referentes a gerenciar a distração em casa e conseguira colaboração com colegas e clientes. No que se refere aos benefícios, podem ser destacados o aumento de produtividade, a eficiência, a moral da equipe e a lealdade.

 

Desafios do trabalho remoto

A modalidade de trabalho Home Office (também conhecida como teletrabalho) ficou muito evidenciada nesta semana, motivada pela crise de saúde pública decorrente do COVID-19. Muitos órgãos públicos, empresas privadas e faculdades fecharam as suas portas e passaram a trabalhar de maneira remota.

Nesta nova conjectura, equipes e gestores de uma sistemática pragmática presencial foram obrigados a trabalhar de uma maneira descentralizada e remota. Neste aspecto, uma prerrogativa preponderante deve nortear a equipe, a continuidade dos projetos ou serviços prestados.

Alguns pontos importantes do Home Office devem ser destacados, como a rotina de horário de trabalho, o horário de acordar, o período de trabalho, os intervalos etc. Até mesmo a mudança de roupa para ir ao trabalho (mesmo que seja uma roupa informal), ajuda a condicionar o cérebro a acreditar que estamos em um período de produtividade laboral.

Deve ser delimitado, em sua residência, um local para o trabalho. Tudo o que for necessário para as atividades diárias deve estar disponível neste espaço. Busque uma área em que a rotina doméstica não crie distrações.

 

Líderes de equipe e gestores

O uso de ferramentas é imprescindível, principalmente a videoconferência para reuniões de acompanhamento de atividades. As duas principais ferramentas gratuitas no mercado que possuem uma série de funcionalidade são Skype e Hangout.

Quanto aos softwares de videoconferências para uso corporativo destacam-se o Zoom e o Webex Meeting. Ambos possuem funcionalidades semelhantes, suporte a salas de conferência, gravação das salas, criptografia, compartilhamento de telas e identificação automática de interlocutor.

 

Slack

É interessante ter uma comunicação mais dinâmica com a equipe, todavia de maneira mais organizada. O slack (https://slack.com/signin) é um software de comunicação semelhante ao WhatsApp, possui aplicativo para celular e computador, todavia não existe necessidade de vincular ao número de uma linha móvel.

Existe a possibilidade de criar canais por assuntos e projetos, separando a comunicação entre as equipes de maneira mais estruturada.

 

Trello

A gestão do projeto em equipes descentralizadas também se torna obrigatória. Um sistema bem conhecido é o Trello (https://trello.com/), que possui aplicativo para celular e computador, e trabalha com o conceito de Quadros.

Cada quadro pode ser considerado um Projeto, e dentro destes podem ser criadas listas de atividades, nas quais são atribuídas datas de entrega, participantes, dentre outras funcionalidades. Possui integração com Google Drive, Box, DropBox e OneDrive.

Estabeleça métricas semanais realizáveis para a sua equipe, a fim de que exista um acompanhamento da produtividade da entrega, até mesmo um comparativo da produtividade em relação às semanas anteriores e projetos já executados.

 

Para a equipe

O uso de uma nuvem (Google Drive, DropBox e OneDrive) para compartilhamento do arquivo da equipe torna-se fundamental. Vale destacar a padronização, pois todos os membros da equipe devem usar a mesma nuvem.

Ferramentas de construção de documentos de maneira compartilhada agregam produtividade e celeridade na entrega, como Google Docs, Google Planilhas e Evernote.

 

 

Estabelecimento de metas

Por fim, individualmente, deve-se estabelecer metas diárias: conjunto de atividades que serão executas naquele dia. É importante que isto esteja anotado, já que a visualização de metas diárias atingidas é um fator bastante motivador.

O Google, por exemplo, possui uma ferramenta “Tarefas”, integrada ao Gmail, que possibilita uma forma bem interessante de realizar o seu planejamento diário. ToDolist é um App bem popular para celular que possui esta mesma funcionalidade.

Modelo de trabalho consolidado

Em um momento considerado de crise mundial, devemos entender que o modelo de trabalho Home Office é extremamente consolidado, adotado e validado, conforme contextualizado anteriormente.

Empresas como Lionbridge, Appen e GitLab possuem equipes descentralizadas em Home Office em diversos países, fazendo entregas de produtos e projetos de valores sem atrasos e produzindo lucros. É importante pontuar que estas empresas priorizam a produtividade destas equipes.

Diante do exposto, é essencial entender que seguir um método, usar ferramentas, acreditar na equipe e estabelecer métricas e marcos tornam factível o trabalho Home Office, bem como a entrega e a continuidade dos serviços.

25 mar
Nada de ficar parado!

iCEV

Nada de ficar parado, hein? É importante manter-se ativo mentalmente, mas também fisicamente! Só que nada de academias.

Então uma ótima ideia é treinar em casa, de acordo com gostos e objetivos pessoais, por isso vamos te dar algumas dicas, além de sugestões de Apps e canais de treino:

Use roupas adequadas

É preciso usar um tênis apropriado para ginástica, ele serve para amenizar o impacto da atividade física nas articulações, principalmente em treinos que fazem você saltar e/ou flexionar o joelho.

Porém, se o treino for de Yoga, Pilates ou Alongamento não será necessário.

Não se esqueça de usar roupas leves. Nada de treinar de jeans! Exemplos de roupas legais para treinar em casa são: saia de malha, bermuda ou calça legging, top e blusinha confortável.

Tenha uma rotina de treinos

O primeiro de tudo é estabelecer um local na sua casa ou apartamento para isso, bem como um horário na qual esteja mais disposto aos exercícios.

Somente o profissional de educação física tem o conhecimento necessário para fornecer as orientações corretas sobre como treinar para conquistar os resultados que você deseja. Se já for acompanhado por um profissional, siga as dicas passadas por ele, mas se não procure treinos online prescritos por educadores físicos e se atente à postura.

Você pode seguir algumas regras simples e até bem conhecidas para organizar seu treino como: alternar grupos musculares; dias de descanso e tempo de pausa entre exercícios.

Faça um treino do seu nível

Há quando tempo você treina? Há quanto tempo está parado? Leve isso em consideração antes de pesquisar seus treinos online. Não adianta reproduzir um treino avançado se ainda não está familiarizado, isso aumenta a chances de lesões e dores fortes.

Espere de 4 a 6 semanas para mudar o nível, evolução também é importante! Assim, você torna seu exercício muito mais seguro e com menos chance de lesões.

Respire do jeito certo durante os exercícios

A respiração correta serve principalmente para auxiliar você a fazer seus exercícios com mais intensidade.

Na atividade física, fazemos esforço quando inspiramos (nariz) e vamos soltando o corpo à medida que liberamos a respiração (boca).

Pense em um abdominal por exemplo. A orientação é inspirar na subida e expirar na descida.

Já no alongamento, pilates ou yoga, a respiração é uma ferramenta fundamental para dar amplitude ao movimento e manter a concentração.

Hidrate-se

Antes de começar o treino em casa, tome água!Deixe também uma garrafa de água a mão, pois treinar faz suar e dá sede.O ideal é que você se mantenha hidratado de tal forma que em nenhum momento do treino, sinta muita sede.

A hidratação melhora o seu desempenho no treino, gerando mais disposição e um ambiente melhor para a tonificação dos músculos.Lembre-se de beber água depois do treino para se recompor.

Aplicativos de Treino

São inúmeros aplicativos de treino para os sistemas Android e IOS. Dentre as sugestões escolhidas há uma pluralidade de modalidades e intensidades, com treinos programados e acompanhamento de evolução.

BTFit

 

 

Nike

 

Adiddas

 

Exercícios em casa

Canais no Youtube

O YouTube é um domínio infinito de possibilidades, procure a modalidade que mais se identifica e separa a toalhinha para enxugar o suor do treino hard.

FitDance
Exercícios em casa
Boa Forma

24 mar
Sabe como tirar o melhor do seu tempo livre? Vamos te mostrar como

iCEV

Essa pode ser uma oportunidade até para pensar em abrir um novo negócio

Que tal aproveitar esse tempo livre dentro de casa para descobrir mais coisas interessantes para fazer? O importante é manter-se ocupado e bem livre do ócio criativo, hein?

Colocar leituras em dia

Sabe aquele livro que sempre teve vontade, mas nunca tinha tempo? Aquela leitura que ficou pela metade há tempos? Pois agora é o momento de botar em dia!

Faça um balanço nas finanças

Será que você está sabendo gastar seu dinheiro? É uma ótima oportunidade para avaliar detalhadamente as finanças e repensar a forma de consumo. Também procure formas de investimento para fazer seu dinheiro render.

 Aprenda algo novo online

A internet é um mundo de possibilidades! Aprenda algo novo online de acordo com seus interesses, existem muitos canais no YouTube sobre os mais diversos assuntos e diversos cursos online gratuitos. Outra ideia é aprender um novo idioma ou reforçar o inglês, fica aí a dica.

Já vai pensando no TCC

Definir o tema do Trabalho de Conclusão de Curso pode ser bem complicado, pois então não perde esse tempo valioso! Vai pensando nos assuntos que tem mais afinidade e nos objetivos do seu TCC, que depois tudo descomplica.

Descubra novas formas de empreender

É a hora de pensar com calma em formas inovadoras e criativas de empreender, fundar sua Startup ou ter seu próprio negócio. Faz uma análise socioeconômica mais minuciosa, estuda as necessidades de mercado e vai fundo!

24 mar
Supercomputador contra o Coronavírus

Escola de tecnologia aplicada

A Inteligência Artificial - IA, se utilizada para propósitos corretos, pode converter-se numa ferramenta incrível no combate rápido e eficaz de doenças infecciosas, mas não só delas

A CNN noticiou que o computador mais potente do mundo — o Summit, da IBM — acabou de apontar 77 drogas promissoras contra o novo coronavírus.

A notícia é boa sob muitos aspectos. Sobretudo, porque mostra que a Inteligência Artificial – IA, se utilizada para propósitos corretos, pode converter-se numa ferramenta incrível no combate rápido e eficaz de doenças infecciosas, mas não só delas.

Depois, porque é ilustrativa de como se dará, nos próximos anos e décadas, o progresso com o uso da IA. Realmente, a implementação da IA para resolver problemas práticos sustenta-se em três pilares:

1) dados sobre os fatos que se quer trabalhar (no caso, sobre as drogas e sobre as doenças que elas tratam e sua eficácia);

2) capacidade de computação, isto é, de manipulação dos dados por um processador (no caso, o Summit é o computador mais poderoso do mundo);

3) algoritmos fortes, ou seja, programas de instrução ao computador concebidos com precisão e criatividade.

Cada um desses fundamentos está se desenvolvendo de modo rápido e independente. Os dados têm tido um crescimento orgânico exponencial no nosso dia a dia. A vida está se tornando cada vez mais digitalizada, desde a compra de um remédio, a uma conversa com um amigo, a um deslocamento pela cidade, etc,, tudo aquilo que fazemos está de algum modo se convertendo em dados que acabam, de algum modo, caindo na internet.

Face mais brilhante da evolução

A capacidade de computação também não para de crescer. Segundo a Lei de Moore, formulada em 1965 e ainda válida até certo ponto, a cada 18 meses essa capacidade dobra de tamanho (isso para não falar na computação quântica, que se vier a se tornar realidade, irá acelerar de modo dramático esse crescimento). E, finalmente, os algoritmos. Esses são a face mais brilhante dessa evolução.

Os algoritmos estão apoiados sobre conhecimentos matemáticos. Eles são como uma tradução, em termos rigorosos, de um acontecimento do mundo. Nesse aspecto, eles mimetizam a inteligência humana.

Percebemos o mundo pelos sentidos, e com esses “dados” e “experiências anteriores” nossos cérebros criam conhecimento, que é essencialmente previsão. Aqui há muita discussão filosófica sobre se o conhecimento é prévio à experiência, se nasce apenas dela, ou de um mix de formas mentais apriorísticas em contato com o mundo sensível.

 

O que é, afinal, o conhecimento?

Em todo caso, parece certo que a experiência desempenha papel importante, e é fora de dúvida que está no cérebro a capacidade de sintetizar os dados caóticos para construir o conhecimento. Mas muitas perguntas desconcertantes remanescem: como se dá essa síntese? O amontado de impulsos elétricos se transforma em conhecimento de uma forma rígida ou também a forma de sintetizar muda? O que é, afinal, o conhecimento?

Sem querer dar respostas para essas complexas indagações, e nos concentrando apenas no chamado “conhecimento científico”, podemos avançar um pouco, admitindo que esse tipo de pensamento está enraizado na ideia de “causalidade”.

Especialmente para as chamadas ciências empíricas, a ligação de causa e efeito está na base da produção do conhecimento. Se aumento a temperatura de um gás, então o seu volume aumenta; se solto um corpo de certa altura na Terra, ele cai a uma aceleração próxima de 10m/s2, etc. — essas são premissas científicas que foram construídas com base em observação e síntese intelectual.

A casualidade está na natureza?

É problemático dizer que a causalidade está na Natureza, e não em nossa forma de vê-la. Basta pensar nas “descobertas” que nos fizeram ver coisas que antes não víamos.

Ora, se isso acontece o tempo todo, então é razoável supor que há ainda um vasto número de causalidades desconhecidas e que, mesmo sobre o que sabemos, podemos depois construir um conhecimento mais correto, com mais observações e mais trabalho intelectual. Santo Agostinho dizia que o milagre existe e não nega a causalidade, pois ele apenas revela aspectos que não sabemos sobre a causalidade.

A causalidade, quando entra na linguagem, converte-se numa conexão de sentido estabelecida entre duas ou mais informações: dado o fato A, então ocorre (ou deve ocorrer) o fato B. Nosso cérebro aprende esse tipo de ligação ora com a experiência, ora com o ensino orientado. Ele também é capaz de cruzar muitas dessas causalidades e inferir outras, eventualmente nunca “experienciadas”.

Aí estamos no campo do insight, que é a percepção de uma causalidade oculta e surpreendente. Praticamente, é um insight que os cientistas buscam ao apresentar ao Summit o problema da proliferação do COVID19.

Machine Learning

As máquinas, a princípio, eram limitadas quanto a oferecer respostas novas para problemas velhos ou não previamente conhecidos. Isso porque elas já nasciam prontas, não “aprendiam” nada. Arthur Samuel, em 1959, foi um dos primeiros a usar o termo aprendizado de máquina (machine learning) num artigo em que discutia a possibilidade de um computador “aprender” a jogar damas melhor do que o seu programador.

Ou seja, se seria possível que a máquina fizesse uma atividade sem ter sido explicitamente programada para tal. Essa revolução só poderia ocorrer com alterações nos algoritmos, o que acabou ocorrendo nas décadas seguintes.

O ponto central do machine learning é a capacidade de autoaprendizado com base em um conjunto de dados. Em vez de o input exprimir um comando para gerar o output pré-programado, no machine learning o input é o próprio conjunto de dados brutos, que será tratado por um modelo que produzirá o output, segundo relações de inferência estatística e outros métodos de cálculo matemático.

Isso quer dizer que o output não é previamente conhecido sequer do programador, pois depende do conjunto de dados apresentado, do algoritmo utilizado e até das “experiências anteriores” do algoritmo.

De fato, uma característica importante do machine learning é a sua capacidade de aperfeiçoamento com a “experiência”. À medida que o modelo é mais e mais treinado com diferentes conjuntos de dados, os outputs tendem a apresentar mais acurácia. Nas rígidas programações pré-definidas, isso não ocorre, pois, o programa não evolui.

Tecno-otimismo

Os vírus, por outro lado, são criaturas impressionantes, que têm uma habilidade específica para ocupar organismos vivos (seria isso uma forma de inteligência?). Não há consenso sequer sobre se eles são seres vivos ou não, embora não haja dúvida sobre quanto dano eles são capazes de causar.

Com uma notável capacidade de adaptação às mais diferentes condições, seu parco material genético (digamos, seu algoritmo), seu minúsculo tamanho (digamos, seu hardware), os vírus são uma antiga e poderosa força bruta da natureza, capazes de infectar até mesmo bactérias.

Sou tecno-otimista. Acho que Summit versus Corona é o modelo de uma luta que promete ser cada vez mais favorável para nós, humanos. As “máquinas pensantes” podem abrir novos horizontes, com mais qualidade de vida, mais longevidade e mais desenvolvimento humano de um modo geral.

 

23 mar
Desconforto emocional em períodos de isolamento

iCEV

Períodos de isolamento social podem ser difíceis de lidar, não é? O mal estar psicológico pode acontecer, fragilizando nossa capacidade de adaptação e reação ao estresse do confinamento, isso produz respostas fisiológicas e emocionais que podem impactar nosso sistema imunológico e o equilíbrio mental.

Existem formas de minimizar os efeitos dessa nova rotina (ou falta dela) causados pela pandemia. Veja como:

Evite excesso de informações desnecessárias

Procure assistir noticiários apenas uma vez ao dia. Não caia na armadilha da hiperinformação e no excesso angustiante de informações falsas ou exageradas.
Essas ações podem te levar a um estado mental de constante alerta, prejudicando o relaxamento e capacidade de discernimento. Lembre-se: Você tem condições de filtrar conteúdos e impor limites quanto a sua exposição a informações que alterem seu estado de humor.

Evite pensamentos vitimistas

Estar isolado não é uma punição e sim uma preservação e contribuição para o bem comum! Permanecer em casa por alguns dias é necessário, mas não é uma condição definitiva. Em breve, tudo voltará ao normal.
Lembre-se: Você tem condições de ressignificar o momento atual e dar a sua contribuição.

Evite a percepção de abandono

A solidão pode produzir tristeza em excesso, então aproveite esse tempo para transformar a solidão em solitude, a oportunidade de reflexão e a subjetivação pessoal.
Utilize a tecnologia e internet para estar conectado com as pessoas que ama. Manda uma mensagem, faz videochamada e liga para saber se está tudo bem.
Lembre-se: Você tem condições de se fazer presente, mesmo que não fisicamente.

Evite o pessimismo

O pessimismo impede a percepção de novos cenários. Quando estamos amargurados, nosso mundo interior fica embrutecido e nossas reações e comportamentos podem ser destrutivos, ferindo aqueles que estão à nossa volta e nos impedindo de enxergar soluções.
Lembre-se: Você tem condições de pensar diferente a fim de aliviar as dores produzidas pelo momento atual. Permita-se.

Evite não fazer nada

Se o ócio não for criativo, pode conduzir a um estado de letargia existencial, ou seja, quase uma inconsciência do existir. Encontre nas atividades manuais e nas atividades físicas que possam ser executadas em casa um meio para aliviar desconfortos e para preencher o tempo.

Evite uma agenda sem compromissos

Organize seu tempo, incluindo períodos voltados a sua atividade profissional. Respeite intervalos como o almoço, pausas para o café e término de expediente. Não abra mão do tempo livre! Leia, interaja com outras pessoas e descanse! Lembre-se: Gerencie sua agenda, considerando o momento atual sem perder de vista seus propósitos mais elevados.

Evite o individualismo

Possivelmente dividimos nosso espaço de confinamento com outras pessoas no núcleo familiar. Sua individualidade é importante, mas dimensão coletiva não pode ser ignorada. É importante que todos tomem consciência das dificuldades atuais, exercitando empatia, firmando acordos e regras de convívio, e buscando um elevado espírito de colaboração e apoio mútuo, a fim de tornar a vida agradável durante esse período.

Evite enxergar uma única perspectiva

Crianças, idosos e portadores de deficiências, pacientes com baixa imunidade e doenças crônicas devem ser ouvidos e priorizados, pois têm perspectivas e necessidades peculiares.
Conversar, escutar, compreender e estabelecer rotina solidária inclusiva é importante para que as limitações impostas pela pandemia possam ser assimiladas e seguidas. Adapte as restrições diminuindo a sensação de perda e impedimento.

Lembre-se: Você tem condições de explicitar os motivos das limitações e alterações de rotina, minimizando sentimentos negativos em relação ao novo contexto.

Fonte: Marcos Wagner (psicanalista) e Karoline Paiva (psicóloga)

17 mar
15 App Ideas to Build and Level Up your Coding Skills

Escola de tecnologia aplicada

App ideas that are great to improve your coding skills, experiment with new technologies and add to your portfolio!

We all know that it can be hard sometimes to find new application ideas that you could build in order to either improve or learn a new programming language or framework.

Tip: When writing reusable code, turn into Bit components. Then you can easily share and reuse it across all your apps and projects, to easily build better modular software applications faster. It’s open source, give it a try.

In this article we’re going to look into 15 app ideas which are:

  • great to improve your coding skills 💪;
  • great to experiment with new technologies 🆕;
  • great to be added in your portfolio to impress your next employer/client 📁;
  • great to be used as examples in tutorials (articles or videos) 📃;
  • easy to complete and also easily extendable with new features 👌;

And on top of that, each app idea has:

  1. A clear and descriptive objective;
  2. A list of User Stories which should be implemented;
  3. A list of bonus features which are option, but “good-to-have”;option, but “good-to-have”;
  4. All the resources and links to help you find what you need to complete the project

We divided these app ideas into three tiers based on the knowledge and experience required to complete them. The tiers are: BeginnerIntermediate and Advanced.

In this article you’ll find 5 ideas from each tier.

1. Countdown Timer

Tier: 1-Beginner

We all have important events we look forward to in life, birthdays, anniversaries, and holidays to name a few. Wouldn’t it be nice to have an app that counts down the months, days, hours, minutes, and seconds to an event? Countdown Timer is just that app!

The objective of Countdown Timer is to provide a continuously decrementing display of the he months, days, hours, minutes, and seconds to a user entered event.

Constraints

  • Use only builtin language functions for your calculations rather than relying on a library or package like MomentJS. This assumes, of course, that the language of your choice has adequate date and time manipulation functions built in.
  • You may not use any code generators such as the Counting Down To site. You should develop your own original implementation.

User Stories

  • User can see an event input box containing an event name field, an date field, an optional time, and a ‘Start’ button.
  • User can define the event by entering its name, the date it is scheduled to take place, and an optional time of the event. If the time is omitted it is assumed to be at Midnight on the event date in the local time zone.
  • User can see a warning message if the event name is blank.
  • User can see a warning message if the event date or time are incorrectly entered.
  • User can see a warning message if the time until the event data and time that has been entered would overflow the precision of the countdown timer.
  • User can click on the ‘Start’ button to see the countdown timer start displaying the days, hours, minutes, and seconds until the event takes place.
  • User can see the elements in the countdown timer automatically decrement. For example, when the remaining seconds count reaches 0 the remaining minutes count will decrement by 1 and the seconds will start to countdown from 59. This progression must take place from seconds all the way up to the remaining days position in countdown display.
  • Bonus features

    • User can save the event so that it persists across sessions
    • User can see an alert when the event is reached
    • User can specify more than one event.
    • User can see a countdown timers for each event that has been defined.

    Useful links and resources

    Example projects

    Countdown Timer built with React

    Simple Clock/Countdown Timer

    2. FlipImage

    Tier: 1-Beginner

    It’s important for Web Developers to understand the basics of manipulating images since rich web applications rely on images to add value to the user interface and user experience (UI/UX).

    FlipImage explores one aspect of image manipulation — image rotation. This app displays a square pane containing a single image presented in a 2×2 matrix. Using a set of up, down, left, and right arrows adjacent to each of the images the user may flip them vertically or horizontally.

    You must only use native HTML, CSS, and Javascript to implement this app. Image packages and libraries are not allowed.

    User Stories

    • User can see a pane containing a single image repeated in a 2×2 matrix
    • User can flip any one of the images vertically or horizontally using a set of up, down, left, and right arrows next to the image

    Bonus features

    • User can change the default image by entering the URL of a different image in an input field
    • User can display the new image by clicking a ‘Display’ button next to the input field
    • User can see an error message if the new images URL is not found

    Useful links and resources

    Example projects

    Image Effects by bennettfeely

    3. Notes App

    Tier: 1-Beginner

    Create and store your notes for later purpose!

    User Stories

    • User can create a note
    • User can edit a note
    • User can delete a note
    • When closing the browser window the notes will be stored and when the User returns, the data will be retrieved

    Bonus features

    • User can create and edit a note in Markdown format. On save it will convert Markdown to HTML
    • User can see the date when he created the note

    Useful links and resources

    Example projects

    Markdown Notes built with Angular on Codepen

    Markdown Notes built with React

    Markdown Notes built with Angular 7 and bootstrap 4

    4. Recipe

    Tier: 1-Beginner

    You might not have realized this, but recipe’s are nothing more than culinary algorithms. Like programs, recipe’s are a series of imperative steps which, if followed correctly, result in a tasty dish.

    The objective of the Recipe app is to help the user manage recipes in a way that will make them easy to follow.

    Constraints

    • For the initial version of this app the recipe data may be encoded as a JSON file. After implementing the initial version of this app you may expand on this to maintain recipes in a file or database.

    User Stories

    • User can see a list of recipe titles
    • User can click a recipe title to display a recipe card containing the recipe title, meal type (breakfast, lunch, supper, or snack), number of people it serves, its difficulty level (beginner, intermediate, advanced), the list of ingredients (including their amounts), and the preparation steps.
    • User click a new recipe title to replace the current card with a new recipe.

    Bonus features

    • User can see a photo showing what the item looks like after it has been prepared.
    • User can search for a recipe not in the list of recipe titles by entering the meal name into a search box and clicking a ‘Search’ button. Any open source recipe API may be used as the source for recipes (see The MealDB below).
    • User can see a list of recipes matching the search terms
    • User can click the name of the recipe to display its recipe card.
    • User can see a warning message if no matching recipe was found.
    • User can click a ‘Save’ button on the cards for recipes located through the API to save a copy to this apps recipe file or database.

    Useful links and resources

    Example projects

    Recipe Box — a Free Code Camp Project (FCC)

    React Recipe Box

    5. Quiz App

    Tier: 1-Beginner

    Practice and test your knowledge by answering questions in a quiz application.

    As a developer you can create a quiz application for testing coding skills of other developers. (HTML, CSS, JavaScript, Python, PHP, etc…)

    User Stories

    • User can start the quiz by pressing a button
    • User can see a question with 4 possible answers
    • After selecting an answer, display the next question to the User. Do this until the quiz is finished
    • At the end, the User can see the following statistics
    • Time it took to finish the quiz
    • How many correct answers did he get
    • A message showing if he passed or failed the quiz

    Bonus features

    • User can share the result of a quiz on social media
    • Add multiple quizzes to the application. User can select which one to take
    • User can create an account and have all the scores saved in his dashboard. User can complete a quiz multiple times

    Useful links and resources

    Example projects

    Quiz app built with React (wait for it to load as it is hosted on Heroku)

    Quiz app interface

    6. Book Finder App

    Tier: 2-Intermediate

    Create an application that will allow users to search for books by entering a query (Title, Author, etc). Display the resulting books in a list on the page with all the corresponding data.

    User Stories

    • User can enter a search query into an input field
    • User can submit the query. This will call an API that will return an array of books with the corresponding data (Title, Author, Published Date, Picture, etc)
    • User can see the list of books appearing on the page

    Bonus features

    • For each item in the list add a link that will send the User to an external site which has more information about the book
    • Implement a Responsive Design
    • Add loading animations

    Useful links and resources

    You can use the Google Books API

    Example projects

    Book Finder

    7. Card-Memory-Game

    Tier: 2-Intermediate

    Card memory is a game where you have to click on a card to see what image is underneath it and try to find the matching image underneath the other cards.

    User Stories

    • User can see a grid with n x n cards (n is an integer). All the cards are faced down initially (hidden state)
    • User can click a button to start the game. When this button is clicked, a timer will start
    • User can click on any card to unveil the image that is underneath it (change it to visible state). The image will be displayed until the user clicks on a 2nd card

    When the User clicks on the 2nd card:

    • If there is a match, the 2 cards will be eliminated from the game (either hide/remove them or leave them in the visible state)
    • If there isn’t a match, the 2 cards will flip back to their original state (hidden state)
    • When all the matches have been found, the User can see a dialog box showing a Congratulations message with a counter displaying the time it took to finish the game

    Bonus features

    • Use can choose between multiple levels of difficulty (Easy, Medium, Hard). Increased difficulty means: decreasing the time available to complete and/or increasing the number of cards
    • User can see the game statistics (nr. of times he won / he lost, best time for each level)

    Useful links and resources

    Example projects

    Flip — card memory game

    Memory Game

    SMB3 Memory Card Game

    8. Drawing App

    Tier: 2-Intermediate

    Create digital artwork on a canvas on the web to share online and also export as images.

    User Stories

    • User can draw in a canvas using the mouse
    • User can change the color
    • User can change the size of the tool
    • User can press a button to clear the canvas

    Bonus features

    • User can save the artwork as an image (.png.jpg, etc format)
    • User can draw different shapes (rectanglecirclestar, etc)
    • User can share the artwork on social media

    Useful links and resources

    Example projects

    Drawing App by Florin Pop

    Drawing App by t0mm4rx

    9. Simple Online Store

    Tier: 2-Intermediate

    The goal of the Simple Online Store is to give your users the capability of selecting a product to purchase, viewing purchase information, adding it to an online shopping cart, and finally, actually purchasing the products in the shopping cart.

    Constraints

    • Starting out you may implement your product inventory as an array of JavaScript objects if you are developing in JavaScript. For other languages feel free to choose the in memory solution of your choice.

    User Stories

    • User can click on a ‘View Products’ button on the Landing Page to display the Products Page.
    • User can see a card on the Products Page for each Product showing the product thumbnail, name, price, a short description, and a ‘Select’ button.
    • User can see a Product Details page displayed when the ‘Select’ button is clicked showing the same information from the product card, but also a unique product id, a long description, ‘Add to Cart’ button, and a ‘See More Products’ button.
    • User can see a confirmation message when the product is added to the shopping cart.
    • User can click on the ‘See More Products’ page to return to the Products Page.
    • User can see a ‘Shopping Cart’ button on both the Landing Page or the Products Page. Hint: a top bar might be a good common location for this button.
    • User can click on the ‘Shopping Cart’ button to display the Shopping Cart page containing the product id, name, price, and quantity ordered input box for each product previously added to the Shopping Cart.
    • User can see a total purchase amount on the Shopping Card that is calculated as the sum of the quantities multiplied by the unit price for each product ordered.
    • User can adjust the quantity ordered for any product to adjust the total purchase amount.
    • User can click a ‘Place Order’ button on the Shopping Cart Page to complete the order. User will see a confirmation number when the order has been placed.
    • [ ) User can click a ‘Cancel Order’ button on the Shopping Cart Page to cancel the order. User will see the product quantities and the total purchase amount reset to zero.
    • User can click a ‘See More Products’ button on the Shopping Cart Page to return to the Products Page. If the order hasn’t been placed yet this will not clear the products that have already been added to the Products Page.

    Bonus features

    • User can see an error message if the quantity ordered exceeds the “on hand” quantity of the product.
    • User can specify a bill to and ship to address when the order is placed from the Shopping Cart Page
    • User can see shipping charges added to the total purchase amount
    • User can see sales taxes added to the total purchase amount
    • Developer will implement the product inventory in an external file or a database.

    Useful links and resources

    There are plenty of eCommerce Site Pages out there. You can use Dribbble and Behance for inspiration.

    Example projects

    eCommerce Animations

    10. To-Do App

    Tier: 2-Intermediate

    The classic To-Do application where a user can write down all the things he wants to accomplish.

    User Stories

    • User can see an input field where he can type in a to-do item
    • By pressing enter (or a button), the User can submit the to-do item and can see that being added to a list of to-do’s
    • User can mark a to-do as completed
    • User can remove a to-do item by pressing on a button (or on the to-do item itself)

    Bonus features

    • User can edit a to-do
    • User can see a list with all the completed to-do’s
    • User can see a list with all the active to-do’s
    • User can see the date when he created the to-do
    • When closing the browser window the to-do’s will be stored and when the User returns, the data will be retrieved

    Useful links and resources

    Example projects

    Todo App built with React

    To Do List on Codepen

    11. Calorie Counter

    Tier: 3-Advanced

    Getting and staying healthy requires a combination of mental balance, exercise, and nutrition. The goal of the Calorie Counter app is to help the user address nutritional needs by counting calories for various foods.

    This app provides the number of calories based on the result of a user search for a type of food. The U.S. Department of Agriculture MyPyramid Food Raw Data will be searched to determine the calorie values.

    Calorie Counter also provides you, the developer, with experience in transforming raw data into a format that will make it easier to search. In this case, the MyPyramid Food Raw Data file, which is an MS Excel spreadsheet, must be downloaded and transformed into a JSON file that will be easier to load and search at runtime (hint: take a look at the CSV file format).

    User Stories

    • Developer will create a JSON file containing the food items to be searched. This will be loaded when the app is started.
    • User can see an panel containing a food description input text box, a ‘Search’ button, and a ‘Clear’ button.
    • User can enter search terms into the food description input text box.
    • User can click on the ‘Search’ button to search for the matching food.
    • User can see and warning message if no search terms were entered.
    • User can see a warning message if no matches were found.
    • User can see a list of the matching food items, portion sizes, and calories in a scrollable results panel that is limited to 25 entries.
    • User can click on the ‘Clear’ button to clear the search terms and results list.

    Bonus features

    • User can see the count of the number of matching food items adjacent to the results list.
    • User can use a wildcard character in search terms.
    • User can see more than 25 entries from a search by clicking a Down icon button to add more matching food items to the search results list.
    • Developer will implement load the MyPyramid data into a database or a data structure other than an array for faster searching.

    Useful links and resources

    MyPyramid Food Raw Data

    Example projects

    Food Calculator

    12. Chat App

    Tier: 3-Advanced

    Real-time chat interface where multiple users can interact with each other by sending messages.

    As a MVP(Minimum Viable Product) you can focus on building the Chat interface. Real-time functionality can be added later (the bonus features).

    User Stories

    • User is prompted to enter a username when he visits the chat app. The username will be stored in the application
    • User can see an input field where he can type a new message
    • By pressing the enter key or by clicking on the send button the text will be displayed in the chat box alongside his username (e.g. John Doe: Hello World!)

    Bonus features

    • The messages will be visible to all the Users that are in the chat app (using WebSockets)
    • When a new User joins the chat, a message is displayed to all the existing Users
    • Messages are saved in a database
    • User can send images, videos and links which will be displayed properly
    • User can select and send an emoji
    • Users can chat in private
    • Users can join channels on specific topics

    Useful links and resources

    Example projects

    Chatty2

    13. GitHub Timeline

    Tier: 3-Advanced

    API’s and graphical representation of information are hallmarks of modern web applications. GitHub Timeline combines the two to create a visual history of a users GitHub activity.

    The goal of GitHub Timeline is accept a GitHub user name and produce a timeline containing each repo and annotated with the repo names, the date they were created, and their descriptions. The timeline should be one that could be shared with a prospective employer. It should be easy to read and make effective use of color and typography.

    Only public GitHub repos should be displayed.

    User Stories

    • User can enter a GitHub user name
    • User can click a ‘Generate’ button to create and display the named users repo timeline
    • User can see a warning message if the GitHub user name is not a valid GitHub user name.

    Bonus features

    • User can see a summary of the number of repos tallied by the year they were created

    Useful links and resources

    GitHub offers two API’s you may use to access repo data. You may also choose to use an NPM package to access the GitHub API.

    Documentation for the GitHub API can be found at:

    Sample code showing how to use the GitHub API’s are:

    You can use this CURL command to see the JSON returned by the V3 REST API for your repos:

    curl -u "user-id" https://api.github.com/users/user-id/repos

    Example projects

    CSS Timeline

    Building a Vertical Timeline With CSS and a Touch of JavaScript

    14. Shuffle Card Deck

    Tier: 3-Advanced

    As a Web Developer you’ll be asked to come up with innovative applications that solve real world problems for real people. But something you’ll quickly learn is that no matter how many wonderful features you pack into an app users won’t use it if it isn’t performant. In other words, there is a direct link between how an app performs and whether users perceive it as usable.

    The objective of the Shuffle Card Deck app is to find the fastest technique for shuffling a deck of cards you can use in game apps you create. But, more important it will provide you with experience at measuring and evaluating app performance.

    Your task is to implement the performance evaluation algorithm, the Xorshift pseudorandom number generator, as well as the WELL512a.c algorithm if you choose to attempt the bonus feature.

    User Stories

    • User can see a panel containing a text box the user can enter the number of rounds into, three output text boxes to contain the starting time, ending time, and total time of the test, and two buttons — ‘JS Random’, ‘Xorshift’.
    • User can enter a number from 1 to 10,000 to specify the number of times (or rounds) the selected random number is to be executed.
    • User can click one of the three buttons to start the evaluation of the selected random number algorithm. The random number algorithm will be executed for the number of rounds entered by the user above.
    • User can see a warning message if number of rounds has not been entered, if it is not within the range 1 to 10,000, or if it is not a valid integer.
    • User can see a tabular output area where the results of each algorithm are displayed — algorithm name, time started, time ended, and total time.
    • User can see a warning dialog with a ‘Cancel’ and a ‘OK’ button if the number of rounds is changed before all three tests have been run.
    • User can click the ‘Cancel’ button in the warning dialog to dismiss the dialog with no changes.
    • User can click the ‘OK’ button in the warning dialog to clear the output area and close the warning dialog.

    Bonus features

    • User can see a third algorithm button — ‘WELL512a.c’.
    • Developer should review the output and determine why the fastest algorithm is faster than the slowest algorithm.

    Useful links and resources

    15. Survey App

    Tier: 3-Advanced

    Surveys are a valuable part of any developers toolbox. They are useful for getting feedback from your users on a variety of topics including application satisfaction, requirements, upcoming needs, issues, priorities, and just plain aggravations to name a few.

    The Survey app gives you the opportunity to learn by developing a full-featured app that you can add to your toolbox. It provides the ability to define a survey, allow users to respond within a predefined timeframe, and tabulate and present results.

    Users of this app are divided into two distinct roles, each having different requirements:

    • Survey Coordinators define and conduct surveys. This is an administrative function not available to normal users.
    • Survey Respondents Complete surveys and view results. They have no administrative privileges within the app.

    Commercial survey tools include distribution functionality that mass emails surveys to Survey Respondents. For simplicity, this app assumes that surveys open for responses will be accessed from the app’s web page.

    User Stories — General

    • Survey Coordinators and Survey Respondents can define, conduct, and view surveys and survey results from a common website
    • Survey Coordinators can login to the app to access administrative functions, like defining a survey.

    Defining a Survey

    • Survey Coordinator can define a survey containing 1–10 multiple choice questions.
    • Survey Coordinator can define 1–5 mutually exclusive selections to each question.
    • Survey Coordinator can enter a title for the survey.
    • Survey Coordinator can click a ‘Cancel’ button to return to the home page without saving the survey.
    • Survey Coordinator can click a ‘Save’ button save a survey.

    Conducting a Survey

    • Survey Coordinator can open a survey by selecting a survey from a list of previously defined surveys
    • Survey Coordinators can close a survey by selecting it from a list of open surveys
    • Survey Respondent can complete a survey by selecting it from a list of open surveys
    • Survey Respondent can select responses to survey questions by clicking on a checkbox
    • Survey Respondents can see that a previously selected response will automatically be unchecked if a different response is clicked.
    • Survey Respondents can click a ‘Cancel’ button to return to the home page without submitting the survey.
    • Survey Respondents can click a ‘Submit’ button submit their responses to the survey.
    • Survey Respondents can see an error message if ‘Submit’ is clicked, but not all questions have been responded to.

    Viewing Survey Results

    • Survey Coordinators and Survey Respondents can select the survey to display from a list of closed surveys
    • Survey Coordinators and Survey Respondents can view survey results as in tabular format showing the number of responses for each of the possible selections to the questions.

    Bonus features

    • Survey Respondents can create a unique account in the app
    • Survey Respondents can login to the app
    • Survey Respondents cannot complete the same survey more than once
    • Survey Coordinators and Survey Respondents can view graphical representations of survey results (e.g. pie, bar, column, etc. charts)

    Useful links and resources

    Libraries for building surveys:

    Some commercial survey services include:

    Example projects

    Javascript Questionnaire

    Conclusion

    Now you have a basis of 15 applications that you can play with. We created a GitHub repository where you can find even more ideas if you are interested and you are welcomed to contribute, share and give it a star!

 

By Wired

12 mar
Vamos perder a batalha da inteligência artificial, diz CEO da Microsoft

Escola de tecnologia aplicada

Baixa qualificação em exatas deve ser o maior agravante para o desenvolvimento da tecnologia no Brasil, diz Tânia Cosentino

Tânia Cosentino, da Microsoft Brasil: falta de mão de obra especializada no país preocupa executivos (Alan Teixeira/Divulgação)

O Brasil está fadado a fracassar na disputa pelo posto de liderança em inteligência artificial. De acordo com Tânia Cosentino, CEO da Microsoft Brasil, isso deve ocorrer em função da baixo interesse dos brasileiros por matemática.

“No índice de pessoas graduadas [no Brasil], somente 15% são da área de exatas, enquanto a China está beirando os 40%. Vamos perder a batalha da inteligência artificial”, afirmou a executiva, durante evento do BTG Pactual (controlador de EXAME). Ela também chama a atenção para a pequena participação feminina no segmento. “Desses 15%, somente 15% são mulheres.”

A baixa qualificação da mão de obra brasileira em tecnologia é uma das principais preocupações dos executivos da área. “Hoje, skills  [qualificação] é o tema central”, afirmou o CEO da IBM Brasil. Segundo ele, o número de vagas com carência de mão de obra qualificada no Brasil deve chegar a 500 mil nos próximos cinco anos.

Para Cosentino, a demanda por esse tipo de profissional vai aumentar de forma que não vai dar tempo para as pessoas se especializarem. “Ao contrário da terceira revolução industrial, que demorou 30 anos, isso vai acontecer em menos de 10 anos. Vir para a nossa área é emprego garantido”, disse.

“Dos empregos de 2030, 65% ainda não existem hoje. Desses, quase 100% vai estar relacionado à tecnologia”, afirmou Rodrigo Galvão, CEO da Oracle Brasil.

Fonte: Exame

11 mar
Entenda o que é Neuromarketing e como aplicar essa ciência na sua estratégia de marketing

iCEV

O que leva o consumidor a decidir comprar um produto ou contratar algum tipo de serviço? O Neuromarketing explica

O neuromarketing é uma área da ciência que busca estudar e compreender os fatores que influenciam um consumidor na decisão de compra

Neuromarketing é uma junção de duas palavras: neurologia e marketing. Ao criar o conceito o cientista Ale Smidts tinha como objetivo compreender qual a influência neurológica que determinadas ações de marketing têm no comportamento do consumidor, possibilitando o entendimento e a criação de campanhas mais efetivas.

O que leva o consumidor a decidir comprar um produto ou contratar algum tipo de serviço? Muitos pensam que a resposta é o preço, outros acham que o fator determinante é a qualidade do produto. Alguns, por outro lado, afirmam que a apresentação é o que realmente faz a diferença.

Como podemos ver, não há um consenso. As respostas para essa questão são, muitas vezes, fruto de intuição, o que torna qualquer conclusão bastante subjetiva — e o que não é de grande ajuda para uma estratégia de marketing.

Ainda assim, buscar compreender o que influencia o comprador no momento da decisão de compra é essencial para uma empresa. Afinal, com essa informação, é possível desenvolver ações muito mais eficientes para impactar a persona de modo positivo.

O que é neuromarketing?

O neuromarketing é uma área da ciência que busca estudar e compreender os fatores que influenciam um consumidor na decisão de compra. A partir disso, é possível traçar técnicas e métodos benéficos para as atividades de sua empresa.

Para explicar melhor o conceito, iremos destrinchar a origem do termo. Neuromarketing, como você já deve ter notado, é uma junção de duas palavras: neurologia e marketing. O autor da terminologia é o professor Ale Smidts, da Erasmus University, na Inglaterra.

Contudo, quem tornou o neuromarketing popular foi um pesquisador de Harvard, o doutor Gerald Zaltman. Formado em medicina e com acesso aos aparelhos da área, Zaltman decidiu utilizar equipamentos de ressonância magnética para pesquisas com fins mercadológicos.

Mapeando a atividade do cérebro humano quando exposto a estímulos de marketing, Zaltman foi capaz de estimar a real influência neurológica que determinadas ações têm no comportamento do consumidor.

Em 2000, o neuromarketing foi registrado pelo pesquisador como uma ferramenta de marketing. Até hoje, seus métodos são replicados e utilizados para um melhor entendimento do que acontece na cabeça de uma pessoa quando ela decide que vai comprar o produto x, e não o produto y.

Como o conceito funciona na prática?

Para melhor entender a aplicação do neuromarketing, é preciso compreender que o processo de decisão de compra ocorre, em grande parte, no subconsciente do indivíduo. Dessa forma, perguntar diretamente se alguém gosta de um produto pode não gerar uma resposta absolutamente verdadeira.

Com os métodos utilizados nessa ciência derivada da neurologia, porém, os pesquisadores têm acesso a uma área mais profunda do cérebro humano. Ao usar a ressonância ou outras tecnologias de medição de atividade cerebral, é possível medir a resposta de forma mais exata.

Imagine, então, que você está em dúvida se a embalagem do seu produto deve ser azul ou rosa. Ao apresentar as duas opções para alguém, se aplicado o neuromarketing, você consegue mais do que a opinião pessoal da pessoa.

Observando suas atividades cerebrais, é possível entender de que forma seu subconsciente reage a cada uma das opções. Assim, fica claro qual alternativa produziu um impacto mais positivo, ou seja, com maiores chances de incentivar a tomada de decisão.

Como o neuromarketing pode beneficiar seu negócio?

Melhora a tomada de decisão

A aplicação do neuromarketing pode potencializar os resultados de seu negócio. O motivo é bem simples: ao entender o quê, de fato, influencia o consumidor a definir uma compra, você tem a possibilidade de realizar ações que explorem esse aspecto.

Permite o desenvolvimento de produtos mais direcionados ao público

Imagine, por exemplo, o processo de elaboração de um novo produto. Não basta criar um item inovador se ele não exerce certo apelo sobre sua persona. Assim, é preciso entender o que ela espera do produto, ou melhor, qual tipo de produto pode fazer com que seu subconsciente a influencie a realizar a compra.

Proporciona a criação de campanhas publicitárias mais efetivas

O mesmo é aplicado a campanhas publicitárias. Mesmo que você considere que conhece profundamente as motivações de sua persona, é importante considerar o formato utilizado. Em alguns casos, mesmo que isso não seja evidente, o consumidor se sente mais atraído por um tipo de campanha específico.

Aprimora a experiência do consumidor

Se você nota, por exemplo, que um vídeo descontraído sobre o seu produto gera mais reações positivas do que um tutorial detalhado, já sabe qual abordagem deve utilizar. Tudo isso evidencia um benefício ainda mais importante: a otimização da experiência do consumidor.

Como sabemos, vivemos na era do consumidor 4.0Esse perfil dá extrema atenção à forma como é tratado pelas empresas e preza por um atendimento personalizado. Com o uso do neuromarketing, é mais fácil entender como criar uma experiência positiva, ação que retém clientes e gera novas oportunidades de negócio.

Quais são as principais formas de aplicação dessa ciência?

Neste ponto, você já entendeu o que é neuromarketing, como ele funciona e quais benefícios ele pode trazer para o seu empreendimento. Mas, afinal, quais técnicas dessa ciência podem ser utilizadas para aprimorar as atividades de sua empresa no mercado? No restante do texto, responderemos a essa pergunta.

Psicologia das cores

Talvez uma das aplicações mais famosas do neuromarketing, a psicologia das cores é ou já foi utilizada por grandes empresas, como o McDonald’s, o Facebook e a Coca-Cola. Seu ponto de partida é o entendimento de que os aspectos visuais são os que mais influenciam o comportamento do consumidor.

A partir disso, o trabalho da empresa é identificar as cores que devem ser utilizadas para causar o impacto desejado no público. Você já parou para imaginar o motivo de o McDonald’s empregar a cor amarela em sua logo, assim como várias outras franquias de fast food?

É que, primeiramente, trata-se de um tom chamativo, o que faz com que o consumidor identifique o estabelecimento mesmo à distância. Além disso, acredita-se que o amarelo possa despertar o apetite da pessoa, o que eleva seu nível de consumo dentro do restaurante.

Vale lembrar que a percepção pode variar de acordo com a pessoa. Buscando variar os resultados, algumas marcas optam por mesclar várias tonalidades. A seguir, confira outras cores e o efeito que elas podem causar no indivíduo:

-azul: confiança e segurança;

-vermelho: emoção e paixão;

-laranja: sentimento agradável e amigável;

-verde: tranquilidade e serenidade;

-roxo: inovação e inteligência;

-rosa escuro: alegria e jovialidade;

-rosa claro: romance e delicadeza

-preto: luxo;

-branco: transparência.

Storytelling

Na era do marketing 4.0, o consumidor não se sente impactado com publicidades focadas no produto ou mesmo nos benefícios que ele pode trazer. Para ele, esse tipo de abordagem tem um valor muito menor do que a indicação de pessoas em quem confia.

Assim, as empresas precisaram mudar sua forma de apresentação de produtos. Por isso, em vez de mensagens demasiadamente objetivas, os esforços de marketing buscam dar um grau de subjetividade à campanha. Como fazer isso? Com o uso do storytelling.

Por meio de narrativas que não necessariamente envolvem o produto, a marca consegue ativar o lado emocional do espectador. Ele se identifica com a história e absorve o conteúdo sem pensar que está sendo direcionado a uma decisão de compra.

Em seu subconsciente, porém, a persona cria um laço emocional com a campanha, o que contribui para a imagem da marca e permite que a mensagem final seja compreendida de forma mais natural.

Posicionamento dos elementos de uma imagem

Seja para um post em redes sociais, seja para a embalagem de um produto, é preciso prestar bastante atenção na forma como os elementos de uma imagem estão posicionados. Um exemplo são as figuras que contam com a foto de uma pessoa acompanhada de informações sobre um produto.

De acordo com estudos, o direcionamento do rosto da pessoa tem papel fundamental na percepção dos consumidores. Se a figura está direcionada para frente, encarando o visualizador, esse tende a manter sua atenção no rosto à sua frente.

Por outro lado, se o rosto está voltado para o texto ou para outro elemento da imagem, o instinto leva o observador a direcionar sua atenção para lá. Essas conclusões contaram com o auxílio da tecnologia de rastreamento ocular.

Gatilhos mentais

Os gatilhos mentais são umas das principais técnicas utilizadas por profissionais de marketing para influenciar uma decisão de compra. A ideia é transmitir ao consumidor uma informação, objetiva ou subjetiva, que desperte nele a necessidade de consumo.

Um dos gatilhos mais conhecidos e empregados é o de escassez. O objetivo é fazer com que o cliente absorva um senso de urgência na sua jornada como consumidor, acelerando a decisão. Frases como “compre já” ou “por tempo limitado” são utilizadas com esse fim.

Outro gatilho é o da exclusividade. Ele é muito utilizado em estratégias de Marketing de Conteúdo que oferecem materiais exclusivos para seus assinantes.

A mesma ideia é aplicada em redes sociais para convocar seguidores a assistirem uma live. A noção de que terão acesso a algo que não está disponível para todos motiva as pessoas a realizarem uma ação.

As técnicas de neuromarketing podem trazer benefícios significativos para o seu empreendimento, especialmente na relação com o consumidor. É preciso lembrar, porém, que o cliente deve ser tratado como o foco do seu negócio e, por isso, é importante utilizar esses métodos de forma ponderada e estratégica.

Só no iCEV tem!

Sabia que aqui no iCEV nós temos a disciplina de Neuromarketing no curso de Administração? Empreendedorismo, inovação, aplicabilidade da teoria na prática, networking e muito mais, o nosso curso de Administração prepara alunos em líderes e oferece uma formação diferenciada, que alinha experiência de mercado a metodologia acadêmica. É mais uma inovação que trazemos para nossos estudantes terem o mindset vencedor.

Fonte: Rock Content 

09 mar
Estratégia Omnichannel: uma nova experiência de consumo

Escola de negócios e gestão

Omnichannel é uma estratégia de uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação, com o objetivo de estreitar a relação entre online e offline, aprimorando, assim, a experiência do cliente.

Essa tendência do varejo permite a convergência do virtual e do físico

O que é omnichannel?

A estratégia omnichannel se baseia no uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação, com o objetivo de estreitar a relação entre online e offline, aprimorando, assim, a experiência do cliente.

Se destrincharmos o termo omnichannel temos o prefixo “omni”, que em Latim transmite o sentido de tudo e inteiro. Já “channel” é uma palavra inglesa que pode ser traduzida para o português como canal.

Ou seja, o significado mais próximo seria algo no sentido de todos os canais.

Porém, isso não é o suficiente para entendermos sobre o poder e abrangência desse termo.

Quando nos limitamos apenas a semântica da palavra podemos acabar confundindo omnichannel com multichannel e crosschannel – outros termos também muito usados.

Todos dizem respeito a experiência do usuário com os canais oferecidos pelas marcas. Por isso, podem transmitir a falsa sensação de terem o mesmo significado.

Para que isso não aconteça, separamos abaixo cada um dos termos com as suas respectivas definições e exemplos. Confira:

Multichannel

Quando falamos em multichannel nos deparamos com o prefixo “multi” que faz referência a muito ou muitos.

Um exemplo de uma estratégia multichannel é quando uma empresa oferece vários canais de compra, como site, aplicativo e lojas físicas.

Porém, eles não estão conectados. Os vendedores que trabalham na loja física não sabem sobre as compras que foram realizadas pelo aplicativo e/ou no site e viceversa.

Existe uma competição entre os canais de compra e não há uma troca de informações entre eles.

Crosschannel

O prefixo “cross” em português significa cruzar.

Em uma estratégia crosschannel os canais de uma marca podem se cruzar da seguinte forma: a compra pode ser realizada de forma online no site e a retirada do produto adquirido ser feito na loja física.

Dessa maneira, não existe competição entre os canais, uma vez que eles passam a se complementar.

Omnichannel

Como falamos no início do post, o prefixo “omni” faz referência a todos, no caso, todos os canais de uma empresa estão conectados.

Você pode, mesmo estando dentro da loja física, utilizar o aplicativo da marca para verificar se existe o produto específico que deseja.

Se encontrá-lo pelo aplicativo, pode fazer o pedido com um dos vendedores da loja física e optar por receber a entrega em casa.

Reparou como todas as opções de compra estão interligadas de forma simultânea?

Assim, um canal ajuda o outro a oferecer uma experiência de compra cada vez melhor e a estreitar ainda mais as relações online e offline.

Por que se fala tanto em omnichannel?

A estratégia de transformar o consumo em uma experiência única e cada vez mais prática é um desafio que várias empresas estão tentando alcançar. Isso porque os consumidores estão mais exigentes e querem mais comodidade.

Oferecer canais online para compras e relacionamento com o cliente não é mais uma novidade, mas sim um requisito para as marcas que querem continuar sobrevivendo em um mercado tão competitivo.

Como vimos, o omnichannel oferece uma nova e mais completa experiência de compra para o usuário e por isso, esse termo é tão usado ultimamente.

Mesmo já sendo praticado por algumas marcas, essa estratégia ainda é relativamente recente e pode ser o diferencial que o seu negócio precisa para se destacar frente a concorrência.

Benefícios de uma estratégia omnichannel

Investir em uma experiência melhor para os seus clientes possibilita diversos benefícios afinal, todo esse trabalho tem o objetivo de deixá-los mais satisfeitos.

Ao deixá-los felizes, o seu negócio tem mais chances de melhorar:

  • os serviços oferecidos;
  • as vendas;
  • o processo de fidelização;
  • e a imagem da sua marca.

Com essa estratégia todos os pontos de contato com o cliente são desenvolvidos de forma a otimizar esses processos. E isso representa um ganho valioso para a sua empresa que poderá crescer a partir de toda essa análise.

Como transformar o seu negócio em omnichannel?

Agora que você já conhece mais sobre a estratégia omnichannel e as suas vantagens, vamos aprender como aplicá-la em seu negócio.

Como já falamos aqui no post, o objetivo é melhorar a satisfação dos clientes. E para conquistar esse desafio, o primeiro passo é conhecer a persona do seu negócio.

Com ela criada, será possível saber inúmeras informações, entre elas, os seus hábitos de compra. Esse conhecimento permitirá que a sua empresa compreenda melhor as demandas desses clientes e ofereça algo realmente valioso e adequado.

Isso feito, já é possível ir para o próximo passo: integrar os canais da sua empresa. Com os canais definidos é preciso personalizá-los de acordo com as informações obtidas na construção da persona.

Essa integração significa alinhar o meio online com o offline de modo que não existam lacunas para o usuário e, claro, entre as áreas da sua empresa (vendas, marketing, suporte, etc). Só assim será possível oferecer uma verdadeira experiência omnichannel.

Depois disso, chegamos ao momento de testar tudo o que já foi feito. Além de conferir o funcionamento, também é necessário avaliar a qualidade da integração e dos canais.

Para isso, peça ajuda das pessoas que apresentam um perfil adequado com o da sua persona – afinal tudo o que foi feito foi pensando para ela – para testar as implementações.

Seguindo esses passos, você consegue diminuir os riscos e falhas da sua estratégia omnichannel e ainda pode descobrir se é necessário alguma alteração antes de lançá-la no mercado.

Quais os principais desafios do omnichannel?

No tópico anterior, abordamos como colocar em prática a estratégia omnichannel em seu negócio e queremos deixar claro aqui que não é algo fácil. Integrar os canais e oferecer uma experiência excelente para os clientes é um desafio e tanto.

Além de depender de tecnologia para essa integração, também é necessário de um conhecimento profundo sobre o negócio e de um acompanhamento atento de todas os setores.

Soma-se ainda a esse desafio a satisfação dos clientes. Algo delicado que envolve a expectativa e a opinião deles em relação a sua empresa.

Para se ter uma ideia do quão difícil é isso, na pesquisa Omnichannel Customer Service Gap da Zendesk foi apontado que 87% dos respondentes acreditam que as marcas precisam trabalhar mais para criar uma experiência sem obstáculos para os seus consumidores.

Entre as descobertas, vimos que o omnichannel é um desafio, mas que se for bem elaborado pode proporcionar resultados incríveis para o seu negócio e o tão sonhado diferencial no mercado.

Fonte: Rock Content 

08 mar
As leis brasileiras sobre direitos das mulheres — e os avanços necessários

iCEV

Juridicamente, a legislação é considerada avançada, mas a aplicação e efetividade das políticas públicas faz do país um lugar inseguro para mulheres

Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil

A legislação brasileira voltada à defesa dos direitos fundamentais das mulheres tem conquistado inúmeros avanços nos últimos anos, principalmente com a criminalização do assédio sexual e a tipificação do feminicídio como homicídio qualificado.

Esses avanços não foram capazes, porém, de conter a escalada da violência contra o gênero feminino, que se mostra alarmante no país. No começo deste ano, a ONG internacional Humans Rights Watch (HRW) definiu como “epidemia” os casos de violência doméstica no Brasil.

Por meio de uma investigação, a organização denunciou que hoje existem 1,2 milhão de casos de agressões contra mulheres pendentes na Justiça.

Outro levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado na semana passada, também revela um panorama dramático da desigualdade de gênero no país. Durante o ano passado, uma em cada quatro brasileiras foi vítima de algum tipo de violência, mostrou a pesquisa.

Samira Bueno, diretora do FBSP, interpretou os resultados com preocupação: “Para sofrer violência basta existir como mulher no Brasil. É no ônibus, no trem, em casa…”.

Ana Paula Braga, advogada especialista em direito das mulheres do escritório Braga & Ruzzi, explica que o problema não é a falta de leis, mas sim a garantia da efetividade delas.

“As legislações brasileiras são boas e deveriam ser capazes de fornecer a proteção jurídica esperada. É preciso que ela seja aplicada adequadamente. Não adianta termos uma lei que trata de violência doméstica se a justiça ainda acredita que esses casos se resumem a briga de marido e mulher”, afirma.

A violência contra a mulher se alastra para todas as esferas de sua vida, principalmente a profissional e a social. Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade do Ceará, em 2016, mostrou que a renda perdida anualmente por conta da violência pode chegar a 975 milhões de reais.

 

Um histórico de mobilizações

Até 1962, as mulheres casadas só podiam trabalhar fora de casa se o marido permitisse, uma limitação imposta pelo Código Civil de 1916. As próprias mulheres se mobilizaram e apresentaram propostas década após década para mudar o quadro legal. Também até bem pouco tempo não era considerado juridicamente possível que houvesse estupro entre cônjuges e assassinato por honra era algo aceitável.

São exemplos marcantes de uma luta que existe há muito tempo e que se faz ainda mais presente a partir dos anos 1970. No Brasil, esse foi um período de fortalecimento dos movimentos sociais e de embate desses movimentos com o regime autoritário de governo. Após mais de 20 anos de regime ditatorial, mudanças aconteciam não só na forma de governo, mas começavam a acontecer nas políticas públicas.

(Rovena Rosa/Agência Brasil)

Ao mesmo tempo em que denunciavam pautas gerais, as mulheres nos movimentos passaram também a levantar temas específicos à sua condição como direito a creche e direitos trabalhistas, saúde, sexualidade, contracepção e violência contra a mulher. Pressões se dirigiram a diferentes níveis de governo, dependendo da distribuição de competências em cada campo de política pública – municipal, estadual e federal.

Sob impacto desses movimentos, na década de 80 foram implantadas as primeiras políticas públicas com recorte de gênero: o primeiro Conselho Estadual da Condição Feminina, em 1983, e a primeira Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em 1985, ambos no Estado de São Paulo. Essas instituições se disseminaram a seguir por todo o país.

Alguns anos depois, a Constituição de 1988 foi outro marco importante, ainda que muitas vezes mais no papel que na prática: organizada em torno da bandeira “Constituinte pra valer tem que ter palavra de mulher”, a Carta das Mulheres Brasileiras estruturou propostas para a nova Constituição. Diversas propostas dos movimentos sociais – incluindo temas relativos a saúde, família, trabalho, violência, discriminação, cultura e propriedade da terra – foram incorporadas.

Leis para as mulheres: garantias e problemáticas

Sem dúvidas, a Lei Maria da Penha (11.340/06) é a principal legislação do Brasil de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica.

Ela determina a prisão do suspeito de agressão, trata a violência em casa como agravante para aumento de penas, ordena o afastamento do agressor da vítima e de sua família e garante assistência econômica em caso de dependência econômica da mulher.

“A Lei Maria da Penha trouxe inúmeros benefícios para a questão da violência doméstica. Contudo, o problema social é tão grande, que as mulheres ainda são violentadas no Brasil. Mesmo quando a legislação é boa, as políticas públicas não dão respaldo para a execução dessa questão”, afirma a advogada Monica Sapucaia, especialista em direito político e econômico e co-autora do livro Women’s Rights International Studies on Gender Roles.

A reflexão da especialista é reforçada quando se olha os dados de feminicídio (assassinato de mulheres em decorrência do gênero) registrados no Brasil neste ano.

Levantamento do pesquisador da Universidade de São Paulo Jefferson Nascimento mostra que nos dois primeiros meses do ano, 201 casos de feminicídio foram contabilizados. Se as tentativas forem levadas em conta, o número salta para mais de 300.

“Quando o feminicídio vai a julgamento no júri, o caso, normalmente, é tratado como ‘crime passional’”, diz Ana Paula Braga.

Em 2018, a Lei da Importunação Sexual (13.718/2018) entrou em vigor e define como crime a realização de ato libidinoso na presença de alguém e sem seu consentimento, como toques inapropriados ou beijos “roubados”, por exemplo.

Neste carnaval, o primeiro em que o ato foi criminalizado, só em Minas Gerais foram presas 27 pessoas por descumprirem a lei — outras cidades ainda não divulgaram o balanço das operações do feriado.

 

Fonte: Exame e Politize 

06 mar
Você sabe o que é Flutter? Vamos te explicar

Escola de tecnologia aplicada

O Flutter é um UI Toolkit , que fornece uma série de componentes visuais e funcionais para o desenvolvimento de aplicativos híbridos

Se você anda procurando um framework para construir aplicativos para dispositivos móveis que funcione tanto no Android como no iOs, você deve dar um pouco de atenção ao Flutter.

O Flutter é um UI Toolkit , ou seja, um kit de ferramentas de interface do usuário, que fornece uma série de componentes visuais e funcionais para o desenvolvimento de aplicativos híbridos (que rodam em qualquer sistema operacional).

No finzinho de 2018 o Google anunciou a primeira Release do Flutter através do blog Google Developers. Mas ele já vinha sendo utilizado por desenvolvedores do mundo inteiro desde o início de 2018. O framework promete desenvolvimento rápido e pouco verboso (você vai escrever menos). Além disso, segundo o que consta no próprio site do Flutter, ele promete ter a performance de aplicativos nativos.

Características do Flutter

O Google afirma que o Flutter não pode substituir completamente o modelo tradicional de construção de aplicativos para iOS ou Android. Mas que na verdade é um engine que pode ser adicionado a apps existentes, ou então ser usado na construção de aplicativos inteiros.

As características do Flutter, segundo o próprio Google, são:

– O Flutter possibilita que você faça aplicativos bonitos. O framework dá ao desenvolvedor a liberdade de modificar cada pixel da tela. O objetivo é dar liberdade aos designers para usem sua criatividade sem que percam parte de seu trabalho por causa de limitações técnicas. Além disso, é possível usar o Material Design do Google, com uma gama de Widgets já disponíveis. Para iOS, se você preferir, pode usar o Cupertino sem nenhuma dificuldade. É claro que deixar um app bonito depende muito da criatividade do designer, mas o Flutter fornece ferramentas que podem ajudar.

– O Flutter é rápido. Ele é alimentado pelo mesmo mecanismo que acelera o Chrome e o Android: o Skia 2D. Esse mecanismo foca na aceleração de hardware, é mantido pelo Google, mas é open source e é usado por diversos outros softwares como Firefox e Firefox OS. A promessa do Google é de que a arquitetura do Flutter foi projetada para suportar gráficos jank-free na velocidade do dispositivo. Além disso, os aplicativos feitos com Flutter, são escritos na linguagem de programação Dart. Os apps escritos nessa linguagem podem ser compilados para nativos do Android ou do iOS com processadores ARM de 32 ou 64 bits. Isso é o que torna o Flutter rápido.

– O Fluter é produtivo. O Flutter permite que você execute o aplicativo em um smartphone ou emulador enquanto programa. Toda vez que você salvar um arquivo no projeto, o aplicativo vai atualizar automaticamente no dispositivo, de maneira incrivelmente rápida. É o que os desenvolvedores chamam de stateful hot reload. Segundo o Google, essa funcionalidade a forma com a qual os desenvolvedores constroem aplicativos, tornando o processo mais produtivo.

– E por fim, é livre, é aberto. O Flutter é um projeto open source com a licensa BSD-style, incluindo contribuições de centenas de desenvolvedores no mundo inteiro. O projeto está disponível no GitHub, assim como as instruções de como contribuir.

Por que usar o Flutter?

Bom, se você procura por agilidade no desenvolvimento, e UIs bonitas, o Flutter é uma boa opção, além de ter uma performance muito boa quando comparado a concorrentes, como o Ionic por exemplo.

O Flutter te dá liberdade em muita coisa, da arquitetura e organização do projeto até a interface do usuário. Ele deixa você trabalhar do jeito que achar melhor, e ainda dá suporte a todas as funcionalidades nativas do Android ou do iOS.

A comunidade do Flutter está crescendo a cada dia, e já é possível encontrar templates prontos, issues resolvidas no GitHub ou em outros fóruns. Além da linguagem (Dart) ser relativamente fácil, se você é acostumado com JavaScript, vai conseguir caminhar em pouco tempo.

Showcase do Flutter

Para ter uma ideia de o quanto e como o flutter é usado, é só dar uma olhada na página de showcase deles (imagem acima). Além de tantos outros apps incríveis que são desenvolvidos e lançados pelo mundo a fora e não estão na lista.

Fonte: Clube dos Geeks06

05 mar
Qual a diferença entre dolo direto, dolo eventual, culpa consciente e culpa inconsciente?

Escola de direito aplicado

A diferença entre esses quatro tipos está na relação entre o indivíduo e o resultado doloso que ele causou com suas ações

Dolo x Culpa

O dolo é previsto no art. 18, inciso I, do Código Penal Brasileiro, e se trata da conduta voluntária e intencional de um agente, objetivando algum resultado ilícito.

O crime culposo é associado aos casos em que o agente, por questão de imprudência, negligência ou imperícia, causa algum dano a outrem. Nesse crime, o agente não prevê o resultado danoso, ou prevê mas acredita que poderia evitá-lo.

O crime culposo é definido pelo art. 18, inciso II do Código Penal Brasileiro. Porém, apenas no art. 33 do Código Penal Militar existe a distinção entre culpa consciente e inconsciente.

Dolo direto

Dolo direto acontece quando o agente realiza alguma ação com a intenção de chegar a um resultado ilícito. É o tipo de delito que mais acontece, e muitos crimes só existem nessa modalidade, como roubo ou estupro, por exemplo.

Exemplo de dolo direto

A pessoa assalta um indivíduo à mão armada. Sua intenção era realmente levar os pertences da vítima, e suas ações são realizadas para isso.

Dolo eventual

Nesse caso, o agente se dirige a um resultado determinado. Isto já prevendo a possibilidade da ocorrência de um segundo resultado que não é desejado, assumindo assim o risco.

Para ser caracterizado como dolo eventual não basta apenas uma conduta errada, caracterizada como imprudência. O agente deve se conformar com a possibilidade de um resultado danoso.

Ao contrário de outras modalidades de dolo, no eventual não existe o elemento volitivo. Ou seja, não há a vontade do agente de praticar o resultado danoso.

Exemplo de dolo indireto eventual

Uma pessoa achou um relógio na praia, e o pegou para si. Ela sabe que aquele relógio pode ter sido perdido, ou pode ser de um banhista que está na água, mas ela o pega mesmo assim.

O agente então assume o risco desse relógio ser de alguém, aceitando a possibilidade de cometer furto, apesar de não querer que seja.

Culpa consciente

É definida como culpa consciente a situação em que o agente, quando realiza a conduta, prevê tal resultado, mas acredita na sua não-ocorrência.

Nesse caso, o resultado previsto não é desejado pelo agente, e a ação é realizada por imprudência, negligência ou imperícia.

Exemplo de culpa consciente

Um motorista está dirigindo em alta velocidade. Ele vê um pedestre atravessando a rua correndo, em sua frente. Ele sabe que poderá atropelar a pessoa, mas acredita que o pedestre conseguirá atravessar.

Porém, acaba não dando tempo e o agente atropela o pedestre. Nesse caso, apesar de prever o resultado, o agente realmente acha que ele não aconteceria.

Culpa inconsciente

Nesse caso, o agente que realiza a ação danosa não prevê que aquele resultado pudesse acontecer. Mesmo que seja uma ação previsível para a maioria das pessoas.

Essa culpa é relacionada à imprudência, negligência ou imperícia, e também é chamada de culpa comum, ou culpa sem previsão.

A principal diferença entre a culpa consciente da inconsciente é que:

Na culpa consciente, o agente prevê que o resultado danoso é possível, mas acredita que não irá acontecer.

Já na culpa inconsciente, o agente não prevê que tal resultado possa acontecer, apesar de ser algo previsível.

Exemplo de culpa inconsciente

O agente está dirigindo em alta velocidade próximo de uma escola. Por não prever que alguém fosse passar naquele momento, não diminui sua velocidade e acaba por atropelar uma criança.

Nesse caso, apesar de ser previsível que uma criança pudesse atravessar a rua, ele não previu que isso aconteceria. Por imprudência, acabou por atropelar a vítima.

Dolo eventual e culpa consciente

A maior diferença entre dolo eventual e culpa consciente:

No dolo eventual, apesar de o sujeito não desejar o resultado danoso, prevê e aceita a possibilidade do resultado.

Na culpa consciente, o agente prevê a possibilidade do resultado danoso, mas acredita sinceramente que não irá acontecer.

Fonte: Blog Diferenças 

03 mar
Estas 10 startups brasileiras estão, aos poucos, mudando o país para melhor

Escola de negócios e gestão

10 empreendimentos de impacto social foram selecionados na última edição do 100 Startups to Watch, lista que seleciona as startups mais atraentes do país e que está com inscrições abertas. Veja quais são essas startups:

Fernando Ott e Renata Chemin, sócios do Polen: app de doações está na lista

Usar biomassa para absorver o petróleo. Tornar a vida mais acessível. Fazer doações serem um procedimento simples e transparente. Comprar comida de melhor qualidade por um menor preço. Já pensou? Todas essas ideias já estão acontecendo.

A seleção é uma amostra do que o Brasil tem de mais promissor em inovação. As empresas selecionadas demonstram potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar indústrias. Seus produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o seu crescimento.

Veja quais são as 10 startups brasileiras que estão, aos poucos, mudando o país para melhor:

1 – Biosolvit

A startup Biosolvit é especializada em remediação ambiental. O negócio desenvolveu um absorvedor orgânico de petróleo a partir do resíduo de palmeira. A biomassa é uma barreira natural que consegue absorver todo o petróleo e ainda reaproveitá-lo.

A Biosolvit já negocia com uma petroleira francesa a utilização de seus absorvedores e realizou as primeiras exportações do Xaxim da Palmeira, sua outra linha de produto. A startup de impacto social fica em Volta Redonda, na região do Médio Paraíba Fluminense.

2 – TiX

TiX Tecnologia Assistida, antigamente conhecida como Geraes, foi criada em 2009. A startup de impacto social é focada em acessibilidade digital para pessoas com deficiência. O empreendimento de Belo Horizonte começou levando acessibilidade ao transporte público e passou para áreas como inclusão escolar.

Em 2018, a TiX começou suas operações nos Estados Unidos com o nome Key2Enable. A startup se tornou parte do portfólio da Singularity University.

3 – Gove

Gove, antigamente chamada de Muove Brasil, é um negócio de impacto social para ajudar lideranças municipais de pequeno e médio porte a transformarem suas administrações em organizações mais eficientes. O modelo do negócio é de software como um serviço (SaaS).

Criada em 2015, a Gove já participou de uma aceleração pela rede social Facebook e recebeu capital semente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

4 – Livox

Usado por mais de 20 mil brasileiros com dificuldades de comunicação (como vítimas de traumatismos neurológicos ou de paralisia cerebral), o Livox é um aplicativo que usa símbolos e figuras interativas para traduzir sentimentos e pedidos dos usuários.

A plataforma foi criada pelo pernambucano Carlos Pereira, pai de Clara, uma menina de 9 anos de idades que sofreu paralisia cerebral durante o parto. Presente em países da África e do Oriente Médio, a startup tem como principal cliente a prefeitura do Recife. O modelo de negócios é baseado na venda de licenças — o valor pode ser descontado do Imposto de Renda de empresas que apoiam instituições sem fins lucrativos.

5 – Raízs

Comprar comida orgânica costuma ser tão saudável quanto caro. A startup Raízs parece ter achado uma solução para isso, ao eliminar intermediários entre o produtor e o consumidor e usar tecnologias — como a inteligência artificial — para prever a demanda dos clientes e a produtividade dos agricultores.

O resultado é um negócio que vende itens 30% mais baratos que no supermercado, paga 18% acima da média para quem planta e ainda fica com 22% do valor da entrega.

6 – Ribon

O aplicativo de doações Ribon é uma plataforma que permite a milhares de pessoas doarem diariamente para ONGs do mundo todo. Agora, a startup de impacto social irá se monetizar por meio de um modelo de assinatura.

O usuário assina um dos pacotes disponíveis e recebe mensalmente ribons, moedas virtuais usadas no aplicativo. Os usuários doam seus ribons para as quatro causas disponíveis na plataforma: água potável, medicamentos, nutrição infantil e saúde básica. A partir de R$ 10, o usuário já pode assinar um pacote de 10.000 ribons.

7 – Signa

Nascida em Florianópolis em 2016, a Signa busca resolver a falta de oportunidades para surdos brasileiros se capacitarem a partir da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A Signa é uma plataforma online adaptada, com cursos produzidos didaticamente em libras e com legendas. A startup de impacto social afirma preparar surdos para o mercado de trabalho, oferecendo a oportunidade de aprender o conteúdo de interesse. O negócio teve apoio de entidade como Start-Up Brasil, Start-Up Chile, Wow! Aceleradora e Seed.

8 – Sumá

Da terra para a nuvem, a Sumá é uma solução online que capacita o agricultor familiar. Seu objetivo é apoiar o desenvolvimento desse empreendedor, alinhando seu trabalho com as expectativas dos compradores regulares de alimento, como indústrias, hospitais e refeitórios. O negócio também recebeu um investimento do BID.

9 – Guia de rodas

Guia de Rodas é um aplicativo com diversos roteiros acessíveis para usuários de cadeira de rodas. A comunidade no app está mapeando a acessibilidade no mundo e “ajudando milhões de pessoas com dificuldade de locomoção a sair de casa”, segundo a própria startup.

10 – Polen

Polen é uma solução para facilitar o apoio de empresas a causas sociais. O caminho para conectar empresas e causas sociais no Polen passa por compras no comércio eletrônico. Ao colocar produtos no carrinho, o usuário recebe uma mensagem de que parte do valor será subsidiado pela empresa e irá para alguma causa social. O consumidor pode escolher entre algumas opções de doação. O Polen reúne mais de 300 ONGs.

Fonte: Época Negócios

27 fev
Brasil precisa fazer mais para crescer o uso da Inteligência Artificial

Escola de tecnologia aplicada

O estudo também faz recomendações para fomentar a participação de mulheres em carreiras de tecnologia e estímulo a startups

 

Para analisar se o Brasil está preparado para alcançar os potenciais benefícios trazidos pela Inteligência artificial, a consultoria americana DuckerFrontier, a pedido da Microsoft, elaborou o Índice de Preparação para a IA (AI Readiness Index), um indicador que cruza as variáveis de desenvolvimento e disseminação da IA e une todos os fatores relacionados à sua implementação. Na análise, foram considerados sete países da América Latina: Brasil, México, Chile, Colômbia, Peru, Argentina e Costa Rica.

De acordo com o índice, o Brasil está em uma posição que pode melhorar para acelerar a adoção de IA em relação à outros países na região, como o Chile, o México, e a Colômbia, conforme mostra o pilar de “Desenvolvimento e Disseminação de IA” do índice. Neste pilar, o Brasil está bem posicionado nos quesitos cibersegurança e ecossistema tecnológico, figurando na segunda posição em ambos. Já em capital humano e ambiente de inovação, o país está em posição desfavorável, ocupando o 7º e o 6º lugares, respectivamente.

O estudo destaca ainda cinco categorias que deveriam ser priorizadas para o desenvolvimento de IA no país: governo, serviços públicos e governança; educação, habilidades e capacitação; pesquisa, inovação e desenvolvimento; infraestrutura de tecnologia; e ética, regulamentação e legislação. É citado como exemplo a necessidade de um amplo compromisso do governo em liderar o desenvolvimento de uma estratégia nacional de IA aliado com o envolvimento do setor privado, da academia e da sociedade civil.

Alguns passos previstos na pesquisa para que o governo prepare o país para essa transformação de forma ética, transparente e com um impacto positivo na sociedade são investir no poder da computação em nuvem, criação de um banco de dados nacional para uso público e privado, criação de um Centro Nacional de Pesquisa em Inteligência Artificial, uso de IA na prestação de serviços públicos, inclusão de habilidades relevantes para a IA no sistema educacional como inteligência computacional e treinamento digital para servidores públicos. Além disso, o estudo também faz recomendações para fomentar a participação de mulheres em carreiras de tecnologia e estímulo a startups.

O levantamento foi divulgado na segunda edição do AI + Tour, evento da Microsoft que percorre oito países da América Latina, incluindo o Brasil, para apresentar como a Inteligência Artificial (IA) já é uma das principais alavancas de transformação digital e  o potencial da IA no futuro dos negócios e da sociedade.

Com uma apresentação sobre como a  evolução da IA vai modificar a sociedade em que vivemos, Tim O’Brien, diretor geral de programas de IA da Microsoft, ressaltou a importância de desenvolver essa tecnologia de forma transparente, ética e responsável. “A IA tem potencial para nos ajudar a resolver alguns dos maiores desafios do mundo. A oportunidade é significativa, mas o design, o desenvolvimento e o uso responsáveis ​​são igualmente importantes. A tecnologia e as ciências sociais devem andar lado a lado para garantir um impacto positivo nas pessoas e na sociedade”, diz O’Brien.

As simulações, que consideram as áreas de serviços públicos, prestação de serviços corporativos, comércio varejista, atacadista, hotelaria e alimentação, construção, manufatura, mineração, água e energia, e agricultura e pesca, mostram que a adoção máxima de IA no país pode aumentar a taxa composta anual de crescimento (CAGR) do Produto Interno Bruto (PIB) para 7,1% ao ano até 2030, considerando um cenário de máximo impacto pelos benefícios da IA. Esse é um aumento superior à projeção de 2,9% de crescimento do PIB feita pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) no mesmo período.

Segundo o estudo, o maior avanço do PIB viria acompanhado ainda de um crescimento até quatro vezes maior nos níveis de produtividade do país, podendo chegar a uma taxa composta anual de crescimento de até 7% ao ano no período até 2030, comparada a 1,7% de crescimento ao ano estimado pelo Banco Mundial e pelo FMI.

Fonte: Convergência Digital 

26 fev
Como treinar seu cérebro para trabalhar melhor sob pressão

iCEV

Psicólogo ensina três maneiras de treinar o cérebro para evitar sentimentos negativos em situações estressantes

Prazos apertados, cobrança dos superiores, necessidade de entrega, metas a cumprir, grandes apresentações e reuniões com os clientes. Esses fatores fazem parte da rotina de grande parte dos profissionais e demandam uma habilidade importante: saber trabalhar sob pressão. Desconsiderando pré-disposições pessoais, é possível treinar o cérebro para lidar melhor com esses momentos de pressão, de acordo com o psicólogo Arthur Markman, da Universidade do Texas.

Mas antes de aprender as técnicas, Arthur explica que é preciso entender o conceito de pressão. Em suas pesquisas, o acadêmico descobriu que existem duas facetas da pressão que levam a comportamentos previsíveis. O primeiro é um foco em todas as coisas que poderiam dar errado, se distanciando do potencial das coisas boas que cercam os profissionais. O segundo é uma atenção na própria performance, que pode ser difícil de lidar quando o profissional começa a notar coisas que são feitas no automático.

Como trabalhar melhor sob pressão?

A partir disso, o psicólogo afirma que existem três maneiras de treinar o cérebro para trabalhar melhor sob pressão.

Gerenciar recompensas

Uma das razões pelas quais os profissionais costumam perder o foco e a atenção quando trabalham sob pressão é porque o mundo está estruturado em torno de coisas positivas. Então, quando o colaborador se sente ameaçado, as condições parecem ruins para seu estado de espírito e sua motivação. As pesquisa de Arthur sugerem que os trabalhadores são mais criativos quando há uma combinação entre recompensas do ambiente e a motivação pessoal.

Ou seja, quando alguém está focado em conseguir algum resultado positivo, a pessoa é mais criativa quando há pequenas recompensas pelo seu trabalho, ao invés de pequenas perdas em potencial. No entanto, quando o funcionário está focado em um resultado negativo (como acontece quando se trabalha sob pressão) acontece o contrário: ele é mais criativo quando há pouco a perder do que quando há pequenas recompensas.

Na prática, quando se trata de trabalhar sob pressão, o ideal é criar um sistema no qual se evite as perdas para concluir alguma tarefa. Uma forma de fazer isso é colocar um saco de doces ou dinheiro como prêmio. Se a tarefa for realizada com sucesso, o profissional ganha o prêmio, mas cada vez que ele fizer algo que não tenha relação com o trabalho a ser feito, ele retira um pouco do prêmio. Arthur afirma que essa estratégia ajuda a manter o foco, mas também estimula a criatividade e o raciocínio.

Treinar, treinar e treinar 

Trabalhar sobre pressão é algo desagradável, por isso muitas pessoas tendem a procrastinar. Como consequência, os profissionais podem agravar a pressão que enfrentam pelo fato de estarem despreparados. O trabalho da cientista cognitiva Sian Beilock aponta que treinar as situações em que é preciso lidar com pressão é melhor para a entrega. Assim, o profissional pode se acostumar com os efeitos da pressão, sem que um desempenho ruim manche sua reputação.

Arthur dá como exemplo a prática de falar em público. Se o profissional acredita que não seja bom nisso, ele deve praticar seu discurso antes, preferencialmente sozinho e no local em que ele será realizado. Depois, ele pode treinar com colegas. Além disso, ele pode tentar fazer palestrar para grupos para treinar falar na frente de outras pessoas. Com o tempo, o treino fará com que a pressão tenha menos efeito.

Focar nas coisas certas

Na hora de treinar, o profissional deve se preparar para o que ele irá pensar quando tiver que trabalhar sob pressão. Porque, nesse tipo de situação, as pessoas prestam mais atenção em aspectos do seu desempenho e precisam focar em pensamentos produtivos. Em uma negociação, por exemplo, é possível que o profissional se atente à forma como ele está falando, seus gestos e tom de voz. Nada disso o ajudará a negociar melhor porque a probabilidade de falar de forma eloquente e natural é maior quando a pessoa não está prestando atenção nesses fatores.

O psicólogo recomenda fazer negociações simuladas com os colegas para praticar e ir anotando em uma folha os elementos mais importantes da negociação. Ele acrescenta que contribui tentar olhar para as anotações frequentemente assim, em uma situação real, o cérebro vai buscar monitorar como andam os elementos da negociação, ao invés de como o profissional está se saindo.

Fonte: Na Prática 

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