12 fev
Vale a pena cursar Administração?

Escola de negócios e gestão

Descubra quais as vantagens desta formação

O curso de administração está entre as opções mais amplas do mercado atualmente. Por conta disso, quem se forma nesta graduação consegue trabalhar em diversos setores e também tem o conhecimento necessário para montar o próprio negócio.

 

Afinal, as empresas precisam de um profissional com formação em administração para trabalhar não só neste ramo, mas nos setores de marketing, recursos humanos (RH), planejamento, financeiro e contabilidade.

 

Como é a graduação em administração?

 

Este curso, que normalmente tem duração de quatro anos, é um dos mais versáteis do mercado, porque traz matérias de diferentes áreas.

 

A grade curricular reúne marketing e comportamento do consumidor, contabilidade, micro e macroeconomia e matemática financeira. Por esse motivo, aproveite todos os conhecimentos das matérias, mesmo que algum tema não agrade tanto.

 

Principais áreas de atuação

 

Existem diversas áreas de atuação para graduandos e graduados em Administração, no mercado de trabalho. As principais são:

 

– Gestão de pessoas: Envolve todos os aspectos relacionados as pessoas, como recrutamento, seleção, capacitação e acompanhamento do desenvolvimento dos funcionários ou colaboradores. É a área da administração responsável por gerar bom entrosamento e motivação entre todos os colaboradores.

 

– Gestão de materiais e logística: Se preocupa com as matérias primas, insumos e os produtos finais, gerenciando sua movimentação e armazenagem, desde os fornecedores até os clientes finais, garantindo que cada coisa esteja em seu local no momento adequado.

 

– Produção e operações: Trata do gerenciamento de matérias primas, insumos e quaisquer recursos utilizados pelas organizações para produzir produtos ou oferecer serviços. Avalia a eficiência e eficácia dos processos em busca de melhores produtos e serviços.

 

– Marketing: É a área que lida com os clientes. Para isso, pesquisa o que as pessoas esperam dos produtos e serviços e quais os seus desejos. Após estas pesquisas o marketing é responsável por ajudar a definir como será o produto/serviço, o preço a ser praticado, os locais de venda e os meios mais efetivos de publicidade.

 

– Finanças: Atua no gerenciamento dos recursos financeiros, recebimentos, pagamentos e na prestação de contas. Analisa informações e índices para identificar a viabilidade dos negócios e de investimentos.

 

– Gestão estratégica: Define objetivos e metas, bem como planos para se chegar até lá. Suas análises envolvem o ambiente interno da organização, mas também o externo, que são os mercados, os concorrentes, clientes, etc.

 

Com estes conhecimentos consolidados o administrador tem ampla área de atuação, seja para atuar em organizações já existentes ou para empreender e criar o próprio negócio.

 

E, aí, ficou com vontade de ingressar no curso de Administração?

 

No iCEV, os acadêmicos de Administração têm aulas práticas, que mesclam teoria com empreendedorismo, e ainda  criam e/ou desenvolvem o próprio negócio no Laboratório de Práticas Empreendedoras.

 

Quer inovar junto com a gente? Pois, venha fazer iCEV!

 

Fontes: Konkero / administradores.com

11 fev
Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

iCEV

As Nações Unidas estimam que menos de 30% dos pesquisadores em áreas científicas e tecnológicas sejam mulheres

Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado neste 11 de fevereiro, a UNESCO e a ONU Mulheres alertam para obstáculos à participação feminina nos setores de tecnologia, engenharia e programação — nichos da atividade produtiva que estão entre os que mais crescem no mundo. Sem inclusão, o futuro do mercado de trabalho poderá testemunhar desigualdades de gênero ainda mais sérias, segundo as agências internacionais.

 

Atualmente, as Nações Unidas estimam que menos de 30% dos pesquisadores em áreas científicas e tecnológicas sejam mulheres. Habilidades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, conhecidas pela sigla STEM em inglês, serão fundamentais em economias marcadas pelo avanço da automatização e pela criação de empregos em áreas que exigem alta qualificação. Pesquisas sugerem que 65% das crianças que entram no hoje ensino fundamental I terão profissões que ainda não existem.

 

“Estudos recentes estão mostrando que mudanças no mercado global de trabalho resultarão em 58 milhões de novos empregos líquidos, particularmente (envolvendo) analistas de dados e cientistas, especialistas em inteligência artificial e aprendizado das máquinas, desenvolvedores e analistas de softwares e aplicativos e especialistas em visualização de dados”, afirmaram as dirigentes da UNESCO, Audrey Azoulay, e ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka.

 

“Infelizmente, há evidência de problemas correntes para as mulheres em profissões importantes como engenharia, com baixa retenção, progressão (de carreira) e reintegração após a licença-maternidade. O Relatório de Lacunas de Gênero do Fórum Econômico Mundial de 2018, por exemplo, mostra que, globalmente, apenas 22% dos profissionais de inteligência artificial são mulheres: um verdadeiro abismo de gênero que reflete questões significativas como segregação profissional e condições de trabalho desfavoráveis.”

 

Estimativas apontam que, para cada 20 vagas de trabalho perdidas no futuro, as mulheres ganhariam em retorno um posto na área de STEM. Entre os homens, a proporção é alarmantemente diferente — eles ganhariam uma vaga em STEM para cada quatro postos eliminados. Processos seletivos aprimorados, estratégias de retenção e de promoção da participação feminina, assim como programas de educação continuada para mulheres, poderiam ajudar a fechar essa lacuna.

 

“Além de enfrentar essas barreiras, a melhoria da conectividade digital e a disponibilidade de tecnologia a preços acessíveis também podem garantir maior igualdade nos campos de STEM, permitindo que mulheres e meninas se beneficiem plenamente como cientistas, estudantes e cidadãs”, acrescentaram as chefes dos organismos internacionais.

 

“Lutar contra as desigualdades desde cedo dentro do sistema de educação é vital, e é por isso que a UNESCO trabalha para estimular o interesse das meninas em disciplinas (da área) de STEM, combater estereótipos no currículo escolar e aumentar o acesso a orientadoras mulheres.”

 

A UNESCO também celebra a participação das mulheres em pesquisa e desenvolvimento por meio do prêmio e programa L’Oréal-UNESCO para as Mulheres na Ciência. A agência da ONU promove ainda a Organização para as Mulheres na Ciência para o Mundo em Desenvolvimento. Ambas as iniciativas oferecem para pesquisadoras de todo o mundo bolsas, oportunidades de mentoria e de fazer contatos.

 

Outra iniciativa do organismo internacional é o Projeto de Avanço de STEM e Gênero, que apoia a inclusão da igualdade de gênero em políticas, planos e legislações nacionais sobre ciência, tecnologia e inovação. Um dos focos é a produção de dados desagregados por sexo.

 

Já a ONU Mulheres promove os Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEP, na sigla em inglês). Eles oferecem às empresas — incluindo nos setores digitais, de tecnologia da comunicação e informação, tecnologia da ciência e inovação, STEM, arte e design — uma orientação concreta sobre como empoderar as mulheres no local de trabalho, nos mercados e na comunidade. A agência chama todas as companhias a assinar e implementar essas diretrizes.

 

“Por meio de todas essas iniciativas, estamos determinadas em encorajar uma nova geração de mulheres e meninas cientistas a enfrentar os principais desafios do nosso tempo”, afirmaram as chefes das duas agências da ONU.

 

Phumzile e Audrey lembraram o ativismo da sueca Greta Thunberg, uma jovem de apenas 15 anos que organizou no ano passado uma greve em seu país de origem, com o intuito de cobrar ações do governo contra as mudanças climáticas. A estudante deixou de frequentar a escola para passar dias na frente do Parlamento e pressionar as autoridades. Greta tornou-se uma nova voz da juventude engajada com a ação climática, comparecendo à Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP24), na Polônia, e inspirando jovens de outras partes do mundo.

 

“Canalizando a criatividade e a inovação de todas as mulheres e meninas na ciência e investindo adequadamente em ecossistemas inclusivos de educação de STEM, de pesquisa e desenvolvimento e ciência, de tenologia e inovação, temos uma oportunidade sem precedentes de alavancar o potencial da Quarta Revolução Industrial para beneficiar a sociedade.”

 

Fonte: ONU BR (Nações Unidas no Brasil)

06 fev
Pacote Moro: Processo penal maquiavélico e a máquina de produzir confissões

Escola de direito aplicado

O projeto do novo código propõe a possibilidade de barganha entre Ministério Público e Defesa

Na idade média, a confissão era considerada a “Rainha das Provas”. Era comum que, tanto os julgamentos dos Tribunais da Santa Inquisição quanto dos tribunais laicos girassem em torno da obtenção da confissão por parte do acusado. Essa confissão era extraída, em regra, por meio de torturas e suplícios. Uma das características dessa era do suplício-espetáculo na história do processo penal (conhecida como sistema inquisitório) era o fato de não haver clara separação entre pena e processo.

Em pleno século XXI, no Brasil, estamos correndo o risco de resgatar semelhante modelo de processo penal, por meio do Projeto de Lei Anticrime proposto pelo agora Ministro da Justiça Sérgio Moro e do Projeto do Novo Código de Processo Penal (PL 8.045/2010), mormente no que tange às propostas de inserção de modelo de justiça criminal negocial baseado na confissão de culpa.

 

O pacote Moro

O projeto do novo código, em seus artigos 283 e 284, propõe a possibilidade de barganha entre Ministério Público e Defesa, que podem, tendo a confissão como pré-requisito, entrar em um acordo acerca da pena a ser imposta (antecipadamente), sem que seja necessário o julgamento de um terceiro isento (Juiz).

Semelhante proposta aparece no “pacote Moro”, com a sugestão de criação do art. 395-A no Código de Processo Penal. Se pretende implementar este instituto, inspirado principalmente no modelo de barganha criminal existente na common law, mormente no plea bargaining norte-americano, por razões que refletem a racionalidade punitiva de correntes vinculadas ao discurso do Eficientismo Penal.

A ideia é pular etapas processuais para substituir uma justiça criminal morosa e burocrática por outra que atinja, rapidamente, a sua finalidade. O problema crucial, no entanto, parece estar aí: qual é esta finalidade? No cenário de expansão penal atual, em que proliferam os discursos de Lei e Ordem e o fetiche da justiça criminal como solução para grande parte dos problemas sociais, o imaginário popular passa a determinar cada vez mais a forma como se conduzem as políticas criminais e mesmo as decisões judiciais.

O legislador penal e o juiz criminal, de repente, se veem instados a agradar a um grande público sedento de vingança (ou de “justiça”, como se prefere utilizar eufemisticamente). O inconsciente coletivo transborda em gozo punitivo.

Como justificar, então, a insistência em utilizar os Estados Unidos da América como modelo a ser copiado na esfera das políticas criminais? É preciso lembrar que os EUA estão entre os únicos países que, na contramão dos tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos, insistem em manter a pena de morte, a prisão de caráter perpétuo, a tortura institucionalizada (veja-se Guantánamo), afora de contarem com a maior população carcerária do mundo (tanto em números absolutos quanto em termos proporcionais) e um dos sistemas penais mais seletivos e estigmatizantes de que se tem notícia.

Nos EUA, graças ao instituto do plea bargaining, pouquíssimas questões penais chegam a termo por meio de um julgamento. Em geral, é mais comum a confissão prévia de culpa, com a consequente negociação da pena com o Órgão Acusatório, que o exercício do contraditório e da ampla defesa.

No Brasil não parece ser diferente quando falamos dos chamados crimes de menor potencial ofensivo, nos quais a transação penal com o Ministério Público já é possível sem que, no entanto, se presuma existência de culpa (o “pacote Moro”, inclusive, pretende ampliar as hipóteses de aplicação deste instituto).

 

Quais os riscos dessa proposta?

Temos aí, então, um primeiro risco da proposta: a do estímulo a um processo penal maquiavélico, em que os fins justificam os meios, entendido o fim como a aplicação de sofrimento (pena) ao acusado. Esse risco comporta, inclusive, a grande possibilidade de extração de falsas confissões, com consequente aplicação de pena a inocentes. Essa preocupação é tão real que não passou despercebida pelo legislador processual penal pretérito.

O segundo risco iminente do projeto é o estímulo a um excesso de acusação como mecanismo de empoderamento da posição negocial do Ministério Público. O excesso de acusação já é comum no Brasil, com denúncias que trazem quantidade desarrazoada de tipos penais, muitos sem qualquer cabimento, ou a aplicação banalizada de qualificadoras, agravantes, causas de aumento de pena (é cada vez mais raro se deparar, por exemplo, com uma denúncia por homicídio simples – o homicídio qualificado tornou-se regra).

Criou-se uma cultura na qual o bom Promotor é o Promotor duro, que pede a condenação nas penas mais severas, que denuncia pela maior quantidade de delitos e, principalmente, o que consegue mandar a maior quantidade de pessoas para as jaulas públicas. Promotor bom é Promotor que condena e quanto maior a pena, melhor o acusador.

Assim, será ainda maior o estímulo ao excesso de acusação com este modelo de justiça criminal negocial, pois quanto mais terrível for a acusação, mais espaço para barganha terá o acusador.

O terceiro grande problema em torno da questão é que, mais uma vez, tanto Ministro Sérgio Moro como legislador, na proposta do novo CPP, perderam a oportunidade de devolver o protagonismo à vítima, permitindo que ela ou seus representantes participem da negociação.

Nosso sistema penitenciário se encontra em situação de conhecida falência, com superpopulação carcerária generalizada e condições desumanas de cumprimento das penas. Para implementar essa política criminal eficientista de justiça negocial e condenação prévia, onde colocaremos essas pessoas que optarão pela barganha e pela encarceramento antecipado? Que efeitos terá a pena sobre essas pessoas? Predominarão efeitos positivos ou efeitos negativos? Por fim, quanto custará para implementar essa política criminal? Quantos novos presídios se precisará construir? Quem pagará esta conta?

Assim, nas asas do eficientismo penal, o “pacote Moro” e PL 8.045/2010 convidam o Brasil a um retrocesso que ameaça o sistema acusatório e se propõe a estimular um processo penal maquiavélico, a transformar a justiça criminal em uma máquina de produzir confissões, a perpetuar a exclusão processual da vítima e, por fim e principalmente, a promover um encarceramento massivo e inútil para o qual o país não está minimamente preparado.

05 dez
Vai fazer o vestibular iCEV? Veja dicas especiais que preparamos!

iCEV

No próximo sábado, 8, tem Vestibular iCEV! E, para ajudar quem tá na reta final de estudos, a gente preparou essas dicas sobre o que é cobrado na prova.

Confira o edital do Vestibular iCEV 2019.1

A boa notícia é que o exame do iCEV segue o modelo adotado pelo Enem – portanto, se você estudou para as provas do exame nacional, é provável que esteja preparado para o nosso certame.

5 diferenciais iCEV que você precisa conhecer

A instituição oferece vagas para os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito. Para participar da seleção é necessário que o candidato se inscreva através do site até o dia 7 de dezembro.

Curiosidade: Como o cérebro funciona durante o vestibular?

No iCEV a prova inicia às 14 horas – mas os portões abrem ao meio dia, não se atrase!

Ferramentas que vão te ajudar nos estudos para o vestibular

Olho nas dicas:

Prova objetiva

São 60 questões de múltipla escolha, divididas em áreas do conhecimento:
– Linguagens e suas tecnologias (incluindo língua estrangeira: Inglês)
– Matemática e suas tecnologias
– Ciências Humanas
– Ciências da Natureza

Redação
– Texto em Língua Portuguesa do tipo dissertativo-argumentativo, sobre o tema de ordem social, científica, cultural ou política
– Atenção para o raciocínio, a objetividade, a coesão, a coerência, a clareza e a correção de linguagem!

 

04 dez
Da igualdade à individualidade: democracia ou política identitária?

Escola de direito aplicado

A luta pela igualdade conquistou direitos e transformou a sociedade de forma louvável e inquestionável. Até que algo mudou. A busca por um mundo melhor passou a ser a luta para que o mundo me reconhecesse. Parte da palestra proferida ao Fronteiras do Pensamento por Mark Lilla, cientista político e autor do livro “O progressista de ontem e o do amanhã: Desafios da democracia liberal no mundo póspolíticas identitárias”:

 

(Originalmente publicado aqui)

29 nov
Confira os conteúdos mais acessados no nosso site em novembro

iCEV

Toda semana tem conteúdo novo nos blogs de Direito, Negócios e Tecnologia

Você já conhece os blogs do iCEV? Toda semana tem conteúdo novo nos blogs de Direito, Negócios e Tecnologia – são artigos, notícias e conteúdos escolhidos ou elaborados especialmente para você, leitor. Além disso, nosso site tem a seção Notícias do iCEV, onde você pode ficar bem informado sobre tudo o que acontece na nossa instituição.

A nossa curadoria separou os melhores conteúdos publicados no mês de novembro – aqueles que foram mais acessados ou comentados nas redes – para você que, por alguma razão, tenha perdido. Confira a nossa lista e siga o seu blog preferido para não ficar de fora.

Melhores do mês

1 – Melhores colocados no Vestibular iCEV 2019 ganharão bolsa de até 90%

2 – 5 áreas promissoras no Direito

3 – As 8 vezes em que alunos iCEV foram longe demais

4 – Direitos Humanos é tema de aula especial com professor convidado

5 – Vestibular iCEV 2019.1 tem acolhida e alta procura por novos cursos

26 nov
Vem fazer matrícula? Saiba o que você precisa trazer

iCEV

Atenção aprovados no Vestibular iCEV 2019: as matrículas já estão a todo vapor por aqui.

Para facilitar, reunimos aqui todas as informações que você precisa para esta etapa. Tome nota!

– As matrículas vão até o dia 28 de novembro, na Secretaria do iCEV, das 14h às 21h (segunda a sexta).

– Só pode realizar a matrícula os aprovados (maiores de 18 anos), seus responsáveis ou portadores de uma procuração.

– Você vai precisar trazer cópia dos seguintes documentos:

RG
CPF
Comprovante de residência
Certidão de Nascimento ou de Casamento
Certificado de Dispensa de Incorporação ou Reservista do Serviço Militar, para maiores de 18 anos – ou Certificado de Alistamento se o candidato tiver 18 anos (somente para candidatos do sexo masculino)
Certidão de Quitação Eleitoral, para maiores de 18 anos
Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou equivalente
Histórico Escolar do Ensino Médio

Se você for estrangeiro, traga também o Registro Nacional de Estrangeiros – RNE; passaporte e apólice de seguro (com vigência igual a duração do curso)

Se você concluiu o Ensino Médio no exterior deve trazer, além dos documentos acima, prova de equivalência de estudos, fornecida por autoridade competente no Brasil; tradução juramentada do Histórico Escolar e do Certificado de Conclusão do Ensino Médio.

Ah, traga com você os originais de todos os documentos para conferência – exceto se as suas cópias forem autenticadas, ok?

Seja bem-vindo ao iCEV!

22 nov
O que é, o que faz (e como se tornar) um engenheiro de software

Escola de tecnologia aplicada

Com investimento de 38 bilhões de dólares em Tecnologia da Informação – software, hardware e serviços – em 2017, o Brasil é o 1º entre os países da América Latina, e o 9º no ranking mundial. Entre 2016 e 2017, o crescimento foi de 4,5%, taxa maior do que a expectativa, de 4,1%, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES). Internacionalmente, os setores de tecnologia também estão em alta, com crescimento de 5,5 % no mesmo período, bem maior do que o previsto: 4,3%.

CONHEÇA O CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE DO iCEV

Ainda que o mercado esteja aumentando, a Associação para a Promoção da Excelência do Software (Softex) aponta que o país pode ter carência de mais de 400 mil profissionais de TI em 2020. Dentre as trabalhadores em falta, os engenheiros de software, área à qual 8,2 bilhões de dólares do investimento total foram destinados.

Profissão de engenheiro de software

Com cada vez mais empresas automatizando seus serviços e criando suas próprias plataformas digitais, a profissão de engenheiro de software foi considerada a 2ª melhor da área de TI em crescimento e remuneração, segundo o site especializado em carreiras de tecnologia, CareerCast.

O software consiste na “parte lógica” do computador, que inclui sistema operacional e programas. Então, basicamente, estes profissionais projetam e guiam o desenvolvimento de programas, aplicativos e sistemas, de forma que atendam aos requisitos e cumpram as funções determinadas.

Entre as principais atribuições destes profissionais, estão:

  • Desenvolver softwares e apps
  • Gerenciar projetos ligados aos softwares
  • Arquitetar o design estrutural dos programas
  • Realizar testes nos sistemas

Além destas, estes engenheiros podem ter funções ligadas à administração de bancos de dados, manutenção dos sistemas e até algumas de documentação, relacionadas à gestão de projetos e à composição dos manuais de instruções.

Formação na área

Além dos cursos de Engenharia de Software, os de Ciências da Computação também capacitam profissionais para atuarem neste mercado. No entanto, há diferenças entre os dois tipos de formação.

Enquanto os engenheiros aprendem sobre os processos envolvidos em desenvolver e manter programas, os cientistas da computação têm estudos mais focados na teoria, ligados à modelos matemáticos, algoritmos e lógica dos processos.

Também não é o mesmo do que ser um engenheiro de computação, que são responsáveis, principalmente, pelo hardware – ou seja, projetar e construir computadores.

iCEV lança primeiro bacharelado em Engenharia de Software do Piauí

A duração média dos cursos de Engenharia de Software, atualmente oferecidos por universidades públicas e privadas, é de 4 anos. Entre os principais assuntos abordados estão: engenharia, matemática, arquitetura e gerenciamento de softwares e gestão de projetos.

Habilidades para exercer a profissão

Ainda que a programação não seja o foco principal da Engenharia de Software, é necessário conhecer as linguagens mais utilizadas – como JavaScript, Visual Basic, Python, C++, C# -, e seu funcionamento.

Da mesma forma, habilidades matemáticas são necessárias. Estes engenheiros, frequentemente, precisam criar algoritmos matemáticos – instruções das operações descritas “passo a passo”.

Para facilitar o trabalho com softwares, os profissionais podem empregar uma série de ferramentas. Entre elas Ambientes de Desenvolvimento Integrado (IDE, do inglês Integrated Development Environment), que agilizam o processo de escrever códigos.

Além de mexer com as IDE, precisam saber utilizar ferramentas de teste automatizadas e bibliotecas de código aberto, que oferecem as funcionalidades prontas, diminuindo o trabalho de desenvolvê-las. Por muitos sistemas de software atuais interagirem com bancos de dados, os engenheiros também precisam ser capazes de administrá-los.

 

21 nov
Em defesa da liberdade de imprensa

Escola de direito aplicado

Na última quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal expediu importantíssima decisão de imenso valor histórico: o fim da censura prévia que pendia já há mais de nove anos sobre o jornal “O Estado de São Paulo” quanto à Operação Boi Barrica, conduzida pela Polícia Federal em 2009. A mensagem passada pelo STF é muito clara e deve iluminar todas as instâncias do Poder Judiciário brasileiro: na democracia brasileira instituída pela Constituição da República de 1988 não cabe qualquer tipo de censura prévia à imprensa. O jornalismo investigativo, e crítico aos governantes do momento, é essencial para a defesa de uma sociedade republicana em que vigore o império da lei.

Por conta da relevância histórica do editorial do referido jornal, publicado no dia seguinte àquela decisão do Supremo, segue a sua reprodução na íntegra:

***

Fim da mordaça

Por longos 3.327 dias – mais de nove anos, portanto -, o jornal O Estado de S. Paulo chegou a seus leitores, todos os dias, sob censura. Não houve outro atentado à liberdade que tenha calado um veículo de informação por tanto tempo desde a redemocratização do País e a promulgação da Constituição de 1988.

Um dia de imprensa amordaçada já seria tempo mais do que insuportável para nações que vivem sob a égide do Estado Democrático de Direito. O que explica, então, tamanha demora até que a censura imposta ao Estado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em 2009, fosse, enfim, derrubada por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF)?

Em 31 de julho daquele ano, o desembargador Dácio Vieira, do TJDFT, proibiu o Estado de publicar notícias sobre a Operação Boi Barrica. A ação da Polícia Federal (PF) apurou o envolvimento de Fernando Sarney, filho do então presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em um esquema de contratação de parentes e afilhados políticos do ex-presidente da República por meio de atos secretos do Senado.

O desembargador Dácio Vieira, que à época mantinha relações sociais com José Sarney, acolheu recurso interposto por Fernando Sarney contra a decisão do juiz Daniel Felipe Machado, da 12.ª Vara Cível de Brasília, que havia negado a censura prévia a este jornal, e concedeu liminar proibindo a publicação de notícias sobre a Operação Boi Barrica. Poucos meses depois da decisão, o Conselho Especial do TJDFT declarou a suspeição de Dácio Vieira. Mesmo após a mudança do desembargador relator e nova análise do processo pela 5.ª Turma Cível do TJDFT, a censura foi mantida.

Após longa batalha judicial, na quinta-feira passada o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, cassou o acórdão do TJDFT que impedia o Estado de levar a seus leitores informações relevantes, apuradas com responsabilidade e elevado espírito público.

Em sua decisão, o ministro Ricardo Lewandowski lembrou que o plenário da Suprema Corte já havia garantido, em decisão de 2009 que derrubou a chamada Lei de Imprensa, “a plena liberdade de imprensa como categoria jurídica proibitiva de qualquer tipo de censura prévia”.

Para o advogado do Grupo Estado, Manuel Alceu Affonso Ferreira, a decisão do STF reafirma que “o jornalismo investigativo não pode estar sujeito a censura alguma”. “Tinha muita confiança de que terminaria desta maneira”, disse o advogado, que cuidou do processo desde a primeira instância.

A Associação Nacional dos Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de ex-ministros do STF, elogiaram a decisão que interrompeu a censura ao Estado. O ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto afirmou que uma decisão que derruba censura à liberdade de imprensa “é de ser saudada como genuinamente constitucional e democrática”.

Dissipadas as nuvens trevosas da ditadura militar, há 30 anos os constituintes tiveram o cuidado de afastar qualquer ameaça de censura prévia ou restrição da liberdade de expressão no Brasil. Tanto é assim que nem a Constituição dos Estados Unidos, tida como o cânone da liberdade de imprensa, é tão explícita, a este respeito, quanto nossa Lei Maior. No item IX do artigo 5.º, a Carta assegura a livre comunicação; no item XIV, o acesso universal à informação, resguardado o sigilo da fonte; e no artigo 220 fica expressamente proibida a imposição de quaisquer restrições à livre circulação de informações.

Mais do que lutar por todo este tempo pelo direito de informar, usando todos os meios legais para tal, o Estado lutou, antes de tudo, pela liberdade e pelo direito que tem a sociedade de ser informada. Assim tem sido desde o dia 4 de janeiro de 1875 e assim continuará sendo.

Uma afronta aos valores republicanos jamais vicejará sem que O Estado de S. Paulo se insurja contra ela, usando todos os meios legais para conter toda forma de arbítrio.

O Estado de S.Paulo

10/11/2018

(Artigo originalmente publicado aqui)

16 nov
Sete em cada 10 pequenos empreendedores acreditam que 2019 será melhor para os negócios

Escola de negócios e gestão

Segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados apontam o ano de 2018 como pior para a os negócios. Mas quando o assunto é o futuro, a maioria (67%) tem expectativa positiva e acreditam que 2019 será um ano melhor. Apenas 9,9% estão pessimistas e acham que próximo ano será pior. Os empresários do Norte do país mostraram-se mais otimistas em relação ao próximo ano, se comparados aos entrevistados das demais regiões. A expectativa mais negativa partiu principalmente dos empreendedores com nível de escolaridade alta (superior ou mais), enquanto que a positiva está acentuada entre os com menos estudo (até ensino médio).

Para 29,8% dos entrevistados o problema que mais prejudicou sua empresa em 2018 foi a corrupção, enquanto 19,7% dos empresários se queixaram da taxa de juros e 18,7% apontaram os elevados níveis de desemprego como o vilão para seus negócios.

Os MEI foram os que mais reclamaram da falta de trabalho no setor, enquanto as empresas de pequeno porte (EPP) e microempresas (ME) citaram a corrupção e a recessão como principais problemas. Empresários do sexo masculino e acima dos 35 anos acusaram a corrupção, enquanto a mulheres disseram as altas taxas de juros e o desemprego foram mais prejudiciais para seu empreendimento este ano. E para os mais jovens, a alta taxa de juros foi seu maior problema.

O combate à corrupção, para 39% dos 5.870 empresários entrevistados, principalmente MEI, deve ser a principal preocupação do governo em 2019. Outros 28,4% empreendedores, a maioria EPP e com maior grau de escolaridade, avaliam ser mais importante estimular o crescimento econômico. Já o combate à inflação foi citado por 14,5% dos entrevistados e o corte de gastos por 15,1%.

As eleições deste ano também trouxeram otimismo para 41,8% dos empresários dos pequenos negócios, dos segmentos do Comércio, Indústria e Serviços, que acreditam que o pleito trará grandes mudanças no país. Outros 23,9% avaliam que haverá poucas mudanças e 22,6% não creem em modificações no cenário atual. Os mais pessimistas (27%) são os MEI. O Norte lidera entre os otimistas (49%), seguido pelo Centro-Oeste (45%), Sul (43%), Nordeste (38%) e o Sudeste (37%), região também onde estão aqueles que não vislumbram mudanças relevantes (26%).

 Fonte: Época Negócios

14 nov
2020 será um ano fantástico para TI

Escola de tecnologia aplicada

O setor de TI terá um ano exuberante em 2020. A constatação vem da pesquisa que a Advance faz trimestralmente para identificar a percepção dos empresários de TI com o momento de mercado. O setor cresceu 10.5% em 2017 comparando com 2016, e com a expectativa de terminar 2018 com 10.3% de crescimento.

A crise pegou pesado no mercado de TI em 2015 e 2016. Em 2015 houve um crescimento nominal de 3,0% e uma inflação de 10,7% gerando um resultado real de -7,7%. Em 2016 o crescimento nominal foi de 4,5% com uma inflação de 6,3% gerando um resultado real de -1,8% e configurando a recessão no setor. Surge 2017 com um crescimento de 10,5% e devemos finalizar 2018 com 10,3% deixando totalmente para trás a crise.

Muitos empresários de TI haviam feitos várias simulações de cenários para as eleições e para os resultados de 2019. Segundo os empresários, a gestão Bolsonaro terá que fazer uma série de ajustes e acomodações políticas no primeiro trimestre, fazendo com que o mercado consumidor de TI fique em compasso de espera. Então, TI terá um primeiro trimestre muito fraco. O segundo trimestre sempre foi o trimestre mais fraco do ano e não será diferente em 2019. Depois teremos um terceiro e quarto trimestres muito bons, mas sem a capacidade de gerar um crescimento, no ano, maior do que 6%, mas gerando um represamento como o que aconteceu em 2009. Isto tudo fará com que 2020 seja um ano exuberante para o setor de TI com expectativa de crescimento acima de 13%.

Nos últimos 15 anos o Brasil investiu uma média de 2,1% do PIB com tecnologia. No mesmo período os USA investiram uma média de 3,9% e os demais países desenvolvidos investiram 3,4% do PIB em tecnologia. Esta diferença de investimentos criou um grande déficit com forte impacto na infraestrutura de telecomunicações e nos segmentos de educação, varejo e saúde – que estão “sucateados”. Se o governo, em 2019, mostrar um bom caminho dando segurança para os investidores, então poderemos ter, em 2020, uma bela entrada de capital para atualização tecnológica.

Desde 2013 tínhamos um efeito de polarização, ou seja, empresas indo muito mal e empresas indo muito bem. Este efeito foi brando em 2014, médio em 2015, e drástico em 2016, fazendo com que o dinheiro mudasse, rapidamente, de mãos. A diferença entre empresas que iam bem e que iam mal estava na “maturidade empresarial”. As empresas que tiveram alta taxa de crescimento foram as que analisaram o mercado (oportunidades e ameaças), estabeleceram um plano com estratégias e ações, estruturaram as áreas de marketing e vendas, e tiveram disciplina na execução do plano.

Em 2017 e 2018 o efeito da polarização reduziu muito, mas ele voltará a ser alto em 2019, portanto, muitas empresas perderão Market Share para seus concorrentes. As empresas que terão alta taxa de crescimento são as que têm eficiência em cinco vetores: Diferencial competitivo e geração de valor para os clientes, Gestão financeira, Eficiência em vendas, Conquista e retenção de clientes, e Gestão e retenção de talentos.

De um lado temos empresas retraindo, ou seja, vendendo menos, demitindo colaboradores, reduzindo os investimentos em vendas e marketing e adotando como estratégia a venda na base ou, até mesmo, a simples preservação da base. Estas empresas têm uma grande preocupação com gestão financeira.

Do outro lado temos empresas com altas taxas de crescimento, aumentando as vendas, contratando colaboradores, investindo fortemente em marketing e vendas, e adotando como estratégia a expansão buscando novos clientes ou novos mercados. Estas empresas focam em “gestão e aumento de produtividade em vendas”.

Por mais que as empresas com baixo desempenho queiram colocar a culpa em variáveis externas, o que realmente faz a diferença são as estratégias e ações internas, ou seja, a causa do sucesso ou insucesso está nas mãos dos empresários.

Fica aqui a reflexão: de que lado você quer estar? Do lado das empresas com baixo desempenho ou das empresas com altas taxas de crescimento?

Por Dagoberto Hajjar – sócio fundador da ADVANCE, empresa de planejamento e ações para empresas que querem crescer.
Fonte: Startupi

12 nov
6 dicas para escolher bem sua faculdade

iCEV

O primeiro desafio do processo para entrar numa universidade é decidir em qual delas você gostaria de entrar. A escolha pode ser feita ao acaso, por recomendações de amigos e parentes ou pode ser o resultado de meses de pesquisa. De qualquer maneira, é importante estar feliz com as suas escolhas.

Com isso em mente, existem algumas coisas que você pode considerar na hora de escolher a faculdade que podem fazer toda a diferença. São elas:

1 – Tenha certeza de que você escolheu o curso certo

É fundamental que não exista nenhuma dúvida sobre o curso escolhido. Afinal, entrar na faculdade significa dedicar pelo menos quatro anos da sua vida com estudos e muitos anos mais trabalhando na área. Por isso, vale a pena se dedicar e pesquisar opções de trabalho, salário, além de descobrir mais sobre o curso (nessa tarefa o Google é seu amigo).

2 – Consulte rankings de universidade

Para as faculdades brasileiras existe o Ranking Universitário Folha, onde você pode conferir a colocação das faculdades por curso e localização, em categorias como qualidade de ensino, avaliação do mercado e avaliação no Enade. É importante escolher a faculdade que mais se adequa com você. Esses números podem ajudar a descobrir qual é essa instituição, mesmo que ela não seja o primeiro lugar.

3 – Descubra o conteúdo do curso

A grade de matérias costuma estar disponível no site da faculdade. Caso o site da faculdade não ofereça essa informação, sempre vale a pena ligar para o lugar ou procurar entrar em contato com alunos.

4 – Confira as atividades extracurriculares disponíveis

A vida universitária é mais do que estudar. Por isso, times esportivos, clubes de leitura e aulas extras costumam ser oferecidas por faculdades. Encontrar alguma atividade que se encaixe com você pode ser o diferencial entre as instituições que mais lhe agradam.

5 – Pense em onde você vai morar

Considere que talvez você tenha que se mudar, ou passar mais tempo ou menos tempo no transporte dependendo da faculdade escolhida. Se o caso for de encontrar uma nova casa, confira preços de alojamentos próximos à faculdade – isso ajuda a reduzir os custos. Também pode ser uma boa ideia procurar alguém com quem dividir uma casa ou apartamento.

09 nov
5 áreas promissoras no Direito

Escola de direito aplicado

“O mercado de Direito tá saturado, existem muitos profissionais” – você certamente já ouviu essa frase, repetida pelo senso comum. Em busca de desmistifica-la, fomos atrás de quem entende do assunto – os especialistas não acreditam em um campo saturado, mas sim na limitação de muitos bacharéis.

“Não tem mais espaço para a advocacia amadora”, disse o criminalista Lucas Villa nessa entrevista que relembramos aqui. Perguntamos para 3 renomados profissionais do Direito as áreas promissoras na advocacia e as respostas foram muito otimistas. “O Direito está criando cada vez mais novos ramos em que se pode atuar”, disse Horácio Neiva, advogado e professor da Escola de Direito Aplicado do iCEV. Ele cita alguns campos que há alguns anos eram bem pequenos e que hoje despontam em ascensão.

Confira abaixo as áreas citadas pelos advogados Lucas Villa, Horácio Neiva e Chico Lucas:

Compliance

Com origem no verbo em inglês “to comply”, que significa agir de acordo com uma regra, trata-se de estar em conformidade com leis e regulamentos. “Os advogados são contratados pelas empresas para garantir a integridade das atividades delas”, explica o professor e advogado Horácio Neiva. O profissional atua para garantir a integridade das atividades da empresa.

Horácio Neiva, professor da Escola de Direito Aplicado

 

Startups

Startup é uma empresa jovem em um cenário de incertezas e soluções a serem desenvolvidas. Advogados são essenciais para enfrentar a burocracia envolvida em abrir um novo negócio e fazê-lo prosperar. Os profissionais que se especializarem nisso tem a missão de definir o regime tributário e elaborar contratos para criação, financiamento e venda de startups.

Agronegócio

Outro campo é o agronegócio, em que o bacharel pode atuar com regularização fundiária, análise de contratos de financiamento rural, safra etc. Área que envolve do trabalho agropecuário à comercialização. Aspectos como gestão familiar, relações de trabalho, terra como fator de produção e impacto ambiental abrem espaço para a atuação de advogados., que no geral, cuidam da regularização fundiária e da análise de contratos de financiamento rural e safra.

A dica dos especialistas é se antecipar às tendências. “Lá atrás, quando fiz a aposta em me dedicar ao direito penal econômico, as pessoas me diziam que era besteira”, comentou. “Hoje, principalmente depois de mensalão e o boom da lava-jato, o direito penal econômico se transformou na bola da vez”.

Lucas Villa em palestra no iCEV

O advogado aponta as áreas do direito tributário, empresarial, previdenciário e agrário como as mais promissoras no Piauí e reforça sobre a necessidade de ter persistência e especializar-se. “Não tem mais espaço para a advocacia amadora, para o advogado generalista”.

Direito digital

O desenvolvimento tecnológico levará a abertura de campos relacionados à infraestrutura e energia – o Piauí tem um potencial em energias renováveis, principalmente a solar e a eólica, que abrirão cada vez mais espaço. “Não são áreas propriamente novas, mas elas vão mudando e surgem novos produtos como PPP (Parceria Público e Privado), que acabam exigindo conhecimento profissional e novas formas de arranjos econômicos que precisam de um trato jurídico e que exigem conhecimento dos profissionais da área”, explica Chico Lucas.

Previdenciário

Segundo o presidente da OAB, o previdenciário continuará forte no Piauí porque o estado está passando por um processo de envelhecimento – o Piauí vai ser o primeiro estado do Brasil a ter um decréscimo populacional e a igualar o número de idosos e jovens. “Estamos passando por um processo de envelhecimento mais rápido que os outros estados. Isso vai reforçar a importância do previdenciário”, aposta Chico Lucas.

 

 

 

 

08 nov
8 dicas de ouro para uma redação nota 1000

iCEV

Faltam poucos dias para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, marcadas para os dias 4 e 11 de novembro. Uma das etapas da avaliação consiste em escrever uma redação com base em um tema proposto, contemplando algumas competências linguísticas.

Algumas dicas podem ser valiosas e ajudar a ter sucesso na prova de redação, fazendo a diferença na pontuação final.

Dicas para fazer uma boa redação

  1. Observe atentamente a proposta de redação. Veja o que é solicitado, identifique o foco da questão levantada e vá direto ao assunto, sem rodeios. Deixe sua tese explícita, de forma que não gere nenhum tipo de dúvida para a banca de correção.
  2. Explore o seu conhecimento de mundo, indo além do que se apresenta na coletânea. Trabalhe com domínio o seu repertório cultural adquirido ao longo de anos de estudo e leituras.
  3. Faça referências a outras disciplinas, de modo que as matérias estudadas ao longo dos anos do Ensino Médio, principalmente, dialoguem entre si e, dessa forma, auxiliem na elaboração de argumentos contundentes e relevantes.
  4. As citações são importantes e podem ser o diferencial do seu texto, mas cuidado ao fazê-las. Valorize argumentos de autoridade, entretanto, tendo exata noção de quando e em que contexto aplicá-los. Não basta citar, é imprescindível, na sequência, propor uma reflexão autoral sobre o que foi citado.
  5. 5. Elabore a conclusão de seu texto com uma boa proposta de intervenção, respeitando e explorando seus componentes: agente, ação, meio e finalidade. Aprofundá-los em termos de ideias, de modo a deixar claro seu grau de envolvimento e empatia com questões sociais que, em regra, são a tônica das propostas do Enem.
  6. Cuide para que seu texto tenha coesão e coerência. Para manter a coesão, tenha cautela ao usar os conectores, com base nos seus valores semânticos. A disposição das ideias dentro do texto é que lhe atribuirão coerência.
  7. Fuja dos clichês. Referências comuns tendem a empobrecer seu texto. Seja criativo, use seu nível de informação.
  8. Trabalhe o seu texto de forma cíclica, para que sua redação dê aos leitores a sensação de começo, meio e fim bem definidos.

07 nov
7 motivos para escolher iCEV em 2019

iCEV

1 – Método de ensino: case method

O método ativo de aprendizagem é um dos maiores diferenciais do iCEV – Instituto de Ensino Superior. A aposta no protagonismo do aluno inspira-se no case method, adotado pelas mais renomadas escolas de negócios do mundo, como a Harvard Business School, nos EUA. O modelo é também conhecido como “sala de aula invertida”: conteúdos e textos são disponibilizados na plataforma online do aluno antecipadamente.

2 – Diálogo entre as escolas

O iCEV é organizado em três eixos temáticos, comandados pelas nossas escolas: Escola de Direito Aplicado, Escola de Negócios e Gestão e Escola de Tecnologia Aplicada. As escolas dão amplitudes maior aos cursos e discussões – e, consequentemente, a formação dos alunos. Há cursos de curta duração e experiências práticas como o Laboratório de Práticas Empreendedoras, que conectam alunos de cursos distintos e em períodos diferentes do cursos para a troca de experiência e conhecimentos.

3 – Incentivo ao segundo idioma

Para formar o líder do futuro, os cursos da Escola de Negócios e Gestão do iCEV oferecem a disciplina English for Business & Technology – são aulas práticas de inglês com foco em conversação para negócios. Investir na fluência em uma segunda língua é passo importante para formar profissionais globais, capazes de comprar e vender produtos sem fronteiras.

4 – Aulas práticas

Já reparou que é botando a mão na massa que a gente aprende? O iCEV não subestima o potencial dos alunos – desde o primeiro período as disciplinas são práticas, com foco sempre no exercício dos estudantes e simulações de casos reais – como o curso de Jurisprudência do Direito Constitucional, com professor Pedro Felipe,  No curso de Administração a experiência prática ainda é complementada pelos depoimentos reais de empresários de sucesso!

 

5 – Laboratório de práticas empreendedoras

Os encontros com a tecnologia e inovação são frequentes na Escola de Negócios e Gestão: são momentos de testar novas ideias, no Laboratório de Práticas Empreendedoras – o The Hub. A iniciativa  é uma incubadora de startups, onde jovens empreendedores e desenvolvedores trocam experiências e discutem tomadas de decisões com supervisão dos mestres Victor Hugo e Thiago Rodrigo.

6 – Dois professores em sala de aula

O iCEV conta com a prática da tutoria: todas as disciplinas possuem um tutor, estudantes de cursos ou áreas afins que auxiliam os professores na preparação das aulas, correção de provas e atividades. A presença do tutor possibilita um acompanhamento mais individualizado no aprendizado de cada aluno – os tutores organizam revisões e ajudam a tirar dúvidas sobre os conteúdos – e, de quebra, serve como experiência para os jovens que pretendem seguir carreira na docência.

7 – Resultados

No curso de Direito, a preparação para a OAB e concursos começa desde o primeiro período  – o aluno é colocado em contato com as disciplinas jurídicas e com a prática jurídica desde o primeiro período da graduação. Na Administração, o reforço vem com auxílio para o planejamento de carreira e formação de empreendedores. Mais do que excelentes alunos, o iCEV forma profissionais de sucesso que serão desejados pelo mercado!

06 nov
Como escolher o curso certo para o seu perfil?

iCEV

Procure conhecer bem a si mesmo e aos cursos e carreira que pretende seguir. Com certeza você já ouviu muito isso, mas de fato esse encaminhamento é a melhor forma de escolher uma profissão. E buscar referências e informações com amigos, familiares, amigos dos seus pais e outras pessoas que já estão no mercado de trabalho ou na faculdade é a melhor maneira de conseguir esse conhecimento.

Além disso, Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO’S Recursos Humanos e responsável pelo programa de orientação de carreiras “Jobs of the Future”, defende que o estudante, antes de escolher um curso, pense na carreira que deseja para a vida. “Hoje, mais importante do que a profissão é a carreira que você constrói. O mercado pede expertise, que á soma de conhecimentos multidisciplinares com experiências múltiplas – não necessariamente de trabalho, mas de vida”, diz ela.

Isso exige dois passos. Primeiro, é preciso olhar para dentro de si e analisar suas habilidades, gostos e personalidade. Depois, deve procurar as carreiras que possam combinar com você e buscar a maior quantidade possível de informações sobre elas. Veja palestras, congressos, pesquise sobre o mercado, converse com profissionais da área. Conhecer a universidade e tentar participar de atividades por lá, incluindo até algumas aulas, também pode ajudar você a se decidir.

O intuito, nessa etapa, não é decidir por uma profissão, como geólogo ou médico. É descobrir áreas e temas de interesse com os quais você gostaria de trabalhar a longo prazo – por exemplo, exploração mineral ou cirurgia infantil. “Há carreiras, como a nanotecnologia, que podem ser aplicadas em vários segmentos. Não adianta escolher um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele”, completa Denise.

Como fazer a escolha certa

1 – Analise-se: liste suas habilidades, gostos e personalidade.

2 – Busque informações de fora: procure as carreiras que permitirão aplicar e desenvolver suas habilidades e gostos e junte a maior quantidade possível de informações sobre elas

A ideia é que, se você já sabe aonde quer chegar na carreira, terá mais clareza para definir os passos e ferramentas necessários para isso – como os cursos de graduação e especialização que vai fazer, os idiomas que precisa aprender, estágios e a melhor instituição para estudar (dependendo do lugar, os cursos podem ter focos diferentes), por exemplo. “Com esse preparo, ao final do curso a sua inserção no mercado de trabalho já será mais natural”, afirma Denise.

Pergunte-se:

– Em que profissões poderei usar as habilidades que já tenho?

– Eu conheço bem o curso que pretendo fazer? Já dei uma olhada na grade para ver que matérias vou estudar?

– Em que locais, empresas e cargos poderei aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade?

Em relação à profissão escolhida, reflita e escreva em um papel as respostas às seguintes questões:

Sobre a profissão que você pensa em fazer:

– Que atividades terei de fazer nessa profissão e vou gostar?

– Que atividades terei de fazer e não vou gostar?

– Que atividades não farei, mas gostaria de fazer?

– Que atividades não farei e não gostaria de fazer?

Depois de fazer isso, é preciso considerar se as vantagens e desvantagens vão compensar. Você vai se sentir realizado se não puder usar algumas de suas habilidades? E se tiver de fazer coisas que não gostaria? Se não consegue ver sangue, por exemplo, e ainda assim quer fazer Medicina, vale se perguntar por que você quer tanto essa carreira e se o saldo será positivo no fim do processo.

Fonte: Guia do Estudante

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