16 nov
Facebook abre seleção para cursos gratuitos de programação para jovens

Escola de tecnologia aplicada

O Facebook abriu o processo seletivo para oferecimento de bolsas de estudo para jovens interessados em cursos gratuitos em programação, desenvolvimento de apps e inovação. A empresa promete 4.200 bolsas para seis cursos diferentes que serão realizados presencialmente na Estação Hack, mantida pela companhia em São Paulo.

 

Como existem diversos cursos, o perfil do público-alvo pode variar, mas a empresa afirma que na maioria dos casos as aulas são voltadas para jovens entre os 14 e os 25 anos, sem exigência de conhecimento prévio.

O processo seletivo dará preferência a alunos matriculados ou egressos da rede pública de ensino, mas a empresa também afirma que esse critério não é essencial. Além disso, a seleção também se dará por ordem de inscrição.

Os cursos serão realizados por meio de parcerias com instituições de ensino como Junior Achievement, MadCode e MasterTech, que têm experiência na capacitação de jovens.

Veja quantas bolsas cada curso oferece:

1.000 bolsas para curso Desenvolvimento de Aplicativos
800 bolsas para curso Aprenda a Programar em um Final de Semana
400 bolsas para curso profissionalizante Academia de Programação
700 bolsas para o curso Conectado Com o Amanhã
700 bolsas para o curso Montando sua Carreira
600 bolsas para o Innovation Camp

Veja a descrição básica de cada curso:

Desenvolvimento de aplicativos

O curso ministrado pela MadCode é uma introdução à programação e ao desenvolvimento de aplicativos para equipamentos móveis. O curso ensina os preceitos básicos e, por isso, é voltado para quem ainda não teve contato com o assunto.

Carga horária: 35 horas (segundas, terças e quintas-feiras)

Público-alvo: alunos de 14 a 17 anos

Informações e inscrições: http://madcode.com.br/estacao-hack/

Aprenda a Programar em um Fim de Semana

Desenvolvido pela MasterTech, o curso trabalha conteúdos de design thinking, introdução a programação e introdução a IONIC. O curso é voltado para quem nunca teve contato com o assunto.

Carga horária: 20 horas (sábados e domingos)

Público-alvo: jovens de 16 a 25 anos

Informações e inscrições: https://mastertech.com.br/EstacaoHack

Academia de Programação

O programa da MasterTech oferece uma formação generalista em programação voltada para oportunidades profissionais. Serão trabalhados conteúdos de “front end”, “back end” e programação de aplicativos.

Carga horária: 120 horas (4 semanas)

Público-alvo: alunos que tenham concluído com sucesso o curso Aprenda a Programa em um Final de Semana

Informações e inscrições: https://mastertech.com.br/EstacaoHack

Montando sua carreira

Fazendo uso de jogos e atividades digitais, o programa da Jr. Achievement motiva e desperta os alunos para as carreiras CTEM (Ciência, Tecnologia, Engenharias e Matemática).

Carga horária: 3 horas (terças-feiras)

Público-alvo: alunos matriculados no Ensino Médio

Informações e inscrições: http://www.jabrasil.org.br/jasp/programas/estacaohack

Conectado Com o Amanhã

O programa da Jr. Achievement possibilita aos alunos um momento de reflexão sobre seu futuro e preparação para o mercado de trabalho, oferecendo perspectivas de carreiras e informações sobre quais são as competências comportamentais desejadas no mercado de trabalho.

Carga horária: 5 horas (terças-feiras)

Público-alvo: alunos matriculados no Ensino Médio

Informações e inscrições: http://www.jabrasil.org.br/jasp/programas/estacaohack

Innovation Camp

O objetivo deste programa da Jr. Achievement é desenvolver habilidades empreendedoras e mostrar ferramentas de trabalho, que possibilitem aos estudantes encontrarem soluções inovadoras para um desafio proposto. Durante o processo, os alunos contam com a ajuda de mentores que vão auxiliá-los durante o desenvolvimento da ideia.

Carga horária: 8 horas (sábados)

Público-alvo: alunos matriculados no Ensino Médio e Superior

Informações e inscrições: http://www.jabrasil.org.br/jasp/programas/estacaohack

15 nov
Cresce contratação de startups por grandes empresas no Brasil

Escola de negócios e gestão

A contratação de empresas nascentes por grandes companhias já bem estabelecidas no mercado está crescendo no Brasil, mostra um levantamento feito pela organização 100 Open Startups, que atua exatamente na conexão entre essas duas pontas. Segundo a pesquisa, entre julho de 2016 e o mesmo mês de 2017 foram firmados no Brasil 135 contratos entre startups e grandes corporações. Nos 12 meses anteriores, o resultado ficou em apenas 46 contratações.

Ao todo, houve entre meados do ano passado e julho deste ano 631 aproximações entre pequenas e grandes, mas apenas 181 dessas conversas foram confirmadas por meio de contratos formais. As conversações que efetivamente resultaram em negócios envolveram 110 corporações e 54 startups.

Dos contratos fechados, 54% estabelecem as startups como fornecedoras de serviços e/ou produtos. Outros 21% preveem a execução de projeto piloto pelas novatas.

Como exemplo de grandes empresas que buscam esse tipo de parceria, recentemente a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vinha em conversações com seis startups, enquanto a Votorantim Metais fechou acordo com nove novatas.

Entre as startups que mais fecharam contratos estão a GoEpik, que trabalha com soluções de realidade aumentada para a indústria, e a Lean Survey, que atua como plataforma de pesquisa de mercado. O número de negócios, porém, não foi revelado.

Fonte: DCI

14 nov
Advogado lança aplicativo para promover democracia on-line

Escola de direito aplicado

No início de 2013, Ronaldo Lemos, 41, viu um grande amigo cometer suicídio. Era Aaron Swartz, fundador do Reddit e ativista da internet, que foi preso nos EUA após hackear artigos de uma revista científica no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e torná-los públicos.

O episódio de repercussão mundial fez martelar uma questão na cabeça do advogado brasileiro, mestre em direito por Harvard e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e líder do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS): qual o futuro de quem é ativista e luta pela democratização da tecnologia?

A morte trágica do colega e a pressão para consolidar as demandas que resultariam no Marco Civil da Internet, lei que regula o uso da rede no Brasil, fizeram com que Lemos emagrecesse 20 kg. Ele também deixou a barba crescer e repensou sua atuação.

Até ali, colecionava feitos significativos. Além de ter montado e liderado o grupo de trabalho de tecnologia e sociedade na Fundação Getúlio Vargas, ajudou a regulamentar as “creative commons” (que trata de direitos autorais), questionou o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) sobre o repasse de verbas para produções digitais e já assinava coluna na Folha.

Infância high-tech

Ao mapear a indústria cultural das periferias do Brasil para o livro “Tecnobrega – O Pará Reinventando o Negócio da Música”, ele confirmou as enormes potencialidades da tecnologia. “A chave para entender o Brasil está na base da pirâmide. O brasileiro tem uma capacidade incrível de subverter e criar em cima da tecnologia, seja para fazer música, seja para montar um negócio. Isso é referência para o mundo.”

A sociedade tecnológica e da informação em que vivemos hoje se revelou para Lemos ainda na infância. Isso porque, quando tinha dez anos, sua cidade natal, Araguari (MG), foi escolhida pelo Ministério das Comunicações para o projeto piloto de TV a cabo no país.

“Não sei por que foi escolhida. Mas o impacto que isso provocou, após meados dos anos 1980, foi imensurável”, recorda-se ele, menino do interior que tinha acesso a todos os canais estrangeiros. “Nem os jornais tinham isso.”

O contato com as novidades tecnológicas o ajudou a alcançar seu primeiro emprego. Estudante da Universidade de São Paulo (USP), na faculdade do largo São Francisco, na capital paulista, ele foi contratado por um escritório de advocacia em 1995 por ser um dos raros universitários a ter uma conta de e-mail.

“Eu queria cursar cinema, mas optei por direito, por ser mais palatável para meus pais”, conta. Mas já era um universitário conectado. “Na época da conexão discada, o pessoal fazia fila na minha casa para ver como era. Eu tinha e-mail, o rol@usp.com.br, que era do grupo de pesquisa da faculdade.” Colocou a informação no currículo e, depois, descobriu que fora contratado em razão deste diferencial.

O emprego colocou de novo Lemos diante do fator de transformação na sua vida: o escritório para o qual trabalhava estava envolvido na elaboração da Lei do Cabo (de 1995 e revogada em 2011), que ditou a implantação da TV a cabo no país.

O mergulho definitivo na seara tecnológica se deu quando, com uma bolsa de estudos, o mineiro foi para os EUA, onde fez mestrado em Harvard. Em seguida, tornou-se pesquisador e representante do MIT Media Lab no Brasil.

Referência

Ao voltar ao país, fundou o Centro de Tecnologia e Pesquisa (CTS), embrião do ITS, em 2003. Conheceu sua mulher, a artista plástica Vivian Caccuri, em 2005, e passou a estruturar o seu grande legado, o Marco Civil da Internet, que levou sete anos para ser consolidado e virou lei no Brasil em abril de 2014.

Se você joga Pokémon Go ou assiste à Netflix, deve isso ao Marco Civil e a Lemos. Se você usa um celular que veio de fora do país ou não é homologado pela Anatel, saiba que ele ainda funciona graças a Lemos e ao ITS.

Além de garantir a neutralidade da rede, a privacidade de quem a utiliza e a liberdade de expressão, o Marco Civil da Internet- e Lemos, por tabela – virou referência mundial.

Assim, em 2013, quando se questionou sobre qual poderia ser seu futuro, o empreendedor mineiro refletiu sobre como potencializar a tecnologia para impactar a vida das pessoas.

“Eu trabalho num emprego que criei, no ITS. Então, eu penso que tenho que trabalhar o dobro para mostrar o valor dele, ser criativo, inovador e gerar impacto.”

Protagonismo popular

Além de concretizar o Marco Civil, elogiado até pelo criador da web (www) Tim Berners-Lee, Lemos concluiu que deveria sanar o que mais afligia a população: a crise de representatividade política e a falta de confiança nos políticos.

Pesquisou, então, quantas leis tinham sido criadas no país a partir da vontade popular. E descobriu que esse número era de apenas cinco desde o fim da ditadura, na década de 1980, sendo a última a Lei da Ficha Limpa, em 2010.

Em conversa com o juiz aposentado Márlon Reis, autor do texto, detectou que o maior entrave para a representatividade nas leis era a coleta de assinaturas e sua posterior auditoria.

Foi, então, procurar a resposta na tecnologia. E encontrou a solução no “blockchain”, sistema capaz de criar banco de dados único, seguro e certificado. No caso, Lemos o utilizou para garantir a coleta de assinaturas digitais, com dados de CPF e título de eleitor.

Surgiu, dessa forma, de conhecimentos compartilhados (“Eu nunca faço nada sozinho”), o aplicativo “Mudamos”, que coleta os dados para projetos de lei de iniciativa popular de forma segura e simples.

“É fantástico como a tecnologia pode permitir mudanças. Para colher as assinaturas da Ficha Limpa, foram dois anos. E tinha o risco de um deputado pedir prova de autenticidade, como uma auditoria nas assinaturas. Agora, isso pode ser feito em meses, dias”, afirma Reis.

Lançado em março de 2017, o “Mudamos” foi baixado por mais de 500 mil usuários, que podem propor ou endossar projetos de lei na plataforma.

A confiança na ferramenta se apega ao artigo 61 da Constituição, que, em suma, diz que o Congresso ou as Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais devem apreciar iniciativas populares ou projetos de lei que tenham a adesão de 1% do número de votantes da última eleição.

“Isso fará com que a população seja protagonista novamente, não apenas nas eleições”, afirma Lemos.

O “Mudamos” exibe hoje temas que vão do recall de parlamentares (a possibilidade de revogar mandatos) e do voto limpo (contra a compra de apoio político) até ações para limpar rios em Curitiba e convocar plebiscito em São Paulo (sobre privatização).

A plataforma está aberta a crescer, como Lemos, o advogado high-tech que virou empreendedor social.

Fonte: Folha de São Paulo

13 nov
Como o cérebro funciona durante o vestibular?

iCEV

Entenda como ocorrem as conexões cerebrais e quais partes do órgão são ativadas no período em que o candidato faz a prova

A organização do cérebro humano não é estática. Suas conexões se movimentam o tempo todo, de acordo com a atividade a ser realizada. Foi essa conclusão a que chegou uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Stanford. Durante testes de memória, por exemplo, identificaram que a atividade cerebral ocorreu de forma mais integrada com relação ao estado de repouso. E, quanto maior a rapidez e a precisão na realização da tarefa, mais integrado o cérebro parecia.

Imagine, então, o nível de atividade cerebral durante uma prova de vestibular, em que a pressão e a ansiedade são constantes. “Nesta situação, não apenas o cérebro reage, mas ele se comunica com outros órgãos do corpo, o que denominamos de eixos. Existe o eixo hipotalámo-hipófise-supra-renal, por exemplo, que fica mais ativado frente a uma situação estressante.

Essa ativação leva à produção de noradrenalina, aumenta a pressão arterial, a frequência cardíaca e respiratória e há aumento também do cortisol que, em excesso, pode prejudicar, inclusive, a nossa capacidade de memorizar”, explica Flavio Shansis, médico psiquiatra e professor da Graduação em Medicina na Unisinos. Talvez seja por isso que tanta gente tem “branco” no momento da prova.

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De acordo com ele, as áreas ditas mais nobres do cérebro são ativadas durante o vestibular, dentre as quais o corte pré-frontal é bem importante. “Existem áreas mais relacionadas à memória, ao processamento de dados, que são mais estimuladas quando colocadas em demanda.

Estudos mostram que áreas nobres, como o corte pré-frontal, por exemplo, são ativadas quando são desafiadas, e isso é mostrado em exames de neuroimagem funcional. Portanto, provavelmente, no momento de uma prova, essas e outras áreas serão mais demandadas”, explica Shansis. Áreas da memória, como o hipocampo, também podem ser mais ativadas em situações que requeiram evocação de conhecimentos anteriormente adquiridos, que é o caso do vestibular.

E como as conexões cerebrais não são estáticas, é possível aprimorá-las para obter um melhor desempenho no vestibular. A leitura e os exercícios de memória podem não apenas aumentar as conexões, como torná-las mais eficientes. Dormir bem também é fundamental, pois a falta de sono diminui a criatividade, a concentração, o aprendizado e a capacidade de planejar e resolver problemas, deixando o raciocínio lento.

Veja, a seguir, quais partes do cérebro são acionadas durante o vestibular:

Fonte: Revista Galileu

09 nov
Descubra quais são as faculdades mais tecnológicas do mundo!

Escola de tecnologia aplicada

A tecnologia hoje rege os avanços da humanidade, e é exatamente por isso que formar profissionais capazes de dar continuidade a essa evolução é altamente necessário. E, por onde mais esse momento poderia começar, se não nas faculdades tecnológicas, os grandes berços da inovação?

Quanto mais valiosa a experiência universitária no âmbito tecnológico, melhor serão os resultados de aprendizado do aluno, a médio e longo prazo. Laboratórios de ponta e centros avançados de pesquisa cada vez mais têm estado presentes dentro dos campi ao redor do mundo.

Com recursos e ferramentas tão fortes, o resultado são prêmios e reconhecimento mundial para os alunos. Acompanhe o post e descubra quais são as faculdades mais tecnológicas do mundo!

MIT: Massachusets Institute of Technology (EUA) — a número 1 do mundo em tecnologia

A MIT é a terceira melhor universidade do mundo segundo o Center for World University Rankings (CWUR), e a melhor do mundo na área de tecnologia e engenharia, segundo o QS World University Rankning by Subject, ranking promovido anualmente pela consultoria Quacquarelli Symonds.

Em seus 156 anos de existência, a MIT tornou-se o maior e mais importante centro de pesquisa científica do mundo, e isso só foi possível por sua forte estrutura tecnológica, baseada em centros de pesquisa avançada.

A principal característica da instituição é seu foco em metodologias que abordam a solução de questões de nível mundial, e, por conta disso, essa abordagem produziu uma série de cientistas renomados, além de 80 prêmios Nobel e 56 vencedores da Medalha Nacional da Ciência.

Apesar de seu viés tecnológico e científico, o fundo de doações de U$ 10 bilhões permite que a MIT também abra espaço para as artes e questões humanitárias.

A MIT Press, agência de comunicação da instituição, publica anualmente 30 revistas e 220 livros renomados. Essas publicações trazem conteúdo proveniente de pesquisas sobre tendências científicas, industriais e de campos relacionados.

Stanford University (EUA) — a segunda melhor tecnológica do mundo dá ênfase ao meio ambiente

Situada em Palo Alto, na California, Stanford é a segunda melhor faculdade tecnológica do mundo, segundo o QS World University Rankning by Subject, e a segunda melhor universidade do mundo, de acordo com o ranking CWUR.

Com tantas referências positivas em rankings, Stanford conta com vastos recursos para pesquisa de ponta e um fundo de investimento de de U$ 18,7 bilhões, proveniente de doações.

Tanto poderio financeiro proporciona estudos e pesquisas altamente avançadas, por meio de recursos tecnológicos de última geração. Grande parte desses estudos são voltados para questões ambientais e ecológicas. Isso se dá pois a instituição é vizinha da reserva ecológica de Jasper Ridge, de 1.189 hectares.

Cientistas e pesquisadores usam essa proximidade para estudar ecossistemas em primeira mão e desenvolverem iniciativas em defesa dos animais e do meio ambiente. Além disso, eles utilizam um radiotelescópio de 45 metros, o “The Dish”, para estudar a ionosfera.

A instituição foi responsável por 22 prêmios Nobel, originou 51 membros da Sociedade Americana de Filosofia, 158 membros da Academia Nacional de Ciência e 5 vencedores do Prêmio Pulitzer.

Cambridge University (Inglaterra, Reino Unido) — a inovação a todo vapor no “Velho Mundo”

A mais forte representante da Europa no cenário mundial de melhores universidades, Cambridge é a quarta melhor instituição de ensino superior do mundo, segundo o ranking CWUR, e a terceira melhor entre as faculdades tecnológicas, segundo o QS World University Rankning by Subject.

Com pouco mais de 800 anos de existência, Cambridge tem registros históricos impressionantes quando se trata de estudos que resultaram em importantes avanços da humanidade.

Lá Isaac Newton fez estudos sobre suas leis de movimento, Ernest Rutherford pesquisou sobre as divisões do átomo, Charles Darwin deu início à teoria da evolução e a dupla James Watson e Francis Crick descobriu o DNA.

Cambridge hoje segue os estímulos e a condução de pesquisas do mesmo porte destas apresentadas, que foram capazes de mudar o curso da história da humanidade, tudo isso com avançadas ferramentas tecnológicas.

A instituição consegue isso por meio de suas instituições e departamentos internos, como o Departamento de Engenharia a Escola de Tecnologia e o Departamento para a Liderança e Sustentabilidade.

Além de todo seu peso histórico, Cambridge também é detentora de um recorde: 94 prêmios Nobel conquistados. Nenhuma outra instituição alcançou essa marca.

Faculdades tecnológicas no Brasil — conheça as referências no país

O Brasil também investe na alta qualidade da formação de profissionais. Algumas das melhores instituições da América Latina se encontram espalhadas pelo país.

Tanto nas instituições públicas, quanto nas particulares, o foco no desenvolvimento de pesquisas e no ensino, tendo as tecnologias avançadas como ferramenta, eleva nível de aprendizado. Conheça agora as principais faculdades tecnológicas do Brasil.

USP

A Universidade de São Paulo é a 143ª melhor faculdade do mundo de acordo com o QS World University Rankning by Subject e a melhor da América Latina, segundo o ranking da revista Times Higher Education.

A USP oferece entre suas graduações os cursos de Engenharia Aeronáutica, Computacional, Eletrônica e Mecânica.

No seu campus da Escola Politécnica, na cidade de São Paulo, ela abriga os cursos de tecnologia e engenharia, com um total de sete mil alunos.

Unicamp

Situada em Campinas, São Paulo, a faculdade aparece como a segunda melhor da América Latina, no ranking da Times Higher Education. Mundialmente ela é a 195ª melhor, de acordo com o QS World University Rankning by Subject.

A faculdade de tecnologia, localizada na cidade de Limeira, tem 45 anos de existência, e nesse tempo já se tornou a mais concorrida no país.

Os laboratórios da instituição abrem espaço para pesquisas constantes nas áreas de engenharia de telecomunicações, semicondutores e computação.

A instituição é tão forte que teve seu curso de engenharia elétrica e mecânica colocado como o 47º melhor do mundo em 2015 pelo QS World University Rankning by Subject.

UFRJ

A Universidade Federal do Rio de Janeiro é a quinta melhor da América Latina no ranking da Times Higher Education, e apareceu como a melhor do Brasil no ranking da Folha de São Paulo em 2016.

Com quase um século de existência, a universidade possui 4 campi no Rio de Janeiro, totalizando cerca de 40 mil alunos.

A instituição é referência em pesquisas nos campos de engenharia, com laboratórios para telecomunicações, realidade virtual, circuitos integrados e engenharia de software. Tudo isso graças ao COPPE/UFRJ, seu instituto de pós-graduação.

IME

O Instituto Militar de Engenharia, localizado no Rio de Janeiro, é referência no ensino superior, tendo um rigoroso processo seletivo que exige tanto aptidão intelectual, quanto física, por ser uma instituição militar.

Com 225 anos de tradição, o IME oferece cursos em diversas áreas da engenharia como elétrica, eletrônica, de telecomunicações, de computação e até nuclear, esta só para a pós-graduação.

ITA

Faculdade pública da Aeronáutica, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica é vinculado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos.

A instituição é referência em pesquisas tecnológicas e oferece cursos de engenharia mecânica, aeronáutica, eletrônica, civil, de computação e aeroespacial.

Na hora de escolher qual universidade cursar, vale avaliar até onde ela pode levar você e analisar o que os ex-alunos têm alcançado no mercado de trabalho.

Seus amigos, assim como você, também têm dúvidas sobre quais são as melhores faculdades tecnológicas? Então, compartilhe este conteúdo em suas redes sociais e divida a informação com eles!

iCEV

O iCEV – Instituto de Ensino Superior, traz para o Piauí o primeiro curso bacharelado em Engenharia de Software, coordenado pela Escola de Tecnologia Aplicada. O projeto é integrado, com gatilho para aplicação prática e discussões atuais. As pesquisas desenvolvidas terão possibilidades de parcerias com as gigantes Google, Facebook e Microsoft. Alé, disso, estão previstos para 2018 cursos de pós-graduação em Desenvolvimento de Jogos, Governança de T.I, Tecnologias Educacionais.

Fonte: Ascom iCEV

09 nov
Escola de negócios: você realmente sabe o que elas são?

Escola de negócios e gestão

Empreender, ser um profissional diferenciado e estar apto para enfrentar os dilemas no mundo dos negócios são alguns dos seus desejos para o futuro? Então, a melhor escolha para atingir os seus objetivos é estudar em uma escola de negócios. Mas o que elas são?

Tratam-se de instituições que vão muito além do senso comum, visando formar estudantes diferenciados, que desenvolvam suas funções de maneira inovadora e competente.

Assim, a forma mais inteligente de investir o seu dinheiro é fazê-lo no seu crescimento profissional. Mas, para investir com segurança, é preciso saber que apenas oferecer cursos na área de gestão não garante que uma instituição se declare escola de negócios, já que muitos recursos precisam ser disponibilizados para que o profissional desempenhe um trabalho de alta qualidade.

O objetivo específico dessa escola é desenvolver, de forma prática, as potencialidades do estudante de maneira que ele seja capaz de encontrar e propor soluções para os problemas que surgem — assim como fará no mercado de trabalho. Quer conhecer as qualidades e o funcionamento dessas escolas? Continue lendo e confira!

Paralelo entre teoria e prática

Colocar o conhecimento em prática é a melhor forma de aprender um conteúdo, não é mesmo? É isso que a escola de negócios oferece como diferencial aos estudantes. Para que uma escola de negócios seja reconhecida existem algumas especificidades que precisam existir em sua estrutura, uma delas é a grade curricular, que é voltada para a prática das disciplinas.

Laboratórios modernos que simulem um ambiente empresarial, um bom programa de estágio e um corpo docente qualificado são outras características necessárias para que uma instituição seja uma escola de negócios. Percebe-se que, como foi dito, oferecer somente cursos de graduação ou de pós-graduação na área de gestão não é o suficiente para formar um profissional que esteja à frente dos demais.

Sendo assim, o contato com a prática que a instituição proporciona ao estudante vai estimular o conhecimento dos trabalhos realizados por outros profissionais. E isso, consequentemente, será um ponto positivo no momento real de trabalho no futuro, em que terá que garantir bons resultados para o crescimento da sua própria empresa ou para a qual ele trabalha.

A escola de negócios dá ao estudante a oportunidade de experimentar o contato com o mundo empresarial. E é por isso que ela vai muito além de um ensino baseado em disciplinas com livros didáticos: neste ambiente, acredita-se que um vasto conhecimento da profissão e da realidade das empresas são adquiridos na prática.

Desenvolvimento de forma integral

Os jovens que desejam empreender e serem destaques por competência e eficiência no mundo empresarial estão no caminho certo ao decidirem se capacitar em uma escola como essa. Contudo, mesmo que já estejam cursando uma graduação, é essencial complementá-la com um curso que proporcione conhecimento pleno da profissão.

A instituição se preocupa em formar o estudante por completo, ou seja, desenvolvendo suas habilidades para que as funções sejam exercidas de modo que fuja do que é comum.

Há uma preocupação em buscar inovações e melhorias nos conteúdos para que a aproximação com o mundo real dos negócios seja absoluta. Assim, quando o estudante concluir a graduação e se tornar um profissional, estará preparado para encarar as metas e aplicar todos os seus conhecimentos adquiridos, assegurando um trabalho de qualidade incomparável.

O profissional saberá reconhecer todas as necessidades de cada área de uma empresa e trabalhar para que prejuízos sejam evitados, por isso, a instituição tem a preocupação em desenvolver de forma integral cada estudante. Só assim, ele será um líder preparado para a vida real da profissão.

Escolas de negócios reconhecidas

Temos, no Brasil, muitas escolas com cursos reconhecidos internacionalmente. Três delas, a Fundação Dom Cabral, o INSPER e a FGV-EAESP, figuram entre as melhores do mundo. Muitos acreditam que vão chegar no primeiro dia no curso e ter aula sobre estratégias de gestão, não é mesmo?

Pois bem, esse não é um método que a Fundação Dom Cabral utiliza com seus estudantes, por exemplo. O assunto inicial é ligado à filosofia com questionamentos sobre o futuro da gestão e, para isso, vão para as cidades históricas estudar na prática a arte, a sustentabilidade e a cultura.

Mas para quê? Para que a consciência do aluno seja mais aberta às novidades no mercado de trabalho, tornando-se mais preparado para as mudanças e, principalmente, para lidar com as complexidades no mundo dos negócios.

O INSPER, em São Paulo, procura acompanhar as demandas das empresas com a finalidade de saber quais são as características de profissionais que são bem qualificados, para então, desenvolver as habilidades necessárias dos estudantes.

Já a FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas em São Paulo) privilegia a conexão com a prática e busca estar sempre em constante inovação despertando o espírito empreendedor do estudante.

No iCEV – Instituto de Ensino Superior, a Escola de Negócios e Gestão também foca na prática já nos primeiros períodos, colocando o aluno como protagonista do aprendizado. Além disso, há investimento em um Centro de Empreendedorismo que contempla a criatividade, a validação de ideias, a lógica de vender valores e o comportamento do consumidor. Laboratório de startup, disciplinas voltadas para o design thinking e consumer behavior (esta, ministrada toda em inglês), compõe a grade “fora da caixa”.

Enfim, são escolas que oferecem cursos com um objetivo bem mais relevante do que apenas ensinar matérias de administração, contabilidade e finanças, por exemplo.

O grande propósito que as instituições pretendem alcançar é formar profissionais e líderes, por meio de projetos realizados na prática, que serão capazes de solucionar problemas e atingir metas nas empresas e, claro, de maneira mais eficiente que qualquer outro profissional da área.

A globalização trouxe ao mundo muitas oportunidades de crescimento profissional e investir em uma escola de negócios vai permitir que você amplie seus conhecimentos e suas habilidades nas áreas de gestão, administração, marketing, entre várias outras. Investir em conhecimento é investir no seu futuro profissional!

Profissionais que desejam seguir carreira no mundo dos negócios precisam reconhecer a necessidade de estar em constante mudança, acompanhando de perto as inovações. Portanto, é imprescindível que se formem em uma escola de negócios, pois elas preparam o aluno para que ele seja inserido no mercado de trabalho da maneira mais completa e inovadora.

Fonte: Ascom iCEV

07 nov
5 desafios que todo advogado enfrenta ao falar com seus clientes

Escola de direito aplicado

Se você é advogado ou está estudando Direito, provavelmente já ouviu “advogados falam difícil”, não é?

Sabemos que a linguagem jurídica pode ser, de fato, bastante complicada, principalmente para quem não é da área. Mas será que a “regra” de que advogados sempre falam de forma complexa é mesmo certa?

Pensamos que não. Temos certeza que, com o preparo e o conhecimento necessários, qualquer advogado consegue driblar os “palavrões” do Direito e conversar de uma forma mais clara com seus clientes.

Para começar a pensar sobre esse assunto, separamos CINCO dos muitos desafios que praticamente todo advogado enfrenta ao falar com seus clientes. Confira cada um deles e comece agora mesmo a treinar a sua oratória, comunicando cada vez melhor com as pessoas no seu escritório!

1. Ser objetivo

Você conhece a expressão “encher linguiça”? Se sim, sabe que ela significa “falar com pouca objetividade”, contando muitos detalhes de uma história ou demorando muito a chegar ao ponto central do assunto.

Bom, os advogados são constantemente acusados de usarem essa tática, seja nos tribunais ou no diálogo com os seus clientes. Por isso, um dos principais desafios para falar com as pessoas de modo mais claro é, justamente, deixar de “encher linguiça”, como se diz por aí, e ser mais objetivo.

Esse desafio não é exclusividade dos advogados. Para ser um bom comunicador é preciso ser objetivo, não importa qual seja a profissão. Hoje em dia, mais que nunca, as pessoas estão acostumadas a informações rápidas. Por isso, quando conversam face a face, também esperam a mesma agilidade.

Na hora de falar com seus clientes, tente ser o mais direto possível. Evite trazer dados desnecessários e foque no problema central. Tente explicar a situação com clareza, evitando dar muitas voltas no mesmo assunto.

Os maiores comunicadores costumam usar uma tática bastante simples nas suas apresentações. Eles desenvolvem o raciocínio seguindo dois pontos: “como é agora” e “como poderia ser no futuro”. Para os advogados, esse recurso pode ser muito útil.

Para explicar um processo, por exemplo, tente falar assim, mostrando como é a realidade do seu cliente no momento e como ela poderá ser no futuro. Dessa forma, você garante a objetividade na sua fala!

2- Usar menos termos técnicos

Tradicionalmente, os profissionais do Direito, como juízes, promotores e advogados, eram vistos pela sociedade como intelectuais. Com esse estereotipo, nasceu a necessidade do “falar bonito”, usando termos que, às vezes, as pessoas sequer compreendem.

A internet trouxe muitas mudanças e a grande maioria dessas mudanças impactou a forma como as pessoas se comunicam. Atualmente, “falar bonito” não é mais algo típico de um bom comunicador ou um intelectual de respeito. Um bom comunicador é, hoje, aquele que se faz entender com facilidade.

E, com os advogados, isso não é diferente. Na área do Direito especificamente, falar bonito significa usar muitos termos técnicos para mostrar um ponto de vista ou defender uma ideia.

Bem, se você quer falar com seus clientes com maior clareza, um passo fundamental é deixar essa tradição de lado e, sempre que possível, recorrer às palavras comuns (e não aos termos técnicos).

Quando você usa excessivamente termos técnicos, dificulta o entendimento da sua mensagem. E, oras, qual é a intenção quando falamos com alguém? Sermos entendidos, certo? Portanto, não faz sentido usar palavras que o outro não conhece, ok?

Mantenha o bom português, falando de uma maneira gramaticalmente correta, mas dê preferência a expressões mais compreensíveis e use os termos técnicos somente quando esse uso for indispensável.

3- Não explicar a solução em etapas

Não é preciso ser advogado ou estudar Direito para saber que os processos burocráticos podem ser bem complicados no Brasil, não é verdade? Geralmente, os clientes se sentem confusos e necessitam que os advogados expliquem a solução em etapas.

“Livia, como assim?” Às vezes, quando entendemos muito de um assunto, temos a tendência a explicar apenas os pontos de chegada e partida. Mas os clientes não estão tão acostumados com o sistema jurídico quanto você.

Por isso, não fale apenas sobre o passo ou a solução final, mas mostre as etapas de como chegar até lá. Isso, além de ser mais compreensível para os clientes, serve para tranquilizá-los e deixá-los a par de todos os detalhes do problema. Por exemplo: “o primeiro passo é mandar os documentos; em seguida, iremos protocolar tal item no cartório; depois disso, recolheremos assinaturas; e, ao final, é só esperar o retorno”.

O importante é: seja claro!

4- Dificuldade em se vender

Para ter sucesso no trabalho, é fundamental saber se vender. Não adianta apenas trabalhar com dedicação e se esforçar para ter bons resultados, é preciso mostrar isso para os outros.

Pode parecer estranho, mas essa é a verdade. Saber vender a si mesmo não significa ser exibido ou prepotente. Nos dias de hoje, essa é uma habilidade que todo profissional deve ter, desde a entrevista de emprego até no dia a dia do trabalho.

Para os advogados, a regra é a mesma. Sabemos que existem MUITOS advogados formados e especializados nas mais diversas áreas. Então, para conseguir novos clientes e manter os antigos, não tenha medo em vender o seu trabalho, mostrando bons resultados e experiências positivas que você já viveu na sua trajetória profissional, ok?

5- Criar uma apresentação institucional atraente

Esse desafio está bastante ligado ao anterior. Se você pertence a uma instituição – ou se tem a sua própria instituição –, crie uma apresentação atraente. Para isso, esteja sempre atento a alguns itens, como:

– Um bom cartão de visitas: tenha sempre à mão um cartão com suas informações e garanta que esse cartão seja bem feito, com uma boa logomarca.

– Se optar por manter um site ou redes sociais, faça isso de um modo bem feito. Se possível, peça ajuda a um profissional especializado no assunto. Tente incluir conteúdo interessante nas suas redes e esteja mais próximo aos seus clientes.

Esteja atento a esses cinco desafios sempre que se comunicar com seus clientes ou futuros clientes! Lembre-se: uma boa comunicação é indispensável para o sucesso de todos os profissionais, especialmente aqueles que, como os advogados, lidam diariamente com o público!

Fonte: www.thespeaker.com.br

06 nov
Ferramentas que vão te ajudar nos estudos para o vestibular

iCEV

Aplicativos e tutoriais te ajudam a estudar de graça na internet e no celular

Quando os livros e apostilas não parecem mais o suficiente para sua salvação no vestibular e no Enem, a internet entra em cena para organizar seus estudos e ensinar tudo o que você precisa saber na hora da prova. Com um pouco de foco, os apps e canais do Youtube que separamos nessa lista devem facilitar a rotina de qualquer vestibulando:

1. Ligado no Enem
App com mais de 140 horas de cursos com professores de cursinho preparatório, divididos por matérias do ensino médio. Disponível para Android, iOS, Windows Phone e outros celulares.

2. Me Salva!
Canal de vídeo com aulas curtas sobre os principais temas do vestibular e playlists de “extensivos” para estudar todas as disciplinas do ensino médio.

3. Geekie Games
Com resumos, aulas em forma de vídeo e simulados do Enem, o aplicativo foi desenvolvido para Android e pode ser usado em tablets.

4. Oficina do Estudante
O canal explica como fazer uma boa redação, comenta os livros que caem no vestibular e separa aulas de todas as matérias do ensino médio.

5. App Prova Enem
Criado por uma startup de professores, o app oferece questões divididas por área de conhecimento e organiza um ranking de estudos. Disponível para celulares ou navegação no computador.

6. Descomplica
Vídeos sobre atualidades, dicas de como organizar os estudos e outros temas que costumam cair nas provas do Enem.

7. EstudaVest
Questões e simulados de vestibulares e do Enem, disponível para todos os celulares e também na internet.

8. Aula Livre
Vídeos dinâmicos organizados pelas matérias tradicionais do ensino médio.

9. Youtube Educação
A ferramenta do Youtube ajuda a buscar vídeos e tutoriais de ensino médio e fundamental em português.

10. Edu.app
Dedicado aos estudos do Enem, reúne as principais videoaulas da ferramenta Youtube Edu. Disponível para Android.

11. FGV Ensino Médio Digital
Curso online da Faculdade Getúlio Vargas, com vídeos divididos pelos temas mais comuns em provas de vestibular.

12. O Matemático
Matemática, física, estatística e tudo o que você tem dificuldade de entender sobre números.

13. Aula De
Todas as matérias do vestibular ensinadas em vídeo por um time animado de professores.

Fonte: Revista Galileu

02 nov
Quais são as linguagens que os programadores mais preferem evitar?

Escola de tecnologia aplicada

O Stack Overflow, conhecido site de perguntas e respostas para programadores, tem uma seção em que você pode cadastrar seu currículo e informar quais linguagens você prefere usar no trabalho, e quais pretende evitar. Esta informação fica pública em seu perfil.

Após analisar centenas de milhares de perfis, o Stack Overflow descobriu as linguagens de programação mais “odiadas” pela comunidade.

O Perl está na frente, e por uma margem bem grande. Ela foi criada por Larry Wall, linguista e programador da NASA, no final dos anos 80. Trata-se de uma linguagem bastante versátil, mas que pode ser confusa e deselegante, criando dores de cabeça para o programador. Por isso, em comparação a um canivete suíço, ela é descrita como uma “motosserra suíça”.

Na sequência, temos Delphi e VBA (usada nas macros do Excel), seguidas de longe pelo PHP, Objective-C, CoffeeScript e Ruby. No outro extremo, os programadores demonstram maior interesse em R, Kotlin e TypeScript.

É bom deixar claro: a análise do Stack Overflow não significa que os programadores tenham ódio pessoal contra o Perl ou Delphi. Na verdade, isso mostra que eles preferem não trabalhar com essas linguagens — talvez porque não sejam muito desejáveis para suas carreiras.

Temos também o outro lado: há quem odeie JavaScript, mas não há como fazer desenvolvimento web sem ele, então você não vai encontrar essa linguagem como a mais “odiada”. Para a análise, foram consideradas as linguagens com pelo menos 2 mil menções nos Developer Stories.

O Stack Overflow também fez uma análise mais abrangente, levando em conta sistemas operacionais, plataformas e bibliotecas que os desenvolvedores preferem evitar. As tecnologias mais “odiadas” são o Internet Explorer, Visual Basic, COBOL e Adobe Flash:

Faz todo o sentido que desenvolvedores não queiram trabalhar, por exemplo, com o Internet Explorer: a própria Microsoft migrou seu foco para o Edge, ainda que o navegador para Windows 10 tenha suas limitações. Por sua vez, o Flash já tem data para morrer.

Como explica o Stack Overflow, “isso não é uma acusação contra as tecnologias, sua qualidade ou sua popularidade. É simplesmente uma medida de quais tecnologias estimulam sentimentos negativos fortes em pelo menos um subconjunto de desenvolvedores, que se sentem confortáveis ​​compartilhando isso publicamente”.

Fonte: Tecnoblog

01 nov
66% dos brasileiros querem abrir o próprio negócio para ter mais liberdade e autonomia

Escola de negócios e gestão

Estudo realizado pela MindMiners, em parceria com o PayPal, fez um raio X do empreendedorismo no Brasil.

Dois terços dos brasileiros (66%) querem abrir a própria empresa para ter mais liberdade e autonomia. É o que mostra uma pesquisa realizada pela MindMiners, encomendada pelo PayPal, que fez um raio X do empreendedorismo no Brasil.

O estudo, divulgado nesta terça-feira (31/10), foi realizado entre 31 de agosto e 11 de setembro de 2017, e contou com a participação de 300 homens e mulheres que sonham em empreender.

Segundo os dados revelados pela pesquisa, 20% dos futuro empreendedores querem criar uma empresa de tecnologia. Sendo que 51% dos entrevistados pensam em um negócio multicanal, pois querem abrir uma loja física e online.

Apesar disso, 64% desses indivíduos ainda não buscaram ajuda para iniciar a empresa. Quem já o fez, procurou o Sebrae (19%) e universidades/faculdades (13%).

A falta de capital foi apontada por 49% dos entrevistados como o que mais atrasa a tomada de decisão para iniciar o negócio.

Empreendedores atuais

A pesquisa também avaliou as motivações e características de empresários que já estão com a empresa operando. O modelo de negócio escolhido pela maioria deles é o B2C (34%), que vende diretamente ao consumidor final, seguido por 24% que vendem para o varejo e 8% para marketplaces.

Em relação ao investimento no negócio, os dados mostram que 39% das pessoas afirmam ter colocado pelo menos R$ 10 mil do próprio bolso na empresa e que 19% dos entrevistados juram que não investiram nada. Quem precisou buscar um sócio, encontrou ajuda com familiares (51%) e amigos (29%).

Características em comum

Assim como quem sonha em abrir uma empresa, quem já começou o negócio tem se interessado pelo conceito de multicanal, cerca de 42% dos entrevistados afirmam ter loja física e online.

Outro ponto em comum é que 57% dos empresários afirmaram que viam a empresa própria como a chance de ter mais liberdade e autonomia.

Gustavo Carrer, Consultor sênior Sebrae, diz que os resultados da pesquisa indicam uma transformação no perfil do empreendedor brasileiro. “As pessoas que eu atendia há 20 anos tinham dúvidas muito mais básicas do que os empresários de hoje. Isso mostra um amadurecimento. As pessoas não se assustam mais quando veem a palavra plano de negócio. Pelo contrário, já chegam com um rascunho pronto quando nos procuram”.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

31 out
UBER: A polêmica sobre a natureza jurídica do aplicativo e sua legalidade

Escola de direito aplicado

1. O aplicativo uber e o surgimento de uma nova forma de transporte público ou privado

O tema da atualidade que cada vez mais passa a ser o cotidiano dos noticiários e da conversas de rua onde uma forma inovadora de se deslocar pelos grandes centros urbanos sem a necessidade de se valer de veículos próprios ou transporte públicos incomoda certos grupos e dividem opiniões entre políticos, população e até mesmo os juristas.

O Brasil recebeu a menos de um ano a inovação tecnológica dos aplicativos de transporte privados já existente em outros grandes centros e, como neles, o debate de sobre sua validade e legalidade o acompanharam com muita polêmica.

Infelizmente, ao contrário de outros lugares onde o debate ideológico ou jurídico foram os mais relevantes, no Brasil estes vieram a ser acompanhados de muita polêmica, principalmente envolvendo tensões e batalhas quase campais entre os permissionários de serviços transporte e aqueles que entenderam haver uma brecha na legislação para que a atividade pudesse ser desenvolvida por empreendedores privados.

A polêmica vem diariamente sendo debatida nos meios de impressa, vez o outra geram conseqüências criminais com depredação de bens privados, mas uma coisa é certa, há cada dia esses aplicativos ganham mais força e afeição da população, o que pode ser um caminho sem volta, ainda que não haja uma regulamentação especifica para a atividade.

A justificativa pela necessidade de autorização ou até mesmo permissão para que esta inovação tecnológica com conseqüências para a vida real da população são muitas: má prestação de serviço por parte dos permissionários, livre concorrência, direito de escolha, exclusividade do exercício da atividade por parte de permissionários, controle estatal na atividade, etc.

Embora acredite que cada qual tem seu fundamento e razões reais de defesa de um lado ao outro, pretendo com esse artigo apresentar suas divergências e, com isso, possibilitar uma formação de entendimento crítico pelo leitor que poderá se posicionar de um lado ou outro.
2. Da natureza jurídica do serviço

O primeiro ponto a ser debatido é de fato qual seria a natureza jurídica do serviço explorado pelo Uber e por qualquer outro aplicativo que certamente será criado após o sucesso que o Uber vem tendo. A questão inicial se o serviço é considerado uma forma de transporte público de passageiros por tarifa, tal como os taxis, ou um transporte privado de passageiros.

Pensar nesta diferença inicialmente possibilita traçar argumentações jurídicas distintas e, com isso, justificar sua legalidade ou ilegalidade. Pois bem, a premissa sobre a natureza jurídica do serviço mostra sua divergência conceitual que, após definida, afastam as teses dos defensores de cada corrente de tal maneira que dificilmente um consenso possibilitará sua convergência novamente.

Sabe-se que a análise de argumentações jurídicas sobre dois pontos normalmente possuem divergências tão pouco significativas que, embora divergentes, alinham-se em paralelo quanto a sua conceituação, possibilitando, assim, que possam convergir para uma conclusão comum, ainda que não exatamente no sentido da inicialmente proposto.

No caso do Uber, as correntes são antagônicas, o que implica na calorosa discussão não apenas da legalidade ou ilegalidade, mas na tentativa mais evidente de tentar desconstruir a tese contrária do que defender de fato a tese favorável.

Argumentos são apresentados por um ou outro lado que saem do jurídico e passam pela impressão pessoal ou justificativas que, sob a ótica da argumentação jurídica, não podem ser aceitas para defender uma ou outra parte.

Veja, os defensores do Uber justificam a necessidade de se manter o serviço em razão da baixa qualidade dos serviços de taxis, da idade dos veículos, da má-formação ou capacidade de atendimento de seus motoristas. De fato, tais pontos são observados na grande maioria dos taxistas que exploram o serviço permissionário nos grandes centros, mas não podem ser justificativa para defender a validade ou legalidade dos serviços disponibilizados pelo Uber, pois não são argumentos jurídicos e sim simples impressão pessoal do público geral. Ora, se o serviço é ruim, cabe ao Poder Público empreender medidas para melhorá-lo e não permitir que outros o façam diante de sua inércia ou negligencia.

Do outro lado, de igual forma, os taxistas defendem que o serviço do Uber possuem vantagens na não necessidade de suportar os efeitos da fiscalização pública, não pagamento de impostos ou taxas devidas em razão da atividade de permissão pública. Da mesma forma, são argumentos que não possuem qualquer fundamentação jurídica capaz de serem utilizados no debate sobre sua legalidade ou não. Veja, se o Uber ou seus motoristas vem sonegando o recolhimento fiscal decorrente de sua atividade, cabe ao Poder Público fiscalizar, autuar e cobrar, mas não impedir a atividade caso ela venha a ser considerada lícita. Da mesma forma, eventual necessidade de pagamento de taxas ou outras contribuições existentes para uma parte ou outra devem fazer parte uma análise efetiva se tais cobranças ou isenções desequilibram a concorrência. Como se sabe, os taxistas de fato pagam taxas aos municípios, o que os motoristas do Uber estão desobrigados, mas de igual forma possuem redução no pagamento de IPVA que os motoristas do Uber não fazem jus.

Percebe-se, portanto, que não seriam esses os argumentos necessários a justificar a legalidade ou ilegalidade do aplicativo, mas sim se, sob a ótica da legislação vigente, o serviço é considerado um serviço de transporte público ou um serviço de transporte privado de passageiros.

Este é o ponto em que ambas as correntes se divergem e, pelo presente estudo, se pretende apontas as duas e qual vem sendo o posicionamento legislativo e judicial.
3. Transporte público ou privado de passageiros

A legislação brasileira, tal como ocorre em outros países que inclusive já proibiram o Uber (França e Espanha), define de forma clara na Lei 12.468/11[1] e na Resolução 4.287/14 da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), que o transporte público individual remunerado de passageiros somente pode ser realizado por taxistas. A resolução da ANTT estabelece, ainda, que é considerado “serviço clandestino o transporte remunerado de pessoas, realizados por pessoa física ou jurídica, sem autorização ou permissão do Poder Público competente”.

Fundamenta-se, ainda, que se tratando de um serviço de interesse e regulamentação pública, a ausência de controle por parte do Poder Público implicaria em riscos aos seus usuários e passageiros, sem falar na possibilidade de se travar uma concorrência desleal.

Importante examinar as características jurídicas dos dois serviços para verificar se possuem a mesma natureza jurídica ou se, de fato, há determinantes diferenças que possam possibilitar a sua coexistência sem qualquer prejuízo ou argumentação de concorrência desleal.

O serviço de taxi é caracterizado como um serviço público de transporte individual que necessita de prévia autorização do Poder Público Municipal que impõe regulamentação objetiva, regras de fiscalização e formas e limitações ao serviço.

A padronização do serviço mostra-se evidenciada nas cores e sinais distintivos dos taxis, inclusive dentro do veículo onde se obriga a apresentação do certificado de licença e autorização como nome, numero e foto do motorista, o que possibilita aos passageiros identificá-lo com facilidade nas ruas públicas e para eventuais reclamações.

O serviço de taxis impõe privilégios na circulação (não são submetidos a restrições de circulação em áreas dos grandes centros), isenções ou reduções tributários na aquisição de veículos ou dos impostos anuais necessários a sua circulação.

A contrapartida exigida pelo Poder Público regulador é o impedimento na recusa de passageiros, a utilização de pacote tarifário previamente definido, o que os impede de cobrar, em tese, valores superiores ao estabelecido.

Já os serviços prestados pelo Uber se divergem de forma significativa daqueles impostos aos taxistas, o que denotam não poderem ser considerados como públicos para fins de enquadramento na legislação federal.

Os motoristas do Uber não podem, ao contrário dos taxistas, fazerem uma atendimento ostensivo nas ruas, ou seja, estão impedidos de atender passageiros sem que seja por meio do aplicativo, não possuem qualquer isenção tributária ou fiscal e, por outro lado, não necessitam de padronização ou observância de fixação de preços.

Ao impor que o atendimento a passageiros somente se dará por meio do aplicativo, os defensores do Uber entendem que o serviço deixa de ser público pois somente aquele seleto grupo que buscou a contratação do aplicativo possui acesso ao serviço, tornando-o privado e exclusivo a um determinado grupo de pessoas que, por livre escolha e vontade, optaram por utilizar o serviço disponibilizado pelo aplicativo.

Com uma leitura rápida da Lei 12.468/11, pode-se concluir pela ilegalidade do Uber, uma vez que os seus motoristas vêem realizando o transporte de passageiros, mediante tarifa e por corrida.

Todavia, sob a análise da distinção jurídica dos serviços é possível concluir que apenas os taxistas exercem de fato “transporte público individual de passageiros”.

Ora, somente os taxistas, detentores de autorização pública para exercer a atividade, possuem controle de preços, obrigatoriedade de atendimento indiscriminado de passageiros e um regime de fiscalização, pois os motoristas do Uber, embora sujeitos a fiscalização estatal, possuem uma atividade essencialmente privada, com a remuneração por preços livres onde o passageiro aceita a corrida e não o contrário, onde o motorista é obrigado a fazê-lo.

A Lei 12.587/2012 que define as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana confirma esse entendimento ao conceitual “transporte público individual”como o “serviço remunerado de transporte de passageiros aberto ao público, por intermédio de veículos de aluguel, para a realização de viagens individualizadas (Art. 4º , VIII).

Ao se estabelecer a universalidade de atendimento ao público o serviço de taxi impede a recusa de passageiros. Com a expressão “aluguel de veículos” sugere que os serviços ofertados aos passageiros são decorrente de um atendimento por preço certo e previamente definido, para um trajeto imposto a aceitação.

Já o serviço do aplicativo Uber possui uma sistemática diversa. Este serviço não é aberto ao público, pois é prestado segundo uma certa autonomia do motorista que possui o direito de aceitar ou não uma determinada corrida. Não se trata de veículo de aluguel, mas veículo privado onde o motorista exerce a atividade profissional.

Sabe-se que a legislação estabelece restrição tão somente para o exercício do transporte publico individual, nada falando sobre o transporte privado, fato este que abre a discussão sobre a legalidade ou não do serviço prestado pelo Uber.

Mas será que o serviço prestado pelo Uber pode ser considerado transporte privado e passageiros?

Ora, há grande discussão sobre esse entendimento. Há que defenda que o fato de poder recusar corrida e cobrar preço diferenciado retira o caráter público. Há que defenda que o atendimento, embora pelo aplicativo, não retira a natureza de atendimento ao publico geral.

São estes os desafios que o Judiciário e o Legislativo terão para que superar para colocar fim a celeuma existente na analise de ambos as formas de transporte e, com isso, definir sobre sua legalidade ou não.
4. Definição legislativa municipal ou federal

Por fim, o último ponto de reflexão deste artigo se apresenta na tentativa política de se solucionar o problema sem que, antes, se analise o contesto legal da matéria não penas sobre a existência ou não de limitação do transporte na legislação evidente, mas qual a competência legislativa para regulamentar ou proibir a matéria.

O ano 2015 muito se falou sobre a proibição ou não do serviço ofertado pelo serviço do Uber, o que trouxe ao debate público e os primeiros sinais de interferência política na definição do serviço.

Tão logo a matéria passou a ser cotidianamente debatida pelos órgãos de imprensa, algumas prefeituras, buscando encerrar o conflito nas ruas, passou a proibir por meio de determinação administrativa advinda de Poder Executiva, que fosse fiscalizado, multo e apreendido veículos particulares que estivessem promovendo o transporte de passageiros.

Tão logo iniciaram as fiscalizações, a justiça foi acionada a solucionar o primeiro impasse: Poderia o Poder Executivo ditar tais diretrizes sem um amparo legislativo para tanto?

As liminares foram sendo obtidas e o Poder Executivo se viu privado de impedir a atividade do aplicativo.

Na tentativa de regular a matéria e visando uma aparição pública por parte dos políticos com cargo no legislativo, projetos de leis municipais passaram a tramitar com regime de urgência, audiências públicas foram realizadas. Na mesma tocada, deputados estaduais apresentaram projetos para ambos os lados, uns para proibir e outros para permitir.

O debate político vem se desenvolvendo desde então, tendo sido aprovada a regulamentação com caráter de proibição pela Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte, já sancionado pelo Prefeito e pela Câmara dos Vereadores de São Paulo, embora ainda não sancionado pelo Prefeito Paulista.

Diante de tais inovações legislativas, novas tentativas de obstar o efeito da legislação baterem as portas da Justiça que concedeu liminar para impedir a aplicação da norma pelos órgãos de fiscalização.

As decisões judiciais, em sua essência justificam o entendimento de que a atividade exercida pelo Uber possui ampara no Art. 5º, inciso XIII[2] e Art. 170, parágrafo Único[3], ambos da Constituição Federal, razão pela qual a legislação municipal seria incostitucional.

Enquanto não sobrevier regulamentação específica, a atividade econômica que utiliza o UBER como ferramenta não pode ser obstada pelo Poder Público. Não se pode falar em clandestinidade ou ilegalidade apenas porque a atividade, essencialmente privada, ainda não foi regulamentada. Vige, nesse particular, o princípio da autonomia da vontade.

Não se ignora que se trata de atividade que demanda algum nível de regulamentação e fiscalização estatal, porém caberá à Lei apenas regulamentar o serviço. Em vista da sua natureza privada, eventual norma que viesse a proibir ou banir o serviço seria inconstitucional.
Referências

[1] “É atividade privativa dos profissionais taxistas a utilização de veículo automotor, próprio ou de terceiros, para o transporte público individual remunerado de passageiros, cuja capacidade será de, no máximo, 7 (sete) passageiros.”

[2] é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.

[3] É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.

 

Por: Thiago da Costa e Silva Lott – Advogado
Fonte: lottbraga.com.br

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