21 set
Tecnologia de sensoriamento remoto traz ganhos para o campo e a indústria

Escola de tecnologia aplicada

Plataformas baseadas em internet das coisas (IoT), machine learning, big data e inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) estão gerando inteligência competitiva tanto para o agronegócio quanto para a indústria. No campo, um exemplo dessa reinvenção é o uso da tecnologia de sensoriamento remoto para monitoramento de ambiência em aviários.

Nessa esteira, está a solução Gestão Avícola, da SPRO IT Solutions, que já apresenta este ano seus primeiros resultados. Em 12 meses de aplicação em granjas-piloto no Paraná, a rentabilidade média dos lotes de frango aumentou 25%.

A solução possibilita o diagnóstico de possíveis problemas, desvios ou desperdícios em curso na produção, para correções em tempo real, melhorando a produtividade do lote de aves. A tecnologia, que pode beneficiar também a suinocultura, piscicultura ou bovinocultura de leite, foi a 1ª certificada da América Latina em SAP Leonardo, plataforma na nuvem da SAP – empresa alemã líder no mercado mundial de softwares corporativos. Também conquistou outras aprovações importantes, como no Programa Startup Focus e SAP App Center.

Já na indústria, os sensores inteligentes monitoraram dados variáveis de processos industriais, bem como condições físicas de ambientes, também com correção em tempo real de qualquer desvio de processo. “Com a criação de rotinas ágeis, a indústria ganha eficiência operacional em toda a cadeia de produção, reduz perdas e custos e aumenta a produtividade”, afirma o presidente-executivo da SPRO IT Solutions, Almir Meinerz.

Inteligência artificial no campo

Dados gerados em IoT transformam-se, com auxílio de AI, em informações que ajudam o produtor e a agroindústria a gerenciarem online determinadas variações. A AI processa um alto volume de dados e cruza as mais diversas variáveis para identificar desvios e realizar análises preditivas. É possível, assim, fazer antecipações e atuar em ações efetivas no manejo. Estes dados geram, também em tempo real, indicadores importantes, como taxas de conversão alimentar.

“Todas estas tecnologias, baseadas em SAP Cloud Platform (SCP), irão determinar o futuro da atividade, trazendo a nova dinâmica da economia digital ao agronegócio brasileiro. O produtor agora deve estar focado em decisões ainda mais relevantes, tendo um perfil mais analítico, planejador e competitivo”, explica Meinerz. Em todo mundo houve crescimento de 24% na busca pelo SCP, movimentando €421 milhões em 2017, segundo dados divulgados pela SAP.

Fonte: IDG Now

20 set
7 atitudes do profissional de alta performance

Escola de negócios e gestão

Diante da era da transformação nas empresas, onde a necessidade de mudanças de cultura comportamental e de estrutura se fazem cada vez mais presentes, é importante que os profissionais estejam atentos às atitudes que garantam excelência no trabalho e que o qualificam de forma positiva.

As empresas precisam cada vez mais de profissionais que colaborem com vantagem competitiva diante de um cenário de maior concorrência e crise, onde somente o profissional de alta performance eleva a chances de apresentar este diferencial. Sendo assim, contam com profissionais que:

1) São proativos – Ter iniciativa é um valor importante para o profissional de alta performance. Ao fazer não só aquilo que lhe é pedido, mas sim, tudo o que precisa ser feito, o profissional demonstra que é capaz de analisar o trabalho como um todo e de pensar de forma estratégica, prevendo os próximos passos e diminuindo riscos;

2) Sabem receber feedbacks – É importante saber ouvir o retorno do seu líder sem pré-julgamentos e entender quais aspectos do seu trabalho são positivos e quais podem ser aprimorados. Trabalhando juntos e avaliando onde a mudança será melhor aproveitada, o trabalho com certeza irá render mais;

3) Busquem a excelência – Profissionais que buscam alta performance realizam as tarefas com zelo, dedicação e disciplina. Esses atributos reunidos são de extrema importância para quem busca ser o melhor naquilo que faz;

4) Aceitem bem as mudanças – Num mundo tão veloz quanto o nosso é preciso estar apto às mudanças e aos novos modos de operação. É normal ao ser humano se sentir desconfortável diante de mudanças muito bruscas, mas, ao entender que são melhorias e que os processos são adaptáveis, a alta performance no trabalho irá despontar;

5) Desenvolvam a inteligência emocional – Nem sempre é possível trabalhar apenas ao lado de pessoas que gostamos ou fazer apenas as tarefas que consideramos agradáveis. Assim como na vida social, no ambiente de trabalho também é preciso saber lidar com as situações adversas, não se deixando influenciar pelo pessimismo e outros sentimentos que não o ajudarão a crescer;

6) Trabalhem bem em equipe – Estar preparado para o diálogo, para ouvir novas ideias ou contrariedades é fundamental no ambiente corporativo. Aliado à inteligência emocional, o trabalho em equipe flui e apresenta resultados satisfatórios para o funcionário e para a empresa;

7) Orientam-se por resultados – Ao lembrar que o foco no ambiente de trabalho é cada vez mais os resultados apresentados – e não o bater cartão em horário estipulado – pensar no que se quer atingir com cada ação é outro atributo importante de quem deseja se destacar nas empresas.

Por Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas.
Fonte: administradores.com

19 set
Como a inovação desafia o direito tradicional

Escola de direito aplicado

Com a avalanche de novas tecnologias, fintechs e startups em geral, é preciso olhar para o mercado e advogar de forma diferente e inovadora. O papel do advogado é defender a melhor medida, com uma participação que seja positiva e em prol do cenário disruptivo do empreendedorismo. Há uma necessidade de colocar-se no lugar dos empreendedores.

Pode parecer uma recomendação complexa para quem foi educado a enxergar o risco e a comparar a prática com a regra posta – sempre com o intuito de proteger seu cliente, diga-se. No entanto, quando o assunto é inovação, a defesa não representa uma prioridade e a regra não está definida: o empreendedor precisa criar um produto que resolva problemas de uma forma que ninguém imaginava ser possível e, consequentemente, de maneira que não se encontra escrita (regulada).

Seguindo por essa linha, então, parece equivocada a busca desenfreada por regulação daquilo que a “startup do dia” propõe, antes mesmo que tais inovações tenham obtido sucesso de público, estejam pacificadas como aplicação ou que interfiram, em maior grandeza, na rotina e na vida comum dos indivíduos.

Essa ânsia positivista parece crucificar toda tese que já não esteja aprovada pelo Congresso; como se fosse proibido inovar, como se o princípio da legalidade (“o que não está proibido, é permitido”) estivesse invertido.

Em um País em que a desigualdade social atrapalha o desenvolvimento, limitar a liberdade de iniciativa é o mesmo que garantir a concentração de poder na mão dos poucos e mesmos de sempre; e quanto menos concorrência, teremos menos espaço para trabalho e menos ofertas diferenciadas para os consumidores. A regulação, por um lado, permite maior segurança nas relações entre os privados, mas protege aqueles que já alcançaram seu espaço.

Vejamos o que ocorre com os chamados criptoativos (como representantes do Banco Central do Brasil tem se referido publicamente) – entre os quais o Bitcoin é o mais notório – e com o blockchain, onde os prováveis impactados (bancos e outras infraestruturas do mercado financeiro) retardam o desenvolvimento do mercado relacionado a tais tecnologias.

Temos acompanhado o movimento dos maiores bancos brasileiros ao cancelar as contas bancárias de corretoras de criptoativos. Todos sabemos que os canais bancários são um meio para desenvolvimento de qualquer atividade comercial e que, portanto, essa decisão das grandes instituições financeiras criam uma barreira para o setor. Um processo que está em votação na Corte brasileira, questiona justamente o possível abuso de direito dos bancos nesse caso.

Esses mesmos bancos tentaram realizar semelhante bloqueio no Chile, mas foram impedidos pelas autoridades locais, que defenderam a liberdade de iniciativa. Tal qual ocorreu no mercado de transporte de passageiros ou de reserva de apartamentos, quando essas mudanças ameaçam o domínio de quem se vê estabelecido, o grito é de que a inovação é ilegal, irregular. Este é o remédio chamado às pressas para curar a dor de saber-se ineficiente, ultrapassado.

Em especial, sobre os criptoativos, embora nenhuma lei defina a sua natureza jurídica, normas gerais permitem acolher tais ativos. Inclusive, esse é o entendimento da Receita Federal do Brasil, ao tratá-las como bens comuns, sujeitos à tributação de ganho de capital como qualquer outro de sua categoria. Diversos bens são negociados em estruturas semelhantes às das corretoras de criptoativos, e nem por isso, os bancos lhes negam, de forma organizada, acesso ao sistema bancário.

Nesse sentido, uma corretora que permite acesso a bitcoins, ether, ripple e outros ativos digitais pode (e deve) seguir as normas que são, também, obedecidas por bolsas de mercadorias físicas, como a Bolsa Brasileira de Mercadorias. Podem (e devem), inclusive, saber quem são seus clientes, realizar monitoramento de operações suspeitas e comunicar ao COAF casos em que percebam indícios de lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo.

A pretensão de muitos advogados que militam no mercado financeiro e de capitais em vê-las tratadas como ativo financeiro ou valor mobiliário deve ser mantida em debates conjuntos com as discussões globais sobre o tema, mas não podem servir de armadilha para que as empresas estabelecidas impeçam a inovação com subterfúgios regulatórios.

Nos Estados Unidos, por exemplo, temos visto o movimento mais favorável ao mercado, ainda que não haja estabilização sobre o tratamento a ser dado pelos reguladores locais. Neste sentido, recentemente, a ICE (operadora de 23 principais bolsas globais, incluindo a Bolsa de Valores de Nova York – NYSE), que já era investidora da Coinbase (maior corretora americana), divulgou que irá montar uma plataforma para desenvolver instrumentos de investimento em criptoativos (Bakkt).

Como em todos os setores da economia, regulado estritamente ou não, a negociação de desses ativos digitais pode atrair pessoas que façam mau uso do negócio. E, como em todos os demais setores, quem opera regularmente irá colaborar para que aquelas pessoas sejam punidas e excluídas do mercado.

Essa tecnologia não pode ser punida no lugar dos infratores, assim como o dinheiro não foi condenado por aparecer em malas, nem se tem notícia de avestruz aprisionado por pirâmides construídas em seu nome.


Por Reinaldo Rabelo de Morais Filho é diretor jurídico, de compliance e riscos do Mercado Bitcoin.
Fonte: Época Negócios

 

17 set
5 dicas para recolocação e mudança profissional

iCEV

Com os atuais cenários no mercado, onde pessoas cada vez mais buscam a recolocação, ou mudança profissional, não basta apenas estar disposto a conquistar o emprego, a ocupação que lhe cabe e trará sucesso. Por isso, o Coach, Empreendedor e Analista Comportamental, Rodolfo Vasconcellos, dá importantes dicas para recolocação e mudança profissional.

O especialista descreve, que segundo relatório produzido em 2016 pelo Fórum Econômico Mundial (FEM), até 2020 35% das habilidades mais demandadas para a maioria das ocupações deve mudar. Estas mudanças são justificadas no contexto da chamada: ‘Quarta Revolução Industrial’, – definida pela era da robótica avançada, automação no transporte, inteligência artificial e aprendizagem automática.

Em 2020, segundo o FEM, as habilidades necessárias serão, nesta ordem de importância: solução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, empatia com os outros, inteligência emocional, bom senso e tomada de decisão, orientação para serviços, negociação e flexibilidade cognitiva. Quais destas habilidades você possui hoje e quais você precisa desenvolver? Manter a motivação em alta é fundamental para que você prossiga em direção aos seus objetivos.

Sendo assim, anote estes cinco passos listados por Rodolfo como agentes determinantes de organização e estratégia para destaque no mercado:

1 – Conheça a si

O primeiro é conhecer a si mesmo. É identificar quais são seus valores, motivações, interesses e talentos. Aristóteles dizia que: “Conhecer a si mesmo é o começo de toda sabedoria. ” Na busca do autoconhecimento, algumas perguntas importantes precisam ser feitas, entre elas: “Quais são seus valores, interesses e talentos? ”; “O que te deixa realmente motivado? ”. Cabe ressaltar que motivação é tudo aquilo que realmente move a pessoa para a ação. Anote tudo no papel.

2 – Identifique suas competências

O segundo passo é identificar quais são as competências que você precisa desenvolver. Neste passo de preparação, a pessoa precisa responder: “Que tipo de trabalho te daria a oportunidade de satisfazer os seus valores, atender os seus interesses e utilizar os seus talentos? ”; “Quais são as competências que você já possui, e quais são as que você precisa desenvolver para obter esse trabalho desejado? ”. Anote as respostas.

3 – Analise o setor

O terceiro passo é analisar o setor em que pretende atuar para levantar riscos e oportunidades. Em 2016, o Fórum Econômico Mundial emitiu um relatório onde continha as 10 habilidades necessárias para o profissional no mercado de trabalho em 2020. O futuro e as mudanças estão chegando numa velocidade cada vez maiores. É neste contexto que a pessoa precisa responder questões como: “Quais são as características do mercado no qual seu trabalho desejado está inserido? ”; “Quais são as oportunidades e desafios deste mercado? ”; “Quais são as chances de crescimento e desenvolvimento? ”. Anote as respostas.

4 – Defina os seus objetivos

O quarto passo é definir o objetivo, a linha de chegada. Qual o seu objetivo profissional? Onde você quer chegar ou qual vaga você deseja verdadeiramente conquistar? Com as respostas deste passo e dos anteriores, você terá elementos suficientes para transformar uma mera intenção de encontrar o trabalho ideal num objetivo concreto.

5 – Elabore um plano de ação

O quinto e último passo é elaborar um plano de ação. Depois de definir o objetivo, relevante e atingível, é o momento de planejar chegar lá, quando e como. Escreva seu planejamento no papel! Afinal, “A sorte favorece as mentes bem preparadas. ” Pessoas de sucesso têm seus objetivos anotados no papel, se comprometem verdadeiramente com eles e correm atrás de atingi-los com persistência e entusiasmo todos os dias.

Fonte: IDG Now

14 set
A proteção de dados pessoais na era da Internet

Escola de direito aplicado

Em 2014, foi sancionada a Lei Federal nº 12.965, que instituiu o Marco Civil da Internet. Entre outras questões, estabeleceu princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Um dos princípios é o da proteção de dados pessoais, garantindo-se aos usuários o direito de não fornecimento a terceiros de seus dados pessoais, salvo mediante consentimento livre, expresso e informado ou nas hipóteses previstas em lei.

Em complemento, neste ano foi sancionada a Lei Federal nº 13.709, que dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. A disciplina da proteção de dados pessoais foi desenhada em torno dos seguintes fundamentos, entre outros: o respeito à privacidade; a autodeterminação informativa; a liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião; e a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem.

Muito embora tenha havido avanços na proteção do tratamento de dados pessoais, perdeu-se boa oportunidade de se instituir uma autoridade independente para fiscalizar o cumprimento da lei, inclusive com competência para fiscalizar o próprio Estado. Foram vetados pela Presidência da República os dispositivos da lei que previam a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, com definições de suas atribuições, competências e composição. A razão do veto foi alegada inconstitucionalidade formal do processo legislativo de sua criação.

Enquanto isso, a União Europeia instituiu o chamado Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), que deu mais poder aos cidadãos, consumidores e usuários sobre seus próprios dados. Houve o reforço do consentimento livre para que qualquer pessoa colha e faça tratamento sobre dados pessoais alheios, em especial os chamados sensíveis (origem étnica, religião, predileções políticas, etc.). Outro grande avanço foi a determinação da obrigatoriedade da destruição dos dados pessoais de contas inativas após um determinado período.

Enfim, é importante que o Brasil institua uma Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que tenha competência não só para fiscalizar o cumprimento da lei de proteção de dados pessoais, mas também para aplicar sanções, como multas e suspensão de atividades. É essa a demanda dos tempos atuais, em que tudo passa pela Internet – inclusive a nossa democracia.

12 set
8 maneiras de melhorar a capacidade do seu cérebro

iCEV

Já passou por aquela situação em que você tenta desesperadamente lembrar o nome de alguém ou de um lugar e simplesmente dá um “branco”?

Ouvimos dizer muitas vezes que a memória diminui com a idade, assim como outras funções cognitivas – como o raciocínio.

Mas, calma, há esperança. Existem maneiras de “religar” nosso cérebro.

Então, se você quer aumentar sua capacidade cerebral, siga as dicas abaixo e se prepare para exercitar a mente:

1- Exercício aumenta o cérebro

É verdade – nosso cérebro cresce à medida que nos exercitamos.

A atividade física aumenta as sinapses, cria mais conexões dentro do cérebro e ajuda na formação de células extras.

Uma boa saúde cardiovascular também significa que você transporta mais oxigênio e glicose para o cérebro, além de eliminar toxinas.

Se você conseguir se exercitar ao ar livre, melhor ainda – terá o benefício adicional de absorver mais vitamina D.

Dica: combinar a prática de exercício à exploração de um ambiente diferente, a novas maneiras de fazer as coisas ou compartilhar ideias – dessa forma, você aumenta as chances das células nervosas novas formarem um circuito adequado.

Por exemplo, se você gosta de jardinagem, vale participar de uma horta comunitária para fazer amigos enquanto mexe na terra, ou se juntar a um grupo em vez de ir sozinho.

O mais importante é garantir que você esteja se divertindo – é o desejo de se envolver em algo que ajuda a impulsionar os efeitos do exercício e da interação social no cérebro.

2- Memória em movimento

Essa é uma técnica respaldada por cientistas e reconhecida há muito tempo no mundo da dramaturgia. Se você tentar decorar algo enquanto se movimenta, é muito mais provável que a informação seja retida.

Dica: na próxima vez que você tiver uma apresentação ou discurso para fazer, que tal dar uma volta ou dançar para ajudar a guardar o conteúdo?

3- Coma os alimentos certos para abastecer o cérebro

Cerca de 20% do açúcar e da energia que você consome vão para o cérebro, fazendo com que a função cerebral dependa dos níveis de glicose.

Se os níveis de açúcar não forem controlados, sua cabeça pode ficar confusa.

Comer algo de que se goste libera dopamina, que ativa a área de recompensa do cérebro. E é por isso que você sente prazer em comer determinados alimentos.

Mas, além de nutrir os mecanismos de recompensa do cérebro, você precisa alimentar seu intestino com cuidado.

Existem mais de 100 trilhões de bactérias no sistema digestivo humano, que se conectam com o cérebro pelo eixo intestino-cérebro. E o equilíbrio desses micróbios é fundamental para o bem-estar da mente.

Na verdade, o intestino é muitas vezes chamado de “segundo cérebro”. Uma dieta variada e saudável ajuda a manter essas bactérias em sincronia e o cérebro saudável.

Dica: as células do cérebro são compostas por gordura, por isso, é importante não erradicar a gordura da dieta. Ácidos graxos essenciais presentes em nozes, sementes, abacate e peixes são bons para desenvolver o cérebro, assim como o alecrim e açafrão.

Tente também fazer as refeições na companhia de outras pessoas quando puder – a socialização reforça os benefícios de uma boa dieta saudável no cérebro.

4-‘Desligue’ e relaxe

Uma certa dose de estresse é necessária porque nos ajuda a responder rapidamente em situações de emergência. O estresse produz o hormônio cortisol que, ao ser liberado, nos dá energia e ajuda a concentrar.

Mas a ansiedade prolongada e os altos níveis de estresse desconfortável são realmente tóxicos para o cérebro.

É importante, portanto, que a gente aprenda a “desligar” de vez em quando, para permitir que essa parte do cérebro descanse.

E, ao se desconectar, você exercita uma parte diferente do cérebro: a chamada rede neural de modo padrão, que nos permite sonhar e é importante para consolidar a memória.

Ao “desligar” do mundo externo, permitimos que essa parte do cérebro seja ativada e faça seu trabalho.

Então, da próxima vez que você for pego sonhando acordado no trabalho, explique ao seu chefe que você estava fazendo uma atividade cerebral crucial.

Dica: se você achar que é difícil relaxar, por que não tentar técnicas de relaxamento, como meditação, que podem ajudar a reduzir o nível dos hormônios do estresse?

5- Encontre novas formas de desafiar a si mesmo

Uma outra maneira de estimular o cérebro é se desafiar a fazer ou aprender algo novo.

Atividades como aulas de arte ou cursos de idioma aumentam a flexibilidade do cérebro.

Dica: jogue uma partida online contra amigos ou familiares.

Não apenas vai te desafiar, como vai estimular a interação social, o que ajuda o cérebro.

6- Ouça música

Pesquisas indicam que a música estimula o cérebro de um jeito muito peculiar.

Quando você observa a imagem cerebral de alguém que está ouvindo ou tocando música, quase todo o órgão está ativo.

A música pode melhorar a cognição geral, e a memória musical é muitas vezes a última a desaparecer, quando somos afetados por certas condições, como a demência.

Dica: faça parte de um coral ou compre ingressos para ver sua banda favorita.

7 – Estude para uma prova na cama

Se você aprender algo novo durante o dia, será formada uma conexão entre células nervosas no cérebro.

Quando você dorme, essa conexão é fortalecida e reforçada – e aquilo que você aprendeu vira uma lembrança.

O sono é, portanto, um momento realmente importante para a consolidação da memória.

Se você der uma lista para alguém memorizar antes de dormir, há uma grande chance da pessoa se lembrar na manhã seguinte – uma chance maior do que se você tivesse entregado a lista a ela pela manhã.

Dica: se estiver estudando para uma prova, tente repassar na cabeça as respostas em um simulado enquanto adormece.

Caso você tenha passado por um evento traumático ou tenha a memória ruim, tente não pensar nisso antes de dormir, pois pode pressionar a memória e fortalecer as emoções negativas associadas a ela.

Pela mesma razão, evite filmes de terror ou histórias assustadoras na hora de dormir.

Em vez disso, concentre-se em algo positivo que você aprendeu ou experimentou durante o dia para que seja consolidado.

8 – Acorde bem

Todo mundo sabe que o sono é importante. Com menos de cinco horas de sono, você não fica tão forte mentalmente. Já se dormir mais de 10 horas, pode sentir os efeitos do “jet lag”.

Mas a chave para ajudar você a ter um desempenho melhor ao longo do dia é como você acorda.

Idealmente, durma em um quarto escuro e acorde com luz natural, que vá aumentando gradualmente.

Essa luz penetra nas pálpebras fechadas e estimula o cérebro para que tenhamos uma resposta maior de cortisol ao despertar.

A quantidade de cortisol no corpo quando você acorda afeta o desempenho do cérebro durante o dia.

Dica: compre um despertador luminoso que simule a luz do sol para ajudar você a acordar naturalmente.

Para quem tem o sono profundo, vale a pena se certificar de que o despertador venha com um alarme de som tradicional acoplado.

Fonte: BBC Brasil

11 set
Entenda os termos mais utilizados no mundo das startups

Escola de negócios e gestão

Muitos termos utilizados no ecossistema das startups fogem do conhecimento da maioria das pessoas. Para facilitar a leitura e a compreensão, apresentamos a seguir  alguns dos termos mais usados no ramo e seus respectivos significados.

Termos mais usados no mundo das startups

Aceleradora – Organização de capital privado que apoia startups com grande potencial de crescimento. Em alguns casos, oferece apoio financeiro, em outros, dá suporte e estrutura para o desenvolvimento do negócio, com mentores e outros profissionais.

Bootstrapping – Esse termo é utilizado para demonstrar que a startup utiliza recursos próprios ou de seus clientes (e não de investidores).

Business Model Canvas – Recurso utilizado por empreendedores para demonstrar em um quadro todos os itens estratégicos do negócio. Lá estão demonstrados os riscos, oportunidades, custos, etc.

Contrato de Vesting – Investimento que garante para quem coloca recursos, a participação nos lucros da empresa e também em suas ações.

Crowdfunding – Financiamento coletivo, realizado via de regra pela internet e por pessoas físicas. O investidor apresenta seu projeto e estabelece um valor e data para alcançar a meta.

Fundo de investimento – Os fundos representam várias pessoas interessadas em investir em novos empreendimentos. Os valores investidos pelos fundos costumam ser de milhões de US$.

Incubadora – As incubadoras são geralmente ligadas às universidades ou órgãos governamentais que apoiam as empresas iniciantes.

Investidor Anjo – O investidor anjo é uma pessoa física que aporta capital em empresas iniciantes em troca de participação no controle da empresa.

MVP – (Minimum Viable Product) – Versão protótipo que serve para testar se o modelo de negócio de uma empresa é viável no mercado.

Pitch – Discurso que a empresa (ou o empreendedor) faz para os investidores, para conseguir investimentos.

Pivotar –  Significa mudar a estratégia e o rumo de uma empresa.

Rodada de investimento – É o momento que o empreendedor consegue apoio financeiro para desenvolver ou expandir seu negócio.

Scale up – Termo utilizado para empresas que crescem ao menos 20% ao ano, durante três anos consecutivos.

Unicórnio – Companhias que se desenvolvem com muita velocidade e alcançam avaliações de US$ 1 bilhão.

Valluation – Processo de estimar o valor de uma empresa no mercado.

Venture Capital (VC) – Essa é o termo utilizado para descrever o capital de investidores de risco. Os ventures capitals costumam apoiar startups já reconhecidas no mercado, e que pretendem expandir suas operações.

Fonte: Dinheirama

10 set
Conheça empresas que usam a tecnologia para revolucionar os mercados em que atuam

Escola de tecnologia aplicada

A empresa de cobrança Acordo Certo fecha, por mês, 30 mil renegociações de dívidas. Entre seus clientes estão Santander, Claro e Porto Seguro. Em vez de reunir uma legião de pessoas ao telefone, freneticamente ligando para clientes, o negócio fundado por Dilson de Sá se resume a 12 pessoas, alguns laptops e um monitor que indica em tempo real os resultados obtidos. Recentemente, ao contratar a Acordo Certo, um cliente reduziu 700 postos de atendimento de telemarketing, disse Sá ao jornal O Estado de S. Paulo.

A Acordo Certo resume a redução do emprego na era digital: com o uso da inteligência artificial, renegocia dívidas com robôs que “dialogam” com devedores – a empresa utiliza uma combinação de ferramentas desenvolvidas por Google, Microsoft e IBM. São sistemas como esses que podem pôr em xeque o futuro de diversas profissões na próxima década. Segundo estudo da Universidade de Oxford, o telemarketing está no topo dessa lista, seguido de perto por vendedores de varejo, contadores, auditores e outros profissionais da área administrativa.

No Brasil, segundo a consultoria McKinsey, 14% dos postos de trabalho atuais – ou 15,7 milhões de vagas – podem desaparecer até 2030. É um desafio e tanto, uma vez que o País já tem desemprego superior a 13%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, a taxa quase dobra. A McKinsey também alerta que o País está pouco preparado para as vagas que podem ser geradas pela economia digital, pela falta de preparo da força de trabalho.

“As pessoas devem pensar em migrar para atividades que não possam ser facilmente automatizadas”, recomenda Fernanda Mayol, sócia da companhia.Apesar de o telemarketing liderar a lista de risco de estudos internacionais, a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), que congrega as companhias do setor, não vê riscos tão sérios à atividade. Os números da própria ABT, porém, apontam para um corte de quase 80 mil vagas no setor em 2017.

O diretor executivo da entidade, Cassio Azevedo, associa os fechamentos de postos de trabalho no ano passado à retração da economia em 2015 e 2016, e não à digitalização. Em relação à substituição dos atendentes por máquinas, ele recorre a uma análise histórica: “A substituição do homem (pela tecnologia) é uma questão desde o surgimento da máquina a vapor”.

Porteiro eletrônico

Enquanto algumas profissões estão em xeque em todo o mundo, a tecnologia também ameaça atividades que já foram substituídas em outras nações, mas que, por razões culturais e de segurança, ainda são comuns no Brasil. A ferramenta de portaria eletrônica da Kiper, que concentra as demandas de visitantes, correio e de caminhões de mudança em uma central, está fazendo com que um só profissional seja responsável por monitorar de 8 a 12 edifícios, e não apenas um.

A companhia fornece o sistema para administradoras de condomínio espalhadas pelo Brasil. Uma dessas centrais, nas quais o porteiro vigia uma série de telas com imagens de câmeras de segurança, fica no bairro da Liberdade, na capital paulista. “A ociosidade desse profissional diminui muito durante o trabalho”, diz Odirley da Rocha, sócio da Kiper.

Mas, sem um porteiro por perto, como receber encomendas e fazer mudança? Rocha diz que, para os Correios, a Kiper desenvolveu um sistema de armários inteligentes, que podem ser abertos remotamente, e geralmente são posicionados no antigo local da portaria. Em dia de mudança, o morador poderá liberar a entrada e saída do prestador de serviço – após o período determinado, a senha de acesso vence automaticamente.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

07 set
Os 5 melhores sites de notícias para advogados antenados

Escola de direito aplicado

Que sites de notícias para advogados você costuma visitar? Se existisse uma lista de pré-requisitos para ser um profissional antenado às novidades do mercado, com certeza se manter bem informado estaria entre os primeiros. Afinal, além de aguçar o seu senso crítico, a informação ajuda a guiar o rumo da sua atuação e a manter você e o seu escritório um passo à frente da concorrência.

Mas, para que isso aconteça, é interessante ir além da leitura de periódicos e grandes portais e beber de outras fontes. A boa notícia – com o perdão do trocadilho – é que o acesso ao conhecimento é uma das várias barreiras que a internet ajudou a derrubar. Hoje, existem vários blogs e sites que cumprem muito bem a função de compartilhar novidades, suscitar debates e reflexões sobre temas fundamentais para uma boa advocacia.

Para ajudar você a fazer uma boa curadoria das fontes de conteúdo, decidimos compartilhar o indicações dos principais blogs e sites de notícias para advogados. Para saber quais são e como eles podem ser úteis na sua rotina, é só continuar a leitura.

1 – Jusbrasil

Em primeiro lugar na lista de portais jurídicos para acompanhar, o Jusbrasil traz informações tanto para advogados quanto para quem está em busca de seus direitos. Por se tratar de uma plataforma de informações, o site de notícias para advogados oferece conteúdos de diferentes assuntos relacionados ao universo do direito e da advocacia. Por lá você encontra artigos, notícias, jurisprudência, legislação e Diários Oficiais.

Partilhando do desejo de democratizar o acesso à informação, a plataforma é alimentada por pessoas (advogados, representantes de negócios jurídicos, entre outros) que querem compartilhar seus conhecimentos jurídicos. O que significa que por lá você encontra conteúdos atuais de diversos assuntos e autorias. O Jusbrasil está entre os portais jurídicos mais visitados do mundo. Se você ainda não conhece, vale a pena dar uma olhada.

2 – Consultor Jurídico (Conjur)

No ar há mais de 20 anos, a revista eletrônica é uma publicação independente que se dedica a informar questões fundamentais do sistema judicial. Editada por jornalistas, a Consultor Jurídico é, segundo a nossa pesquisa, a segunda colocada na lista dos melhores sites de notícias para advogados.

Voltada para advogados, juízes, estudantes e professores de direito, além de pessoas que se relacionam periodicamente com o universo jurídico, a revista traz as últimas notícias do setor, além de artigos, pesquisa e entrevistas. Se você tem o hábito de acessar sites de notícias, certamente vai gostar da Conjur.

3 – Migalhas

Dedicado aos profissionais do direito de toda as áreas, o Migalhas é um portal de informações jurídicas que compartilha, além de notícias e reportagens, artigos, jurisprudência, agenda de eventos, doutrina, legislação e vários outros. O objetivo do serviço, que está entre os sites de notícias para advogados mais lidos, é reunir as novidades do mundo jurídico em um mesmo lugar.

Para isso, existem colaboradores externos e várias sessões. O Migalhas Quentes, por exemplo, traz as notícias do dia sobre o universo jurídico e também sobre política, economia, tecnologia e outros temas que, de certa forma, impactam o cotidiano dos advogados.

Já o Migalhas de Peso é uma seção dedicada ao debate jurídico, às novas ideias e aos assuntos relacionados ao direito e à advocacia

4 – Jota

Criado por jornalistas especializados na cobertura do Poder Judiciário, o Jota atende, desde 2014, às demandas por informações confiáveis e aprofundadas sobre o que acontece no universo jurídico brasileiro e nos Três Poderes. Com conteúdos jornalísticos desenvolvidos para advogados, juízes, procuradores e estudantes de direito, o Jota tem conteúdos de acesso gratuito e planos pagos, para quem quer ficar por dentro de tudo o que acontece. Eventos, coberturas especiais, carreira, eleições, opinião e análises. Essas são algumas das editorias que você encontra no portal de conteúdos jurídicos.

5 – Site da AB2L

Não podemos deixar de recomendar o site da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs. Para quem se interessa por inovação, tecnologia para advogados, empreendedorismo e soluções disruptivas, a curadoria dos artigos e notícias da AB2L vai ser uma ótima maneira para se manter bem-informado e preparado para o futuro.

Fonte: Blog da Aurum

 

05 set
Viver na era da impaciência

iCEV

Impacientes. Estamos cada vez mais impacientes. As novas tecnologias estão mudando nossas vidas e alterando nossa relação com o tempo. Por um lado, temos a impressão de que voa, alimentado pelo dispositivo que se tornou uma extensão do nosso corpo, o onipresente celular, uma caixa de surpresas, entretenimento e dispersão que nunca se fecha e parece sempre disposta a nos oferecer uma nova distração. Por outro lado, há momentos em que esse mesmo artefato funciona como um verdadeiro congelador de instantes: tudo para à espera de uma resposta que nunca chega; e então parece que o tempo se alonga.

A psicóloga australiana Aoife McLoughlin publicou em novembro de 2015 um estudo que demonstrou que nosso corpo percebe o tempo de maneira diferente quando passamos longos períodos conectados a dispositivos eletrônicos. Um estudo realizado na Universidade James Cook (JCU), em Queensland, comprovou que, em pessoas e sociedades tecnocêntricas, os relógios internos parecem ter acelerado seu ritmo; fenômeno que pode ser muito útil para trabalhar mais rápido, por exemplo, mas que também faz as pessoas se sentirem mais pressionadas. À medida que o ritmo de nossas vidas acelera, diz a professora que ensina no campus da JCU em Cingapura, a sensação subjetiva de tempo disponível diminui, o que nos faz sentir a pressão do tempo.

Diversos estudos científicos mostram que a percepção que temos dele está ligada às nossas emoções. Se tudo está bem, o tempo corre. Se estamos entediados, ou em perigo, ou de olho no relógio, tudo fica mais lento. O modo como nosso cérebro representa e percebe o tempo continua sendo um mundo de incógnitas para os pesquisadores.

Não temos um corpo especializado em perceber o tempo. Ignacio Morgado Bernal, diretor do Instituto de Neurociências da Universidade Autônoma de Barcelona, explica que são várias as partes do cérebro envolvidas nessa função: o córtex auditivo, o visual, o pré-frontal, os gânglios basais e até mesmo o cerebelo. A rede de neurônios que se mobiliza para avaliar o tempo é, portanto, muito ampla. Mas o tempo está passando mais rápido do que antes? Formulada a pergunta, Morgado Bernal afirma, em conversa por telefone, que por um lado, quando há mais estímulos no ambiente, parece que tudo passa mais rápido, sim, mas lança uma pergunta: “Estamos vivendo melhor agora? Acho que não, a sobrecarga de informação é uma fonte de estresse. E o aumento do estresse afeta nossa percepção do tempo. Se você se sentir mal, tudo fica mais demorado.”

Ramon Bayés, membro da Academia de Psicologia da Espanha e um dos introdutores da psicologia comportamental e experimental neste país, diz que quanto mais importante é para nós uma mensagem, mais longa parece a espera – menosprezado conceito nestes tempos impacientes. “Os tempos de espera são tempos de incerteza”, diz ele. “E incerteza significa sofrimento.”

O psicólogo Bayés, autor do livro El reloj emocional (Alienta), publicado em 2007, afirma que devemos aprender a controlar o tempo para não sermos controlados por ele. Aposentado (nasceu em Barcelona em 1930), mas ativo, escreve por e-mail: “A tecnologia é um obstáculo se somos impacientes e estamos constantemente esperando mensagens que os outros podem nos enviar. Para contrabalançar esta tirania, na educação, é necessário ensinar o valor da ponderação e o controle da demora.”

Fonte: Zero Hora

04 set
Super lista de livros básicos e avançados de empreendedorismo

Escola de negócios e gestão

Ler é um dos melhores hábitos que os empreendedores têm para conseguir evoluir. Lembre-se que todo livro tem as melhores ideias do autor, ali estão compactados os grandes aprendizados no respectivo tema escritos para lhe ajudar. Os amantes do tema empreendedorismo, ou empreendedores em potencial e até para quem está na jornada fica a grande dúvida: já que existem MUITOS livros, o que eu leio?

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista definitiva de livros dividida em duas partes:

Básicos – mais voltados a quem está começando e querendo conhecer mais do assunto;

Avançados – que discutem questões do empreendedorismo com profundidade, mais voltado a quem já está empreendendo.

Em ambas tem uma grande variedade assuntos que envolvem o tema, desde histórias, investimento, estratégias, primeiros passos, técnicas e afins. A lista contém o nome do livro, do autor e uma breve descrição do que você vai encontrar na literatura.

Básicos

Satisfação Garantida – Tony Hiesh: mistura a história de uma dos maiores empreendedores de todos os tempos com dicas de como construí grandes negócio que muitos querem trabalhar e se espelham;

A Revolução das Startups – Bruno Perin: apresentação de como funciona o mundo das Startups e todas as suas possibilidades;

Startup Weekend – Marc Nager: A história de como eles criaram um dos eventos mais diferenciados do mundo das Startups e o que aprenderam disso;

Design Thinking – Tim Brown: apresenta um dos conceitos mais utilizados e inovadores dos últimos tempos pelas Startups;

Startup Lean – Eric Ries: É o mais famoso livro das Startups. Eric é considerado o pai delas e escreveu esta obra que é considerada obrigatória para os amantes do tema;

Business Model Generation – Alexander Osterwalder: É o segundo livro mais famoso das Startups. Apesar de ele falar sobre como construir modelos de negócio e ser o grande percursor do Canvas, também aborda outros pontos do empreendedorismo;

A Startup de 100 dólares – Chris Guillebeau: Esse acredito ser o livro mais divertido de Startups que eu já li. A história é muito interessante sobre como pessoas transformaram hobbies e descobriram negócios no dia-a-dia. O foco aqui são negócios pequenos, que começaram com muito pouco e foram crescendo, alguns preferiram se manter pequenos. Uma leitura divertidíssima e valiosa;

Empreendedorismo – Marcelo Nakagawa: Um dos melhores livros que já li para quem está começando um negócio e não entende nada de empreendedorismo. Ele é o melhor manual para aquela pessoa que está curiosa sobre o tema ou realmente quer começar uma empresa e precisa de uma boa base de conhecimento;

Se eu soubesse aos 20 – Tina Seeling: Uma professora contando sobre suas experiências ao ensinar empreendedorismo e o que aprendeu no contato com tantas pessoas empreendedoras. É bastante agradável de ler e passa lições valiosas. (altamente indicado para professores);

Nas asas de um sonho – Elias Awad: Aquela história inspiradora de empreendedorismo de um brasileiro que alcançou coisas incríveis. É motivador para qualquer um que busque seguir este caminho de empreender;

Em frente – Howard Schultz: A história de recuperação da Starbucks na íntegra, uma narrativa muito interessante do ponto de vista de liderança e intraempreendedorismo. Prepare-se para tomar uns mil cafés enquanto lê este livro, rs;

Sem Dinheiro – Bruno Perin: É um livro de empreendedorismo puro, curto e rápido de ler com foco em dicas de como você consegue criar um negócio com muito pouco dinheiro;

Um passarinho me contou – Biz Stone: a história de como foi criado o twitter a importância da criatividade e inovação na criação de novos negócios;

Comece algo que faça a diferença – Blake Mycoskie: Uma história muito inspiradora do criador da Toms que utilizou o conceito one-to-one, cada alpargata comprada ele doaria uma para uma criança carente. É gostoso para pensar mais nos motivos de empreender;

Os 15 maiores erros de novos empreendedores – João Cristofolini e Bruno Perin: neste livro digital é apresentado os principais pontos que normalmente as pessoas que estão começando a empreender erram, ele é construído através da prática dos autores com vários exemplos;

A Economia dos Desajustados – Alexa Clay: contando lições de piratas da Somalia, a outros improváveis exemplos, o livro é cheio de lições relevantes empreendedoras em aspectos inesperados;

Sim a desordem – Frank Barret: conta lições boas de gestão para empreendedores através da comparação com o Jazz;

Lições de um empreendedor rebelde – Yvon Chouinard: sobre a famosa história da empresa Patagonia e um empreendedor com causa, preocupado com a questão do meio ambiente quando a maioria ainda nem pensava no assunto;

Por trás do Alibaba – Porter Erisman: conta os bastidores vividos de dentro de uma dos principais integrantes do sucesso do Alibaba, uma história rica em lições e muito envolvente.

Avançados

O Jogo das Startups – William Draper: conta bastante de como começou esse movimento todo de Startups e as relações com os investidores;

Deconding Sillicon Valey – Michelle Messina: mostra como é o estilo de pensamento das pessoas no Vale do Silicio com várias dicas para empreendedores(as);

Estratégia boa, estratégia ruim – Ricahrd Rumelt: Esse é o melhor livro de estratégia que existe, o conceito dele é ótimo e também bastante revelador. Vai revolucionar um pouco a mente das pessoas que leem já entendem um pouco do tema;

O Manual das Startups – Steve Blank e Bob Dorf: Também um dos maiores nomes sobre o tema, são cruciais as dicas sobre as falhas e acertos de um grande número de Startups. É o livro mais completo do tema, porém muito denso;

O lado difícil das situações difíceis – Ben Horowitz: apresenta as piores situações que os empreendedores precisam lidar, muito voltado para negócios que estão bem avançados;

Lições de 1 bilhão – Paul B. Carroll: conta cases de grandes negócios que falharam e as maiores lições que eles deixaram para empreendedores;

Transformative Entrepreneurs – Jeffrey A. Harris: revela os principais pensamentos de empreendedores que causaram grandes transformações no mundo;

The Founders Dilemmas – Noam T. Wasserman: o livro mais completo sobre os principais dilemas que um empreendedor vai passar na sua jornada e as melhores considerações para saber lidar com isso;

Criatividade S.A – Edwin Catmull: as histórias de bastidores da Pixar com lições valiosíssimas de gestão e incentivo a inovação;

A mentalidade do fundador – Chris Zook: apresenta boas dicas de empreendedorismo através do ponto de vista de investidores;

Sprint – Jake Knapp: técnica aplicada para auxiliar empreendedores a tirarem suas ideias da mente e conseguirem crescimento mais rápido;

Organizações Exponenciais – Salim Ismail: é um grande livro que mostra lições das Startups que crescem com mais velocidade e entenderam esse novo jeito de pensar negócios;

Oportunidades Exponenciais – Peter Diamandis: apresenta diversas oportunidades latentes nesse novo contexto e também as novas ferramentas que existem para empreender;

Receita Previsível – Aaron Ross: dedicado ao novo jeito de pensar vendas neste momento, muito necessário para empreendedores pensarem nas equipes comerciais.

Por Bruno Perin.
Fonte: Startupi

03 set
6 tendências tecnológicas do setor de HealthTechs no Brasil

Escola de tecnologia aplicada

Responsável por inovar e buscar soluções na área da saúde, o segmento de HealthTechs tem se desenvolvido em diversas frentes, desde aplicações para otimização de processos de gestão da saúde, até diagnósticos avançados e soluções tecnológicas para prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida, mapeamento de endemias, entre outros.

Segundo a Health Angels, aceleradora de startups atuantes no setor de saúde, diversas tecnologias têm sido utilizadas para tanto, como Big Data, que permite a análise preditiva da evolução do tratamento de pacientes individuais e até de possíveis epidemias. “Alguns desses avanços tornaram-se as principais tendências para a revolução na medicina em geral”, destaca Roberto Coletta, diretor da aceleradora. A Health Angels listou os seis recursos mais evidentes da área. Confira.

1 – Inteligência artificial

Auxílio em diagnósticos médicos, análise minuciosa de relatórios médicos, o que ajuda a prevenir doenças, identificação rápida de doenças e tratamento mais indicado, além do atendimento de clientes via chatbots;

2 – Internet das coisas (IoT)

Coleta e monitoramento de informações médicas de pacientes, como sinais de saúde, doenças e características individuais e aceleramento de diagnósticos;

3- Impressão 3D

Possibilita a criação de próteses, órgãos e tecidos humanos, produção de itens personalizados que se encaixam perfeitamente às necessidades de cada paciente;

4 – Realidade Aumentada/Virtual

Treinamento de médicos com corpos humanos virtuais, diminuindo os custos do curso, simulação de ambientes cirúrgicos e assistência na execução de procedimentos;

5 – Wearables

Dispositivos na forma de acessórios voltados para o cotidiano, como relógios ou pulseiras. São utilizados como medidores de saúde física, como os batimentos cardíacos durante um exercício físico, e até mesmo como monitores do sistema nervoso;

6 – Precision Medicine

Especializada na genética do paciente, promove os diagnósticos clínicos e tratamentos de doenças com base no histórico médico e familiar de acordo com os genes de cada pessoa.

HealthTechs em prol da saúde

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) atende cerca de 190 milhões de pessoas. “Tendo em vista a grande carência existente no sistema de atenção básica de saúde, além das limitações de recursos para atender à população, o setor de HealthTechs é um dos mais promissores no país”, afirma. “A tecnologia pode proporcionar um melhor atendimento com mais eficiência para os usuários desses serviços”, completa.

Segundo a aceleradora, no sistema de saúde brasileiro destacam-se aplicações ligadas a melhoria de processos e atendimento a clientes, bem como iniciativas inovadoras para prevenção e diagnóstico médico. Para Coletta, ao oferecer recursos rápidos e baratos, como acesso a exames e marcação de consultas disponível até mesmo pelo celular, o Brasil fica em evidência na área. “As tecnologias que exigem menos capital, mas que buscam apostar em serviços inovadores para o relacionamento entre o consumidor e o mercado da saúde, têm mais espaço. As HealthTechs, então, oferecem rendimento a curto e médio prazo e focam no atendimento e cuidados especiais com base em análise de dados”, explica.

Considerada uma das áreas que mais crescem no mercado, as HealthTechs se preocupam em aumentar a qualidade da assistência médica. “Visando melhorias para a acessibilidade entre os consumidores e o setor de saúde de forma prática, elas investem em novas tecnologias e trazem soluções fáceis e abrangentes para a população”, afirma Coletta. “O Brasil, neste cenário, destaca-se com as inovações no atendimento e relacionamento entre consumidor e sistema de saúde”, finaliza o executivo.

Fonte: ITF Mídia

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