14 ago
As 10 séries favoritas dos empreendedores

Intrigas, mistério, truques e empreendedorismo. O mercado de séries está repleto de exemplos que podem inspirar os donos de empresas. Para descobrir os títulos preferidos dos empreendedores, uma pesquisa ouviu mais de 90 empresários e chegou às 10 séries mais vistas. Eles contam, ainda, por que você também deveria assistir. Confira abaixo:

1- O Sócio

A cada episódio, o investidor americano Marcus Lemonis ajuda pequenas empresas a superarem suas fraquezas e conseguirem recuperar negócios à beira da falência. O apresentador investe pessoalmente nas empresas e já aplicou mais de US$ 7 milhões. Depois de comprar uma participação, ele faz uma revolução para tirar o projeto do buraco.

Por que você deveria assistir?

“A visão de empreendedor é expandida para novos horizontes a cada episódio. Deixando o telespectador ansioso para ver os resultados das ações que foram implantadas nas empresas e de ver novas empresas com dificuldades serem “salvas” pelo programa.” – Jonas Máximo, 31 anos, fundador da Max Sushi.

“A série nos coloca em choque com a realidade que muitos empreendedores de pequeno e médio porte enfrentam ao misturar as finanças pessoais com jurídicas. Além disso, mostra o choque de gestão que um sócio profissional pode impor a uma empresa pequena: conseguimos enxergar como alguém de fora pode imaginar ajustes e simplificações de processo que culminam em grandes ganhos de escala e lucro para a empresa.”  – Luiz Francisco Salles, 35 anos, sócio da ShoeShop.

“A série é uma inspiração para aqueles que desejam sempre melhorar seu negócio. Ela apresenta diversos meios para salvar um negócio diferente a cada episódio e, por isso, traz respostas para nós, empreendedores, com novas ideias, e serve como uma lição para quem atua neste ramo e enfrenta desafios diariamente.” – Victor Jacques, 36 anos, fundador da ToyShow Colecionáveis.

2 – House of Cards

A saga de um político americano ao posto de homem mais poderoso do mundo é a trama de House of Cards. A série é exibida pelo Netflix e já ganhou vários prêmios. No elenco, Kevin Spacey, Robin Wright e Kate Mara.

Por que você deveria assistir?

“Apesar de mostrar ambição excessiva pelo poder, mostra a importância de articulações, parcerias, network e estratégia.” – Luis Lourenço, 24 anos, sócio da Plug CRM.

“Indicaria esta série a outros empreendedores por mostrar o jogo de poder e influência em alto nível, além de demonstrar a importância de dominar técnicas avançadas de negociação.” – Guilherme Reitz, 30 anos, da Axado.

3 – Suits

As jogadas e negociatas que acontecem em um escritório de advocacia são o mote desta série. Os personagens mostram como poder e inteligência são usados para conseguir o que se quer.

Por que você deveria assistir?

“Suits aborda, em muitos momentos, a importância de quebrar as regras sem desrespeitar a lei. Todo caso de sucesso tem por trás uma pessoa que enxerga possibilidade onde todos veem obstáculos. Mesmo em cenários áridos e nas crises, as possibilidades são infinitas.” – Roney Giah, 41 anos, sócio da Doiddo Filmes.

“É um verdadeiro MBA em negociação. Harvey Specter é um bem-sucedido sócio de um escritório de advocacia em Nova York e conduz suas negociações com um brilhantismo único. Ele mostra que autoconfiança e ter pessoas brilhantes ao lado são fundamentais para o sucesso”, Rodrigo Paolucci, 29 anos, da SambaAds.

4 – Shark Tank

A série americana mostra empreendedores tentando convencer um grupo de investidores a comprarem sua ideia. Os casos são reais e mostram como o pitch rápido e preciso é importante.

Por que você deveria assistir?

“No universo empreendedor tão importante quanto ter uma ótima ideia e uma excelente execução é saber vendê-la em poucos instantes. É isso que ensina o programa Shark Tank.” – Bruno Sanovicz, 24 anos, da Kidint.

“É uma escola para entender a cabeça dos investidores. Os episódios mostram como investidores de sucesso avaliam os empreendedores, quais os critérios que valorizam e o porque fariam ou não o investimento.” – Thiago Burgers, 35 anos, fundador da PIC-ME.

5 – Breaking Bad

Um professor de química descobre uma doença e resolve transformar sua vida. Ele usa seus conhecimentos em química para produzir a melhor droga da região.

Por que você deveria assistir?

“Por mais que trate de um tema polêmico, a série aborda alguns desafios frequentes para empreendedores, como gestão de qualidade, concorrência, escalabilidade, cadeia produtiva e segredo industrial.” – Gean Chu, 26 anos, fundador da Los Paleteros

“Ele se mostra ser capaz de fabricar o melhor produto do mercado, porém, é péssimo em empreender. A maior parte de suas tentativas são frustradas por não saber comercializar adequadamente o produto. Moral da série: Não adianta ter o melhor produto, se não souber vender.” – Marcelo Salomão Guimarães, 37 anos, da Gigatron Franchising

6 – Mad Men

A série se passa nos anos 1960 e retrata o dia a dia de uma agência de publicidade. A vida pessoal e profissional de Don Draper acompanha as mudanças no mercado e na vida dos americanos no período.

Por que você deveria assistir?

“É legal para ver como as marcas conversam com os consumidores, como são criadas campanhas de marketing, como conquistar clientes, a importância de relacionamentos e a politicagem que existe no mundo dos negócios.” – Guilherme Campos, 31 anos, fundador da Dr. Jones.

7 – The Office

É uma comédia que mostra o dia a dia de uma equipe dentro do escritório. As situações, muitas vezes bizarras, são paródias do que muitos funcionários enfrentam na vida real em suas empresas.

Por que você deveria assistir?

“A série The Office mostra o que “não” se deve fazer na rotina de uma empresa. Apesar de parecerem absurdas ou impossíveis, as situações cômicas mostradas ocorrem com muito mais frequência do que imaginamos. O ponto alto da série é como o exemplo de uma liderança confiável e comprometida pode reunir pessoas tão diferentes em uma única direção.” – Rodrigo Vanzan, 35 anos, da 4Buzz.

8 – Silicon Valley

A série americana conta a história de seis programadores que tentam construir uma carreira de sucesso no maior polo de empreendedorismo e startups do mundo, o Vale do Silício, na Califórnia.

Por que você deveria assistir?

“O seriado conta a história de uma startup que nasce, consegue funding e começa a escalar. O empreendedor pode aprender bastante sobre os processos de buscar investimento e de gestão com o seriado.” – Tallis Gomes, 28 anos, fundador do Easy Taxi, eGenius e Singu.

9 – Gigantes da Indústria

A série mostra como grandes inventores e empreendedores construíram as maiores indústrias do mundo. Entre os exemplos estão John D. Rockefeller, Andrew Carnegie, J.P. Morgan e Henry Ford.

Por que você deveria assistir?

“Apresenta empreendedores audaciosos e inovadores que, em busca do sonho americano, correram riscos imensuráveis e aproveitam as oportunidades com visão, inovação e engenhosidade. Na essência, o empreendedor é a pessoa que tem capacidade de idealizar e realizar coisas novas.” – Leila Oda, 54 anos, da Terra Madre – Orgânicos e Saudáveis.

“A série trata do período mais inventivo da indústria moderna, com lendários empreendedores como Ford, Rockefeller e Morgan, que não somente criaram algumas das empresas mais valiosas do mundo moderno como inovaram em processos e formatos de desenvolvimento, produção e vendas de seus produtos e serviços.” – Fabio Neves, 34 anos, do iPed.

10 – Game of Thrones

Planejamento, metas, desafios, complicações e intrigas políticas são alguns dos principais alicerces de “Game of Thrones”, série criada com base na adaptação dos livros de George R. R. Martin.

Por que você deveria assistir?

“Um ponto muito evidente na série que podemos levar para os negócios é que conhecimento e networking são fortes armas. Seja muito bem informado e, quando possível, esteja à frente da concorrência.” – Gabriel Marquez, 26 anos, da Conube.

“É totalmente imprevisível, mostra diferentes tipos de poder e o cenário muda de uma hora para a outra, como no empreendedorismo.” – Amanda de Almeida Cassou, 24 anos, fundador do Gallerist.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

09 ago
De pai para filho: empreendedorismo é coisa de família?

Uma das tarefas dos pais, talvez a principal delas, é ensinar aos filhos como sobreviver. E, para isso, a maioria acaba servindo de modelo, afinal, é pelo exemplo que se forma uma pessoa. Não é à toa que muitos filhos vão além e seguem as profissões dos pais. Mas e quando o pai é um empreendedor?

Esse é o caso do empresário Aldo Zerbinatti Neto e de seus irmãos, Luís Fontes Neto e Osnir Zerbinatti Júnior. Os três trabalham na Osnir Hamburger, lanchonete fundada pelo pai, Osnir Zerbinatti, há 49 anos na zona sul de São Paulo.

Como o negócio é anterior ao próprio nascimento (Aldo é de 1972 e a lanchonete de 1969), ele conta que passou a infância vendo o pai trabalhar. “Eu ficava vendo ele prensar hamburguer e aquilo me deixava alucinado, pois entrava uma bolinha de carne, ele a apertava e virava um hamburguer. Era algo mágico”, relembra.

Aos poucos a participação de Aldo na Osnir Hamburger foi crescendo. Ciente de que um dos filhos poderia assumir o negócio, o pai passou a instruí-lo em todos os afazeres do estabelecimento. Isso porque, de acordo com Osnir, “se um dia você mandar na lanchonete, nenhum funcionário poderá rir da sua cara”.

“Então, aos 14 anos, ele me ensinou a fazer o sorvete e o hamburguer, a trabalhar na chapa, atender no caixa, lavar copos… até passar pano no chão eu aprendi. Fiz um treinamento com o meu pai e foi muito bom”, conta Aldo, revelando não ter certeza se iria ficar no negócio da família.

“Eu não sabia o que queria da minha vida. Era aquele cara de 18 anos que pensava em fazer direito ou administração, pois não gostava muito de exatas”, admite. A mudança ocorreu em 1990, quando a caminho da faculdade ouviu o pai dizer que, por conta da falta de dois funcionários do turno da noite, iria dobrar o expediente.

“Aquilo mexeu tanto comigo que larguei tudo e a partir dali comecei a tocar a lanchonete no dia a dia. O sangue falou mais alto. Tanto que estou aqui há 28 anos”, celebra o empresário, que é responsável pelas compras e vendas do negócio enquanto os irmãos cuidam das tarefas de escritório e atendimento ao público.

Mas não foi simples entrar para Osnir Hamburger. Ciente de que estaria convivendo na esfera profissional com o pai, Aldo decidiu estabelecer limites. Por exemplo, no trabalho ele chama o pai de seu Osnir. E, apesar de sócios, reconhece a existência de uma hierarquia, onde ele é empregado e o pai, patrão.

O respeito também foi conquistado no cotidiano. Entendendo o negócio pro dentro, ele e os irmãos passaram a dar ideias para o crescimento da lanchonete, que salto de 30 para 150 lugares e se tornou um dos pontos mais tradicionais da zona sul da capital paulista.

Mas depois de tanto tempo, como Aldo enxerga o lado empreendedor do pai?

“Meu pai é bem descontraído. Ele é a cara da lanchonete. Está com 82 anos e trabalha aqui todos os dias. Seu Osnir é o primeiro a chegar, pois gosta de ver o horário em que cada um chega. E ele fica até umas 18h em pé – ele não senta!”, diz o filho orgulhoso, salientando que até hoje o pai chama os clientes pelo nome.

“Muitos pedem para tirar fotos com ele. Obviamente que a lanchonete é um negócio, mas para o meu pai, hoje em dia, ela também é um lazer. É uma paixão – não só dele, como nossa também”. Prova de que empreendedorismo pode ser mais ensinado.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

26 jul
73 laboratórios de inovação corporativa que valem a pena conhecer

A palavra inovação é figurinha carimbada quando o assunto é empreendedorismoe negócios. O segredo das empresas que se destacam, porém, está em sair do discurso e inovar na prática.

Foi com essa missão que surgiram os laboratórios de inovação. Os espaços se propõem a abrigar e estimular brainstormings e experimentações e integram a infraestrutura de empresas das mais diversas áreas — desde a tecnologia até a hospedagem.

Na lista abaixo, organizada pelo CBInsights e composta por nomes como Google, IBM, Deutsche Bank, Volkswagen e Coca-cola, estão 73 dos laboratórios mais relevantes. Além da infraestrutura, alguns oferecem conteúdos online e até mesmo divulgam vagas e programas de estágio.

Confira:

Tecnologia

  1. HP Inc.: HP Labs
  2. Google: X
  3. Xerox: Centro de Pesquisas da Xerox em Palo Alto (PARC)
  4. Microsoft: Microsoft Research Lab
  5. Google: The Garage
  6. TCS: TCS Innovation Labs
  7. Oracle: Oracle Labs
  8. IBM: IBM Research
  9. Avaya: Avaya Labs Research
  10. Autodesk: Autodesk Labs
  11. Phillips: Phillips Design
  12. Amazon: Lab 126
  13. Cisco: Cisco Hyper Innovation Living Labs (CHILL)
  14. Symantec: Symantec Research Labs (SRL)
  15. SAP: SAP Co-Innovation Lab (COIL)
  16. Accenture: Accenture Innovation Centers

Telecomunicações

  1. AT&T: AT&T Labs Advanced Technologies
  2. Verizon: Verizon Innovation Centers
  3. Nokia: Nokia Bell Labs
  4. Vodafone: Vodafone Innovation Park Labs
  5. T-Mobile: Deutsche Telekom Silicon Valley Innovation Center
  6. AT&T: AT&T Foundry
  7. Huawei: Wireless X Labs

Finanças

  1. Visa: One Market Center
  2. DBS Bank: DBS Asia X (DAX)
  3. Fidelity: Fidelity Center for Applied Technology (FCAT)
  4. Wells Fargo: Wells Fargo Labs
  5. JP Morgan Chase: FinLab
  6. Citi: Citi Innovation Labs
  7. Capital One: Capital One Labs
  8. Deutsche Bank: Deutsche Bank Labs
  9. FIS: FIS Innovation Lab

Varejo e bens de consumo

  1. Coca-Cola: Development and Innovation Lab
  2. Ikea: SPACE10
  3. Staples: Staples Labs: Velocity, Innovstapation, Development
  4. O Home Inot: O Home Depot Innovation Center
  5. CVS: Digital Innovation Lab
  6. Lululemon: Lululemon Lab
  7. Neiman Marcus: Neiman Marcus Innovation Lab (iLab)
  8. Walmart: Walmart Labs
  9. Sephora: Sephora Innovation Lab
  10. Kohl’s: Kohl’s Digital CenterKohl’s Innovation Center
  11. Target: Target Technology Innovation Center
  12. Lowe’s: Lowe’s Innovation Lab
  13. Sears: iR Labs
  14. Tesco: Tesco Labs
  15. DuPont: DuPont Innovation Centers
  16. Nike: Innovation Kitchen
  17. Unilever: Unilever Foundry

Auto/Aeroespacial

  1. Lockheed Martin: Skunk Works
  2. Volkswagen: Volkswagen Automotive Innovation Lab (VAIL)
  3. Panasonic: Panasonic Automotive Innovation Center
  4. Ford: Ford Research & Innovation Centre

Saúde

  1. McKesson e o Laboratório de Inovação da Clínica Mayo Nome: Centro de Inovação
  2. Cardinal Health: Fusível
  3. Johnson & Johnson: Centros de Inovação da Johnson & Johnson

Mídia

  1. IPG: IPG Media Lab
  2. The New York Times: The New York Times Research & Development
  3. Comcast:Comcast Labs

Consultoria e Assessoria

  1. Deloitte: Deloitte Analytics
  2. McKinsey: Digital Labs
  3. Boston Consulting Group: BCG Innovation Center for Operations

Seguros

  1. America’s Health Insurance Plans (AHIP): The Innovation Lab
  2. Anthem: Anthem Innovation Studio
  3. MetLife: LumenLab

Energia e Indústria

  1. Southern Company: Southern Company Energy Innovation Center
  2. Georgia Pacific: GP Innovation Institute
  3. Thyssenkrupp: thyssenkrupp Elevator Research
  4. Emerson: The Helix Innovation Center
  5. Caterpillar:CAT Data Innovation Lab

Viagem e Hospedagem

  1. Marriott: Marriott Pop-Up Innovation Lab
  2. Delta: The Hangar
  3. AccorHotels: Disruption & Growth

 

Fonte: Época Negócios

23 jul
Novos caminhos para conexões: construindo marcas emocionais

Em 2010, os aplicativos de mensagens eram uma novidade. O WhatsApp estava apenas começando e outros aplicativos de mensagens fora da opção nativa do seu telefone eram aplicativos pagos e com funcionalidade limitada.

A grande promessa desses aplicativos era reduzir o custo de envio de mensagens SMS para seus contatos, porque eles eram uma fortuna e aumentariam sua conta telefônica. Em 2018, essa não é mais a razão pela qual os consumidores gastam a maior parte do tempo em aplicativos de mensagens. Os aplicativos agora fornecem uma série de utilidades, tanto que o consumidor médio envia 200 mensagens diretas por dia, mas posta apenas uma ou duas vezes em suas plataformas de mídia social.

Com essa mudança na conectividade, a pergunta é simples: como sua marca está conectada ao seu público-alvo?

As plataformas de mensagens estão acontecendo, mas as empresas e as marcas não estão aproveitando esses espaços. O WhatsApp tem 1,5 bilhão de usuários mensais e mais de 55 bilhões de mensagens são enviadas por dia. O envio de mensagens é a atividade mais importante e demorada em dispositivos móveis, e as marcas vão perder se não fizerem algo para se conectar com os consumidores em seu habitat natural.

O WeChat, aplicativo de mensagens multifuncionais mais popular da China, tem mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais; 65% desses usuários nasceram nos anos 80 e 90, 83% deles compram produtos on-line e o usuário médio verifica o aplicativo pelo menos 10 vezes por dia.

Embora o Facebook tenha comprado o WhatsApp, o Facebook Messenger ainda é o aplicativo nativo de mensagens do Facebook, com 1,3 bilhão de usuários ativos em 200 países.

Todos esses aplicativos são gratuitos e permitem que os usuários enviem mensagens de texto, conversem por vídeo, conversem por voz, enviem fotos, vídeos e anotações de voz. Os consumidores gastam tempo criando conexões com os amigos enquanto estão conectados a esses aplicativos, então por que sua empresa não quer tentar construir essa conexão emocional com os consumidores?

Os consumidores de hoje são pessoas digitalmente nativas, vivem uma vida digital, com conhecimentos sociais e querem ser amigas das marcas, assim como as marcas querem ser amigas delas. Se você não estiver disponível para atender às necessidades delas quando e onde estiver, está perdendo uma grande oportunidade de se mostrar confiável e construir as conexões profundas que as marcas sempre esperam.

O mundo mudou do desktop para o celular nos últimos 10 anos e, durante esse período, a hiperconectividade tornou-se parte inegociável de nossas vidas.

Consumidores não confiam em marcas, confiam em pessoas. Eles não querem fazer uma compra sem a recomendação de um amigo ou de uma outra pessoa na internet, então, por que não humanizar sua marca e começar a construir essa confiança entre marca e consumidor?

As estratégias tradicionais de marketing estão em constante evolução, mas podem fazer com que as marcas percam o contato e até afastem o consumidor. É por isso que, recentemente, as marcas estão acelerando para outra “transformação digital”. Elas querem provar que ainda são relevantes e têm a capacidade de prosperar em um cenário digital em constante mudança. Mas como se pode esperar que uma marca mude autenticamente, quando as organizações ainda estão olhando para o digital como uma função, não como uma maneira de trabalhar?

Há uma lacuna clara entre o modo atual de conexão e como os consumidores vivem suas vidas. É por isso que, ainda mais eficaz do que uma transformação digital, é colocar o consumidor no centro de suas estratégias e planos. As marcas precisam atender às necessidades dos consumidores, não forçá-los a reajustar seus hábitos.

Fonte: Fábio Tambose / Meio&Mensagem 

 

17 jul
8 maus hábitos que prejudicam a comunicação

CIOs carregam a fama de cometer vários erros no debate com seus pares das áreas de negócios, fora do escopo da TI. Com o objetivo de contornar tal deficiência, muitos executivos procuram lustrar a habilidade de comunicação que têm. O resultado dessa procura é positivo.

Mas a necessidade de aperfeiçoar a comunicação não se encerra nos casos em que o diálogo se estabelece com o público externo. Em eventos com colaboradores internos, acionistas e outros executivos em cargos de liderança, é imprescindível que sejam dominadas as técnicas de persuasão.

Abordagens errôneas e o emprego inconveniente de termos técnicos são muito comuns. Na pior das hipóteses tais fatores têm um poder incalculável de prejuízo à imagem da corporação. Na melhor, apenas a reputação do executivo sairá manchada.

Para minimizar os riscos de tal dano ocorrer, convém evitar:

Abusar do jargão

Aplicar incansavelmente todo o jargão técnico disponível em conversas com profissionais de outras áreas é um dos maiores equívocos. Para muitos executivos de perfil altamente técnico falta a sensibilidade necessária para adequar o discurso à compreensão dos interlocutores. Essa falta de sintonia é um convite à interpretação errônea e amplifica o que é conhecido por ruído (inimigo nº1 de toda comunicação). Por hora, procurar se ater ao nível de compreensão dos outros é o único remédio para evitar tais inconveniências.

Culpar o sistema

Transferir a responsabilidade por eventuais falhas aos CPDs durante conversas com vários participantes causa um efeito grave: irritação e insegurança relativos ao funcionamento do centro ou a atitude do executivo. Aos espectadores externos, com pouco conhecimento em assuntos de ordem técnica, chega apenas a mensagem de que regem problemas ainda sem solução na estrutura de TI. O agravante é que, por vezes, temas de natureza técnica acabam entrando na pauta de encontros corporativos. Cabe ao executivo aplicar um vocabulário acessível e tranquilo.

Se em conversas restritas a palavra “desastres” é corriqueira e todos sabem não se tratar de um apocalipse, o mesmo não pode ser dito quando o termo é proferido para uma audiência em que leigos e técnicos estão juntos. Aproveite para abordar esses temas com questionamentos que possam ser respondidos por membros da equipe técnica presente, mas sem iniciar uma guerra pública. Os efeitos dessa estratégia são múltiplos: levantam uma questão que é solucionável, ao passo que expressa valorização dos funcionários chamados a colaborar na explicação dos “desastres”.

Abusar do tom de marketing

Executivos que passaram por departamentos comerciais e assumiram posições de liderança em TI, dificilmente abandonam o tom comercial em seus comunicados. Aos colegas fica a impressão do executivo quer empurrar algo. Esse tipo de discurso tem receptividade nula em meio aos profissionais de TI. Será um excelente tema nas conversas internas entre esses profissionais para alimentar a ideia sobre “o engravatado que acha que sabe”.

Não perguntar

O bom CIO faz perguntas consistentes e valoriza as respostas. Tal comportamento permite que o assunto debatido seja enriquecido com aspectos antes ignorados. Uma conversa assim fomenta maior integração entre gestores e equipe. Proceder de maneira diferente pode fortalecer a noção do executivo duvidar de sua capacidade de responder.

Excluir os outros

Vários CIOs de excelente formação dispõe de ideias e estratégias de implementação  e execução de projetos consagrados. É preciso abrir espaço para a participação dos argumentos alheios na hora de determinar a maneira pela qual um processo será executado. Responder a quem contribuiu com as sugestões, fundamentando a exclusão da opinião no estabelecimento da estratégia é a maneira correta de harmonizar o ambiente corporativo.

Ameaçar em vez de argumentar

Ao solicitar a contratação de novos funcionários, sugerir a aquisição de novos servidores ou a expansão do orçamento dos departamentos de TI, não fazê-lo em tom de ameaça. Se o caso pede urgência é essa a ideia que deve ser deixada clara, sem partir para previsões das terríveis consequências caso não seja possível realizar os investimentos solicitados. Quem ouve ou lê uma aproximação, tem a sensação de estar sendo pressionado e não tardará a atribuir esse panorama apocalíptico ao despreparo e à falta de providências do próprio CIO.

Nesses casos urgentes, a melhor coisa a fazer é apresentar um elenco de diferentes soluções e tentar, à medida do possível, promover a mais adequada. Qualquer proposta pode ser melhorada se o CIO elencar inclusive a forma que os benefícios vão surtir efeitos positivos por todo a cadeia associada – da corporação aos seus clientes.

Ignorar o core business da empresa

É certo que o campo de maior conhecimento dos CIOs pertence ao universo técnico, característica que os promove às posições que ocupam. Todavia, é necessário ser capaz de expandir o discurso além da zona de conforto e incluir na retórica as informações que são importantes para o faturamento da empresa. Ferramentas de Business Intelligence são um item de TI, mas também aumentam as possibilidades de vender mais. É o que as lideranças da corporação querem ouvir.

Fonte: CIO from IDG/Terra 

12 jul
Você trocaria o tradicional ambiente corporativo por uma startup?

O modelo de trabalho de startups, com ambiente descontraídos e poucas formalidades, tem ganhado cada vez mais adeptos – sobretudo entre o público jovem. Você estaria disposto a trocar o tradicional ambiente corporativo por uma startup?

Pesquisa da Michael Page mostra que para nove em cada dez profissionais a resposta é sim.

Segundo o levantamento da consultoria, sete em cada dez executivos estão dispostos a abrir mão de parte do salário para ter mais flexibilidade de horário e por acreditarem em uma maior qualidade de vida para atuarem em novos modelos de negócio.

Genis Fidelis, gerente da Michael Page, cometna que as startups estão vindo com propostas inovadoras e isso tem chamado muito a atenção de executivos que atuam no mercado tradicional. “Além de modelos disruptivos e dinâmicos, essas empresas oferecem a possibilidade de profissionais se destacarem e crescerem junto com elas. É um tipo de desafio que tem despertado o interesse de muitos executivos, de olho não apenas em remuneração, mas em outros aspectos, como flexibilidade de horários e em estruturas mais enxutas e menos hierarquizadas. Tem sido um diferencial na hora de atrair grandes talentos do mercado”, destaca.

A pesquisa foi realizada em março deste ano contando com a participação de cerca de 1 mil executivos de alta e média gerência para entender a relação desse público com as startups.

O levantamento também procurou saber se os profissionais estariam dispostos a responder para um presidente de startup mais novo que eles. De acordo com 96% dos respondentes, eles se sentiriam bem em lidar com essa questão ante 4% contrários à subordinação de um presidente mais jovem.

A pesquisa buscou entender dos executivos se o perfil profissional deles estava adequado para trabalhar em uma startup. Foram 94% os que se julgaram apropriados para embarcar em um novo modelo de negócios enquanto 6% informaram que não possuem as características ideais para vagas desse gênero.

“Essa pesquisa traz revelações importantes sobre a disposição dos profissionais em atuar num modelo de startup e como eles imaginam que são percebidos pelos líderes dessas empresas. São informações reveladoras e que podem apontar novas tendências no recrutamento e seleção de candidatos.”

Contratação de executivos em startups cresce 50%

As startups não têm poupado esforços para atrair profissionais qualificados. De acordo com dados da Michael Page, a procura por analistas, especialistas, coordenadores e gerentes cresceu 50% até março deste ano frente o mesmo período do ano anterior. Ainda de acordo com a consultoria, os cargos mais demandados foram Customer Hapiness, Marketing de Performance, Marketing de Transformação Digital e User Experience.

“As startups querem profissionais orientados ao desafio e à inovação. Buscam pessoas dedicadas ao negócio e orientadas ao resultado. Os executivos com boa formação técnica, de bons relacionamentos e perfil analítico, são os mais desejados por essas empresas”, explica o consultor. O salário médio para executivos de porte gerencial desses níveis está em torno de R$ 18 mil.

Fonte: Computerworld

05 jul
3 mitos sobre a poupança: a queridinha dos brasileiros pode ser uma armadilha?

Por que os brasileiros amam tanto a poupança?

Para quem não sabe, a poupança tem mais de 150 anos.

E o costume sempre foi: Avôs e avós abriam cadernetas de poupança em nome dos seus netos recém-nascidos, pensando em garantir um futuro melhor para eles, pagar uma faculdade, etc. Além disso, todo o dinheiro aplicado na poupança é destinado ao financiamento imobiliário. Sendo assim, não demorou até a poupança se tornar um sinônimo de patriotismo e responsabilidade social. E graças a todo esse apelo social, e até emocional 75% do brasileiros investem em poupança atualmente, segundo o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Entretanto, com todo esse “glamour” da poupança, alguns mitos começaram a surgir como se fossem verdades. E agora vamos mostrar o que realmente acontece com a poupança.

Mito 1: O dinheiro está protegido da inflação, pelo menos isso ele vai render.

É muito comum você escutar de seus familiares, amigos e até mesmo do gerente do seu banco (que deveria ser um expert em investimentos), exatamente essa frase: “Bote pelo menos na poupança, para corrigir a inflação”. Entretanto, isso é um mito.

Para provar isso, os dados de 2015 são extremamente claros. Enquanto a poupança rendeu 8,15% durante o ano, a inflação passou o valor de 10,6% em 2015. Ou seja, o investidor da poupança no final das contas, acabou perdendo 2,45% do seu poder de compra nesse ano.

Por exemplo:

Uma bolsa feminina custava R$ 100,00 em janeiro de 2018. Mas com a inflação desse ano ela passou a custar R$ 110,60 em dezembro. Mas você decidiu não comprar essa bolsa em janeiro, e depositou os R$ 100,00 na poupança. Em dezembro resolveu que queria comprar a bolsa de presente de natal e foi retirar o dinheiro da poupança, que rendeu 8,15%, ou seja, agora você tinha R$ 108,50.

Isso significa que você perdeu o seu poder de compra, o dinheiro com o qual você comprava a bolsa em janeiro não é mais o suficiente para comprar a bolsa em dezembro. Nesse caso, você precisa de mais R$ 2,10 para comprar o mesmo produto.

Mito 2: A poupança é o investimento mais seguro que existe.

Ao contrário do que a maioria pensa, a poupança não é segurada pelo Governo Federal, e sim pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), mesmo o seu banco sendo público ou privado. E o FGC é a mesma entidade que garante investimentos como os CDBs, LCIs, LCAs e LCs. Que muitas pessoas evitam por acreditarem que são investimentos mais arriscados, para perfis mais arrojados. Mas a verdade é que são investimentos que lhe oferecem a mesma segurança da poupança e ainda lhe proporcionam uma rentabilidade muito maior.

O valor garantido pelo FGC é de 250 mil reais por CPF e por instituição financeira. Ou seja, a soma dos seus investimentos em uma mesma instituição financeira tem que estar abaixo desse valor para ser 100% segura e reembolsável.

Mito 3: É o mais barato, outros investimentos só para ricos.

Acredito que esse mito em especial, seja o que mais afasta os brasileiros de outros investimentos. Na teoria a poupança é sim o “investimento” mais barato que existe. Isso porque a maioria dos bancos, diz em seus sites, que não cobra uma taxa mínima para o início da aplicação. O que na prática às vezes não é verdade. Entretanto, existe um investimento que poucas pessoas conhecem.

O nome dele é Tesouro Direto, e é extremamente barato. O valor mínimo para dar início a uma aplicação é de apenas R$ 30,00. Imagine só, com esse valor você se torna um investidor e pode usufruir do investimento mais seguro do Brasil e com uma das maiores rentabilidades em renda fixa.

Mas, por que esses mitos existem?

Segundo uma pesquisa da Standart & Poor’s, que mede o nível de educação financeira em 144 países, o Brasil está em 74º lugar na lista. Ficando atrás até de países pobres, como Togo e Zimbábue. E é principalmente por essa falta de conhecimento do povo brasileiro, que esses mitos sobre a poupança se perpetuam por décadas entre nós.

E como devo proceder?

É simples, fale com seu gerente e mostre um pouco de conhecimento. Apenas lendo esse artigo você já viu que um bom investimento é aquele que tem rentabilidade além da inflação. Diga que quer seu dinheiro aplicado em algo que renda mais que a inflação. E não tenha medo, você já viu que muitos investimentos tem a mesma segurança da poupança.

Além disso, recomendo que procure cursos na área de educação financeira e investimentos. Garanto, que qualquer conhecimento a mais nessas áreas, sempre será um ponto positivo em qualquer coisa que você decida fazer na sua vida.

02 jul
Falar bem não é fácil – mas tem como aprender

“Se ousarmos fazer uma pesquisa como a do The Sunday Times*, sobre a classificação de medos, o da morte não estaria no mais alto grau? Temer a morte abrange os outros medos. Se um inseto causa medo é porque é um causador de morte em potencial. Se ocorre a taquicardia nas alturas, é pela iminência de morte. E qual a ligação da dificuldade de se expressar com a morte? Não seria o medo de ‘ser morto’ por não ser aquela pessoa que os outros esperam que deveríamos ser? ‘Morre’ quem não é aceito, não é incluído, não é ouvido”.
(Rosali Michelsohn, psicoterapeuta)

Alguma vez na vida você já passou por isto: em certa ocasião os holofotes viram pra você, o microfone lhe é passado ou a sua fala é solicitada. A palavra está com você! Mas, nervoso com todos aqueles olhares e expectativas alheias (e as suas próprias), você não a encontra. Eis o medo de falar em público, que, para 43% das pessoas, supera inclusive o medo da morte.

O famoso “branco” na hora de falar em público – situação em que se perde a linha de raciocínio ou se esquece o que precisava ser dito – não acontece por falta de conhecimento, preparo, estudo, ou por falta de saber o que dizer. A situação é completamente relacionada ao nervosismo/ansiedade – são sintomas físicos, a perda de oxigenação no cérebro, a palpitação no peito, a mão suando frio – toda essa aceleração cardíaca faz o pensamento esvair-se. Mas não se irrite como o seu próprio corpo: ele só está tentando lhe proteger.

Muitas pessoas associam a falta de habilidade para enfrentar plateias, palestras e discursos à timidez. Se escondem atrás dessa característica como forma de justificar certa deficiência. Ora, algumas pessoas, obviamente, são mais extrovertidas, comunicativas e expressivas do que outras. Mas o fato é que a timidez não é pretexto para não desenvolver uma boa oratória. Falar bem em público não é um dom divino do qual só alguns escolhidos disfrutam. O ato de esclarecer suas ideias oralmente é uma habilidade completamente capaz de ser treinada e desenvolvida.

Para começar, trace um plano – você pode correr, mas não pode se esconder numa sociedade midiatizada. Alguma hora sua fala será solicitada. Repare que jogadores de futebol são profissionais que, na prática, só precisariam entender de jogar bola. Mas no final de uma partida estão lá os microfones arqueados em direção a eles – o mundo quer ouvir o que Neymar tem a dizer. E ele será julgado pelo tom de voz, pelas expressões corporais e por cada palavra escolhida. O nervosismo, nessa hora, pode ser o pior adversário.

O plano ajuda a não perder de vista os seus objetivos e a ter em mente os obstáculos que precisam ser superados. Por exemplo: quando decidi ser professora, eu sabia que enfrentar plateias era algo que passaria a fazer parte da minha rotina e que, portanto, as doses de ansiedade e nervosismo precisariam ser bem administradas. O plano ajuda a identificar suas fragilidades (É a pronúncia das palavras? É enfrentar o inesperado? É algum problema com a sua voz?) e observar, com clareza, formas de encará-las.

O segundo ponto é o enfrentamento. É claro que estou aqui falando para pessoas com receio leve de falar em público – em níveis maiores pode ser considerado uma fobia e deve ser tratada com especialistas. Mas se você tem só aquela sensação de borboletas no estômago antes de encarar uma palestra e vive se esquivando do convite para soltar a voz, saiba que o mundo – e você – só tem a ganhar quando você decidir se mostrar. É só uma questão de mudar de perspectiva: encare os convites para palestrar, discursar, debater ou dar entrevistas como oportunidades de crescimento. Veja cada uma dessas situações como parte do seu treino para se tornar o profissional que deseja – e não como emboscadas a fim de lhe constranger publicamente.

Essa mudança de concepção nos leva, finalmente, ao terceiro e, para mim, mais importante passo: o autoconhecimento. Traçar um plano e enfrentar suas dificuldades são passos discretos na jornada do autoconhecimento – você vai encarar de frente sua fragilidade humana, seus maiores desejos, suas sensações e percepções pessoais sobre você mesmo. De minha experiência própria posso dizer que estudar, planejar e programar minhas apresentações foi fundamental para diminuir o fator de ansiedade diante dessas situações. Mas não só isso: foi extremamente importante perceber e aceitar que não temos poder nem controle sobre tudo. Uma apresentação em público é quase como uma metáfora da vida: algo pode sair do planejado, e é preciso estar preparado emocionalmente para saber aceitar, contornar e superar.

Abra mão do perfeccionismo (isso não significa ser desleixado) e da relevância que dá a opinião dos outros. Ao falar em público você estará sendo analisado, julgado e exposto, é verdade – mas isso não deve ser uma barreira de impedimento para o seu sucesso. Não deixe que o medo de decepcionar ou não ser aceito fale mais alto que tudo aquilo que você tem a dizer: respira fundo, concentra e solta a voz!

*O resultado de uma pesquisa feita pelo jornal The Sunday Times em 2017 revelou que o medo de falar em público é mais frequente que o medo de insetos e da morte.

18 jun
10 atributos que podem destruir um líder

Liderança, do latim “auctoritas”, que quer dizer ordem e influência, é uma das características mais procuradas pelas empresas nos dias de hoje. Uma pesquisa realizada em 2012 pela Robert Half, empresa que é líder mundial em recrutamento especializado, revelou que 9 em cada 10 empresas brasileiras possuem funcionários com espírito de liderança.

O problema é que, geralmente, o desenvolvimento dessa característica se dá de forma muito rápida. Ou seja, grande parte destes líderes assume a chefia sem preparo. Por isso, muitos deles, mesmo com espírito de liderança, acabam prejudicando a empresa, ao invés de ajudá-la.

O líder é aquele que as pessoas procuram quando há um problema. Por isso, o líder precisa estar preparado. Ele é, geralmente, aquele que todos procuram quando encontram um problema. Se o chefe não estiver preparado para assumir este cargo, há grandes chances de a equipe se desmotivar e o trabalho não gerar bons resultados.

Conheça 10 características que indicam o despreparo de um líder e que podem prejudicar os seus negócios.

10. Não se comunicar bem

A comunicação é um dos principais pilares da liderança. O líder precisa saber comunicar coisas boas e ruins sem ser emotivo demais ou muito agressivo. Alguns líderes são tão rudes que causam medo em seus colaboradores. Além disso, o líder é responsável por fazer a ponte entre os colaboradores e os responsáveis pela empresa e, por isso, precisa adaptar sua forma de se comunicar para as diversas situações.

9. Ser desmotivado

Pior do que um funcionário desmotivado é um líder desmotivado. A motivação é essencial durante a liderança porque garante que os funcionários se sintam seguros e empenhados em dar o melhor pela empresa. Os colaboradores absorvem muito de seu chefe, por isso, mesmo em período de crise, o líder deve assumir uma postura de ânimo para motivar seus funcionários.  Funcionários desmotivados podem piorar a situação de crise em uma empresa.

8. Ser estressado

Tem coisa pior do que trabalhar com gente estressada? Um chefe estressado desanima e entristece sua equipe. Bons líderes sabem o equilíbrio entre ser acelerado e ser estressado ou paranoico. Pessoas estressadas geralmente ficam obcecadas com coisas que não podem controlar, centralizam tudo em si mesmas e se sobrecarregam facilmente. Agora imagine um líder assim!

Vale ressaltar que o estresse não é sinônimo de cansaço, mas é uma defesa natural do organismo, um mecanismo do corpo que indica que algo está errado. Atualmente é classificado pela medicina como síndrome. Por isso, se você acha que está estressado, procure um médico. Além de prejudicar sua equipe, você pode estar prejudicando sua saúde. Mais do que férias, pessoas estressadas precisam de tratamento.

7. Falar muito e ouvir pouco

Um líder precisa estar atento às críticas e necessidades de sua equipe. Saber ouvir é uma característica que melhora os relacionamentos e nos humaniza. Um líder que é capaz de ouvir o que seu funcionário tem a dizer, mesmo que seja algo negativo, sem levar para o lado pessoal, gera confiança e motiva seus colaboradores. Pessoas que falam demais incomodam e atrapalham o ambiente de trabalho. Como líder, procure falar o necessário na hora certa e da maneira certa. Não incomode os funcionários com reclamações ou elogios em excesso e cobre apenas quando preciso.

6. Ser acomodado

O comodismo nos impede de lutar por mudanças e nos torna cegos frente às oportunidades. Pessoas acomodadas geralmente reclamam muito e trabalham pouco. Elas também têm medo da mudança e são inseguras. Chefes acomodados desmotivam a equipe e tornam os resultados positivos mais difíceis de serem alcançados. Além disso, pessoas acomodadas não permanecem muito tempo na liderança. O comodismo torna as pessoas desanimadas e preguiçosas, características que não fazem parte do perfil de um chefe.

5. Ser manipulador

O líder precisa saber a diferença entre influenciar e manipular. Muitos líderes manipulam seus colaboradores e, às vezes, usam de agressões verbais, ameaças e até da força para conseguirem o que se quer. Só precisa manipular aquele que não tem o respeito de sua equipe. O líder deve influenciar seus funcionários a buscarem aquilo que é bom para a empresa, mas sem obrigá-los ou forçá-los a isso.

4. Ser mandão

Liderar não é o mesmo que mandar. Geralmente pessoas mandonas são impacientes e perfeccionistas. O bom líder sabe dar ordens no tempo certo e do jeito certo. Líderes mandões também desanimam os funcionários e prejudicam o ambiente de trabalho, já que se torna mais difícil conviver com uma pessoa que quer o controle das coisas o tempo todo. Como líder, você não precisa provar a sua liderança para ninguém, logo, não precisa dar ordens o tempo todo. Dê liberdade aos seus funcionários e deixe-os assumir o controle também. Administre a equipe e o trabalho e entenda que nem tudo precisa ser do seu jeito. O líder deve ser mais maleável e saber a diferença entre senso de urgência e paranoia.

3. Esquecer-se dos outros

Por mais espírito de liderança que alguém tenha ninguém trabalha sozinho. Nenhum atleta conquistou o ouro sozinho. Nenhum cantor gravou um CD de sucesso apenas com sua voz. O sucesso de um projeto ou de uma empresa não depende apenas de um líder, mas de toda a equipe, de muitas pessoas.  O líder precisa reconhecer a importância e o valor de cada indivíduo da sua equipe. Faz parte do processo de liderar ajudar o outro. O bom líder é aquele que consegue unir sua equipe e mantê-la motivada, mesmo em épocas de crise.

2. Ser arrogante

Uma das características que mais enfraquecem a fugura de um chefe. Pessoas arrogantes não são respeitadas e afastam as pessoas ao invés de aproximá-las. Na maioria das vezes, essas pessoas são frias e abusam da autoridade. Um líder humilde consegue mobilizar sua equipe para alcançar o objetivo proposto. É necessário adotar uma postura próxima do funcionário. Para controlar não precisa desrespeitar, desmerecer ou parecer maior e melhor. A arrogância destrói relacionamentos e empresas. Seja grato, mais aberto à opinião do outro, mais flexível. O líder, muitas vezes, precisa se esquecer de que é líder.

1. Desequilíbrio emocional

A pesquisa da Robert Ralf revelou ainda que 26,4% dos entrevistados apontaram o desequilíbrio emocional como o maior defeito de um líder. Um líder geralmente tem muitas preocupações, é muito atarefado e precisa ser maleável para assumir diferentes posturas em diferentes situações dentro e fora da empresa. Por isso, ele também precisa estar emocionalmente preparado para tudo isso. Líderes muito emotivos ou muito frios costumam destruir suas equipes. É claro que liderar é algo que se aprende na prática, mas o preparo emocional é fundamental. Não pode ser um bom líder quem não é um bom funcionário. Liderança não é algo para se executar apenas no ambiente de trabalho, mas em todas as áreas da vida. Um problema em casa, por exemplo, não pode influenciar o trabalho. O bom líder sabe administrar seus conflitos pessoas e profissionais sem misturá-los. Geralmente, bons líderes também são bons filhos, bons pais, boas mães, bons amigos, bons maridos, boas esposas.

Fonte: Daniel Godri Junior / CIO from IDG

12 jun
6 empresas de tecnologia têm as marcas mais influentes do Brasil

O Google é a marca mais influente no Brasil, de acordo com um ranking da Ipsos divulgado em abril deste ano. Outras cinco empresas de tecnologia – Facebook, Samsung, Microsoft, YouTube e Netflix – aparecem no topo da lista das mais influentes, que também conta com uma brasileira.

Para elaborar o ranking, a empresa de pesquisas ouviu 1 mil pessoas no Brasil entre 22 de janeiro e 02 de fevereiro de 2018.

O levantamento define a influência das marcas considerando a opinião dos consumidores sobre cinco aspectos: Liderança e Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento.

Entre as dez  mais influentes no Brasil, quatro têm seu negócio focado na oferta de produtos. As outras seis, em serviços. A Havaianas é a empresa brasileira na lista. De acordo com Steve Levy, CEO da Ipsos Canadá, a falta de companhias nacionais entre as mais influentes também é observada em outros países. Na Itália e Canadá, por exemplo, nenhuma nacional figura entre as dez primeiras.

Confira a seguir as 10 marcas mais influentes no Brasil e por que elas geram esta percepção nos consumidores:

1.Google

44% Liderança e Inovação

31% Confiança

14% Presença

11% Responsabilidade Social

2.Facebook

46% Liderança e Inovação

38% Presença

4% Responsabilidade Social

12% Engajamento

3.Samsung

24% Liderança e Inovação

35% Confiança

23% Presença

17% Engajamento

4.Microsoft

46% Liderança e Inovação

41% Confiança

13% Responsabilidade Social

5.YouTube

43% Liderança e Inovação

20% Confiança

8% Presença

29% Engajamento

6.Netflix

33,4% Liderança e Inovação

27,3% Confiança

12,5% Presença

26,8% Engajamento

7.Nestlé

19% Liderança e Inovação

26% Confiança

35% Presença

20% Responsabilidade Social

8. MasterCard

25% Liderança e Inovação

32% Confiança

28% Presença

15% Responsabilidade Social

9. Havaianas

32% Liderança e Inovação

23% Confiança

32% Presença

13% Responsabilidade Social

10. Danone

30% Liderança e Inovação

30% Confiança

24% Presença

16% Responsabilidade Social

Fonte: Época Negócios

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