24 maio
20 frases que os empreendedores falam e os investidores não gostam de ouvir

As palavras têm poder! Mais do que isso, se você é um empreendedor pode estimular ou afastar um investidor com uma única frase ou pensamento. Tenha sempre a consciência de que um diálogo inicial corriqueiro pode ser a chave para você conseguir outros contatos e/ou evoluir para uma apresentação do seu negócio.

Sem contar que muitas pessoas geralmente não pensam antes falar! E cometer este erro especialmente em contato com um possível investidor que geralmente tem uma quantidade limitada de tempo para transmitir a sua mensagem, pode definir o futuro do seu negócio.

Minha dica neste sentido é: tenha certeza de que você é o mais claro possível, consistente e vá direto ao ponto. Não enrole, não conte casos, não faça piadas ou brincadeiras (até porque não existe intimidade para isso), enfim, não perca tempo e se distraia com temas secundários, afinal, o que você deseja com o investidor que está a sua frente? Essa deve ser a pergunta.

Veja 20 dicas do que NÃO falar com um investidor e se você já cometeu alguns destes erros ao se comunicar, mude sua abordagem daqui pra frente e verá os resultados da sua nova postura.

1 –Antes de começar, você pode assinar um termo de confidencialidade?

Investidor: Totalmente desnecessário nos primeiros contatos. Isso assusta e afasta.

2 – Nosso amigo em comum me recomendou falar com você.

Investidor: Você realmente conhece a pessoa que está citando ou teve pelo menos alguns minutos de conversa com ele?

3 – Seria incrível contar com seus conhecimentos no negócio!

Investidor: Seja mais específico, em que exatamente?

4 – Talvez possamos tomar um café algum dia?

Investidor: todos já bebem café o suficiente, mas seria bom enviar neste convite datas específicas, então não precisará ir e voltar no assunto.

5 – [O empreendedor manda um e-mail]: Deixe-me saber se você gostaria de receber mais informações e nosso deck.

Investidor: Envie o seu One-Pager ou Deck, seja objetivo e não perca a oportunidade. O investidor pode não abrir um segundo e-mail seu.

6 – O nome da nossa empresa é traktopro.com.br

Investidor: Por que escolher um nome difícil de falar e escrever? O investidor vai esperar que haja um bom motivo e não apenas o que eles poderiam comprar, por exemplo.

7 – Nós somos o X para Y, mas com AI, redes neurais e alguns blocos polvilhados lá, mas utilizando a computação de ponta. Talvez ICO também.

Investidor: Jargão + jargão + jargão = insegurança. Para mostrar domínio e conhecimento técnico nem sempre é necessário usar termos que ninguém vai entender. Se quer vender algo, faça ser compreendido, regra básica.

8 – Somos os primeiros a fazer isso e não temos concorrência.

Investidor: Essa sem dúvida é uma das melhores! Na cabeça do investidor na hora passa “isso não é verdade e acabei de me encontrar com uma dúzia de startups similares com mais tração”.

9 – Estamos em negociações e trabalhamos com muitas empresas no momento, mas não podemos dizer-lhe quem são.

Investidor: Então, um monte de testes gratuitos para 3–6 meses que só irá converter alguns.

10 – Estamos tentando levantar investimento para construir alguns projetos e fazer algumas contratações.

Investidor: Parece um pouco despreocupado, como se você não soubesse o que está fazendo e não tem métricas e muito menos controle.

11 – Basta conseguir 1% do mercado.

Investidor: Para tudo! Qual o mercado? Como foi esse estudo? Qual a validação pra respaldar isso?

12 – Temos muitos investidores interessados nesta rodada de investimento, mas ninguém vai se comprometer até que você confirme sua participação.

Investidor: Cuidado para não falar isso para todos, os investidores se falam.

13 – Temos um investidor líder principal!

Investidor: “Realmente espero que isso seja verdade e que você não esteja “tentando jogar” ou distorcendo a verdade”.

14 – Temos os melhores mentores.

Investidor: Alguns grupos de pessoas com quem você fala esporadicamente.

15 – Estamos projetando US$ 100 milhões de receita em 5 anos.

Investidor: Boa sorte com isso, cuidado com os números exorbitantes e sem fundamento.

16 – Existem outros investidores que você acha que estariam interessados?

Investidor: Não se preocupe, se houver meu interesse, definitivamente vou compartilhá-lo com eles.

17 – Google, Apple, Facebook e/ou Amazon nos adquirirão quando os vencermos porque eles não podem fazer o que fazemos.

Investidor: Claro, claro, você conhece alguém lá? Tem um fundamento mais prático para afirmar isso?

18 – O impossível é só questão de opinião!

Investidor: Não use frases prontas de efeito, seja o mais realista possível. Sonhadores que “viajam” são detectados facilmente.

19 – Vamos crescer muito sem grandes investimentos.

Investidor: Tem certeza? Se não aumentar sua capacidade operacional como vai atender as demandas que vão surgir?

20 – Minha ideia/negócio é incrível e promissor, isso basta.

Investidor: “Ou ele é realmente ingênuo ou prepotente demais para alcançar o que deseja”.

E aí, mais alguma?? Se sim, deixa nos comentários.

Fonte: Startupi

17 maio
Bom senso, empatia e whatsapp: como estamos nos comunicando?

Provavelmente você está lendo este artigo através da tela do seu smartphone, e faz parte de 80% da população que largou o pc pela praticidade de ter, na palma da mão, uma infinita possibilidade de conexões. Pedimos comida pelo ifood, chamamos um Uber, pagamos as contas, perguntamos ao Google o horário de funcionamento do petshop. A tecnologia mudou a forma como nos comunicamos, como nos relacionamos, e, é claro, tudo isso afetou as nossas relações de trabalho.

Faça um cálculo rápido de quantos grupos de WhatsApp você participa para tratar de negócios ou resolver assuntos de trabalho – e aqui entram também os grupos de assuntos acadêmicos, da facul, dos condôminos de um prédio. Eles podem até não superar os grupos de amigos e família, mas certamente afetaram o seu tempo disponível para ser um corpo dócil e produtivo (beijos, Foucault). Recebemos cobrança de chefe, enviamos documentos urgentes, participamos de discussões cheias de “ruído” e pressa, que poderiam ter desfechos diferentes caso fossem conversadas olho no olho.

A rapidez e a possibilidade de aproximar pessoas distantes geograficamente podem ser o nosso bônus, mas, se você pensar um pouco além, estar mais acessível não significa, obrigatoriamente, estar mais disponível. Quando passamos a ficar tão íntimos? Quando tornou-se tão ok mandar Whats à meia noite para o colega de trabalho? Ouvir um áudio em público no meio de uma reunião? Compartilhar print de forma indiscriminada sem considerar o conflito ético aí existente? Quando passamos a achar vantagem receber mensagem de lojas no nosso telefone informando promoções que sequer nos interessam? Quando viramos esse dedo nervoso que compartilha sem checar só pela ânsia de ser o primeiro a dar a notícia (que muitas vezes pouco ou nada tem a ver com os assuntos de trabalho)?

Frequentemente meus alunos perguntam como usar as ferramentas de comunicação, como o WhatsApp, de forma mais eficiente para os negócios. Percebo a decepção quando respondo: não há uma fórmula. Estamos todos ainda tateando. E todo dia há algo novo, uma atualização, um aplicativo, que faz a gente repensar tudo aquilo que acabamos de consolidar. No entanto, somethings never change: nem toda tecnologia do mundo será capaz de acabar com o bom senso. Aposte nele.

O ambiente pode ter mudado para o digital, mas as regras de conduta continuam as mesmas. Bom dia é legal. Bom dia de gif às cinco da manhã, nem tanto. Bom humor é legal. Piada racista, homofóbica, ou que discrimine alguém, não. (Uma dica show é pensar: você faria essa piada pessoalmente?). Ler e não responder, até onde se sabe, não é crime, embora possa parecer rude. Mas antes de julgar, coloque-se no lugar do outro. Não seja o chato clamando por atenção. Para bom entendedor, só um emoji basta.

26 abr
O que leva as pessoas a amarem as marcas

 

Exceder expectativas, definir tendências, compartilhar valores, construir confiança, elevar experiências e respeitar os consumidores são os seis principais fatores que definem o que faz um consumidor amar as empresas. A conclusão é de um estudo realizado pela Oath, subsidiária da Verizon, divulgado nesta quarta-feira (24/04).

Para realizar o levantamento foram analisados dados de mais de 150 mil consumidores em 13 países, incluindo o Brasil. Segundo o estudo, a capacidade de uma marca de exceder as necessidades ao fazer algo que nenhuma outra marca faz (ou ao fazer melhor) é o fator mais forte (30%) de amor pela marca em todo o mundo. Conversar e se posicionar sobre temas que se destacam na atualidade também conta muitos pontos entre os consumidores.

Sessenta e dois por cento dos consumidores dos Estados Unidos esperam que as marcas que eles amam apoiem publicamente a igualdade e a diversidade; no entanto, apenas 25% querem ver o apoio público a um partido político. Cinquenta e nove por cento da geração Y dos Estados Unidos acham que é importante que uma marca apoie as mulheres em posições de liderança e na eliminação das disparidades salariais, em comparação com menos da metade dos Baby Boomers (49%).

Com relação à inovação, o estudo mostra que as marcas que criam novas experiências de interação também desenvolvem laços mais fortes com consumidores. Isso inclui investir em realidade virtual, vídeo 360° e conteúdo em tempo real.

Em conversa com Época NEGÓCIOS, Maya Abinakad, diretora global de marketing da Oath, forneceu mais detalhes sobre a forma como o índice é realizado, os fatores que mensuram o amor de uma pessoa pelas marcas e sobre a importância das empresas de se posicionarem.

 

Exceder expectativas, definir tendências, compartilhar valores, construir confiança, elevar experiências e respeitar os consumidores são os seis principais fatores que definem o que faz um consumidor amar as empresas. A conclusão é de um estudo realizado pela Oath, subsidiária da Verizon, divulgado nesta quarta-feira (24/04).

Para realizar o levantamento foram analisados dados de mais de 150 mil consumidores em 13 países, incluindo o Brasil. Segundo o estudo, a capacidade de uma marca de exceder as necessidades ao fazer algo que nenhuma outra marca faz (ou ao fazer melhor) é o fator mais forte (30%) de amor pela marca em todo o mundo. Conversar e se posicionar sobre temas que se destacam na atualidade também conta muitos pontos entre os consumidores.

Sessenta e dois por cento dos consumidores dos Estados Unidos esperam que as marcas que eles amam apoiem publicamente a igualdade e a diversidade; no entanto, apenas 25% querem ver o apoio público a um partido político. Cinquenta e nove por cento da geração Y dos Estados Unidos acham que é importante que uma marca apoie as mulheres em posições de liderança e na eliminação das disparidades salariais, em comparação com menos da metade dos Baby Boomers (49%).

Com relação à inovação, o estudo mostra que as marcas que criam novas experiências de interação também desenvolvem laços mais fortes com consumidores. Isso inclui investir em realidade virtual, vídeo 360° e conteúdo em tempo real.

Em conversa, Maya Abinakad, diretora global de marketing da Oath, forneceu mais detalhes sobre a forma como o índice é realizado, os fatores que mensuram o amor de uma pessoa pelas marcas e sobre a importância das empresas de se posicionarem.

Como vocês definem o que é amar uma marca? Considerando a perspectiva da empresa e dos consumidores?

Amor à uma marca é similar ao amor a um humano. Diz respeito a saber perdoar, a se sentir feliz, confortável, familiar. É algo que anima, que é real. Se sentir amada faz uma pessoa se sentir conectada, apoiada, ouvida, desafiada, entendida. É nesse aspecto que uma empresa pode conquistar o amor de alguém. Para o nosso estudo, nós definimos seis fatores que constituem essa relação boa. Consideramos as nuances entre indústrias, gerações e mercados. E olhamos como isso se reflete no trabalho de quem realiza o marketing, nas ferramentas que utilizam para atingir o coração dos consumidores, principalmente através do mobile.

O quanto essa relação de amor depende hoje em dia de uma empresa estar bem posicionada no digital?

Estar acessível ao que seus consumidores desejam é um componente valioso para construir uma relação forte, mas que essa relação seja sustentável é preciso entender também o que é mais importante para os seus consumidores. Há momentos onde a customização é mais importante, outros onde o elemento surpresa faz diferença. Então, diríamos que todos os pontos de contato digitais são importantes, mas as marcas devem priorizar esse contato com base naquilo que impulsiona uma relação de amor com os consumidores de um mercado ou categoria específica.

Hoje então precisamos falar muito mais de criar experiências do que fazer marketing?

Não existe uma abordagem única para o marketing. A realidade é que fazer marketing é muito mais do que colocar anúncios na televisão ou no online. Diz respeito a como criar conexões humanas, estimular emoções, escutar os consumidores para conseguir se envolver com eles. Mas levar a experiência para outro nível é algo que se destacou na nossa pesquisa tanto entre os consumidores millenials quanto entre os baby boomers. Estamos aqui falando do modo como a marca é apesentada e “embalada”, como é a experiência da loja, o atendimento ao cliente, o contato nos aplicativos móveis e até mesmo na forma como uma publicidade é feita. As pessoas amam as marcas que transformam o ordinário em memorável.

O estudo defende que as empresas precisam se posicionar a respeito dos temas da atualidade. Podemos falar portanto sobre tomar posições polêmicas em alguns casos. Quais aspectos a empresa deve considerar na hora de conectar a sua marca a uma questão política, social ou cultural?

Os consumidores hoje têm expectativas mais altas. Estão exigindo ações de marcas sobre problemas com os quais se importam e entendem o poder que uma empresa tem de usar sua voz em nome de algo bom. Compartilhar valores aparece como um dos seis principais fatores impulsionadores de amor à marca, confirmando o quão importante isso se tornou na relação. Mas em um mundo extremamente conectado, é mais difícil para as empresas optarem por questões controversas porque se algo der errado, espera-se que a empresa reaja quase que imediatamente. Portanto, na hora de se posicionar, as marcas devem considerar aquilo em que realmente acreditam. Esses valores podem ajudar a moldar tudo o que a organização faz e devem servir como diretriz para seus funcionários. Também é importante que as marcas entendam seus consumidores de uma forma mais profunda. Como parte do nosso estudo, perguntamos aos consumidores o que eles exigem das marcas em questões específicas, como direitos LGBT, igualdade de gênero e sustentabilidade. Mais da metade dos entrevistados espera que as marcas apoiem publicamente e de forma ativa todas essas questões, e esse número é maior entre os consumidores mais jovens. A realidade é que os consumidores querem que as marcas estejam na linha de frente gerando mudanças.

Fonte: Época Negócios

24 mar
5 dicas para fazer um pitch de sucesso

Parece fácil, mas conseguir vender sua ideia em poucos minutos é mais difícil do que você imagina

Falar sobre “pitch” é muito comum no universo dos negócios, mas poucas pessoas sabem o que é e como fazer com excelência. Então vamos lá! O pitch é um discurso curto e direto para apresentar o seu negócio. Na maioria das vezes, ele é utilizado para atrair investidores e trazer novos aportes para a empresa ou para o projeto, porém o modelo pode ser utilizado também para apresentar seu negócio para potenciais clientes e parceiros.

Parece fácil, mas conseguir vender sua ideia em poucos minutos é mais difícil do que você imagina. Fazer um bom pitch requer técnicas para o porta-voz aproveitar um curto espaço de tempo com um discurso de sucesso. Por isso, listamos algumas dicas que podem ajudar.

1. Saiba para quem você vai apresentar:

É importante que você pesquise, antes de tudo, sobre a sua audiência. Você pode apresentar para um potencial parceiro, para um investidor, para clientes ou para todos eles ao mesmo tempo. Você deve sempre adequar seu discurso para o público que vai apresentar.

2. Tenha uma apresentação estruturada:

Um pitch não é uma mera apresentação. Você precisa passar por cada uma das etapas do seu negócio e dar o tempo e peso certo para cada uma delas. É importante que você estruture bem esse conteúdo para passar por todos os pontos, sempre sendo claro e relevante.

3. Use dados:

Seja concreto na hora de usar números. Recheie seu conteúdo com números pertinentes ao seu negócio, como tamanho de mercado, números de usuários e dados que evidenciem o problema. Quantos mais dados concretos você utilizar para embasar seu pitch, melhor.

4. Mostre a que veio:

Mostre seu produto ou então a apresentação dele. Não adianta você fazer um pitch convincente se você não mostrar o seu produto ou serviço – mesmo que seja um protótipo. Se puder levar um produto físico para sua apresentação, melhor ainda!

5. Tenha paixão:

Muitas vezes o que mais conta na hora de fazer um Pitch é ver a paixão do empreendedor durante sua apresentação. Mostre a sua audiência o quanto você realmente acredita no seu negócio.

Fonte: Administradores

17 mar
O que as Startups podem ganhar com Marketing Digital?

Não existe nenhuma fórmula mágica de como começar uma startup. Inovação, cultura, processos rápidos, experimentação, ambiente informal e descontraído. Essas são apenas algumas características que pensamos quando associamos ao termo startup. É cada vez mais um modelo de negócio que vem se firmando no Brasil e no resto do mundo.

O caminho é árduo e exige muito esforço e dedicação e o marketing é essencial para o crescimento de qualquer empreendimento, uma vez que ajuda no lançamento, no posicionamento e no crescimento do negócio. No caso do marketing digital, ele é ainda mais importante por ser mais barato, mais efetivo e mais mensurável em relação ao modelo tradicional — ou seja, exatamente aquilo que toda startup precisa, visto que a internet mudou radicalmente a forma como as empresas podem encontrar e se comunicar com os clientes. Antes, elas eram obrigadas a gastar grandes verbas para fazer propaganda nos meios tradicionais, como TV, rádio, jornais, revistas, outdoors e panfletos, pois essas eram praticamente as únicas formas de alguém descobrir a oferta de um produto ou serviço.

Lá no primeiro trimestre de 2017, a Associação Brasileira de Startups (ABS) divulgou e detalhou uma lista de tendências para o ano que terminou. Temas como Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Proteção Cibernética, Big Data, entre outros foram apontados. Um ano depois, a ACE, aceleradora de startups premiada no Brasil e América Latina, divulgou as tendências 2018, baseadas em uma mapeamento do ecossistema da aceleradora em 2017. Eles apostam nas tendências robótica no varejo; digital health and fitness; realidade aumentada; IoT – Internet das Coisas (Internet of Things); social media (além da mídia).

O marketing digital vem se consolidando em oferecer estratégias e planejamentos de comunicação direcionados para a obtenção de resultados efetivos.

Inovação já faz parte do DNA de uma startup e estabelecer uma visão global do todo não é tarefa de outro mundo para os integrantes deste modelo de negócio. Portanto, um ponto que precisa de atenção redobrada são os clientes. O marketing de conteúdo é uma ótima sacada para se posicionar, gerar engajamento e, por consequência, se transformar em uma autoridade para potencias clientes. Na prática, funciona de maneira bem simples: quando você cria um conteúdo relevante voltado para audiência, atrai novas oportunidades para o negócio, conquista mais clientes e dá passos concretos a fim de escalar uma startup.

Principais motivos que marketing digital chama tanto atenção das startups segundo Pâmela Ribeiro, Commercial Strategy Manager da empresa Comtele (www.comtele.com.br) é que ele possui algumas características como, ser segmentado, permitir atração gratuita, gerar audiência, ser mensurável, oportunidade aos empreendedores e é claro, tem excelente custo x benefício.

Sendo assim torna-se o caminho mais curto para obter mais leads e adquirir maior interatividade com aqueles clientes que realmente possuem potencial de compra. Isso acontece porque esse tipo de marketing torna a empresa disponível 24 horas para o cliente, além de possibilitar a construção de um relacionamento mais próximo, o que ajudará a impulsionar as vendas e transformar esse cliente em um divulgador da marca.

Fonte: Terra

09 mar
18 frases inspiradoras sobre liderança

As palavras ajudam a refletir sobre o papel de comandar uma empresa

Liderança é algo empírico: se aprende com o tempo e com as experiências e desafios do dia a dia. A revista Inc. reuniu algumas frases que ajudam você a refletir sobre como comandar uma empresa. Leia com calma e reflita um pouco sobre seu papel de líder dentro de seu negócio:

1. “Liderar é a arte de motivar alguém a fazer algo que você quer feito, porque essa pessoa quer fazê-lo.” – Dwight D. Eisenhower, ex-presidente americano.

2. “Se tudo parece sob controle, você não está indo rápido o suficiente.” – Mario Andretti, piloto automobilístico.

3. “Há uma diferença entre ser um líder e ser um chefe. Os dois são baseados em autoridade. Um chefe demanda obediência cega; um líder conquista sua autoridade por meio da compreensão e confiança.” – Klaus Balkenhol, cavaleiro alemão.

4. “O melhor líder é aquele que tem senso suficiente para pegar homens bons para fazer o que ele quer e o autocontrole para não se intrometer enquanto eles o fazem.” – Theodore Roosevelt, ex-presidente americano.

5. “O melhor líder não é necessariamente aquele que faz as melhores coisas. Ele é aquele que faz com que pessoas realizem as melhores coisas.” – Ronald Reagan, ex-presidente americano.

6. “Você sabe que um dos grandes problemas do nosso tempo é que somos governados por pessoas que ligam mais sobre sentimentos do que sobre pensamentos e ideias?” – Margaret Thatcher, ex-primeira-ministra do Reino Unido.

7. “Muitas empresas acreditam que pessoas podem ser trocadas entre si. Pessoas realmente talentosas nunca são. Elas têm habilidades únicas. Pessoas assim não podem ser forçadas em posições nas quais não se encaixam, e nem deveriam. Líderes eficientes permitem grandes pessoas fazerem o trabalho para o qual nasceram para fazer.” – Warren G. Bennis, professor.

8. “Ditadores montam em tigres dos quais eles não têm coragem de desmontar. E os tigres estão ficando com fome.” Winston Churchill, ex-primeiro-ministro do Reino Unido.

9. “Contrate caráter, treine habilidades.” – Peter Schutz, empreendedor.

10. “Líderes pensam e falam sobre soluções. Seguidores pensam e falam sobre problemas.” – Brian Tracy, empreendedor.

11. “Líderes incríveis saem da sua rotina para melhorar a autoestima de sua equipe. Se as pessoas acreditam nelas, é incrível o que elas podem conquistar.” – Sam Walton, empreendedor.

12. “Uma boa liderança é sobre experiências humanas. Não é uma fórmula ou programa, é uma atividade humana que vem do coração e leva em consideração os corações de outras pessoas. É uma atitude, não uma rotina.” – Lance Secretan, professor e especialista em liderança.

13. “Líderes são visionários com um senso pobremente desenvolvido sobre medo e nenhuma ideia sobre as probabilidades contra eles.” – Robert Jarvik, cientista e pesquisador.

14. “Um homem é só um líder quando tem um seguidor atrás de si.” – Mark Brouwer, consultor.

15. “A arte de liderar é o ato de dizer ‘não’, e não dizer ‘sim’. É muito fácil dizer ‘sim’.” – Tony Blair, ex-primeiro-ministro do Reino Unido.

16. “Um líder leva pessoas para onde elas querem ir. Um grande líder leva pessoas aos lugares em que elas não necessariamente querem ir, mas deveriam ir.” – Rosalynn Carter, ex-primeira-dama americana.

17. “Nenhum homem será um grande líder se quiser fazer tudo sozinho ou se quiser levar todo o crédito por fazer isso.” – Andrew Carnegie, empreendedor.

18. “Grandes líderes quase sempre são grandes simplificadores, que conseguem passar por discussões, debates e dúvida para oferecer uma solução que todos possam entender.” – Colin Powell, secretário de estado norte-americano.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

28 fev
Faculdade: não é sobre ter certeza do que você quer ser

Não tem muito tempo eu esbarrei na internet com o texto: “Não entre na faculdade em 2018”. Em resumo, o autor defendia que adolescentes entre 17 e 18 anos, concluindo o Ensino Médio, não deviam entrar imediatamente na universidade – ao contrário, deveriam ir atrás de experiências paralelas, voluntárias, que, se não pagam as contas, ao menos ajudam a entender a si mesmo e ao mundo.

Pois bem, eu resolvi fazer esse texto defendendo o oposto do contrário. O conselho de Henrique Souza (é esse o nome dele e é esse o post), de 22 anos, vai na contramão do que pais, mães, professores, profissionais e estrategistas de mercado indicam: a graduação é crucial para dar start numa carreira, muito mais do que sempre foi e menos do que deveria ser – por isso mesmo nunca deixou de ser exigida nos CV, mesmo para aquelas profissões, como a minha, que não exigem um diploma para exercê-las.

Mas nem foi por isso que eu decidi discorrer sobre essa ideia (geralmente eu até gosto de ficar do lado oposto da correnteza). O que me motivou a vir escrever esse texto foi mais a incompreensão de que a experiência de vida, para algumas pessoas, esteja tão desvinculada da vida universitária. Não sei para você, leitor, mas os meus quatro anos de faculdade foram extremamente importantes para o eu de hoje em dia. É bem verdade que depois vieram estágios, especializações, cursos de férias e o mestrado, mas foi ali, aos 17 anos, das 18h as 22h que eu vivi algumas das melhores experiências da minha vida.

Em 2006, eu era a mais nova da minha turma – comprei um caderno do ursinhos carinhosos para levar no primeiro dia de aula, veja bem. Achava super diferente estudar de noite, ir pra aula de bus e havaianas, terminar as discussões no bar de sugestivo nome “Mamãe não me acha” (RIP). Era diferente ser amiga dos professores, e quando veio o primeiro estágio, eu ia assistir aula toda empoderada me sentindo a verdadeira prima-dona do jornal – era incrível levar pros debates situações reais que eu vivia no meu dia-a- dia na redação de um impresso.

Na faculdade fiz grandes amigos, tive o primeiro namoro sério, conheci minha orientadora incrível – com quem trabalho até hoje na redação da Revestrés. Aqui vale uma nota: as pessoas acham que não estão sendo vistas enquanto alunos, mas na verdade professor é, sobretudo, o grande indicador de vagas para empregos, fiquem ligados. Encarar as aulas, provas e trabalhos com seriedade pode ser o seu maior networking.

Um dos argumentos do Henrique (que escreve muitíssimo bem e tem um alto poder de persuasão) é que tirar seis meses para viver experiências diferentonas é o momento ideal para, inclusive, errar. Mas gente, a faculdade foi talvez o lugar onde eu mais dei bola fora – e isso é ótimo, porque ali era o espaço mesmo para isso. Foi lá que os meus primeiros projetos fracassaram, foi lá que montei um programa de rádio, uma revista, um seminário que não rolou – e tudo isso se reverteu em conhecimento e aprendizagem que me trouxeram até aqui.

O mundo não é preto no branco – as zonas podem e é até melhor que sejam cinzentas. Fazer uma faculdade agora não significa uma decisão definitiva (pode ser até determinante) sobre o seu futuro – concordo que a escolha de agora não deve ter esse peso, mas já é um grande passo, inclusive, se você resolver mudar de foco no futuro. Foi, honestamente, em todas as minhas experiências em sala de aula que aprendi lições importantíssimas sobre responsabilidade, compromisso, amizade, e sobre eu mesma.

Na pior das hipóteses, entrar na faculdade ajuda você a descobrir o que NÃO quer ser – e isso é, também, uma lição muito importante.

21 fev
Technology, jobs, and the future of work

The development of automation enabled by technologies including robotics and artificial intelligence brings the promise of higher productivity, increased efficiencies, safety, and convenience.

The world of work is in a state of flux, which is causing considerable anxiety—and with good reason. There is growing polarization of labor-market opportunities between high- and low-skill jobs, unemployment and underemployment especially among young people, stagnating incomes for a large proportion of households, and income inequality. Migration and its effects on jobs has become a sensitive political issue in many advanced economies. And from Mumbai to Manchester, public debate rages about the future of work and whether there will be enough jobs to gainfully employ everyone.

The development of automation enabled by technologies including robotics and artificial intelligence brings the promise of higher productivity (and with productivity, economic growth), increased efficiencies, safety, and convenience. But these technologies also raise difficult questions about the broader impact of automation on jobs, skills, wages, and the nature of work itself.

Many activities that workers carry out today have the potential to be automated. At the same time, job-matching sites such as LinkedIn and Monster are changing and expanding the way individuals look for work and companies identify and recruit talent. Independent workers are increasingly choosing to offer their services on digital platforms including Upwork, Uber, and Etsy and, in the process, challenging conventional ideas about how and where work is undertaken.

For policy makers, business leaders, and workers themselves, these shifts create considerable uncertainty, alongside the potential benefits. This briefing note aims to provide a fact base on the multiple trends and forces buffeting the world of work drawing on recent research by the McKinsey Global Institute and others.

Table of contents

  1. Developments in employment, income, and skills
  2. How automation and technology are affecting work
  3. The challenges of digitization—and possible solutions

 

This briefing note was originally prepared for the Fortune + Time Global Forum in Vatican City in December 2016; it was updated in May 2017.

18 jan
4 conceitos que todo empreendedor deveria conhecer e colocar em prática

Foi-se o tempo em que trabalho duro e boa vontade eram suficientes para tornar bem sucedido um negócio próprio. Com a facilitação do acesso ao conhecimento de forma geral e a concorrência cada vez mais acirrada, dominar conceitos empresariais e colocá-los em prática na sua vida pode ser o fator decisivo para que um empreendimento alcance êxito.

No livro Seu Sonho Tem Futuro, lançado em outubro do ano passado pela editora Gente, Candice Paschoal indica caminhos para tirar projetos do papel e também para aprimorar um negócio já existente. Elencamos alguns destes conceitos, que podem ser extremamente úteis e funcionais para o dia a dia do empreendedor.

1) DIP

Difundido pelo marketeiro norte-americano Seth Godin, este é um dos conceitos mais importantes para quem quer empreender. O DIP é aquele momento em que tudo dá errado. Entenda que a partir do momento que tirar seu sonho da mente e começar a dar-lhe corpo, ele se torna uma entidade viva, e tudo pode acontecer. Abraçar o DIP e saber que ele virá te visitar uma ou mais vezes é primordial para a longevidade do seu projeto.

Ao se encontrar o fundo do poço, é importante que o empreendedor reinicie o processo de alinhamento da sua ideia. Olhe para dentro, pesquise silenciosamente, e persista na execução. A grande oportunidade do DIP está em recomeçar o seu projeto no meio do caminho, com maior conhecimento e maturidade do que quando o iniciou. Grandes vitórias costumam esperar aqueles que conseguem ultrapassar o DIP. Costumo dizer que é neste momento verdadeiramente que se forma o empreendedor de sucesso.

2) Roda da Vida

Este conceito ajudará o empreendedor a planejar seu negócio e a definir de uma maneira mais clara suas prioridades. A The Wheel of Life, ou Roda da Vida, é uma poderosa ferramenta para avaliação pessoal que ajuda a revisar todos os aspectos da vida. É recomendado utilizá-la por permitir ao empreendedor obter uma visão honesta sobre as diferentes áreas da vida, pessoal e profissional. A Roda da Vida te forçará a aceitar e encarar as áreas da sua vida que você precisará deixar como segundo ou terceiro plano.

Decidir antecipadamente, por exemplo, que amigos ou o trabalho atual precisarão ser preteridos por um determinado intervalo de tempo pode ser sofrido no início. No entanto, é isso o que dará tranquilidade e espaço mental para focar no que definir como prioridade para si, durante este mesmo espaço de tempo. O mais importante é não haver conflitos, pois é aí que a produtividade pode cair, e os objetivos serem perdidos. Nem sempre o que mais toma nosso tempo é o que deveria ou poderia. Essa ferramenta ajuda a avaliar exatamente isso.

3) Fuckup Nights

No mundo dos negócios, as decepções estão tão presentes, que até foi criado, em 2012, no México, um movimento global chamado Fuckup Nights, no qual pessoas ao redor do mundo compartilham publicamente suas histórias de fracasso. É uma espécie de TED ao avesso. No Fuckup Nights, seu maior erro é sua única glória. Milhares de pessoas participam desses eventos em mais de 150 países contando seus maiores fracassos.

O Fuckup Nights permite ao empreendedor entender que errar é algo a ser esperado e até mesmo celebrado. Começar a considerar o erro como um estado mental e não condição pessoal de fracassado é um grande avanço. Isso permite à pessoa desapego ao seu erro e a rápida recuperação da situação, permitindo assim que ela aproveite.

4) Público alvo e personas

A ideia de público-alvo, bastante difundida, traz uma definição bem aberta. Para detectar quem ele é, busca-se informação demográfica (idade, sexo, escolaridade, estado civil). Mas é bom lembrar que ele não se refere a uma pessoa específica, mas a um grupo de pessoas que possam querer determinado produto ou se engajar na ideia a partir de um delimitador mais amplo.

Já a persona é o desenho de uma pessoa específica que represente o cliente. Descobrir a persona é como criar um avatar. Você vai visualizar a pessoa, com detalhes sobre hábitos e trabalho, consumo, hobbies e preferências de canais de informação. Ela será seu personagem específico, cujas características traduzem quem você imagina atingir ao elaborar seu projeto.

Mas o que vem primeiro? Depois de analisar o mercado e identificar o público-alvo, o empreendedor precisará ser mais específico ainda e definir a persona — ou seja, a pessoa com sentimentos e desejos que quer atingir. E esse método vale para tudo o que deseje lançar — uma conta de influenciador no Instagram, um livro, um novo produto, um novo álbum, um evento, uma ONG.

Fonte: startupi.com

10 jan
Dicas de empreendedorismo com Jorge Paulo Lemann

Todo jovem empreendedor, certamente, pode percorrer seu caminho coletando aprendizados e ensinamentos de outros empresários. Para isso, todas as dicas de empreendedorismo são sempre muito bem-vindas. E, quem melhor para deixar legados no setor do que o homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Lemann?

Em um momento em que o país estava em uma considerável crise, a fortuna de Lemann não parava de crescer. Seu patrimônio está avaliado em cerca de US$ 30 bilhões, divididos entre ações da maior cervejaria do mundo, a AB InBev, e empresas como a Heinz e a rede Burger King.

Fica bastante evidente que todos podem aprender com o sólido modelo de gestão e a visão desse grande empresário. Neste post, separamos algumas dicas preciosas de Lemann para você levar como ensinamentos na sua vida de empreendedor. Confira!

Tenha um sonho grande

Em suas palestras, Lemann sempre contou que seu sonho sempre foi maior do que sua empresa. “Sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno”, dizem ele e seus sócios. Porém, é preciso saber a diferença entre sonhar alto e sonhar o impossível.

Para que seu sonho se encaixe na primeira categoria, estipule seus objetivos e esteja ciente de que eles podem ser alcançados, mesmo que seja difícil. Não existem limites para quem trabalha duro e corre atrás das suas metas. O fundamental é que a gestão de negócios e o foco nas decisões acompanhem os sonhos.

Metas de longo prazo e realistas ajudam o empreendedor a organizar sua estrutura no presente e buscar maneiras para alcançar os objetivos no futuro, mesmo que suas ideias voem além do que as pessoas acham possível.

Equilibre vida profissional e pessoal

O que Lemann garante que fez parte da evolução dos seus negócios foi saber ter um equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. Durante as horas de trabalho, ele buscava sempre contratar e formar pessoas dedicadas, de confiança e com objetivos parecidos com o seu.

Logo, ele sempre delegou tarefas e nunca foi muito centralizador. Isso dá autonomia para as pessoas resolverem pequenos problemas (além de ganharem novas oportunidades) e mais tempo para o empreendedor. O segredo talvez seja uma mistura entre disciplina pessoal, regras com base no que se quer alcançar e formação de times que possam transformar um negócio.

Aprenda com seus erros

Lemann, que já foi campeão de tênis em Wimbledon, começou a jogar com 11 anos de idade. E foi bem cedo que aprendeu a lidar com fracassos. Toda vez que perdia uma partida, em vez de se lamentar, procurava se preparar para lidar com as possíveis novas derrotas e aprender com o que não tinha dado certo.

Com essa lição, ele destaca que sem esforços os resultados não aparecem. Em analogia ao esporte, ressalta como cada etapa na vida do empresário é fundamental, a fim de olhar para o que foi feito e melhorar para a próxima vez.

Fonte: Ascom iCEV

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