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15 jul
O crescimento do comércio eletrônico e as tendências para 2021

E-commerce teve aumento de 671% no nordeste

A pandemia de COVID-19 marcou o ano de 2020 como o maior acelerador do comércio eletrônico e o início de uma nova era para o varejo. Dados de uma pesquisa da McKinsey revelam que esse cenário global foi o responsável por gerar, em apenas 90 dias, mudanças no comércio eletrônico e no comportamento do consumidor que aconteceriam apenas em 10 anos.

Segundo o Movimento Compre&Confie, que reúne várias lojas do varejo brasileiro para a transformação do mercado digital, o e-commerce foi ampliado em 56,8% no ano passado se comparado aos primeiros meses de 2019. A América Latina foi, pela primeira vez, a região de maior destaque em relação ao crescimento do comércio eletrônico, registrando um aumento de 36,7%, de acordo com dados levantados neste ano pela eMarketer.

 

Com um cenário de declínio econômico e as carteiras dos consumidores mais vazias, há maior necessidade de que as marcas de todos os setores verticais ajam e sejam mais relevantes para os clientes, gerando crucialmente mais receita. Vamos explorar por que e como as marcas devem ir além por seus clientes, buscando sempre a experiência mais excepcional, e destacar a importância dos dados e de fluxos de receita diversificados em uma era de convergência de pagamentos.

O mercado em evolução — aceleração do comércio eletrônico: a passagem das compras offline para as compras online

Devido ao desenvolvimento tecnológico e ao ambiente de pagamentos em rápida mudança, fazer compras online está muito mais fácil para os consumidores. A maneira como compramos e pagamos por nossos produtos e serviços segue em reinvenção. Com essa nova tecnologia de comércio sustentando os hábitos de compra do consumidor e seu comportamento de pagamento, o futuro ruma ao comércio eletrônico em uma velocidade estonteante.

As compras online agora dominam o panorama do comércio, e não apenas entre a geração mais jovem. A pandemia forçou uma geração mais velha de consumidores, comumente chamados de baby boomers, a abraçar o comércio eletrônico, e suas expectativas em termos de segurança, velocidade, simplicidade, transparência e valor são tão altas quanto as dos consumidores mais jovens.

O estudo da E-bit|Nielsen, empresa de mensuração e análise de dados, demonstra que em 2021 as vendas online tendem a continuar em crescimento. O levantamento prevê que o e-commerce deve crescer 26%, atingindo um faturamento de R$ 110 bilhões.

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