Mesa-redonda de mulheres marca 1ª Semana da Diversidade no iCEV

A Delegada Anamelka Cadena, a empreendedora Laura Marques e a paratleta Auricélia Nunes falaram sobre suas carreiras

12 de setembro de 2018

Na noite da última terça-feira, dia 11 de setembro, o iCEV – Instituto de Ensino Superior foi palco de uma ampla discussão sobre diversidade, com um recorte especial sobre mulheres, desigualdade de gênero e acessibilidade. A mesa redonda, para alunos dos cursos de Administração e Direito, foi um evento promovido para marcar a 1ª Semana da Diversidade da instituição.

A mesa redonda contou com as convidadas Anamelka Cadena, delegada de Polícia Civil, Laura Marques, empreendedora e a paratleta Auricelia Nunes. A conversa, que tinha como viés os desafios da mulher para alcançar espaço e projeção nas atividades que exercem, foi mediado pela jornalista e professora da casa, Luana Sena.

Anamelka Cadena ocupa o rol dos melhores Delegados de Polícia Civil do Brasil, na categoria investigação. Ela atua  no Núcleo de Investigação de Feminicídio, ação iniciada no Piauí e que virou referência em todo o país.

Se o assunto é gabarito, Auricelia Nunes, que descobriu no parabadminton uma forma de reencontrar o sentido da vida ao ver-se de repente na condição de cadeirante, também se destaca. Auricelia ocupa o 25º lugar entre os melhores paratletas do mundo. Faz parte da seleção brasileira de badminton e está treinando para participar dos jogos paraolímpicos em 2020.

A conversa contou ainda com as boas histórias da Laura Marques, a Laurinha – anã de nascença ela acabou descobrindo no empreendedorismo uma atividade para driblar o preconceito e a inacessibilidade a empregos formais. Laurinha deu entrevista no Programa do Jô em 2009, mesmo ano em que começou a promover palestras de motivação e valorização da vida.

“São três histórias incríveis de superação e desafios que se encontram em um aspecto: o protagonismo feminino”, disse a professora Luana, mediadora do debate. “O iCEV foi muito feliz em promover um evento de diversidade com foco nas discussões sobre a realidade de mulheres portadoras de necessidades especiais, negras e que assumiram carreiras tidas como masculinas”, defendeu. “Acho que é um passo enorme para a formação de profissionais empáticos, inclusivos e com respeito à diversidade”.

Fotos: Inácio Pinheiro

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