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Cibersegurança na Folia: Como proteger dados e carteiras digitais contra golpes de aproximação e roubo de dispositivos

O glitter não é a única coisa que brilha aos olhos dos mal-intencionados; aprenda a blindar seu smartphone e cartões antes de se jogar na multidão.

13 de Fevereiro de 2026

O Carnaval brasileiro é um terreno fértil para a criatividade, mas também para o crime de oportunidade. Se antes a preocupação era apenas com a perda dos aparelhos celulares e do cartão, hoje o perigo é ainda maior: são ondas de rádio do pagamento por aproximação e a velocidade com que um criminoso acessa seu banco após um furto, intensificando os prejuízos e transtornos.

Para que a sua única ressaca seja a de carnaval, e não a financeira, confira algumas dicas para aproveitar a folia com segurança.

Blindagem contra o NFC

O pagamento por aproximação (NFC) é prático, mas em aglomerações, ele se torna uma vulnerabilidade. Golpistas circulam com máquinas de cartão escondidas, encostando-as em bolsas e bolsos para capturar valores sem que você perceba.

A regra de ouro: No aplicativo do seu banco, reduza o limite para compras sem senha para o valor mínimo possível ou desative a função completamente durante o carnaval.

Barreira Física: Se não quiser desativar o recurso, use carteiras ou porta-cartões com bloqueio RFID.

Protegendo o acesso ao sistema

O prejuízo de um celular roubado não é mais o aparelho, mas o acesso que ele dá às suas contas. Se o seu dispositivo for levado, o tempo é o seu maior inimigo.

Esconda seus bancos: Utilize recursos de sistema como a “Pasta Segura”, “Espaço Privado” ou “Aplicativos Ocultos” para ocultar apps financeiros. Eles exigem uma biometria ou senha para acessar os aplicativos.

Morte ao Chip Físico: Criminosos costumam tirar o chip do seu celular e colocar em outro para receber códigos de recuperação de senha por SMS. Se o seu aparelho suportar, migre para o e-SIM (chip virtual). Se for chip físico, ative obrigatoriamente o PIN do SIM nas configurações de segurança.

Conectividade Perigosa: O mito do Wi-Fi grátis

No meio do bloco, o sinal da operadora costuma cair. É aí que o Wi-Fi “liberado” aparece como uma miragem.

A cilada: Redes abertas em eventos são frequentemente criadas por hackers para monitorar o tráfego de dados. Ao se conectar, você pode estar entregando logins e senhas de bandeja.

A solução: Mantenha o Wi-Fi desligado ao sair de casa. Isso economiza bateria e evita conexões automáticas em redes maliciosas.

Checklist de Saída: O Plano de Contingência

Não saia de casa sem um “plano B” caso o pior aconteça:

Anote o IMEI: Salve o número de identidade do seu celular (disponível ao digitar *#06#) em um papel ou envie por e-mail para alguém de confiança. Ele é necessário para bloquear o aparelho na operadora.

Limites de PIX: Antes de sair, baixe o limite diário de transferências. Lembre-se que bancos levam de 24h a 48h para aprovar o aumento de limites, então faça isso com antecedência.

Conta do Bloco: Se tiver um aparelho antigo, leve-o com apenas um app de banco digital e um saldo pequeno. Deixe seu celular principal e suas contas principais protegidos em casa.

Proteger os seus dados é o acessório mais importante da sua fantasia este ano. Com o modo folia ativado, o único foco será aproveitar cada bloco com tranquilidade.

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